Memria na Morte
Nora Roberts - J. D.Robb
Srie Mortal 25



Copyright  2006 por Nora Roberts
ISBN 0-399-15328-4


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Existia uma mulher velha que viveu em um sapato,
Ela teve tantas crianas que ela no soube o que fazer;
Ela deu a eles um pouco de caldo sem qualquer po;
Ela chicoteou eles todos soundly e ps eles para a cama.
 VERSO INFANTIL







Memria, o guarda do crebro.
 WILLIAM SHAKESPEARE





1



A MORTE NO ESTEVE TOMAR Um FERIADO. NOVA IORQUE pode ter sido vestida-se bem em seu resplendor e deslumbramento, loucamente festooned em dezembro de 2059, mas Papai Noel estava morta. E um par de seus duendes no estavam parecendo to bons.

A vspera de tenente Dallas insistiu na calada com a loucura de Praa de Tempos gritando ao redor ela 
E estudou o que era remanescente de St. Nick. Umas crianas, ainda jovem suficiente para acreditar que um sujeito gordo em um terno vermelho menearia chamin abaixo para trazer eles apresenta em vez de assassinar eles em seu sono, estava gritando em um decibel projetado para perfurar tmpanos. Ela perguntou-se por que quem estavam em carga 
Deles no arrastaram eles longe.

No seu trabalho, ela pensou. Agradea Deus. Ela preferiu a baguna sangrenta em seus ps.

Ela olhou em cima, modo em cima. Solto abaixo do trinta-sexto andar da Broadway Visualiza Hotel. Ento o primeiro oficial na cena reportou. Gritando, "Ho, ho, ho"de acordo com as testemunheat que ele foi splat, e tirou algum filho infeliz de uma cadela que tem passeado pela festa infinita.

A tarefa de separar os dois corpos embriagados seriam uns desagradveis, ela imaginou.

Duas outras vtimas escaparam com danos secundriossoltaram se simplesmente gostam de uma rvore e racharam sua cabea na calada em choque quando o borrifadela srdido de sangue, escorne, e assunto de crebro espirrou por toda parte ela. Dallas deixaria eles para o mdico techs para o momento, e consiga declaraes quando, espero que, eles eram mais coerentes.

Ela j soube o que aconteceu aqui. Ela podia ver isto nos olhos vtreo de pequenos ajudantes da Santa.

Ela comeou em direo a eles em uma bota-comprimento couro casaco preto que rodado no ar frio. Seu cabelo era pequeno e marrom ao redor um rosto magro. Seus olhos eram a cor de bem, usque envelhecido e eram longos como o resto sua. E goste do resto sua, eles eram todo policial.

"Sujeito na Santa gig  seu amigo?"

"Oh, homem. Tubbs. Oh, homem."

Se era preto, se era branco, mas eles eram ambos um pouco verdes no momento. Ela no podia muita culpa eles. Ela mediu eles como finais de anos vinte, e seu upscale partywear indicou que eles eram provavelmente jnior execs na firma que teve seu feriado bater rudely interrompido.

"Eu vou organizar ter voc dois o centro da cidade escoltado onde voc dar suas declaraes. Eu gostaria de 
Voc voluntariamente para concordar em illegals prova. Se voc no fizer..." Ela esperou uma batida, sorriu finamente. "Ns faremos isto 
O modo duro."

"Oh, homem, oh, cague. Tubbs. Ele est morto. Ele est morto, certo?"

"Isto  oficial," Vspera disse e girou sinalizar para seu companheiro.

Detetive Peabody, seu cabelo escuro atualmente vestido em ondas alegres, endireitada dela abaixa pelo enredo de partes do corpo. Ela era ligeiramente verde se, Vspera notada, mas segurando fixo.

"Conseguidas ID em ambas as vtimas," ela anunciou. "Santa Lawrence, Max, envelhea vinte e oito, Midtown trata. O sujeito queha-haquebrou sua queda  Jacobs, Leo, envelhea trinta e trs. Rainhas."

"Eu vou organizar ter estes dois tomados em segurar, consiga um teste para illegals, consiga suas declaraes 
Quando ns terminarmos aqui. Eu assumo que voc quer subir, olhe para a cena, fale com as outras testemunhas."

"I..."

"Voc  primrio em este aqui."

"Certo." Peabody respirou fundo. "Voc conversou com eles mesmo?"

"Deixando aquele para voc. Voc quer tomar um cutucar neles aqui?"

"Bem..." Peabody procurou rosto da Vspera, procurando obviamente pela resposta de direito. A vspera no deu isto para ela. "Eles so bonitos mexidos, e ele  caos fora aqui, mas... Ns poderamos conseguir mais fora deles aqui e agora, antes deles acomodar-se e comear a pensarem sobre quanta dificuldade eles poderiam estar em."

"Qual voc quer?"

"Um. Eu tomarei o sujeito preto."

Vspera movimentada a cabea, caminhou de volta. "Voc." Ela apontou. "Nome?"

"Steiner. Ron Steiner."

"Ns vamos tomar um pouco passeio, Sr. Steiner."

"Eu tenho nuseas."

"Eu aposto." Ela gesticulou para ele subir, tomou seu brao, e caminhou para alguns passos longe. "Voc e Tubbs trabalharam junto?"

"Sim. Sim. Comunicaes de principiante. Nsns rondamos."

"Grande sujeito, huh ?"

"Quem, Tubbs? Sim, sim." Steiner enxugou suor de sua sobrancelha. "Entrou mais ou menos dois e cinqenta, eu acho. Ento ns figuramos seria uma mordaa para ter ele alugou a Santa adaptar para a festa."

"Que tipo de brinquedos e guloseimas Tubbs teve em seu saco hoje, Ron?"

"Oh, homem." Ele coberto seu rosto com suas mos. "Oh, Jesus."

"Ns no estamos em registro ainda, Ron. Ns seremos, mas agora mesmo s dizemos a mim o que afundamos. Morto do seu amigo, e ento  algum pobre schmuck que estava s caminhando na calada."

Ele falou por suas mos. "Os chefes instalar este negcio de buf de almoo para a festa de escritrio. At no pularia para alguma bebida fermentada, sabe?" Ron shivered duas vezes, duro, ento soltos seus braos para seus lados. "Ento 
Um grupo de ns reunidos-se, e ns pooled para alugar o apartamento para o dia inteiro. Depois que o metal partiu, ns destacamos o beber e as substncias qumicas recreativas. Por assim dizer."

"Como?"

Ele tragou, ento finalmente encontrados seus olhos. "Sabe, um pouco Exotica, um pouco de Empurro e Jazz."

"Zeus?"

"Eu no fao baguna com isto. Eu tomarei o teste, voc ver. Tudo que eu fui alguns tokes de Jazz." Quando Vspera no disse nada, meramente olhados fixamente em seus olhos, ele welled em cima. "Ele nunca usou material pesado. No Tubbs, homem, eu 
Jure. Eu teria sabido. Mas eu penso que ele teve algum hoje, talvez atado algum do Empurro com isto, ou 
Algum fez. Asshole," ele disse como rasga derramado abaixo suas bochechas. "Ele era juiced, eu posso dizer a voc 
Isto. Mas homem, era uma festa. Ns estvamos s divertindo-se. As pessoas estavam rindo e danando. Ento 
Tubbs, ele abre a janela."

Suas mos estavam em todos lugares agora. Seu rosto, sua garganta, seu cabelo. "Oh, Deus, oh, Deus. Eu figurei era porque estava conseguindo smokey. Prxima coisa voc sabe, ele est subindo , ele pegou este sorriso grande, estpido em 
Seu rosto. Ele grita, 'Feliz Natal para todo, e para todo um boa noite.' Ento ele fucking mergulhado fora. Encabece primeiro. Jesus Cristo, ele estava s ido. Ningum at pensou agarrar para ele. Aconteceu to rpido, ento 
Condene rpido. As pessoas comeadas a gritarem e correr, e eu corri para a janela e olhei."

Ele esfregou em seu rosto com suas mos, estremeceu novamente. "E eu gritei para algum chamar nove e um-um, e Ben e eu paramos. Eu no sei por que. Ns ramos seus amigos, e ns paramos."

"Onde ele conseguiria o material, Ron?"

"Homem, isto  fucked." Ele olhou, acima de sua cabea, fora para a rua. Lutando, Vspera soube, o padro pequena guerra entre ratting fora e levantou-se.

"Ele deve ter pego ele de Zero. Um grupo de ns chipped em assim ns podamos chegar uma festa lotar. Nada pesado, 
Eu juro."

"Onde Zero opere?"

"Ele corre um clube de dados, Broadway e Vinte-nona. Zero seja. Venda recreationals debaixo do contador. Tubbs, homem, ele era inocente. Ele era s um sujeito estpido grande."

*  *  *

O sujeito estpido grande e o pobre schmuck ele caiu sobre estava sendo desprezado fora da calada quando Vspera caminhada em festa central. Pareceu como ela esperou que olharia: Uma baguna profana de roupas abandonadas, derramadas bebe, comida solta. A janela permaneceu aberto, que era afortunado como o fedor 
De fumaa, vmito, e sexo quieto penetrado.

As testemunhas que no correram gostam de rabbits deu declaraes em juntar quartos, ento tinha sido lanado.

"O que seu seja tome?" A vspera pediu a Peabody como ela cruzou o campo minado de pratos e culos dispersos no tapete.

"Diferente de Tubbs no far isto casa pelo Natal? O idiota pobre conseguiu que ele mesmo exagerou, Rudolph Provavelmente figurado estava pairando do lado de fora com o resto da rena e o tren. Ele saltou, em viso clara de mais que testemunhas de uma dzia de. Morte por Estupidez de Extremo."

Quando Vspera no disse nada, s continuado a olhar a janela aberta, Peabody parou de ensacar plulas que ela achou no cho. "Voc tem outro tomar?"

"Ningum o empurrou, mas ele teve ajudou conseguindo extremamente estpido." Absently, ela esfregou seu quadril que quieto dodo um pouco de vez em quando de um ferimento curativo. "Vai exista algo em seu tox tela diferente de plulas felizes ou algo para dar a ele seu de trs horas lenhoso."

"Nada nas declaraes para indicar que algum teve qualquer coisa contra o sujeito. Ele era s um schmoe. E ele  a pessoa que trouxe para dentro o illegals."

"Est certo."

"Voc quer seguir o pusher?"

"Illegals o matou. O sujeito que vendeu eles seguraram a arma." Ela se pegou roadura seu quadril, parou, e girou ao redor. "O que voc conseguiu das testemunhas relativo a este illegals hbito do sujeito?"

"Ele realmente no teve um. Acabou de tocar ao redor um pouco de vez em quando em festas." Peabody pausou um momento. "E um dos modos pushers aumento seus negcios  para temperar o negcio aqui e l. 
Certo. Eu verei se Illegals tem qualquer coisa neste Zero, ento ns iremos ter uma conversa com ele."
*  *  *

Ela deixa Peabody correr o show e gastou seu tempo conseguindo os dados na prxima de famlia. Tubbs teve no 
Cnjuge ou cohab, mas ele teve uma me em Brooklyn. Jacobs teve uma esposa e uma criana. Como era improvvel qualquer investigao seria necessria em uma ou outra vida da vtima, ela contactou um conselheiro de pesar departamental. Informando prximo de famlia era sempre dura, mas os feriados adicionaram camadas.

Atrs na calada, ela permaneceu olhando para as barricadas de polcia, as multides atrs deles, as sujeiras feias deixados atrs de no pavimento. Tinha sido m sorte estpida, e clara, e teve muitos elementos 
De farsa para ser omitida.

Mas dois homens que tm sido vivos aquela manh estava agora em bolsas a caminho do morgue.

"Eh, senhora! Eh, senhora! Eh, senhora!"

No terceiro telefonema, Vspera glanced ao redor e manchada a criana que fugiu debaixo da polcia enfileira. Ele levou uma mala danificada quase to grande quanto ele era.

"Voc conversando comigo? Eu pareo com uma senhora?"

"Ficado bom material." Como ela assistiu, mais impressionado que surpreendido, ele sacudiu o entender o caso. Um trs-provido de pernas esteja estalado fora da parte inferior, e o caso dobrado fora e se tornou uma mesa carregada com silenciadores e cicatrizes. "Bom material. Cem por cento casimira."

A criana teve esfolou a cor de bom caf preto, e olhos de impossveis verdes. Existia um airboard agarrar-se uma correia em suas costas, e a diretoria era pintada em quente reds, amarelos, e laranjas para simular chamas.

At como ele grinned nela, seu gil ringers estava parando vrios cicatrizes. "Cor boa para voc, senhora."

"Jesus, criana, eu sou um policial."

"Cops sabe bom material."

Ela acenou fora de um fundamento de uniforme quente ele em sua direo. "Eu tenho um par de sujeitos mortos para lidar com aqui."

"Eles idos agora."

"Voc viu o leaper?"

"Nah." Ele agitou sua cabea em desgosto bvio. "Faltou isto, mas eu ouvi. Consiga um bem aglomerar quando algum for e saltar fora a janela, ento eu parei e vim depois de. Fazendo bons negcios. Como 'turno este vermelho aqui. Olhe bom com aquele ruim-asno casaco."

Ela teve que apreciar suas bolas, mas mantiveram seu rosto duro. "Eu visto um badass casaco porque eu sou um ruim-asno, 
E se esta so casimira, eu comerei o tronco inteiro deles."

"Etiqueta diz casimira;  disso que contas." Ele sorriu novamente, winningly. "Voc pareceria bom neste vermelho. Faa voc um bom negcio."

Ela agitou sua cabea, mas existia um verificado um, preto e verde, isso pegou seu olho. Ela conheceu algum que vestiria isto. Provavelmente. "Quanto?" Ela levantou o cachecol verificado, achou isto mais suave que ela teria achado.

"Setenta e cinco. Barata como sujeira."

Ela soltou isto novamente, e deu a ele um olhar que ele entenderia. "Eu tenho bastante sujeira."

"Sessenta e cinco."

"Cinqenta, apartamento." Ela retirou-se crditos, fez a troca. "Agora chegue atrs da linha antes de eu correr voc por ser pequeno."

"Tome o vermelho, tambm. Vamos, senhora. Metade preo. Bom negcio."

"No. E se eu descobrir que voc tem seus dedos em quaisquer bolsos, eu acharei voc. Bata isto."

Ele s sorriu novamente, sacudiu o trancar, e dobrado. "Nenhum suor, nenhum grande. Feliz Natal e tudo que cague."

"Atrs em voc." Ela girou, Peabody Manchado encabeando seu modo, e com alguma pressa encheu o cachecol em seu bolso.

"Voc comprou algo. Voc fez compras!"

"Eu no fiz compras. Eu comprei o que  mercadoria provvel roubada, ou cinzas-mercado bens.  evidncia de potencial."

"Meu asno." Peabody conseguiu seus dedos na ponta do cachecol, esfregou. " bom. Quanto? Talvez eu 
Querido um. Eu no terminei compras do Natal ainda. Onde ele iria?"

"Peabody."

"Condene isto. Certo, certo. Illegals tem uma folha em Gant, Martin, aka Zero. Eu disputei ao redor com uns Cais de Detetive, mas nossos dois sujeitos mortos excedem em valor sua investigao contnua. Ns iremos trazer para dentro para Entrevista."

Como eles comearam em direo a seu veculo, Peabody examinou seu ombro. "Ele teve algum vermelho?"
*  *  *

O clube estava aberto para negcios, como clubes neste setor tenderam a ser, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. Zero seja era um liso aumentar de uma articulao, com um bar rotativo circular, cubos de isolamento, muita prata e preta que apelaria para o profissional jovem aglomera. No momento a msica era mansa e registrada, com abastecimento de telas de parede com uma rosto rstica, felizmente meio escondido por muito cabelo purpreo magro. Ele cantou sombriamente da futilidade de vida.

A vspera podia ter dito ele aquele para Tubbs Lawrence e Leo Jacobs a alternativa provavelmente pareceu muito mais ftil.

A segurana era grande como um maxibus, e sua jaqueta de tnica provou aquele preto no era necessariamente emagrecedor. 
Ele fez eles como cops o minuto eles entraram. A vspera viu o chamejar em seus olhos, os importantes forando o recuo de seus ombros.

O cho no realmente vibrou quando ele cruzou o quarto, mas ela no o teria chamado luz em seus ps.

Ele deu a eles ambos uns duros olharem de olhos de noz marrom, e mostraram a seus dentes.

"Voc conseguiu um problema ?"

Peabody estava um pouco tarde com a resposta, habitualmente esperando por Vspera para tomar a iniciativa. "Dependa. Ns iria 
Goste de conversar com seu chefe."

"Zero esteja ocupado."

"Nossa, ento eu acho que ns teremos que esperar." Peabody tomou um longo procurar. "Enquanto ns estamos esperando ns 
Poderia tambm tomar um olhar para suas licenas." Agora ela mostrou a seus dentes tambm. "Eu gosto de busywork. Talvez ns conversaremos em cima um pouco de sua clientela. Relaes de comunidade, e tudo aquilo."

Como ela falou, ela retirou-se seu distintivo. "Enquanto isso voc pode dizer a ele Detetive Peabody, e meu companheiro, Tenente Dallas, esto esperando."

Peabody passeou acima de uma mesa onde um homem em um terno de negcios e uma mulherque pareceram improvveis  
Seja sua esposa devido  quantia de peito que derrama fora de seu topo reluzido rosaera amontoado. "Boa tarde, senhor!" Ela o saudou com um sorriso entusistico, e todo o sangue drenado fora de seu rosto. 
"E o que traz voc neste estabelecimento bom esta tarde?"

Ele conseguiu depressa para seus ps, murmurados sobre ter um compromisso. Como ele rabbited, a rosa de mulher. Como ela era mais ou menos seis polegadas mais altas que Peabody, ela empurrou aqueles peitos impressionantes em rosto do Peabody. 
"Eu estou fazendo negcios aqui! Eu estou fazendo negcios aqui!"

Ainda sorridente, Peabody tirou um livro de memorando. "Nome, por favor?"

"O que o fuck!"

"Sra. O que-o-Fuck, eu gostaria de ver sua licena."

"Touro!"

"No, realmente. S um spotcheck."

"Touro." Ela se girada e aqueles peitos em direo  segurana. "Este policial imprimiu meu John."

"Eu sinto muito, eu gostaria de ver seu companheiro licenciar. Se tudo estiver em ordem, eu deixarei voc voltar trabalhar."

O touroe pareceram o dia para as pessoas ter nomes apropriados para seus corposPeabody flanqueado, 
Que agora olhou, Pensamento de vspera, como um recheio leve ainda robusta entre dois pedaos vultosos de po.

Vspera rolada para seus dedes do p, por via das dvidas.

"Voc no conseguiu nenhum direito entrando aqui rousting clientes."

"Eu estou s usando meu tempo sabiamente enquanto ns esperamos para falar com Sr. Gant. Tenente, eu no acredito 
Sr. Touro aprecia oficiais de polcia."

"Eu melhorei uso para mulheres."

Vspera rolada sobre seus dedes do p novamente, e seu tom era fresco como a brisa de dezembro. "Queira tentar me usar? Touro."

Ela viu o movimento fora do canto de seu olho, o flash de cor nos degraus estreitos, espiral isto 
Levado ao segundo nvel. "Parea com seu chefe tem tempo afinal."

Outro aparecimento-nome apropriado, ela decidiu. O homem era apenas cinco ps em altura e no podia ter pesado cem libras. Ele usou a compensao do sujeito pequeno se vangloria e vestiu um terno azul claro com uma camisa rosa florida. Seu cabelo era pequeno, diretamente, lembrando a ela de retratos de Julius Caesar.

Era tinta preta, como seus olhos.

Um dente canino de prata piscou como ele ofereceu um sorriso.

"Algo que eu posso fazer para voc, Oficiais?"

"Sr. Gant?"

Ele espalha suas mos, movimentado a cabea em Peabody. "S me chame Zero."

"Eu tenho medo que ns tivemos uma reclamao. Ns vamos precisar de voc para vir para o centro da cidade e responder algumas perguntas."

"Que tipo de reclamao?"

"Envolve a venda de substncias ilegais." Peabody glanced para um dos cubos de isolamento. "Como aqueles atualmente sendo ingerido por um pouco de sua clientela."

"Barracas de isolamento." Este tempo ele levantou seu espalhado entrega um encolher os ombros. "Duro de manter seu olho em todo mundo. Mas eu certamente terei aquelas pessoas removidas. Eu corro um estabelecimento de classe."

"Ns conversaremos sobre aquele o centro da cidade."

"Eu estou debaixo de priso?"

Peabody ergueu suas sobrancelhas. "Voc quer ser?"

O bom humor em Zero  olhos endurecidos em algo muito menos agradvel. "Touro, contacte Fienes, tenha ele me encontra ..."

"Policial Central," Peabody forneceu. "Com Detetive Peabody."

Zero conseguiu seu casaco, um nmero branco longo que provavelmente era cem por cento casimira. Como eles 
Andada fora de, Vspera olhada abaixo nele.

"Voc conseguiu um idiota em sua porta, Zero."

Zero ergueu seus ombros. "Ele tem seus usos."
*  *  *

A vspera tomou uma rota sinuosa por Central, dando Zero um olhar chateado. "Feriados," ela disse vagamente como eles mobbed sobre outras pessoas desliza. "Todo mundo est subindo passar sem tocar suas escrivaninhas assim eles podem se sentar ao redor e no faz nada. Sortudo registrar um quarto de entrevista por uma hora o modo como coisas so."

"Desperdcio de tempo."

"Vamos, Zero, voc sabe como vai. Voc consegue uma reclamao, voc faz a dana."

"Eu sei a maior parte do Illegals cops." Ele estreitou seus olhos nela. "Eu no sei voc, mas existe 
Algo ..."

"Pessoas so transferidas, no ?"

Fora do deslizamento, ela foi  frente para um dos pequenos quartos de entrevista. "Sente-se," ela convidou, gesticulando para uma das duas cadeiras em um pouco mesa. "Voc quer algo? Caf, qualquer?"

"S meu advogado."

"Eu irei cheque nisto. Detetive? Eu posso ter um minuto?"

Ela saiu, fechou a porta atrs de Peabody. "Eu estava para verificar meus bolsos para miolos de po," Peabody comentou. "Por que ns circulamos ao redor?"

"Nenhum ponto deixando ele saber que ns somos Homicdio a menos que ele pergunte. Longe como ele sabe, isto  uma investigao de Illegals direto. Ele sabe as cordas, sabe como engraxar eles. Ele no est preocupado sobre ns tomando um pouco cutucamos l. As figuras se ns consegussemos uma reclamao slida, ele lega posto a bordo ele fora de, pague uma multa, volte para negcios como sempre."

"Convencido pequeno filho de uma cadela," Peabody muttered.

"Sim, ento use isto. Apalpe ao redor algum. Ns no o vamos conseguir em assassinato. Mas ns estabelecemos sua conexo para Tubbs, deixe ele pensar um de seus clientes est tentando atarraxar com ele. Trabalhe ele assim ns estamos s tentando pr este no arquivo. Tubbs machuca algum, e agora ele est tentando empurrar isto fora em Zero. Tentando fazer um negcio assim ele sai de na possesso."

"Eu consegui isto, urinar ele. Ns no damos uma maldio de qualquer modo." Peabody esfregou suas palmas em suas coxas. 
"Eu irei Miranda ele, veja se eu posso estabelecer uma concordncia."

"Eu tratarei de seu advogado. Sabe, eu aposto que ele vai para Illegals em vez de Homicdio." A vspera sorriu, passeado fora de.

Fora do quarto de entrevista, Peabody se afianou, ento inspirado, slapped e comprimido seu cor-de-rosa de bochechas. Quando ela entrou, seus olhos desciam e sua cor estava em cima.

"Eu ... eu vou ligar o registro, Sr. Gant, e l voc seu direitos. Meu ... O tenente est indo 
Para verificar ver se chegado do seu advogado."

Seu sorriso era satisfeito consigo mesmo como ela passou sem tocar sua garganta, comprometido o registro, e recitou o Miranda Revisado. 
"Um, voc entende seu direitos e obrigaes, Sr. Gant?"

"Certo. Ela d a voc algum pesar?"

"No minha culpa ela quer ir para casa cedo hoje, e este foi esvaziado em ns. De qualquer maneira, ns temos informaes que indica substncias ilegais foram compradas e venderam nas premissas possudas por ... Atiraram, eu deveria esperar para o advogado. Desculpe."

"Nenhum suor." Ele tipped atrs agora, obviamente um homem em carga, e deu seu um ir-em frente onda. "Por que 
Voc no s examina isto para mim, salve ns todo o tempo."

"Bem, certo. Um individual arquivou uma reclamao, declarando aquele illegals era comprado de voc, por ele."

"O que? Ele reclama que eu cobro demais? Se eu vendesse illegals, qual eu no fao por que ele vai para o cops? 
Agncia de negcios melhores, talvez."

Peabody retornou para seu sorriso, entretanto ela fez sua um pouco forado.

"A situao , este individual ferida outro individual enquanto debaixo da influncia do illegals supostamente comprado por voc."

Zero rolou seus olhos para o teto, um gesto de desgosto impaciente. "Ento ele consegue ele mesmo juiced, ento ele 
Queira empurrar o fato que ele era um asshole sobre o sujeito que o vendeu o suco. Que mundo."

"Isto  nutshelling isto, eu acho."

"No dizendo que eu algum suco teve que vender, mas um sujeito no pode ir lamentoso sobre o vendedor, consiga-me?"

"Sr. Lawrence reivindica"

"Como eu deveria conhecer um pouco de sujeito chamado Lawrence? Voc conhece quantas pessoas eu vejo todo dia?"

"Bem, eles o chamam Tubbs, mas"

"Tubbs? Tubbs foi narc em mim? Aquele filho gordo de uma cadela?"

*  *  *

Ferimento de vspera seu modo atrs, figurando que ela confundiu coisas suficiente que o advogado estaria caando para eles para uns bons vinte minutos. Em lugar de entre em Entrevista, ela deslizou em Observao. A primeira coisa ela ouviu era Zero  maldio como ele veio a meio caminho fora de sua cadeira.

Fez seu sorriso.

Peabody olhou ambos alarmado e envergonhado, Vspera notada. Bom toqueo direito tocar.

"Por favor, Sr. Gant"

"Eu quero conversar com to bastardo. Eu quero que ele me olhe no rosto."

"Ns realmente no podemos organizar isto agora mesmo. Mas"

"Aquela tina de caga em dificuldade?"

"Bem, voc podia dizer isto. Sim, voc podia dizer ... um."

"Bom. E voc pode dizer a ele para mim, seria melhor ele no voltar para meu lugar." Zero apunhalou um dedo nela, deixando seu trio de anis furiosamente reluzindo. "Eu no quero o ver ou aqueles asshole ternos com que ele corre 
Em meu lugar novamente. Ele conseguir outro pontap para comprar e possesso, certo?"

"Realmente, ele no teve qualquer illegals em sua pessoa na hora do incidente. Ns estamos fazendo um tox tela, 
Ento ns podemos o conseguir para usar."

"Ele tenta fuck comigo, eu lego fuck com ele." Assegure em seu mundo, Zero se sentou de volta, dobrados seus braos. "Diga 
Eu aconteceu passar por algum uso de suco pessoal, no para revenda. Ns estamos conversando a multa habitual, comunidade
Servio.

"Isto  a norma, sim, senhor."

"Por que voc no traz para dentro Cais aqui. Eu trabalhei com Cais antes."

"Oh, eu penso que Cais de Detetive est de folga."

"Voc traz o para dentro neste. Ele cuidar dos detalhes."

"Absolutamente."

"Dumbass entra em meu lugar. Ele solicita illegals de mim. Sempre nquel da pessoa desajeitada de FAT-e-me escurecendo, 
Voc pega isto? Principalmente Empurree no no valor de meu tempo. Mas eu vou o fazer um favor desde que ele e seus amigos so regulars. S um favor para um cliente. Ele quer que uma festa lotar, ento eu saio de meu caminho para fazer
Ele este favorem custo! Nenhum lucro. Isso mantm a multa," ele lembrou a ela.

"Sim, senhor."

"At deu a ele um separado esconder, costumizado s para ele."

"Costumizou?"

"Presente de feriado. No carregou ele para isto. Nenhuma troca de capitais. Eu devia ser capaz de o processar. Eu devia ser capaz de processar aquele rato bastardo para meu tempo e angstia sentimental. Eu vou perguntar a meu advogado sobre isto."

"Voc pode perguntar a seu advogado, Sr. Gant, mas ele vai ser duro para processar Sr. Lawrence, vendo como ele est morto."

"O que voc quer dizer, morto?"

"Aparentemente o suco costumizado no concordou com ele." O saqueado e Peabody incerto se foi, e em seu lugar era uma pedra-frio policial. "Ele est morto, e ele tomou um espectador inocente com ele."

"Que diabo  isto?"

"Isto me oh, e eu sou Homicdio, a propsito, no Illegals prendendo voc. Martin Gant, voc est debaixo de priso para o assassinato de Max Lawrence e Leo Jacobs. Para traficar em substncias ilegais, para possuir e operar uma jurisdio de entretenimento que distribui substncias ilegais."

Ela girou como Vspera abriu a porta. "Todo feito aqui?" A vspera disse brilhantemente. "Eu tenho estes dois oficiais agradveis prontos escoltar nosso convidado at registro. Oh, seu advogado parece estar vagando em torno da instalao. Ns teremos certeza que ele ache voc."

"Eu terei seus distintivos."

A vspera levou um de seus braos, e Peabody o outro, como eles o arrastaram para seus ps. "No nesta vida," Vspera disse, e o passou para os uniformes, assistiu ele sair para a porta. "Trabalho bom, Detetive."

"Eu penso que eu fiquei sortudo. Realmente sortudo. E eu penso que ele est engraxando palmas em Illegals."

"Sim, indo ter que ter uma conversa com Cais. Vamos ir escrever isto."

"Ele no afundar para assassinato. Voc disse."

"No." Como eles caminharam, Vspera agitou sua cabea. "Talvez Homem Dois. Talvez. Mas ele far tempo. Ele far algum tempo, e eles puxaro sua licena operacional. As multas e honorrios legais o custaro grande. Ele pagar. Melhores ns conseguimos."

"Melhores eles conseguem," Peabody corrigiu. "Tubbs e Jacobs."

Eles balanaram na caneta de touro como Oficial Troy Trueheart saiu. Ele era alto, e ele era construdo, e ele era to fresco quanto um pssego com a penugem quieta nisto.

"Oh, Tenente, existe uma mulher aqui para ver voc."

"Sobre que?"

"Ela disse que era pessoal." Ele glanced ao redor, carranca. "Eu no a vejo. Eu no penso que ela partiu. Eu somente 
Conseguidos seu alguns caf alguns minutos atrs."

"Nome?"

"Lombard. Sra. Lombard."

"Bem, se voc redondo ela em cima, deixe-me conhecer."

"Dallas? Eu escreverei em cima o relatrio. Eu gostaria de," Peabody adicionou. "Sinta como tomando isso tudo a passagem."

"Eu lembrarei a voc daquele quando isto vai cortejar."

Vspera caminhada pela caneta de touro e para seu escritrio.

Era um quarto parcimonioso com apenas qualquer espao para a escrivaninha, uma cadeira sobressalente, e a placa de vidro fraca mascarando como uma janela. Ela no teve qualquer problema localizando a mulher.

Ela se sentou na cadeira sobressalente, sipping caf de uma xcara reciclvel. Seu cabelo era avermelhado loiro, vestido em um 
O bon que aparentemente explodiu em enrolou. Sua pele era muito branca, com exceo das rosas em suas bochechas, o rosa em seu lips. Seus olhos eram grama verde.

Meio cinqenta, Vspera julgada, arquivando isso tudo longe em um fingersnap. Um corpo ossudo em um vestido verde com 
Colarinho e punhos de manga pretos. Saltos de sapatos pretos, e a bolsa preta enorme requerida sentando nitidamente no cho por seus ps.

Ela gritou quando Vspera entrou, quase derramou o caf, ento apressadamente economizar isto.

"Voc est a!"

Ela saltou em cima, o rosa em seu rosto afundando, seus olhos indo brilhante. Existia um som metlico para que ela verbaliza, 
E algo em fixa nervos da Vspera no limite.

"Sra. Lombard? Voc no tem permisso para vagar em torno dos escritrios."

"Eu acabei de querer ver onde voc trabalhou. Por que, mel, s olhe para voc." Ela apressou adiante, e teria tido Vspera em um abrao se reflexos da Vspera no eram to rpidos.

"Segure isto. Quem voc ? O que voc quer?"

Aqueles olhos verdes alargados, foram nadar. "Por que, mel, voc no me sabe? Eu sou sua mame!"



2



RIMED FRIO SUA BARRIGA, GEADO SEU MODO AT sua garganta. Ela no podia respirar pelo gelo disto. Os braos da mulher estavam ao redor ela agora; Ela era impotente para parar eles. Ela era sufocada por eles, pelo odor opressivo de rosas. E o teary verbalizaTexas, Texas ressoa batido em sua cabea como punhos malignos.

Por ele ela podia ouvir seu vnculo de escrivaninha buzina. Ela podia ouvir o tagarelar da caneta de touro. Ela no fechou a porta. Deus, a porta estava aberta, e algum podia ...

Ento ele era todo barulho, uma colmia de zumbido de hornets em sua cabea. Eles em seu trax e devolvido 
O calor, um pozinho ofegante dele aquele lavado por ela e grayed sua vista.

No, voc no . No, voc no . Voc no .

Isso era ela verbalizar? Era to pequeno, voz da criana. Era as palavras fora de sua cabea, ou zumbido justo l gosta das abelhas?

Ela a conseguiu mos ao alto, de alguma maneira ela conseguiu eles em cima e empurrados nos braos suaves, rechonchudos que clamped 
Ao redor ela. "Deixe v de mim. Deixe v."

Ela tropeou de volta, muito quase correu. "Eu no sei voc." Ela olhou fixamente para o rosto, mas ela no podia fazer 
Fora as caractersticas mais. Era um obscurecer, cor justa e formava. "Eu no sei voc."

"Vspera, mel,  Trudy! Oh, olhe para mim chorando como eu tive que regar os gatos." Ela cheirou, puxou um leno rosa largo fora de um pouco de bolso, tocou de leve. "Tolo, s tolo velho me. Eu figurei que voc me saberia que o segundo que voc me viu, apenas do modo que eu fiz voc. 'O curso tem sido mais de vinte anos, entre ns meninas." Ela deu Vspera um sorriso aguado. "Eu espero que eu mostre a alguns deles."

"Eu no sei voc," Vspera repetida, muito cuidadosamente. "Voc no  minha me."

Pestanas tremuladas do Trudy. Existia algo atrs deles, algo naqueles olhos, mas Vspera no podia bastante enfoque.

"Torta de acar, voc realmente no lembra? Voc e eu e Bobby em nossa doce pequena casa em Summervale? Norte justo de Lufkin?"

Existia um zumbido enfadonho de memria, s no canto de sua mente. Mas ele estava fazendo sua procura doente por isto. "Depois ..."

"Voc era uma coisa to quieta pequena, no maior do que dois centavos ' no valor de sabo. Claro, voc teve um tempo horrvel disto, no , mel? Pobre pequeno cordeiro. Eu disse que eu podia ser uma boa mame para aquele pobre pequeno cordeiro, e eu tomei voc direito em casa comigo."

"Foster se importa." Seu lips sentiu contundido, inchadas pelas palavras. "Depois."

"Voc lembra!" Mos tremuladas do Trudy at suas bochechas. "Eu juro, dificilmente um dia foi por em todos estes anos que eu no pensei de voc e perguntei-me como voc girou fora. E s olhe! Um 
Policewoman, vivendo na Cidade de Nova Iorque. Casou, tambm. Nenhum beb de seu prprio ainda, entretanto ?"

Nusea roiling em sua barriga. O medo que arranha em sua garganta. "O que voc quer?"

"Por que, alcanar minha menina." A voz era um vibrar, quase uma cano. "Bobby  comigo. Ele  casado agora, e Zana  a coisa mais doce em duas pernas. Ns surgimos do Texas ver as vises, e achem nossa pequena menina. Ns temos que ter ns mesmos uma reencontro real. Bobby tomar o grupo inteiro de ns fora para jantar."

Ela se sentou de volta na cadeira novamente, alisadas em suas saias enquanto ela estudou rosto da Vspera. "Meu, meu, voc cresceu alto, no ? Ainda fraca como uma serpente, mas ele parece bom em voc. Deus sabe que eu esteja para sempre tentando escapar de algumas libras. Bobby agora, ele pegou construo do seu papaique  quase a nica coisa que nenhuma-conta j deu a ele, ou me, no que diz respeito a esse assunto. S espere at ele v voc!"

A vspera ficou em seus ps. "Como voc me achou?"

"Bem,  a coisa mais maldita, desculpe meu francs. L eu era puttering ao redor minha cozinha. Voc lembrar de que eu fixo loja por uma cozinha limpa. Eu tive a tela em para a companhia, e eles estavam conversando sobre aqueles doutores que foram assassinados, e isso clonando. Peque contra Deus e humanidade, voc pergunta a mim, e eu estava para trocar para qualquer outra coisa, mas era to interessante de alguma maneira. Por que, os dentes quase sado de minha cabea quando eu vi voc conversando em l. Eles tiveram seu nome, tambm, a mesmo. Vspera de tenente Dallas, Polcia da Cidade de Nova Iorque e Departamento de Segurana. Voc  uma herona,  disso que eles disseram. E voc foi ferido, tambm. Pobre pequeno cordeiro. Mas voc olha ser ajustado agora. Voc est olhando muito ajuste."

Existia uma mulher que se senta em cadeira da sua visita. Cabelo vermelho, olhos verdes, lips curved em um sorriso de sentimento doce. A vspera viu um monstro, abanado e arranhado. Um que no precisou esperar pela escurido.

"Voc precisa ir. Voc tem que ir agora."

"Voc deve estar ocupado como um um-cabide de jornal armado, e aqui eu sou murmrio justo. Voc s diz a mim onde voc quer jantar, e eu embarcarei em, tenha Bobby fazer algumas reservas."

"No. No. Eu lembro de voc." Um pouco, algum. Era fcil deixar isto nvoa. Era necessrio. "Eu no estou interessado. Eu no quero ver voc."

"Que coisa para dizer." O indicador de voz machuca, mas os olhos eram duros agora. "Que caminho para ser. Eu tomei voc em minha casa. Eu era uma mame para voc."

"No, voc no era." Quartos escuros, to escuros. gua fria. Eu fixo loja por uma cozinha limpa.

No. No pense agora. No lembre agora.

"Voc vai querer ir agora, agora mesmo. Quietamente. Eu no sou uma criana impotente mais. Ento voc est indo 
Para querer ir, e mantenha ida."

"Agora, Vspera, mel"

"Saia, saia. Agora." Suas mos estavam agitando de forma que ela balled eles em punhos para esconder os tremores. "Ou eu porei voc em um fucking gaiola. Voc ser a em uma gaiola, eu juro isto."

Trudy levantou sua bolsa, e um casaco preto ela pendurou acima da parte de trs da cadeira. "Envergonhe em voc."

Seus olhos como ela caminhou por Vspera estava molhada com lgrimas. E dura que pedra.

A vspera comeou a fechar a porta, fechar isto. Mas o quarto era subjugado com o odor de rosas. Seu estmago clenched, ento ela braceou suas mos em sua escrivaninha at a pior da basca passada.

"Senhor, a mulher que era ... Tenente? Senhor, voc est certo?"

Ela agitou sua cabea em voz do Trueheart, acenou ele de volta. Cavando para controle, ela endireitou. Ela 
Tido que esperar, segure sobre ela mesma, at que ela saiu. Caiu fora. "Diga a Detetive Peabody algo  
Surja. Eu tenho que ir."

"Tenente, se existe qualquer coisa que eu posso fazer"

"Eu acabei de dizer a voc o que fazer." Porque ela no podia agentar a preocupao em seu rosto, ela deixou sua escrivaninha, o vnculo sem resposta, as mensagens, a papelada, arrowed direto a caneta de touro, ignorando os granizos.

Ela teve que sair, fora de. Longe. O suor era corredio abaixo suas costas como ela saltou no primeiro deslizamento abaixo. Ela podia jurar ela sentiu suas prprios ossos tremendo, e a cartilagem em seus joelhos andando na lama, mas 
Ela manteve ida. At quando ela ouviu Peabody chamar seu nome, ela manteve ida.

"Espere, espere! Whoa. O que  o assunto? O que aconteceu?"

"Eu tenho que ir. Voc ter que lidar com Zero, o PA. Prxima de famlia das vtimas pode estar chamando em para mais respostas. Eles normalmente fazem. Voc tem que lidar com eles. Eu tenho que ir."

"Espere. Jesus, algo aconteceu para Roarke?"

"No."

"Voc esperar um minuto de maldio!"

Ao invs, sentindo sua revolta de estmago, Vspera corrida no banheiro mais ntimo. Ela deixa a nusea viro que escolha ela teve? Ela deixa vir, a blis amarga disto, despejando pelo medo e pnico e memria, at que ela estava vazia.

"Certa. Certa." Ela estava agitando, e seu rosto correu com suor. Mas no existia nenhuma lgrima. L no iria 
Seja lgrimas para adicionar a humilhao.

"Aqui. Aqui est." Peabody empurrou tecidos amortecidos em sua mo. " tudo que eu tenho. Eu terei alguma gua."

"No." A vspera deixa sua cabea retirar-se na parede do protelar. "No. Qualquer coisa entra agora s vai surgir novamente. Eu sou certo."

"Meu asno. Morris tem convidados no morgue que parece melhor que voc."

"Eu s preciso ir."

"Diga a mim o que aconteceu."

"Eu s preciso ir. Eu estou tomando o resto do dia, comp tempo. Voc pode lidar com o caso, voc  at isto." Eu no sou, ela pensou. Eu s no sou. "Quaisquer problemas, somente... S protele 'at que amanh."

"Atarraxe o caso. Olhe, eu conseguirei voc casa. Voc est em nenhuma forma para"

"Peabody, se voc for meu amigo, atrs fora de. Deixe-me ser. S faa o trabalho," Vspera disse como ela conseguiu shakily para seus ps. "E deixe-me ser."

Peabody deixa ela ir, mas ela retirou-se seu vnculo de bolso como ela voltou at Homicdio. Talvez ela teve que atrs fora de, mas ela conheceu algum que no fez.

E no iria.
*  *  *


Primeiro pensamento da vspera era para deixar seu veculo em auto. Mas era melhor para estar em controle, melhor se concentrar em navegar o bairro residencial de viagem. Melhor, ela pensou, lidar com o trfico, os ns, o tempo, o temperamento ruim empinado de Nova Iorque que sua prpria misria.

Indo para casa, isso era o objeto. Ela seria certa uma vez que ela estava em casa.

Talvez seu estmago era cru e sua cabea batendo, mas ela tem estado doente antes, e infelizes antes. Os primeiros oito anos de sua vida tinha sido um passeio lento por inferno, e aqueles seguinte no tinha sido 
Um piquenique de maldio na praia.

Ela conseguiu por, ela conseguiu por.

Ela conseguiria por, ela conseguiria por novamente.

Ela no iria ser chupada de volta em. Ela no iria ser uma vtima porque um pouco de verbaliza do 
Passado a apavorou.

Mas suas mos agitaram na roda todavia, e ela oprimiu todas as janelas para o ar severo, os cheiros da cidade.

Os cachorros de soja que fuma em um carro de deslizamento, o arroto azedo de um maxibus, um curbside recycler que no tinha sido serviced em memria recente. Ela podia tomar o fedor de tudo aquilo, e o peso empinado de aromas 
Colocando em camadas o ar da massa de humanidade que thronged as ruas e deslizamentos.

Ela podia tomar o barulho, o blats e o buzinar aqueles thumbed seus narizes coletivos em leis de poluio de barulho. A onda relativa a mar de vozes roladas em direo a ela, por ela, passada ela. Milhares encheram as ruas, o recorte de nativos junto, turistas olhando estupidamente e entrando o modo. As pessoas prestidigitando e arrastando caixas 
E bolsas de compras.

O Natal estava vindo. No se atrase.

Ela comprou um cachecol fora da rua de um esperto-asno que criana ela apreciou. Cheques verdes e pretos, para 
Dr. marido da Mira. Que Mira teria que dizer sobre sua reao hoje para ser retrospecto feio?

Bastante. O criminoso profiler e psiquiatra teria bastante para dizer em seu modo de primeira e preocupado.

A vspera no deu asno sseo do rato.

Ela quis para casa.

Seus olhos borrados quando o Gates abriu para ela. Borrado com cansao e alvio. O gramado grande, principal fluiu, acres de paz e beleza no centro do caos da cidade ela fez sua.

Roarke teve a vista, e o poder, criar este abrigo por ele mesmo, e para ela o santurio ela no soube que ela quis.

Pareceu que uma fortaleza de elegante, mas ele estava em casa. Justa casa, para todo seu tamanho e beleza ferozes. Atrs daquelas paredes, aquela pedra e vidro, era a vida que eles tm criado junto. Suas vidas, suas memrias, derramados fora em todos aqueles quartos vastos.

Ele deu sua casa, ela precisou lembrar disto. E lembrar que ningum podia suportar isso de 
Ela, ningum podia rasgar suas costas para quando ela no teve nada, no tinha sido nada.

Ningum podia fazer aquela exceto Vspera se.

Mas ela estava fria, to fria, e a enxaqueca estava rasgando por seu crnio como garras de demnio.

Ela se prolongou do carro, balanou em um quadril que agora dodo horrivelmente. Ento ela pe um p na frente do outro at que ela fez as pazes os passos, pela porta.

Ela Summerset apenas registrado, Majordomo do Roarke, deslize no foyer. Ela no teve a energia 
Para lutar com ele, esperou que ela teve suficiente para levantar os degraus.

"No converse comigo." Ela agarrou o newel postar, e o suor frio em suas palmas fez isto liso. Ela se puxou ONU os degraus, um passo de cada vez.

O esforo teve sua respirao vindo pequeno. Seu trax era to apertado, to apertado sentiu como se algum proibiu ao ao redor isto.

No quarto, ela tirou seu casaco, deixa isto queda, arrastadas fora de suas roupas como ela apontou para o banheiro.

"Jatos em," ela ordenou. "Cheio. Cem e um graus."

Desnuda, ela andou debaixo do spray, no calor. E exausto, abaixou se para o cho de chuveiro, enrolou-se, e deixe o calor e fora da gua batalha o frio.
*  *  *

Isto  onde ele a achou, enrolados nos azulejos molhados com batida da gua acima dela. O vapor pendurou gosta de uma cortina. Rasgou em seu corao para a ver.

Ele agarrou uma folha de banho. "Jatos fora de," Roarke ordenou, e abaixado at a empacotar em cima.

"No. No faa." Ela slapped fora nele, defesa automtica sem qualquer picadura. "S me deixe s."

"No nesta vida. Pare isto!" Sua voz era afiada, e os irlandeses em tiveram uma mordida. "Voc ter fervido seus ossos em outro minuto." Ele a arrastou em cima, erguendo ela fora de seus ps e em seus braos quando ela tentou enrolar-se novamente. "S silencie agora. Ssh. Eu tenho voc."

Ela fechou seus olhos. Fechando ele, ele soube bem suficiente. Mas ele a levou no quarto, acima de 
Para a plataforma que segurou sua cama, e sentando com ela em seu colo esfregou a toalha acima dela.

"Eu vou conseguir voc uma bata, e um soother."

"Eu no quero"

"No perguntou o que seu procurado, fez eu ?" Ele ergueu seu queixo com sua mo, localizado seu dedo polegar abaixo seu entalhe raso. "Vspera, olhe para mim. Olhe para mim agora." Existia ressentimento como tambm fadiga em seus olhose quase o fez sorriso. "Voc est muito doente para discutir comigo, e ns dois sabem isto. Qualquer  machucado seu ... bem, voc dir a mim sobre isto, ento ns veremos o que  para ser feitos." Ele tocou em seu lips para sua fronte, suas bochechas, seu lips.

"Eu j cuidei disto. Nada tem que ser feito."

"Bem, isso nos salvar algum tempo, no legue isto?" Ele a trocou, ento rosa para a conseguir uma bata morna.

Ela conseguiu seu terno molhado, ela notou. A maldio adapta provavelmente custa mais que os feitos sob medida em dois anos. Agora os ombros e mangas eram midos. Ela assistiu em silncio como ele encolheu os ombros fora da jaqueta, 
Deitou isto acima da parte de trs de uma cadeira no sentar rea.

Gracioso como um gato, ela pensou, e muito mais perigoso. Ele provavelmente estaria em uma de suas centenas de reunies semanais, fazendo planos comprar um freaking sistema solar. Agora ele estava aqui, sacudindo pelo armrio para uma bata. Longa e magra, um corpo de elegante e disciplinou msculos, o rosto de um irlands jovem 
Deus que podia seduzir com olha se daqueles olhos azuis Clticos.

Ela no o quis aqui. No quis ningum aqui.

"Eu quero estar s."

Ele arqueou uma sobrancelha, armada sua cabea um pouco de forma que silky juba de meia-noite fluiu ao redor seu rosto. "Para sofrer e ninhada, ? Voc teria um tempo melhor lutando comigo. Aqui, coloque isto."

"Eu no quero lutar."

Ele deitou a bata ao lado dela, curvados muito seus olhos eram nvel. "Se eu tiver a oportunidade, eu tomarei quem 
Ponha que assista seu rosto, meu bem Vspera, e descasque a pele de seus ossos. Uma camada magra de cada vez. Agora coloque sua bata."

"Ela no devia ter chamado voc." Sua voz engatou antes dela poder afianar isto, e adicionou outra lgrima para humilhao. "Peabody contactou voc, eu sei isto. Ela devia ter deixado isto s. Eu estaria certo em um pouco enquanto. Eu seria bom."

"Bollocks. Voc no afunda fcil. Eu sei isto, e ento faz ela." Ele cruzou para o AutoChef, programado para um soother. "Este tomar a extremidade fora daquela enxaqueca, povoe seu estmago. Nenhum tranqs," 
Ele adicionou, glancing atrs nela. "Eu prometo."

" estpido. Eu deixo chegar me a, e  estpido. No vale a pena tudo isso." Ela empurrou em seu cabelo. "Acabou me de pegar fora de guarda, isto  todo." Quando ela chegou a seus ps, suas pernas sentidas soltam e desajeitadas. "Eu acabei de precisar voltar para casa durante algum tempo."

"Voc pensa que eu vou conforme-me isto?"

"No." Entretanto ela quis rastejar na cama, puxe as coberturas acima de que ela dirigir-se a uma hora, ela se sentou, encontrados seus olhos como ele a trouxe o soother. "No. Eu deixei Peabody com uma baguna. Eu deixo ela tomar primrio, e ela fez bom, mas direito no pegar ponto eu deixei ela para lidar com ele sozinho. Estpido. Irresponsvel."

"Por que fez voc?"

Porque ele era bebia a maldio soother ou tinha ele despejar isto nela, ela bebeu isto em trs tragos. "Existia uma mulher que espera por mim em meu escritrio. Eu no a reconheci, no a princpio. No a princpio." Ela economizar o vidro vazio. "Ela disse que ela era minha me. Ela no era," Vspera disse depressa. "Ela no era, e eu 
Soube isto, mas tendo ela diz que me bateu. Ela  provavelmente sobre a idade certa, e existia algo familiar, ento ele me bateu duro."

Ele tomou sua mo, segurou isto apertado. "Quem ela era?"

"Seu nome  Lombard. Trudy Lombard. Depois deles ... Quando eu sa do hospital em Dallas, eu entrei no sistema. No ID, nenhuma memria, trauma, sexual assalte. Eu sei como trabalha agora, entretanto, eu no fiz
Saiba o que estar acontecendo, o que iria acontecer. Ele disse a mim, antes, meu pai, aquele se o cops ou os assistentes sociais j me conseguiram, eles me puseram em um buraco, eles me fechariam na escurido. Eles no fizeram, mas..."

"s vezes os lugares eles pem que voc no  muito melhor."

"Sim." Ele saberia, ela pensou. Ele entenderia. "Eu estava em um estado casa durante algum tempo. Poucas semanas, talvez.  delineado. Eu acho que eles estavam procurando por pais ou guardies, tentando localizar onde eu vim de, o que aconteceu. Ento eles me pem em um nutrir casa. Isso deveria ajudar popular me. Eles deram a mim para Lombard. Em algum lugar no leste Texas. Ela teve uma casa, e um filho uns anos do par mais velho que eu."

"Ela machuca voc."

No era uma pergunta. Ele saberia isto, tambm. Ele entenderia isto. "Ela nunca me bate, no gosta de que ele fez. Ela nunca deixou uma marca."

Ele jurou, com um vcio quieto que aliviou a tenso balled em seu mais que o soother.

"Sim,  mais fcil lidar com um soco direto que sutis pequenas torturas. Eles no souberam o que fazer 
Comigo." Ela empurrou em seu cabelo molhado, e agora seus dedos eram fixos. "Eu no estava dando a eles qualquer coisa. 
Eu no tive nada para dar. Eles provavelmente figuraram que eu faria melhor em uma casa sem a figura de autoridade, por causa do estupro."

Ele no disse nada, simplesmente a desenhou em direo a ele escovar seu lips acima de seu templo.

"Ela nunca gritou em mim, e ela nunca me bateno mais do que alguns bofetes. Ela viu para ele que eu era limpo, 
Que eu tive roupas decentes. Eu sei a patologia agora, mas eu no era nem nove. Quando ela disse a mim que eu era imundo e fiz-me lavar na gua fria toda manh, toda noite, eu no entendi. Ela sempre pareceu to triste, ento desapontou. Se ela bloqueada mim na escurido, ela disse que era s ensinar eu para se comportar. Todo dia existiam castigos. Se eu no comesse tudo em meu prato, ou eu comi isto muito rpido, muito lento, 
Eu teria que esfregar a cozinha com um escova de dente. Algo assim."

Eu fixo loja por uma cozinha limpa.

"Ela no teve domestics. Ela me teve. Eu era sempre muito lento, muito estpido, muito ingrato, muito algo. Ela diria a mim que eu era pattico, ou eu era do mal, e sempre neste suave, amavelmente verbalize com este olhar de decepo perplexa em seu rosto. Eu estava quieto nada. Pior que nada."

"Ela nunca devia passar pela blindagem."

"Acontece. Pior que seu acontece. Eu era sortudo que no era pior. Eu tive pesadelos. Eu tive pesadelos 
O tempo todo, quase toda noite ento. E ela iria ... oh, Deus, ela entrou e ela diria que eu nunca ficaria saudvel e forte se eu no conseguisse um boa noite sou sono."

Porque ela podia, ela agarrou sua mo, deixa isto ncora ela na agora enquanto ela aceitou se em devoluo. "Ela desligaria as luzes e fecharia a porta. Ela me fecharia na escurido. Se eu chorasse, era pior. Eles aceitariam me em devoluo, ponha-me em uma gaiola para mental defectives.  disso que eles fizeram para meninas que no se comportariam. E Bobby, seu menino, ela me usaria l, tambm. Ela diria que ele olhasse para eu, e lembre o que aconteceu para crianas ruins, para crianas sem uma me real para cuidar deles."

Ele estava a tocando agora, roadura ela atrs, alisando seu cabelo. "Eles casa verificou?"

"Sim. Certo." Ela dashed umas lgrimas de lgrima longe eram inteis, ento e agora. "Isso tudo pareceu bom e limpo 
Na superfcie. Casa limpa, bonita jarda. Eu tive meu prprio quarto, roupas. O que eu teria dito a eles? 
Ela disse que eu era do mal. Eu acordaria de um pesadelo onde eu estava coberto com sangue, ento eu devo ter sido do mal. Quando ela disse a mim algum me machuquei, jogado fora-me com o lixo porque eu era ruim, eu acreditei a em."

"Vspera." Ele tomou ambas suas mos, trouxe eles para seu lips. Ele quis a juntar em cima, cubra ela em algo suave, algo bonita. Ele quis a segurar at que toda memria repugnante era lavada 
Longe. "O que voc  ser um milagre."

"Ela era uma mulher maligna, sdica. S outro predador. Eu sei isto agora." Tido que lembrar disto 
Agora, Vspera pensou como ela desenhou uma respirao funda. "Entretanto tudo que eu soube era que ela estava em carga. Eu corri 
Longe. Mas isto era uma cidade pequena, no Dallas, e eles me acharam. Eu planejei isto melhor quando eu corri o 
Segunda vez, e eu recuperei-me em Oklahoma, e quando eles me acharam, eu lutei eles."

"Direito de maldio voc fez."

Ele disse isto com tal combinao de orgulho e raiva, ela se ouviu risada. "Sangrado um do 
Narizes dos assistentes sociais." E aquela memria, ela percebeu, no era to ruim. "Acabado em juvie durante algum tempo, 
Mas era melhor que seu. Eu coloco no lugar isto, Roarke. Eu ponho de lado isto. Ento ela estava a, sentando em meu escritrio, e eu voltava a estar assustado."

Ele desejou que ela sangrasse nariz do goddamn Trudy Lombard, tido algum pequeno pedao dela tira a desforra. Ela teria sido melhor isto. "Ela nunca machucar voc novamente."

A vspera o enfrentou agora, olho para olho. "Eu me se quebrei. Desintegrou. Eu estou sentindo s afianar suficiente agora isto 
Para urinar-me. O caso de Icove."

"O que?"

Ela abaixou sua cabea para suas mos, esfregou eles duros acima de seu rosto antes dela erguer isto novamente. "Ela disse que ela viu-me dando uma entrevista sobre o Icove assassina, o fiasco de Nascimento Quieto. Eu perguntei como ela me achou, e ela disse que ela ouviu sobre o caso."

Ele desenrolou seu ombro curativo de hbito. "Eu duvido que existe ningum no universo conhecido que no tem at agora. Ela veio aqui, especificamente, ver voc?"

"Disse que ela quis pegar em cima, veja como eu girei fora. Quis uma reencontro boa." Ela era recuperava 
Suficiente que seu tom era azedo e cnico. Era msica para orelhas do Roarke.

"Ela pegou seu filho e sua esposa com ela, aparentemente. Eu a chutei fora. Pelo menos eu suficiente parti fazer isto. Ela deu a mim que olho, aquela decepo perplexacom a extremidade srdida s debaixo disto."

"Voc querer ter certeza que ela ir embora, ausenta-se. Eu posso"

"No, eu no fao." Ela empurrou de volta, levantou-se. "No, eu no fao, e eu no quero que voc tocando isto. Eu quero esquecer isto, esquea ela. Qualquer jollies ela pensou que ela poderia conseguir me tirando um pouco de pista de memria ela  varrida e polida, ela no conseguir eles. Se Peabody manteve ela descobrir, eu teria sido endireitado fora quando voc chegou em casa. Ns no estaramos tendo esta discusso."

Ele esperou um minuto longo, ento rosa tambm. "E aquele como voc  ter lidado com isto? Dizendo mim nada?"

"Este aqui, sim. Seja feito, est terminado.  meu problema. Eu deixo isto toro mim ao redor. Agora eu sou desembaraado. No se aplica a ns. Eu no quero que ele se aplique a ns. Se voc quiser me ajudar aqui, voc deixar enfraquecer."

Ele comeou a falar, pensado melhor disto, ento encolheu os ombros. "Certo, ento."

Mas ele tomou seus ombros, esfregou. Ele a desenhou em, e sentiu seu corpo relaxar contra seu.

Ela era mais tranada em cima que ela percebeu, ele pensou, se ela acreditasse que a mulher a localizou em todo o pas, atravs dos anos, para nenhum propsito real.

Era s um assunto de tempo antes daquele propsito ficar claro.

"Est indo escuro," ele murmurou. "Luzes de feriado, em."

Ela girou sua cabea em seu ombro, e juntos eles estudaram o enorme viver anseia na janela como as luzes festivas relampejadas em.

"Voc sempre vai ao mar," ela quietamente disse.

"Eu no penso que voc pode com o Natal, especialmente se voc nos for, e teve tantos magros. Alm disso, ele tradio  para ns agora, no ? Uma rvore no quarto no Natal."

"Voc tem uma rvore em quase todo quarto na casa."

Ele grinned nisto. "Eu no ? Eu sou um escravo para sentimento." Ele a beijou, suavemente, ento circulados seus braos ao redor ela novamente. "O que voc diz para uma comida quieta em cima aqui? Sem o trabalho para qualquer um de ns. Ns assistiremos um pouco de tela, beba algum vinho. Faa amor."

Ela apertou seus braos ao redor ele. Ela precisou de casa, ela pensou, e aqui era. "Eu diria, 
'Obrigado.'"
*  *  *

E quando ela estava adormecida, ele a deixou, brevemente, para seu escritrio privado. Ele cruzou os azulejos, deitada sua mo 
Na impresso da palma. "Roarke," ele disse. "D poder em cima."

Como o consolar zumbido, chamejada com luz, ele usou o vnculo da casa para contactar Summerset.

"Se ningum pelo nome de Lombard tenta alcanar Vspera aqui, ponha eles por para mim. Onde quer que eu poderia ser."

"Claro. O tenente est certo?"

"Ela , sim. Obrigado." Ele clicou fora de, ento ordenou uma procura. Levaria um pouco de tempo para definir 
Onde este Lombard estava ficando enquanto em Nova Iorque. Mas era melhor, sempre melhor, saber o local 
De um adversrio.

Ele duvidou que seria muito mais longo antes dele conhecer s o que a mulher quis entretanto que ele era 
Morto certo ele j conheceu.


3



NORMAL, PENSAMENTO de VSPERA, QUANDO ELA AMARROU COM CORREIA em seu equipamento de arma. Ela se sentiu normal novamente. Talvez aqueles chores que estavam para sempre conversando sobre expressar seu eram sobre algo.

Deus, ela no esperou. Se eles fossem, ela acabar pescoo fundo em corpos mutilados.

Indiferentemente, ela sentiu afianouafiana suficiente para carranca no tempo srdido girando do lado de fora da janela do quarto.

"O que exatamente eles chamam aqueles negcios? " Roarke perguntou como ele andou ao lado dela. "No  neve, no chova, nem mesmo realmente granizo. Deve ser"

"Defeque," ela disse. "Est frio, molhado, defeque."

"Ah." Ele movimentou a cabea, esfregou as de volta de suas juntas absently de cima abaixo sua espinha. "Claro. Talvez ele manter pessoas em lugar fechado e voc ter um dia quieto."

As pessoas matam um ao outro do lado de dentro, tambm," ela lembrou a ele. "Especialmente quando eles ficarem fartos olhando a janela em defecarem." Porque ela soou s gosta da mulher que ele adorou, ele deu seu um amigvel bater levemente no ombro.

"Bem,  fora de trabalhar para voc, ento. Eu serei conferncias de vnculo de manipulao aqui por outra hora ou ento antes 
Eu tenho que sair neste." Ele girou ela, agarrou as lapelas de sua jaqueta, beijada sua rpida e dura. 
"Seja seguro."

Ela agarrou seu casaco, comeou a balanar ele, e sentiu a protuberncia leve no bolso. "Oh, eu levantei esta para Dennis Mira. S uma, sabe, Coisa de ficha do Natal."

"Parea com ele." Roarke movimentou a cabea no cachecol que ela segurou, at como seus olhos ridos dela. "Voc no  o comprador inteligente?"

"Eu no fiz compras. Eu levantei isto. Voc pensa que existir algum modo que podia ser embrulhado?"

Com um metade sorriso, Roarke resistiu sua mo para isto. "Eu notificarei os duendes. E eu terei isto que posto com o bule antigo voc comprou para Miraque voc no fez compras para qualquer um, mas, como eu recordo, topou com."

"Isso seria asno bom, esperto. At mais."

"Tenente? Voc no esqueceu nossa festa do Natal?"

Ela girada ao redor. "Festa do Natal? Isto no  hoje  noite. ? No ."

Era pequeno dele, ele podia admitir isto. Mas ele amou ver aquele pnico rpido em seu rosto como ela tentou lembrar que dia era que. "Amanh. Ento se voc tiver qualquer coisa que voc precisa ou quer topar com 
Para levantar antecipadamente, devia ser hoje."

"Certo. Certo. Nenhum problema." Cague, ela pensou como ela encabeou no andar de baixo. Existia qualquer outra coisa? Por que existiam todas estas pessoas que ser riscaram ela levantar--algo lista? Era ela realmente 
A ida para comear ter fazendo uma lista?

Se ele viesse para aquele poderia ser melhor para mudar-se completamente e comea acima de.

Ela podia esvaziar os negcios inteiros em Roarke, claro. Ele realmente gostou de topar com material  
Levante. O homem fez compras algo que ela evitou em todos os custos possveis. Mas se voc iria concluir 
Em cima com todas estas pessoas em sua vida, pareceu que voc devia pelo menos gastar um metade de um minuto escolhendo 
Algo em cima, pessoalmente. Mais, ela pensou que era outro tipo de regra.

As relaes eram piolhentas com regras, tanta que ela aprendeu. Era s sua m sorte que ela normalmente tentou protagonizar por eles.

Uma das regras ela apreciou era verbally cadela-slapping Summerset em sua entrada ou fora a porta. Ele estava lclaro que ele estava l, o esqueleto em um terno pretono foyer.

"Meu veculo melhor ser certo onde eu deixei isto, Nancy."

Seu lips thinned. "Voc achar o objeto que voc chama um veculo atualmente envergonhando a frente desta casa. 
Eu exijo qualquer e todas as adies ou ajustes para seu convidado pessoal lista por ajuntamento de amanh por duas esta tarde."

"Sim? Bem, confira com meu secretrio social. Eu estarei servio um pouco ocupado e protegendo a cidade para listas."

Ela passeou fora, ento silvou. Lista? Ela deveria ter uma lista para este, tambm? Por qual estava errado com s chocando-se com algum e dizendo a eles para aparecer?

Ela curvou contra o srdido, congelando chova, deslizou em seu carro. O aquecedor j estava correndo. Trabalho do Summerset, provavelmente, que teria que fazer a lista de razes para no estrangular ele em seu sono.

Pelo menos que era um pequeno.

Ela comeou passeio abaixo, comprometido o vnculo de coliso e tagged Roarke.

"Falte-me j?"

"Todo segundo sem voc ser um inferno pessoal. Escute, eu deveria ter uma lista? Como um convidado lista para este negcio amanh?"

"Voc quer um?"

"No. No, eu no quero uma lista de maldio, mas"

" cuidar de, Vspera."

"Certa, boa ento. Multa." Outro pensamento vagado em seu crebro. "Eu provavelmente um equipamento inteiro tem, at a roupa ntima, todo escolhido, tambm, no ?"

"Primoroso de exibio saboreiacom roupa ntima opcional."

Fez seu risada. "Eu nunca falto um truque. Mais tarde."
*  *  *

Peabody j estava em sua escrivaninha quando Vspera caminhada em Central. Adicionou outro pouco belisco de culpabilidade. 
Ela cruzou acima de, esperado at Peabody glanced em cima de sua papelada.

"Voc se importaria de entrar em meu escritrio por um minuto?"

Existia uma piscadela de surpresa. "Certo. Logo atrs voc."

Com um aceno com a cabea, Vspera encabeada em seu escritrio, programada duas cafs uma luz e doce para Peabody. Isso conseguiu sua outra piscadela de surpresa quando Peabody entrou.

"Feche a porta, no ?"

"Certo. Um, eu tenho o relatrio em ... obrigado," ela adicionou quando Vspera a deu o caf. "Em Zero. O PA entrou duro, Segundo Grau, duas contas, usando o illegals venda como uma mortal arma no ato de cometer, com"

"Sente-se."

"Jeez, eu estou sendo transferido para Ilha Longa ou algo?"

"No." A vspera se se sentou, esperando, Peabody Assistido cautelosamente senta-se. "Eu me vou desculpar por sair em voc ontem, para no fazer meu trabalho, e deixando voc para lidar com isto."

"Ns ramos tudo menos embrulhados, e voc estava doente."

"No era embrulhado, e se eu estivesse doente, era meu problema. Eu fiz isto seu. Voc chamou Roarke."

A vspera esperou uma batida enquanto Peabody ficou ocupado olhando para a parede e bebendo caf. "Eu estava indo para bofeto voc bom isto," ela disse quando Peabody abriu sua boca. "Mas era provavelmente o tipo de coisa um companheiro devia fazer."

"Voc estava em forma ruim. Eu no soube o que mais fazer. Certo agora?"

"Multa." Ela estudou seu caf um momento. A sociedade era outra coisa com regras. "Existia uma mulher em meu escritrio quando ns voltamos ontem. Algum que eu soube muito tempo atrs. Deu a mim um golpe. Um grande. Ela foi meu primeiro nutriu mesoltar termo na me. Era um remendo spero, e tendo seu entrado assim, afinal este tempo, isto... Eu no podia"

No, Pensamento de vspera, voc sempre podia.

"Eu no lidei com isto," ela corrigiu. "Ento eu ditched. Voc lidou com o caso, Peabody, e largamente s. Voc fez um bom trabalho."

"O que ela quis?"

"Eu no sei, no se importe. Eu a consegui fora. Fechada da porta. Se ela lisonjear sua passagem isto novamente, ela no estar me levando por surpresa. E eu lidarei com isto."

Subindo, ela foi para sua janela, empurrou isto. Fria e molhada derramada em como ela se debruou fora e rasgou livre a bolsa de evidncia que ela consertou para a fora de parede. Nele era quatro bares de doce sem abrires.

"Voc tem bares de chocolate fechado hermeticamente e batido fora da janela," Peabody disse com uma mistura de temor 
E puzzlement.

"Eu tive," Vspera corrigida. Ela estava desistindo o melhor lugar ela inventou do ladro de doce abominvel. Ela no lacrada a bolsa, deu o Peabody mudo um bar. "Eles estaro em outro lugar depois de voc partir e eu fecho a porta e acho um novo lugar para meu esconderijo."

"Certo. Eu estou pondo isto em meu bolso antes de eu dizer a voc que ns no conseguimos o Assassinato Dois."

"No figurou que voc fez."

No para se tomar chances com chocolate, Peabody empurrou o bar em seu bolso de qualquer maneira. "PA disse a mim que ns no iria antes de ns entrar lanar o negcio. Ele quis Zero ruim, mais que eu, eu penso. Zero  deslizado por seus dedos bastante, e o PA quis o pregar."

Vspera debruada contra sua escrivaninha. "Eu gosto de um PA com um programa de trabalho."

"Ele ajudas," Peabody concordou. "Ns spooked eles com conversa de duas sentenas de priso perptua sucessivas, fora de colnia de planeta penal, feitos barulhos sobre testemunhas de olho."

Peabody bateu seus dedos em seu bolso como se se reassegurar o doce estava ainda l. "Ns conseguimos ns mesmos uma procura e ocupamos, e estalou um pouco de illegals do clube e Zero  residncia. Material insignificante, realmente, e a reivindicao eles eram para uso pessoal poderia ter sido verdade, mas ns acabamos de manter piling ele. Por 
O tempo ns terminamos, Zero e seu advogado estava olhando para Homem Dois como um presente dos Poderes Mais altos. Cinco a dez, e ele provavelmente no servir o mnimo cheio, mas"

"Voc o conseguiu em uma gaiola, e isto  um cheque no ganhar coluna. Ele perde sua licena, ele paga o alvo 
Em honorrios e multas, seu clube provvel ir tits. Voc mantm o chocolate."

"Era grande." E desde o doce em seu bolso atualmente estava gritando seu nome, Peabody cedeu, tirou isto, e desembrulhou suficiente para cessar bruscamente uma junta vale a pena. "Era uma pressa para empurrar isto," 
Ela disse com seu total de boca feliz. "Eu sinto muito que voc faltou isto."

"Ento seja I. obrigado por cobrir."

"Nenhum problema. Voc pode pr a bolsa de volta fora de. Ser protegido de mim." No estreitado, especulativo 
Olhe em olho da Vspera, ela apressou em. "Ah, no que no seria protegido de mim em qualquer lugar que voc pe isto. Eu sou 
No dizendo que eu j tive qualquer parte em tomar qualquer doce de qualquer tipo deste escritrio."

A vspera aplainou o policial de olhar interrogando suspeito. "E se ns uma rpida pouca verdade testasse nisto?"

"O que?" Peabody pe uma mo para sua orelha. "Voc ouviu isto? Algum est me chamando da caneta de touro. Podendo haver crimes sendo cometido at agora enquanto ns lollygag. Precise ir."

Olhos quietos estreitados, Vspera caminhada para a porta, feche e bloqueado isto. Lollygag? Que diabo tipo de palavra
Era lollygag? Uma culpada se ela fosse qualquer juiz.

Ela deu a bolsa uma sacudida como ela considerou onde sua prxima abbada de doce poderia ser.
*  *  *

Entre uma reunio com o pessoal snior de um de seus braos industriais e um almoo ele programou 
Em seu jantar de executivo com investidores, Interoffice vnculo buzinado do Roarke.

"Sim, Caro." Sua sobrancelha alada em cima quando ele notou que ela se empenhou modo de isolamento.

"O individual voc mencionou que esta manh  no andar de baixo, nvel de salo de entrada, e solicitando um momento  
Seu tempo."

Ele apostou ele mesmo um metade mil que ela contactaria ele antes de meio-dia. Agora ele foi dobro ou nada que ela mostraria 
Sua mo antes dele a inicializar fora novamente.

"Ela est s?"

"Aparentemente."

"Mantenha ela esperando abaixo l outros dez minutos, ento a escoltem em cima. No pessoalmente. Envie um assistente, por favor, Caroum jovem. Mantenha seu refrescante l fora at que eu zumba voc."

"Eu cuidarei disto. Voc gostaria eu de zumbir voc novamente alguns minutos depois de que ela estar em seu escritrio?"

"No." Ele sorriu, e no era agradvel. "Eu livrarei-me dela pessoalmente."

Ele estava esperando ansiosamente isto.

Depois de verificar o tempo, ele rosa, caminhou para a parede de vidro que abriu seu escritrio para os pinculos e torres da cidade. Era acabava de chover agora, ele notou. Triste e cinza e enfadonho, cagando abaixo nas ruas de um cu feio.

Bem, ele e Vspera souberam tudo sobre ser cagar em. A vida no negociou qualquer uma delas uma bonita mo, e deu a eles nenhuma estaca para tocar isto. O que eles fizeramcada em seu prprio modoeram fazer um obter vitria disto. Blefando, bulling, e pelo menos em seu caso, enganando seu caminho para a panela no fim do dia.

Mas existia sempre outro jogo para ser tocado, sempre outro jogador disposto a fazer toda maneira de coisas srdidas para tomar uma parte. Ou tome isso tudo.

Bem, vamos, ento, ele pensou. Ele no estava s disposto, mas mais que capaz de fazer toda maneira de coisas srdidas ele mesmo.

Ele no podia voltar, mais  a piedade, e batida suas bastardo de um pai em um algaraviar, polpa sangrenta. Ele no podia fazer o morto sofrer, como Vspera sofrida quieta. Mas aqui, destino soltou um plido substituir direito 
Em suas mos.

Um ao vivo um. Rechonchudo e rosa e principal para esfolar.

Trudy Lombard estava em para uma surpresa muito desagradvel.

Ele imaginou a ltima coisa que estaria nela se importa quando ela rastejou fora novamente seria para escorregar seu modo ao redor Vspera.

Ele girou, glanced ao redor seu escritrio. Ele fez isto o que era. Precisou para. Ele soube o que ela iria 
Veja quando ela entrou, fora do frio e o cinza. Ela veria poder e riqueza, espao e luxo. 
Ela perfumaria o dinheiro, entretanto se ela no fosse desmiolada, ela teria um pouco de idia da panela em sua mesa.

Uma idia que seria consideravelmente pequena, venha para aquele, ele meditou. Ele pode ter sido legal agora, mas 
Isso no significou que ele sentiu a necessidade para tornar pblico o que estava em todos os seus bolsos.

Ele manteve livros em seu escritrio privado em casa, atualizando trimestralmente. A vspera teve acesso a eles, devia ela j tem qualquer interesse. Que ela no iria, ele pensou com um sorriso de lnguido. Ela era mais fcil com seu dinheiro que ela uma vez seria, mas ele estava ainda um embarao de lnguido para ela.

Ele desejou que ele soubesse que o nome dos deuses que trataram o com desprezo o dia que ele a encontrou. Se ele pudesse empilhar tudo que ele possuiu, fez, realizou, em um lado de uma balana, ainda no excederia em valor o presente sua.

Como ele esperou por tempo para passar, ele deslizou uma mo em seu bolso, esfregou o boto que ele levou, um que caiu de sua jaqueta de terno a primeira vez que ele a encontrou.

E como ele pensou sua, ele perguntou-se como logo seu se importa de passaria sem tocar e estalaria de volta. Como logo ela perceberia por que ela encontrou este fantasma de seu passado.

Uma vez que ela fez, ele meditou, e fechou seu dar o boto, ela iria ser direito urinado.

Julgando o tempo era certo, ele caminhou de volta para sua escrivaninha, se sentou, zumbido seu admin.

"Caro, voc pode a trazer agora."

"Sim, senhor."

Enquanto ele esperou aqueles ltimos momentos, ele encadeou em cima que era dentro dele. O que quis o gosto  
Sangue e osso.

Ela era o que ele esperou de sua pesquisa sua. O que em alguns crculos eram chamados uma mulher bonitagrande e ssea, seu cabelo recentemente feitos, seu no rosto sem atrativo e cuidadosamente realado.

Ela vestiu um terno purpreo com botes de ouro brilhante e uma joelho-comprimento saia. Saltos de sapatos bons, sensatos. Seu odor era forte e rosado.

Ele chegou a seus ps, e entretanto ele permaneceu em uma posio do poder atrs de sua escrivaninha, ele ofereceu um sorriso corts e sua mo.

"Sra. Lombard." Liso, ele pensou quando sua mo estava em sua. Suave e lisa, mas ele no teria dito fraco.

"Eu muito aprecio voc tirando alguns minutos do que eu sei que devo ser um horrio muito ocupado."

"No por isso. Eu estou sempre interessado em encontrar uma de da minha esposa... Conexes? Obrigado, Caro."

Ele soube que o tom vivo disse seu admin no oferecer refresco. Ela simplesmente propensa sua cabea, voltou 
Fora. Feche o doors.        "Por favor, senta-se."

"Obrigado. Obrigado tanta." Sua voz e seus olhos eram brilhantes. "Eu no estava certo se pequena Vspera
Desculpe, eu ainda penso sobre seu aquele modo se Vspera me mencionou." 

"Voc pensou que ela no iria?"

"Bem, voc v, eu me sinto terrvel, s terrvel, sobre o modo que eu lidei com coisas ontem." Ela apertou um 
D para seu corao.

Suas unhas, ele notou, era longo, bem cuidada, e pintou corajosamente vermelho. Existia um anel em sua mo direita, uma faixa de ouro espesso ao redor uma ametista considervel.

Brincos de comparao, ele observou, fazer um bem posto-junto se conjunto inimaginvel.

"E como voc lidou com coisas ontem?" Ele perguntou a ela. 

"Bem, mal, eu confesso. Eu percebi que eu devia ter contactado seu primeiro, e ao invs eu acabei de saltar em cabea primeira, um hbito meu. Eu sou s muito impulsivo, especialmente quando meu esto comprometidos. A vspera teve tal tempo duro, duro ento, e me vendo, inesperadamente, nenhuma advertncia mesmo, deve ter aceito em devoluo seu direito. Eu a chateio."

Agora ela apertou aquela mo para seu lips, e seus olhos vislumbrados. "Voc no tem nenhuma idia o que to pobre, 
A criana doce era como quando ela veio para mim. Como um pouco fantasma em minha casa, dificilmente lanando uma sombra, 
E assustado de at que apenas do mesmo."

"Sim, eu imagino isso."

"E eu culpo eu mesmo para no achar isto por primeiro, porque eu entendo agora que me vendo novamente 
S feita ela lembra daqueles dias terrveis antes dela ser segura novamente."

"Ento, voc veio para me ver assim eu posso passar por suas desculpas junto. Eu tenho muito prazer em fazer isso. Entretanto eu penso que voc superestimou seu choque em minha esposa."

Ele se sentou de volta, rodou a cadeira lazily. "Eu acredito em que ela era um pouco irritada pela visita inesperada. Mas 
Chateado? No  a palavra que eu escolheria. Ento, por favor, descanse sua mente, Sra. Lombard. Eu espero que voc apreciar seu tempo na cidade, porm sumrio, antes de voc retornar para casa."

Era uma demisso, plana e agradvel. Um homem ocupado  toa escovando uma pinta de lint fora de seu bolso de jaqueta.

Ele viu isto registro, viu aquele estalido rpido, como lngua da serpente, relampeje em seus olhos.

E ela est a, ele pensou. Existe a vbora debaixo do vestido conservador e acento aucarado.

"Oh, oh, mas eu no podia voltar para o Texas sem ver minha pequena Vspera, sem fazer indenizao pessoal, e estando certo que ela est certo."

"Eu posso assegurar voc, ela  boa."

"E Bobby? Por que meu Bobby est irritando a ver. Ele era como um irmo para ela."

"Realmente? O quo estranha ento ela nunca est o mencionada."

Seu sorriso era indulgente agora, e s um pouco astuto. "Eu penso que ela teve s um minsculo pequeno esmagamento nele. Eu espero que ela no queira que voc seja ciumento."

Seu risada era rpido, rico e longo. "Por favor. Agora, se voc gostaria de, voc pode certamente deixar seu nome e endereo com meu assistente administrativo. Se o tenente quer contactar voc, ela ir. Caso contrrio ..."

"Agora este s no far. Este no far mesmo." Trudy se sentou em cima mais direto, e seu tom empreendeu um pouco pestana. "Eu cuidei daquela menina por mais de seis meses, levou ela em minha casa fora da bondade de meu corao. 
E acredite me em quando eu disser que ela no era fcil. Eu penso que eu mereo mais que isto."

"No ? E o que voc pensa que voc merece?"

"Certo agora." Ela trocou em sua cadeira em que ele assumiu era sua pechincha posar. "Se voc pensar 
Isso me vendo e meu menino no  a coisa certa, entoe eu conheo que eu estou conversando com um homem de negcios aquieu penso que eu devia ser compensado. No s pelo tempo e o esforo, e a dificuldade eu fui para isto 
A menina todos aqueles anos atrs quando ningum quis a levar em, mas para toda a inconvenincia e despesa 
 tomado para mim vir aqui, s para ver como ela est fazendo."

"Entendo. E voc tem uma medida desta compensao em mente?"

"Este me levou por surpresa, eu tenho que admitir." Seu rebulio de dedos com seu cabelo, vermelho contra vermelho. 
"Eu no conheo como voc pode pr um preo o que eu dei aquela criana, ou o que est custando-me para ir embora ela agora."

"Mas voc conseguir fazer isso, eu estou certo."

Era temperamento que ele viu afunda a cor em suas bochechas, no embarao. Ele meramente manteve que ligeiramente interessado assiste seu rosto.

"Eu pensaria que um homem em sua posio tem condies de ser generosa com algum em meu. Aquela menina provvel estaria em priso em vez de pr pessoas em uma se no fosse para mim. E ela at no falaria comigo quando 
Eu fui a ver ontem."

Ela olhou, piscando em lgrimas ele notou que ela podia telefonar vontade.

"Eu penso que ns somos passados que agora." Ele permitiu uma lasca de impacincia para entrar em sua voz. "O que  seu preo?"

"Eu penso dois milhes de dlares no seriam desarrazoados."

"E para dois milhes de dlares ... que  DLARES dos Estados Unidos?"

"Claro que ." A irritao de lnguido tomou o lugar de lgrimas. "O que eu quereria com moeda estrangeira?"

"Isto, voc e seu Bobby felizmente voltaro para onde voc veio de e deixou minha esposa s."

"Ela no quer nos ver?" Ela levantou suas mos como se em derrota. "Ns no seremos vistos."

"E se eu achar aquela medida de compensao um pouco muito querida?"

"Para um homem de seu quer dizer, eu no posso imaginar, mas... Eu seria forado a mencionar que a possibilidade de minhaestando chateada por tudo issodiscutindo a situao com algum. Talvez um reprter."

Ele rodou lazily novamente. "E isso me concerniria, porque ..."

"Sendo uma mulher sentimental, eu mantive arquivos em todas das crianas que eu estava em carga de. Eu tenho histrias, detalhese alguns daqueles poderiam ser difceis, at envergonhando para voc e para Vspera. Sabe, por exemplo, que ela teve relaes sexuais repetidamente, e todo antes dela tinha nove anos de idade?"

"E voc compara estupro com relaes sexuais?" Seu tom era aprazvel como leite, at como seu sangue fervido. "Isto est bastante ignorante de voc, Sra. Lombard."

"No importando o que voc chama isto, eu penso algumas pessoas poderiam sentir uma mulher com aquele tipo de coisa em sua maquilagem no  o tipo que devia ser um tenente do departamento de polcia. Eu no estou certo de que eu mesmo," ela adicionou. "Talvez  meu encargo aduaneiro cvico para conversar com a mdia, talvez seus superiores na delegacia de polcia."

"Mas dois milhesisto  USDexcederia em valor seu encargo aduaneiro cvico."

"Eu s quero o que estou vindo para mim. Voc soube que ela teve sangue nela quando ela era achada? Ela ... 
Ou outra pessoa ... lavou a maior parte, mas eles testou."

Seus olhos eram mais brilhantes agora, to corajosos e quanto afiadas quanto suas unhas vermelhas longas. "E no todo o sangue era sua.

"Ela costumava ter pesadelos," Trudy continuou. "E pareceu mim que ela estava apunhalando algum para a morte naqueles pesadelos. Eu pergunto-me que pessoas fariam disto, se eu estivesse chateado e dizia algo. Eu aposto pessoas pagariam bom dinheiro para uma histria assim, considerando quem ela  agora. E quem ela  casada."

"Eles poderiam," Roarke concordou. "As pessoas freqentemente apreciam se espojar em dor e misria de outro."

"Ento eu no penso que a compensao que eu mencionei  muito querido. Eu lego s que eu tomo isto e volto para o Texas. A vspera no ter que pensar sobre mim novamente, at afinal eu fiz para ela."

"Voc tem misspoken. Estava para ela, no para ela. Agora ento, o que voc no entende, Sra. Lombard,  que eu estou compensando voc agora mesmo." 

"Seria melhor Voc pensar antes"

"Eu estou compensando voc," ele interrompeu, "no levantando, vindo ali, e torcendo sua cabea 
Fora de seu pescoo com minhas mos nuas." 

Ela ofegou, de modo teatral. "Voc est me ameaando?" 

"Realmente, eu no sou," ele continuou no tom fcil mesmo. "Eu estou explicando para voc como voc est sendo compensado por ir embora deste. Eu estou dizendo a voc o que no est acontecendo para voc, e acredite me em, 
est me custando afetuosamente no pr minhas mos voc para que voc fez para minha esposa quando ela era indefesa."

Ele rosa, lentamente. No existia uma boqueada este tempo, e nenhuma arte dramtica. Ela simplesmente congelou como todo o sangue drenado fora de seu rosto. Finalmente, ele decidiu, ela viu o que estava debaixo de sua prpria concha, debaixo da sofisticao, o estilo, o dinheiro de modos o comprou. At uma vbora no teve uma orao contra isto.

Com seus olhos em suas, ele veio a si para a escrivaninha, ento debruada atrs contra isto. O fim suficiente que ele ouviu seu tremor de respirao fora.

"Voc sabe o que podia ser feito, o que eu podia assim?" Ele estalou seu ringers. "Eu podia matar 
Voc, aqui e agora, sem um vacilar. Eu podia ter tantas pessoas como eu julguei apropriado jurar que voc deixou este escritrio so e cordial. Eu podia ter discos de segurana alterados para provar isto. Eles nunca achariam seu corpoquais eram remanescentes dele quando eu era feito com voc. Ento considere sua vidaque eu assumo vale a pena 
Uma quantia considervel para vocsua compensao."

"Voc deve ser louco." Ela recuou horrorizada em sua cadeira. "Voc deve estar doido."

"Considere aquele se voc j pensar de pechincha comigo novamente ... Se voc considerar enfileirar seus bolsos falando de tortura e pesadelo da criana para dinheiro ... Se voc j tentar contactar minha esposa novamente
 ... Pense sobre isto, e tem medo. Ter medo," ele repetiu, debruando em direo a ela um pouco, "porque contendo eu mesmo de pedaos de escultura de voc longe, lentamente, um de cada vez,  irritante. Eu repugno ser irritado."

Ele levou um passo em direo a ela, tido ela subindo para seus ps e apoio em direo  porta. "Oh, e voc pode querer legar pela mensagem para seu filho, devia ele se sentir propenso para tentar minha pacincia."

Quando ela alcanou a porta, apalpada atrs dela para isto, ele suavemente falou. "No existe nenhum lugar em ou fora deste mundo voc podia esconder de mim se voc fizer qualquer coisa mais para machucar minha esposa. Em nenhuma parte eu no iria povoar com voc para isto." Ele esperou uma batida, sorriu, e disse: "Corra."

Ela correu, e ele ouviu um grito magro, como uma respirao ofegante como seus passos batidos longe. Ele imergiu seu entrega seus bolsos, fechado acima de boto da Vspera novamente como ele caminhou de volta para estudar o mido obscurecer do cu de dezembro.

"Senhor?"

Ele no tornou como seu admin andado em seu escritrio. "Sim, Caro."

"Voc quis Segurana monitorar sada do Sra. Lombard?"

"Isso no ser necessrio."

"Ela pareceu estar com pressa."

Ele assistiu o fantasma de sua reflexo sorri um pouco. "Ela teve uma mudana sbita de planos." Ele girou agora, glanced em sua unidade de pulso. "Bem,  hora para almoo, no ? Eu subirei, sade nossos convidados. Eu tenho bastante o apetite esta tarde."

"Eu imagino," Caro murmurou.

"Oh, e Caro?" Ele disse como ele passeou em direo a seu elevador privado. "Iria voc notificar Segurana isto 
Nenhum Sra. Lombard nem seu filho eu verei que eles tm uma ID impresso de que eledevia receber acesso a este edifcio?"

"Eu cuidarei disto imediatamente."

"Mais Uma coisa? Eles esto ficando no Hotel do Oeste Lateral, acima de em Dcimo. Eu gostaria de saber quando eles verificarem."

"Eu verei para aquele, senhor."

Ele glanced atrs como o elevador aberto. "Voc  um tesouro, Caro." 

Ela pensou, como a porta fechada atrs dele, aqueles em momentos gostam, isto ela estava contente que ele achou.



4



PARA MANTER ELA SE IMPORTAR OCUPADO, VSPERA CONCENTRADA em papelada e manutenes de contato. Lidando 
O trabalho de zango teve o benefcio adicionado de conseguir sua escrivaninha razoavelmente clara antes dos feriados snuck 
Em cima e a mordeu no asno.

Ela estava fazendo considervel headway quando Peabody veio para sua porta de escritrio.

"Tox do Tubbs voltou para positivo para rastros de Zeus, e vrios outros. Outro vic era limpo. O 
Corpos, como eles so, sero lanados para prxima de famlia amanh."

"Bom trabalho."

"Dallas?"

"Mmm. Eu estou enviando a despesa chits da esquadra em cima. A maior parte deles," ela disse com um zombar. "Baxter e 
Eu vou ter um pouco conversa."

"Dallas." Vspera glanced em cima, rosto do serra Peabody. "O que?"

"Eu preciso ir cortejar. Celina."

A vspera chegou a seus ps. "Ns j demos nosso testemunho."

"Processo separadamente me chamou, lembre? Como uma das vtimas."

"Sim, mas... Eu pensei que voc no estava surgindo para que ainda, no para outra semana ou duas de qualquer maneira. Com 
Os feriados .. ."

"Est movendo junto bonito rpido. Eu preciso entrar."

"Quando?"

"Tipo de agora. No devia tomar muito tempo, mas... Voc est indo comigo?" Peabody perguntou como Vspera agarrou seu casaco.

"O que voc pensa?"

Em uma respirao longa, Peabody fechou seus olhos. "Obrigado. Obrigado. McNab vai me encontrar l. Ele  
Fora no campo, e ele vai tentar... Obrigado."

A caminho fora, Vspera parada  uma do vender unidades. "Consiga voc mesmo alguma gua," ela disse a Peabody. "Consiga-me a cafena fria."

"Boa idia. Minha garganta j  seca. Eu sou prepped," Peabody contin-ued como ela entrou em seu cdigo, feitas suas escolhas. "O time de processo me perfurou bom. E no  como  a primeira vez que eu testemunhei no tribunal."

" a primeira vez que voc testemunhou como uma vtima.  diferente. Voc sabe que  diferente."

Ela passou por Vspera um tubo de Pepsi, e tomou um longo puxar da gua  medida que eles caminharam. "No era nem Celina que me machuca. Eu no sei por que eu sou to spooked."

"Ela era parte disto. Ela teve foreknowledge e no fez nada. Ela  carregada com acessrio por uma razo, Peabody. Voc entra, voc atinge o que aconteceu, voc no deixa a defesa agitar voc. Ento voc vai embora disto."

Voc podia ir embora disto, Pensamento de vspera, mas voc nunca realmente caiu fora. Peabody lembraria de todo momento daquele ataque. Ela lembraria da dor e o medo. A justia poderia ser servida, mas at justia no podia enxugar longe as memrias.

Ela saiu as portas principais. Porm crappy o dia, o passeio pequeno povoaria Peabody. "Voc  um policial," ela comeou, "e voc tomou um golpe duro na linha. Isso importa para jris. Voc  uma mulher." A vspera deslizou suas mos em seus bolsos, fora do frio chove. "Se ou no devia se aplicar, isso importa para jris, tambm. O fato que este filho grande, louca de uma cadelauma que matou e mutilou mulheres mltiplaschutaram voc ao redor ... que importa grande tempo."

"Ele  costurado." E isso era um alvio enorme. "Muito condene louco para permanecer tentativa. Ele ser bloqueado em cima em uma instituio para a mentalmente defeituosa, setor de violncia, 'at que ele coaxa."

"Seu trabalho aqui  para fazer o que Celina no fez importou. Para ajudar o processo provar ela ser responsvel."

"Eles conseguiro seus frios em assassinato do Annalisa Sommers, a que ela se fez. Ela subir isto. 
Talvez  suficiente."

"Suficiente para voc?"

Peabody olhou fixamente para frente, chugged mais gua. "Eu estou trabalhando em sendo suficiente."

"Ento voc est fazendo melhor que eu sou. Voc fez isto, outros no fez. Ela assistiu. Todos do morto depois que ela ligou psiquicamente com John Azul est nela. Todo minuto voc gastou no hospital, em recuperao. Todo momento ruim voc teve sobre est nela, tambm. Eu condeno bem querer que ela pague."

Como eles subiram para os passos de palcio de justia, Peabody tragou duro. "As mos esto agitando."

"Fortalea em cima" era toda Vspera disse.

Uma vez que eles eram por segurana, ela podia ter badged seu modo na sala de tribunal. Ao invs ela esperou com Peabody enquanto APA Cher Reo fez seu modo.

"Ns temos um intervalo pequeno," Reo comeou. "Voc testemunhar prximo."

"Como ele est entrando l?" Vspera perguntada.

"Ela pegou bons advogados." Reo glanced atrs em direo s portas duplas. Ela era bonita e blonde, com olhos azuis espertos e um lnguido Meridional demora. Ela tambm era dura como titnio. "Ns estamos ambos tocar o carto psquico, em modos diferentes. Sua tribuna  que as imagens Celina recebeuos assassinatos, a violnciaresultou em trauma, capacidade diminuda. Eles tm seus peritos jurando para isto, e como resultado eles esto tentando pendurar toda a responsabilidade em Azul. Ele  louco, ele invadiu sua mente, e l voc vai."

"Bullshit."

"Bem, sim." Reo afofou em seu cabelo. "Em nosso fim ns temos seu aconchegada em cima segura na cama em casa, assistindo tortura Azul e mutilarem e matana, que deram sua a idia brilhante para fazer o mesmo, com seu MO, para noiva do seu antigo amante. Debaixo do disfarce de trabalhar com o cops, ela conteve-se enquanto mulheres eram assassinadas, e enquanto um detetive de NYPSD esteve extremamente ferido. Um oficial decorado, que valentemente lutou de volta e era intimamente envolvido em fechar o caso."  Reo pe uma mo em brao do Peabody, deu 
Ele um pouco enfatiza o que Vspera reconheceu como uma mulher-para-suporte de mulher gesticula. "Voc quer examinar cuidadosamente isto novamente? Ns temos alguns mais minutos."

"Talvez. Certo, talvez." Peabody girou para Vspera. Seus olhos estavam um pouco muito brilhantes, seu sorriso um pouco muito apertado. "Voc pode continuar em. Eu conseguirei um i mais informando de Reo, ento eu poderia querer vomitar. Eu faria 
Aquele melhor s." 

A vspera esperou at Reo tomou Peabody em um quarto de conferncia, ento ela retirou-se seu Communicator e tagged McNab. "Onde esto voc?" 

"A caminho." Seu bonito rosto e o rabo loiro longo ele vestiu ido para cima e para baixo em sua tela. "Trs quarteires 
Sul. Eu tive que coicear isto. Quem o inferno deixa todas estas pessoas fora na rua?" 

"Existe um intervalo, quase acima de. Voc tem alguns minutos. Eu estarei atrs. Salve voc uma cadeira."


Ela clicou fora de, entrou, e se sentou, como ela teve tempos incontveis no curso de sua carreira. Corredores de
Justia, ela pensou como ela estudou o banco, a galeria, os reprteres e aqueles que piled em fora de curiosity. s vezesela gostou de pensar a maior parte de justia de tempos era servido aqui.

Ela quis isto para Peabody.

Eles molharam a bola do caso na lquida para a priso, para a acusao. Agora a bola era passada 
Para os advogados, para o juiz, e para os doze cidados que se sentaram no jri. Ela estudou eles quando eles arquivaram em.

Um momento mais tarde, Celina Sanchez era levado em com seu time legal.

Seus olhos encontrados, seguros com to rpidos, zumbindo conexo entre caador e presa. Isso tudo voltou, 
Todos os corpos, todo o sangue, o desperdcio, e a crueldade.

Para amor, Celina disse no fim disto. Ela fez isso tudo para amor.

E isto, Pensamento de vspera, era o maior bullshit de todo.

Celina tomou sua cadeira, frente enfrentada. Seu cabelo luxuoso era vestido de volta e em cimamacias e lustroso e quase afetadas. Em vez de suas cores corajosas preferidas, existia um terno cinza calmo.

Embalagem justo, Vspera notada. Ela soube o que era dentro disto. A menos que o jri era sujeira estpida, eles souberam, tambm.

Reo entrou, debruado abaixo brevemente. "Ela vai ser boa.  bom que voc est aqui." Ento ela caminhou para a frente para tomar seu lugar com o time do Estado.

Como o oficial de diligncias pediu o tribunal para subir, McNab arremessou pelas portas. Seu rosto era rosa de frio e esforo, mas estava quieto algumas sombras mais tranqilas que o puce camisa ele vestiu debaixo de uma jaqueta com uma azul 
E padro de ziguezague rosa to brilhante e ocupado ele os olhos. Em comparao puce airboots, ele beliscou em ao lado de Vspera, falou em um sussurro ofegante.

"No quis que eu se sentasse com seuprecisado um minuto. Ns pensamos que ns tivemos 'at que segunda-feira. Condene isto."

"Ela sabe como se lidar."

No existia nenhum ponto dizendo a ele seu estmago era tying propriamente em laos gordurosos. Nenhum ponto em dizer a ele 
Ela soube o que ele viu em sua cabea como eles tomaram suas cadeiras e o PA chamou Peabody.

Ele veria ele mesmo correndo, com seu corao slamming em sua garganta, ouve que ele mesmo gritando, "Oficial abaixo!" Em seu Communicator como ele voou passos abaixo do edifcio de apartamentos para chegar a a.

A vspera no tinha estado l, mas ela viu isto, tambm. Ela no tinha sido l ver Peabody quebrado e sangrento 
E amassado na rua. Mas ela podia ver.

Ela quis todo membro do jri para ver isto, tambm.

To dirigido, Peabody deu seu nome, seu grau, seu nmero de distintivo. O PA era vivo com suaboa estratgia, em mente da Vspera. Trate ela gostar de um policial. Ele revisou com seu algum do testemunho j dado, e ele e o principal para a defesa fez seu pequeno advogado dana.

Quando ela era pedida para levar eles pela noite do ataque, ela comeou forte. A contagem de tempo, os passos, o modo que ela contactou seu cohab companheiro, Detetive Ian McNab, como ela caminhou para casa do metr. Ento quando sua voz sem dinheiro, o jri ouviu isto, eles viram isto. E eles viram luta da mulher 
Para ficar vivo, briga do policial para sobreviver.

"Eu podia desdobrar minha arma."

"Voc severamente foi ferido, e em uma vida-ou-morte lutam com um homem que era consideravelmente maior que voc, mas voc podia alcanar sua arma?"

"Sim, senhor. Eu consegui um. Ele me lanou, estava me lanando. Eu lembro de ser aerotransportado, e disparo. Ento eu 
Bata o cho, e eu no lembro de nada at que eu despertei no hospital."

"Eu tenho aqui uma lista dos danos que voc sustentou, Detetive. Com a permisso de tribunal, eu lerei eles para sua verificao."

Como ele comeou, Mo procurada no escuro do McNab para da Vspera.

Ela deixa ele segurar isto pela recitao, pela verificao, as objees, as perguntas. Ela no disse nada quando a defesa comeou a sua cruz, dedos apertados do e McNab como arames magros em suas.

Peabody era trmulo agora, e a defesa tocou nisto. Mas isso poderia ser um engano, Pensamento de vspera. Atarraxando com a vtima, o nico sobrevivente em uma srie de assassinatos horrorosos.

"De acordo com seu prprio testemunho, Detetive, e as declaraes e testemunho de outras testemunhas para 
O ataque, John Joseph Azul estava s quando ele assaltou voc."

"Isto  correto."

"Sra. Sanchez no estava l no momento que voc foi ferido."

"No, senhor. No fisicamente."

"De acordo com antes testemunho, Sra. Sanchez nunca encontrou ou falado com ou teve contactou com o homem que atacou voc, com John Joseph Azul."

"Isto no  preciso. Ela teve contactou com John Azul. Psiquicamente."

"Eu qualificaria a palavra contactar. Sra. Sanchez observou, por seu presente, assassinatos violentos cometidos por um John Joseph Azul, para que ele confessou. No  verdade que Sra. Sanchez veio para voc voluntariamente para oferecer a sua ajuda em sua investigao?"

"No, senhor, no ."

"Detetive, eu tenho relatrios em evidncia que claramente estado Sra. Sanchez volunteered sua ajuda, sem qualquer taxa, para o investigar oficiais, e que sua ajuda era aceita. Isto, de fato, ela ajudava a identificar Azul, e assim o parando."

Enquanto ele falou, Peabody ergueu um vidro da gua, bebeu fundo. Sua voz era fixa novamente, um policial novamente quando ela continuou. "No, senhor, ela no deu o time investigativo ou o departamento, ou as vtimas 
Ou a ajuda da cidade. Ela, de fato, dificultou a investigao contendo-se informaes chave em ordem 
Para matar Annalisa Sommers, que era seu objetivo primrio."

"Sua Honra, eu pergunto que esta declarao especulativo e inflamatria da testemunha ser atacada do registro."

"Objeo." O PA estava em seus ps. "Esta testemunha est um oficial de polcia treinada, um dos chave membros 
Do time investigativo."

A dana continuou, mas Vspera podia ver Peabody relaxar nisto agora. Ela achou seu ritmo.

"Voc tem dois segundos para deixar vo de minha mo antes de eu usar o outro para esmurrar voc," Vspera ligeiramente disse.

"Oh. Desculpe." McNab a lanou, deu um nervoso pouco risada. "Ela  certa, voc no pensa?"

"Ela  boa."

Existia mais, ento re-cruz. Quando ela desceu, Peabody estava um pouco plido, mas Vspera estava contente para ver sua virada sua cabea, olhe diretamente em Celina.

Ela lembraria disto, tambm, Vspera decidida. Ela lembraria de que ela levantou-se, e ela pareceu.

"Isto  minha menina," McNab disse que o minuto que eles estavam do lado de fora da sala de tribunal. Seus braos foram ao redor ela. "Ela-Corpo, voc balanou!"

"Mais como eu era rochoso, mas eu penso que eu vim a si. E Jesus, eu estou contente que est terminado." Ela esfregou uma mo 
Acima de sua barriga, reunido em cima um sorriso genuno. "Obrigado por pegar," ela disse para Vspera.

"Nenhum problema." A vspera verificou o tempo. "A excurso  acima de em dois. Decole, tome o pessoal."

"Eu sou certo, eu"

"Nada est agitando de qualquer maneira." Ela Nadine Furst manchado, Canal 75 est em-s de ar, clicando seu modo 
Os azulejos em seu fracas-heeled botas, sua mquina fotogrfica em sua desperta. "Pelo menos, nada oficial."

"Ela est a. Como iria, Peabody?"

"Certo. Eu penso que foi bom."

"Voc em cima para um rpido-em-um?"

A vspera comeou a objeto em princpio, ento se parou. Provavelmente serviria para que Peabody tivesse ela dizer do lado de fora da sala de tribunal. E ela podia confiar Nadine.

"Eu acho. Certo. Eu posso fazer isto."

" piolhento, mas faria tela melhor se ns fizemos isto nos passos. Desista de sua menina um minuto, McNab."

"Nope, mas voc pode obter emprestado."

"Dallas, esperando ansiosamente amanh." Eles dirigiram-se s portas. "Eu podia usar um rpido de voc, tambm. O sbrio, apartamento-de olhos, 'justia est sendo tipo do servido de coisa."

"No.  Show do Peabody. Tome o pessoal," Vspera disse para Peabody, e deu uma olhada no cu antes dela comear passos abaixo.

Na parte inferior, ela girou, olhou de volta. Nadine era certo, compensaria telaPeabody, umidade no chuvisco, nos passos do palcio de justia. Seria algo Peabody quereria sua famlia para ver, como ela esteve l e conversado do trabalho e justia.

Desde que ela gostou de ver isto ela mesma, ela assistiu alguns momentos. Ela se virou novamente, na hora certa para ver o empurro, agarre, e v.

"Minha bolsa! Minha bolsa!"

"Oh, cague," Vspera muttered. Ela estourou uma respirao, e deu perseguio.

*  *  *

A meio caminho passos abaixo, Nadine arriscou um pescoo quebrado apressando. "Embarque nela!" Ela gritou para sua mquina fotogrfica. "Fique nela. Olhe para ela ir!" Quando Peabody e McNab zumbiram por, Nadine tudo menos danado 
Nos passos de palcio de justia. "No perca eles, pelo amor de Deus."
*  *  *


O snatcher era mais ou menos seis p, Vspera julgada, e olhou uma slida. A maior parte de sua altura era pernas, e ele esteve usando eles. Ele derrubou pessoas gostarem de alfinetes, deixando ela para saltar acima das pilhas.

Seu casaco fluiu de volta, couro que estala no vento.

Ela no desperdiou sua respirao que grita para ele parar, identificando se como a polcia. Seus olhos encontraram suacomo tido da Celinae eles reconheceram a caa.

Ele agarrou um carro de deslizamento no operador de canto e todoe empurrou isto. Cachorros de soja deslizados sobre o cho, bebam tubos splatted e estourem.

Ela jigged longe de um pedestre ele tudo menos lanou nela, ento dentada de outra. Julgando a distncia, ela pumped suas pernas, deu o fora. Ela agarra o tirou, desviou eles ambas atravs da calada molhada uma polegada do meio-fio, onde os freios de um maxibus gritaram gostam de uma mulher.

Seu quadril curativo chorou gosta de um beb no sacudir.

Ele conseguiu conseguir um em enquanto ela estava evitar ser mastigada debaixo de deslizar rodas. Ela saboreou 
O sangue quando o cotovelo emperrou sua mandbula.

"Agora que era estpido." Ela arrancou seus braos atrs, slapped em restries. "Isso era osso estpido. Agora voc tem assaltando um oficial em sua aba."

"Nunca disse policial. Como eu deveria conhecer? 'Lados, voc estava me perseguindo, voc quase associou-se-me 
Frente de um nibus. Policie brutalidade!" Ele gritou isto, zumbindo seu corpo como ele lutou procurar por algum espectador simpatizante. "Eu estou importando meu prprio e voc tenta me matar."

"Importando seu prprio." A vspera girou sua cabea, briga fora sangue. Pelo menos ela pulsando mandbula levou sua mente fora de seu quadril.

Ela arrastou, retirou-se a bolsae outro trs, junto com sortidos carteiras. "Satisfatrias arraste," 
Ela comentou.

Ele se sentou em cima, encolheu os ombros, filosfico agora. "Feriados. As pessoas terminam, qualquer que seja o inferno. O bofeto no faz o assaltar em, certo? Vamos, corte-me um, legue ya? Era reflexo."

A vspera meneou sua mandbula. "Voc tem bom."

"Voc  fucking rpido, precise admirar isto."

Ela empurrou em seu cabelo molhado como Peabody e McNab hastearam. "Disperse esta multido, no ? E consiga um branco e preto abaixo aqui para arrastar este sujeito. Contas mltiplas, roubo. Vendo como  este perto do Natal, eu darei a voc um legar o assaltar."

"Aprecie isto."

"Vamos conseguirconseguir aquela mquina fotogrfica fora de meu rosto," Vspera estalada.

McNab busied ele mesmo juntando as bolsas e carteiras. "Seu lbio est sangrando, Tenente."

"Nah." Ela bateu um dar isto. "Mordeu minha prpria lngua de maldio."

"Carro est a caminho, senhor," Peabody reportou. "Pedestre agradvel-hurdling, a propsito."

A vspera abaixada at ter outra palavra com o snatcher. "Se voc corresse o outro modo, ns estaramos em Centrais, fora deste frio de maldio chuvisca."

"Sim, como eu seria to estpido."

"Estpido suficiente para fazer o agarrar bem em frente do palcio de justia."

Ele deu seu um olhar doloroso. "Eu no podia parar eu mesmo. O balano da mulher a bolsa de maldio ao redor, palrando para a mulher que caminha com ela. Ela praticamente deu isto para mim."

"Certo. Diga isto para seu PD."

"Tenente Dallas?" Nadine, xingando um pouco, aumentou. Ela teve uma mo clamped acima do brao de uma mulher com olhos marrons enormes. "Isto  Leeanne Petrie, cuja propriedade voc acabou de recuperar."

"Madame. Eu s no sei como obrigado."

"Comece no me chamando Madame. Ns precisaremos de voc para vir at Central, Sra. Petrie, fazer um 
Declarao e sinal para sua propriedade."

"Eu nunca tive tanta excitao. Por que, aquele homem acabou me de empurrar completamente no cho! Eu sou de um pouco lugar chamou Fontes Brancass sul de Wichita, Kansas. Eu nunca tive tanta excitao."

Teve que ser dito. "Voc no est em Kansas mais."

*  *  *

Porque ela puxou grau e ordenou Peabody casa, endireitando fora a baguna de assalto a manteve em Central at depois de turno. Escuro teve as temperaturas soltando, e o chuvisco incessante se transformou em granizo. As ruas agora enganadoras tornaram o dflve casa em uma maratona de aborrecimento.

Preso nisto, ela sipped na gua de gelo para acalmar sua lngua dolorida, e deixe ela se importar vento. Ela era um punhado 
De quarteires de casa quando moveu para Trudy Lombard, e a luz saiu.

"No me. Jesus, no  sobre mim. Por que seria? Condene isto, condena isto, condena isto."

Ela sacudiu em sirenas, atiradas em verticais. Amaldioando se e os grunhidos que fizeram a manobra tudo menos suicida, ela se empenhou seu vnculo de coliso.

"Roarke," ela estalou quando Summerset apareceu. "Ele est l j? Coloque ele."

"Ele est s vindo o Gates, ainda no alcanou a casa. Se existe uma emergncia"

"Diga a ele que eu estarei l em dez. Eu preciso conversar com ele. Se ningum chamado Lombard contactar a casa, no ponha ela por para ele. Voc conseguiu isto? No ponha ela."

Ela sacudiu fora de, chicoteada sua roda, e beliscada atrs at a rua estreitamente para faltar uns ofensores de trio.

Filho de uma cadela! O que mais ela seria depois de mas dinheiro? Pilhas grandes, brilhantes disto. E quem no universo conhecido teve as grandes pilhas?

Ela no estava caindo fora com isto. E se ele at pensamento de pagar a ela fora de fazer ela ir embora, Vspera jurou que ela pessoalmente o esfolaria.

Ela coleou, e rugido pelo Gates de casa. Roarke abriu a porta ele mesmo como ela freou na frente da casa.

"Eu estou debaixo de priso?" Ele gritou, e circulou um ringer no ar. "Sirenas, Tenente."

Ela mandou sair eles, slammed a porta. "Eu sou to estpido! Eu sou um goddamn idiota."

"Se voc vai conversar aquele modo sobre a mulher que eu amo, eu no vou oferecer a voc um bebida."

" voc. Nunca Era-me. Se eu no deixasse sua virada mim ao avesso, eu teria sabido que isto do conseguir. Lombard."

"Certo. E o que  isto?" Ele leu rapidamente um dedo suavemente acima da contuso de lnguido em sua mandbula.

"Nada." A raiva sufocou qualquer dor prolongada. "Voc est escutando mim? Eu a sei. Eu sei o tipo. Ela no faz nada sem um propsito. Talvez o propsito  jollies, mas ela no foi para toda a dificuldade e despesa para vir aqui s para busto minhas bolas.  sobre voc."

"Voc precisa acalmar-se. Na sala de estar." Ele tomou seu brao. "Existe um fogo bom. Voc ter algum vinho."

"Voc parar." Ela slapped sua mo fora de, mas ele simplesmente trocou e arrastou fora de seu casaco molhado.

"Tome um minuto, pegue sua respirao," ele aconselhou. "Voc no pode estar querendo um bebida, mas eu sou. Tempo imundo."

Ela tomou uma respirao, apertadas suas mos para seu rosto para se afianar. "Eu no podia pensar, isso era a dificuldade. No pensou. Acabou de reagir. E eu sei melhor. Ela deve ter figurado ela veio para me ver, tente tocar o carto de reencontro. Eu era s uma criana, e messed em cima com isto. Ento talvez ela proibiu que eu no lembrei o que tinha sido como com ela. Ento ela pode ser a me perdida longa, anjo de clemncia, qualquer, engraxe aquelas rodas muito quando ela me bateu para dinheiro, eu perguntaria a voc para dar isto para ela."

"Menosprezou voc. Aqui." Ele a deu uma taa de vinho.

"Plano substituto." Ela tomou o vinho, compassado para o forno com seu estalando fogo, atrs novamente. "Algum gosta dela tem um. Eu no sou receptivo, ela ter um caminho para ir diretamente para a fonte. Direito de voc. Tente para condolncia, alguma histria de m sorte. Mova para ameaas se isso no agita a rvore de dinheiro. Ela quereria um 
A gordura boa amontoa soma, volte para mais mais tarde, mas consiga uma mordida suculenta imediatamente..."

Ela tomou um momento para estudar seu rosto. "E nenhum disto  notcia para voc."

"Como voc disse, voc teria vindo para voc mesmo imediatamente se voc no tivesse sido to tranado em cima." Ele abaixou 
Sua cabea suficiente para escovar seu lips acima de sua mandbula. "Venha, se sente pelo fogo."

"Espere, espere." Ela agarrou sua manga. "Voc no foi a advertir fora de. Voc no foi a ver."

"Eu tive e no tive nenhuma inteno de ir para ela. A menos que ela continue hostilizar e chateado voc. Voc sabe que ela teve onze outras crianas porem nela se importa ao longo dos anos? Eu pergunto-me quanta delas ela atormentou como ela fez voc."

"Voc a correu? Claro que voc a correu." Ela se virou. "Eu sou realmente lento em este aqui."

" cuidar de, Vspera. Apague isto."

Ela manteve suas costas para ele, tomou um gole lento do vinho. "Como ele  cuidar de?"

"Ela veio para meu escritrio hoje. Eu fiz isto claro que seria melhor para todo preocupado se ela voltasse para o Texas e no tentou contactar voc novamente."

"Voc falou com ela?" Ela apertou seus olhos fecharem contra a raiva impotente. "Voc soube quem ela era, o que ela era, mas voc a deixa em seu escritrio."

"Eu tive pior l. O que voc esperou que eu fazer?"

"Eu esperei que voc deixaria este para mim. Que voc entenderia que isto  meu problema. Isto  para mim lidar."

"No  seu problema, mas nossoou era. E era para ns lidar. Agora ele fez."

"Eu no quero que voc lidando com meus problemas, meus negcios." Ela girou ao redor e antes de qualquer um de 
Eles souberam que ela pretendeu isto, ela deixa o vidro voar. Vinho e vidro splatted e quebrados. "Isto era meus negcios pessoais."

"Voc no tem negcios pessoais de mim mais, mais que eu fao de voc."

"Eu no preciso ser protegido, eu no serei protegido. Eu no serei tendido a."

"Oh, entendo." Sua voz suavizada, um sinal perigoso. "Ento  perfeitamente multa, ns diremos, para mim ver para aqueles aborrecidos pequenos detalhes. Pode este ser embrulhado, por exemplo. Mas as coisas que importam, eu sou para manter meu descobrir?"

"No  o mesmo. Eu sou uma esposa piolhenta, eu consigo isto." Sua garganta estava entupindo em cima, e sua voz espessando como as palavras abertas caminho por. "Eu no lembro de fazer coisasno saberem como e no darem asno do rato sobre descobrir. Mas"

"Voc no  uma esposa piolhenta, e eu seria o para julgar isto. Mas voc , Vspera, uma mulher extremamente difcil. Ela veio para mim, ela tentou me agitar abaixo, e ela no tentar isto novamente. Eu tenho todo direito de proteger voc, e meus prprios interesses. Ento se voc quiser ter um de seu snits sobre isto, voc ter que 
Tenha isto s."

"Voc no vai embora de mim." Seus dedos realmente coados para levantar algo para arremesso precioso nele como ele comeou para a entrada. Mas isso era muito fmea, e muito tolo. "Voc no vai embora e sacode fora de meu ."

Ele parou, olhada atrs nela com olhos que chamusca com temperamento. "Bem Vspera, se seu no era to importante mim, ns no estaramos tendo esta conversao. Se e quando eu for embora de voc, sou para prevenir eu mesmo de tomar a alternativa, que no momento seria para bater sua cabea  
Algum objeto duro at um pouco chocalhos de sensao nisto novamente."

"Voc at iria dizer a mim?"

"Eu no sei. Existiam boas razes em ambos os lados disto, e eu estava ainda pesando eles. Ela machuca voc, e eu no terei isto. Isto  simples. Pelo amor de Deus, Vspera, quando eu descobri sobre minha me, e entrou em um giro, voc no bateu isto fora de mim? Voc no me tendeu a, at est na frente de mim?"

"No  o mesmo." Seu estmago queimado, e o cido de vomitou em palavras. "O que voc conseguiu, Roarke? O que voc caiu em mas as pessoas que amam e aceitam voc? Pessoas boas, decentes. E o que 
Eles querem de voc? No uma coisa de maldio. Sim, voc teve isto spero. Seu pai matou sua me. Mas o que mais voc descobriu? Ela amou voc. Ela era uma menina jovem, inocente que amou voc. No  o mesmo para mim. Ningum me amou. Ningum e nada que eu vim de era decente ou inocente ou bom."

Ela verbaliza engatado, mas ela chateia abaixo, deixe o resto vomitar fora. "Ento sim, voc tomou um bofeto duro e srdido, e ele mandou a voc bobinando. Mas o que voc caiu em? Direito em ouro. O que mais  novo?"

Ele no a parou quando ela andou a passos largos do quarto. No seguiu ela quando ela carregou em cima os passos. 
Naquele momento, ele no podia pensar sobre uma razo nica por que ele devia.



5



O GINSIO PARECEU O LUGAR BVIO PARA ELE livrar-se de vapor, e ele teve bastante isto. Seu ombro estava ainda fraco de ferimentos que ele incorreu algumas semanas antes, ajudando sua esposa exasperante 
No trabalho.

Estava certo, aparentemente, para ele arriscar sua vida sangrenta, mas no de acordo com o Livro de Vsperapara 
Livre-se de um fucking chantagista.

Bollocks para aquele, ele pensou. Ele no estava indo para guisado sobre isto.

Estava na hora de, ele decidiu, castigar seu corpo atrs em formar.

Ele foi para pesos em lugar de um do holomachines, e programada uma sesso brutal de reps e fixa.

Sua soluo, ele soube, teve que ela encabeou no andar de baixo em lugar de em cima, teria sido para ativar um  
O lutar droids. Ento bata o inferno de hemorragia fora disto.

Para cada seu prprio.

Sabendo ela, ela estaria compassando seu escritrio, chutando qualquer era  mo, e amaldioando seu nome. Ela teria que recuperar- isto. Nunca em sua vida, ele pensou como ele pumped suas imprensas de banco de passagem, tiveram ele conhecido uma mulher to racional que podia sacudir muito depressa e ento estupidamente em comportamento irracional.

O que o sangrento, buggering inferno ela esperou que ele fazer? D seu um grito e a pea para beliscar aquele ridiculous que Texas desprende-se seu pescoo para ele?

Bem, ela casou-se com o homem errado isto, no ? Muito ruim para ela.

Ela no quis ser protegida quando ela condena proteo precisada bem, no quis ser cuidada de quando ela era cega com pesar e tenso? Que muito fucking era ruim para ela tambm, no era?

Ele rasgou pela sesso, tomando satisfao escura na queimadura de seus msculos, a dor dos ferimentos curativos, e a goteira de seu prprio suor.
*  *  *

Ela era exatamente onde ele assumiu que ela seria, fazendo justamente o que ele assumiu que ela estaria fazendo. Ela parou de compassar longo suficiente para dar sua escrivaninha trs pontaps duros.

E o quadril ela feriu batalhando ao lado de Roarke protestou.

"Condene ele. Condene ele! Ele no pode ficar fora de qualquer coisa?"

O gato gordo, Galahad, acolchoado em, estatelada abaixo na entrada da cozinha como se se preparou para apreciar o show.

"Voc v isto?" Ela exigiu do gato, e slapped uma mo em seu sidearm. "Voc sabe por que eles deram a mim este? Porque eu posso lidar com mesmo. Eu no preciso de algumum pouco de homem que carrega em arrumar minha baguna."

O gato angulado sua cabea, piscados seus olhos coloridos duais, ento atirou uma perna no ar para lavar isto.

"Sim, voc est provavelmente a seu lado." Absently, ela esfregou seu quadril dolorido. "Macho do fricking espcie. 
Eu pareo com alguns murchando, fmea impotente?"

Certa, talvez ela teve, ela admitiu como ela retomou compassando. Para uns minutos. Mas ele a soube, no ? Ele soube que ela puxaria isto junto.

S como ele Lombard conhecido viria para cheirando ao redor ele.

"Mas ele disse qualquer coisa?" Ela a lanou mos ao alto. "Fez ele dizer: 'Bem agora, Vspera, eu penso talvez a cadela sdica de sua passada provvel estar pagando a mim uma visita?' No, no, ele no fez.  tudo que condena 
Dinheiro,  disso que .  o que eu consigo para ficar enganchado em cima com um sujeito que possui a maior parte do mundo, 
E um bom pedao de seus satlites. Que diabo eu estava pensando?"

Desde que ela esvaziou uma boa poro de sua energia com sua raiva, ela baqueou nela dorme cadeira. Scowled em nada em particular.

No tinha pensado, ela admitiu como os piores dos cegos, enfraquecido de ira vermelha. Mas ela estava pensando agora.

Era seu dinheiro. Ele teve um direito de proteger ele mesmo de caadores. Ela certa como inferno no aumentou 
Para fazer isto.

Ela se sentou em cima, solta sua cabea em suas mos. No, ela tem estado muito ocupada espojando e lamentosa e, parafuso
Isto, murchando.

E ela atacou a uma pessoa que completamente a entendeu, quem soube tudo que ela manteve engarrafada do lado de dentro. Atacou ele por causa disto, ela percebeu. Mira provavelmente daria sua uma grande estrela de ouro para alcanar aquela concluso infeliz.

Ento, ela era uma cadela. No era como se ela no fizesse revelao cheia antes do eu ser. Ele soube o que 
Ele estava conseguindo, condena isto. Ela no se iria desculpar por isto.

Mas ela se sentou, drumming seus dedos em seu joelho, e a cena na sala de estar comeou a tocar de volta nela 
Cabea. Ela fechou seus olhos como seu estmago afundou, e tranado.

"Oh Deus, o que eu fiz?"
*  *  *

Roarke bateu suor fora de seu rosto, agarrou uma garrafa da gua. Ele considerou programao outra sesso, talvez um bem, corrida forte. Ele no livrou-se de quase todo o louco, e no teve tanto como
Comeou no ressentimento.

Ele tomou outro chug, debatido se para comporta ele fora no charco ao invs. E ela entrou.

Suas costas subiram, ele jurou que ele podia sentir isto subida, uma vrtebra de cada vez.

"Voc quer que um treinamento que voc ter que esperar. Eu no sou feito, e no goste da companhia."

Ela quis dizer que ele estava empurrando ele mesmo muito duro, fisicamente. Que seu corpo no curou bem suficiente ainda. Mas ele estalaria seu pescoo gostar de um ramo para aquele. Merecidamente muito.

"Eu necessidade justa um minuto para dizer que eu sentir muito. Ento desculpe. Eu no sei onde veio de, eu no soube que estava em mim. Eu tenho vergonha que era." Sua voz agitou, mas ela terminaria isto, e ela no terminaria isto com lgrimas. "Sua famlia. Eu estou contente que voc achou eles, eu juro que eu sou. Percebendo que eu podia ser pequeno suficiente em algum lugar dentro de ter cimes disto, ou se ressente disto, ou qualquer que seja o inferno eu era, me faz doente. Eu espero, depois de um enquanto, voc pode me perdoar por isto. Isto  todo."

Quando ela agarrou a porta, ele amaldioou debaixo de sua respirao. "Espere. S espere um minuto." Ele agarrou uma toalha, esfregou isto aproximadamente acima de seu rosto, seu cabelo. "Voc excluir as pernas de debaixo de mim, eu juro, como ningum mais. Agora eu para pensar que ter, eu tenho que perguntar eu mesmo, o que eu sentiria, aquela situao de famlia devia ter sido invertida? E eu no sei, mas no me surpreenderia por achar alguma srdida pequena colocao presa em minha barriga acima disto." 

"Era feio e terrvel que eu disse isto. Que eu podia dizer isto. Eu desejo que eu no tive. Oh Jesus, Roarke, eu desejo eu 
No disse isto."

"Ns dois dissemos coisas uma vez ou outros que ns desejamos que ns no tivemos. Ns podemos pr de lado isto." Ele lanou 
A toalha em um banco. "Sobre o resto..."

"Eu estava errado."

Suas sobrancelhas crescidas rapidamente. "Um ou outro Natal vir cedo, ou isto devia ser feito outro feriado nacional."

"Eu sei quando eu tiver sido um idiota. Quando eu tenho sido estpido suficiente que eu desejo que eu pudesse chutar meu prprio asno."

"Voc pode sempre partir para aquele para mim."

Ela no sorriu. "Ela veio depois de seu dinheiro, voc slapped seu back.  Era s to simples. Eu fiz isto complicado, eu fiz isto sobre mim, e nunca era."

"Isto no  completamente verdade. Eu slapped seu um bom negcio mais duro que era necessrio, porque para mim, era 
Tudo sobre voc."

Seus olhos , sua garganta queimada. "Eu odeio isto... Eu odeio isto No, no no fao," ela disse quando ele tomou um 
Ande em direo a ela. "Eu tenho que compreender como conseguir este. Eu odeio que eu no parei isto. No era nem perto de capaz de parar isto. Porque eu no fiz, no podia, e voc fez, eu pisei por toda parte voc."

Ela chupou em uma respirao como o resto veio para ela. "Porque eu soube que eu podia. Porque eu soube, em algum lugar 
Na estupidez, que voc me perdoaria por isto. Voc no foi atrs de minhas costas ou traiu qualquer confiana, ou algum 
Das coisas eu tentei convencer que eu mesmo que voc teve. Voc acabou de fazer o que precisou ser feito."

"D-me crdito demais." Agora ele se sentou no banco. "Eu gostaria de ter a morto. Eu penso que eu teria apreciado isto. Mas voc no gostaria disto, no por isso. Ento eu conformei-me a convencer isto somente  
O que eu faria, e muito unpleasantly, devia ela tentar pr seus dedos pegajosos qualquer um de ns novamente."

"Eu classifico de desejo que eu pudesse ter visto isto. Quanto fez ela figurar eu valia a pena ?"

"Importa?"

"Eu gostaria de conhecer."

"Duas milhes. Uma soma vil considerando, entretanto, ela no nos sabe, no ?" Seus olhosuns corajosos, impossveis azuis que viram tudo que ela eraficada em seu rosto. "Ela no sabe que ns no daramos seu o primeiro impelirmos com vara. Ela no sabe que no existe nenhum limite em seu no valor de mim.  s dinheiro, Vspera. No existe nenhum preo em que ns temos."

Ela foi para ele ento, soltando em seu colo, embrulhando braos e pernas ao redor ele.

"L," ele murmurou. "Ns estamos a."

Ela girou seu rosto, apertou isto para sua garganta. "Que um ser impila com vara?"

"Um o que? Oh." Ele deu um risada confundido. " uma palavra velha para uma libra irlandesa."

"Como voc diz que 'eu sinto muito ' em Gaelic?"

"Ah ... ta bron orm," ele disse. "E ento seja eu," ele adicionou quando ela mutilou isto.

"Roarke. Ela est ainda em Nova Iorque?" Quando ele no disse nada, ela se debruou de volta, encontrados seus olhos. "Voc saberia onde ela est.  o que voc faz. Eu fiz que eu mesmo me sinto estpido. No faa-me sentir incapaz em cima disto."

"A partir do tempo eu deixei o escritrio, ela ainda no verificou de seu hotel, nem teve seu filho e sua esposa."

"Certo, ento amanh... No, amanh  a coisa. Eu no estou esquecendo a coisa, e eu vou fazer ... qualquer."

E qualquer que seja o qualquer era que entrou em se preparar para uma festa importante seria sua penitncia para bitchy idiotice.

"Algum ter que dizer a mim qualquer que  que eu devia fazer para a coisa." Ela emoldurou seu rosto com ela 
Mos, falaram urgentemente. "Por favor no deixe ser Summerset."

"No existe nada que voc tem que fazer, e a coisa  chamada uma festa."

"Voc enche. Material de coordenadas, e aprova isto, blather com o caterer e aquele tipo de coisa."

"Eu nunca blather, nem mesmo com o caterer, mas se far que voc se sente melhor voc poder ajudar supervisionar o decorar em cima no salo de baile."

"Eu vou precisar de uma lista?"

"Vrios. Isso ajudar com a culpabilidade voc est sentindo?"

" um comeo. No domingo, se Lombard estivesse ainda aqui, eu vou a ver."

"Por que?" Agora ele emoldurou seu rosto na sua vez. "Por que ponha voc mesmo por isto, ou d seu algum tipo de uma abertura para apunhalar em voc novamente?"

"Eu preciso fazer isto claro para sua ela no pode. Eu preciso fazer isto cara a cara. ɗe isto est envergonhando 
Suficiente que eu terei que machucar voc se voc repetir istomas sou sobre auto-estima. Eu odeio ser um covarde, 
E eu peguei minha cabea na areia neste."

"Isto  uma avestruz."

"Qualquer, eu no gosto de ser um. Ento, ns fazemos o que ns planejamos fazer amanhporque ela no vale a pena colocar a listae se ela estiver ainda aqui no domingo, eu lido com ela."

"Ns negociamos."

Ela hesitou, ento movimentou a cabea. "Sim, certo. Ns negociamos." Ela apertou sua bochecha para seu. "Voc  todos suado."

"Eu usei meu temperamento construtivamente, ao invs de chutar minha escrivaninha."

"Feche, ou eu no poderia ainda parecer culpado suficiente para oferecer lavar suas costas no chuveiro."

"Lips esto fechados hermeticamente," ele murmurou, e apertou eles para sua garganta.

"Depois." Ela agarrou seu tanque, arrancou isto em cima e fora de. "Depois de eu atarraxar seus crebros fora de suas orelhas."

"Longe seja isto de mim ditar como voc devia suavizar sua culpabilidade. Voc tem muito isto?"

Ela mordeu seu bom ombro. "Voc est para descobrir."

Ela tombou eles ambos fora do banco e sobre o tapete. "Bem, ai. Eu tomo isto culpabilidade no destaca seu lado mais gentil."

"O que ele  me fazer irritado." Ela o escarranchou, plantadas suas mos em seu trax. "E um pouco queira dizer. E desde que eu j chutei minha escrivaninha ..."

Ela abaixou abaixo, seus peitos lendo rapidamente seu trax mido, suas unhas ajuntando ligeiramente acima de sua pele a caminho do cs de seu calo. Ela arrastou novamente, livrou ele.

Ento sua boca clamped acima dele gosta de um vcio.

"Oh, bem ento." Ele cavou seus dedos no tapete. "Tenha nisto."

Sua mente desligada, sua vista foi vermelha, e pulsada. Ela usou seus dentessim, s um pouco significae rasgou a respirao fora dele. Os msculos ele afinou e lubrificou em temperamento comeou a tremor, sem ajuda. E um momento antes de seu mundo implodido, ela o lanou. Alisada sua lngua em cima sua barriga.

Ele comeou a a rolar, mas ela scissored suas pernas, trocado seu peso, e o alfinetaram mais uma vez. 
Seus olhos eram ouro escuro e cheio de arrogncia.

"Eu estou comeando a sentir um pouco melhor."

Ele pegou sua respirao. "Boa. Qualquer que eu posso fazer para ajudar."

"Eu quero sua boca." Ela esmagou isto debaixo de sua, usando seus dentes, sua lngua, seu lips, ento seu prprio sangue batido por ele, cem bateria.

"Eu amo sua boca." Sua era selvagem em sua. "Eu quero que voc faa coisas para mim com isto." Ela arrastou e puxou em sua prpria camisa. Este tempo quando seus peitos lidos rapidamente seu trax era carne para carne.

Ela deixa ele a sacudir para ela atrs, curvado at ele de forma que sua boca, quente e vorazes para ela, podia
Tome. Seu estmago clenched, tranado, um punho de necessidade e prazer. Sua respirao j estava indo rota quando ele arrancou abaixo suas calas.

Suas mos, ela pensou em um pulo fresco, suas mos eram to qualificado quanto sua boca. E o punho em sua barriga apertada, apertou, ento abriu de repente em lanou.

Seus dedos tangled em seu cabelo, agarrada tudo aquela seda preta para o guiar abaixo, at onde a necessidade j era florescente novamente, to cheia, to madura, levou s um estalido de sua lngua para mandar a ela voando.

E ele era com ela, direito com ela por toda respirao e batida.

Agora ela quivered, e o calor despejado fora dela. Ela estava molhada e selvagem e sua. Quando ele braceou ele mesmo acima dela, olhado abaixo em seu rosto, ela agarrou seu cabelo novamente.

"Dura," ela disse a ele. "Duro e rpido. Faa-me gritar." E puxou sua boca para sua at como ele dirigiu ele mesmo nela.

Ele mergulhou, uma besta queimando, e ela fez correr com ele. Seus quadris surgiram em cima, exigindo mais at como seu 
O lips amortizou o grito.

Eles chicotearam um ao outro impiedosamente para a extremidade, e acima de.

*  *  *

Ela quase teve sua respirao atrs, e figurou que ela recuperaria o uso cheio de suas pernas, eventualmente.

"S lembre, era minha culpa."

Ele mexeu. "Hmm?"

"Era minha culpa, ento eu sou a razo que voc acabou de conseguir suas pedras."

"Completamente sua culpa." Ele rolou fora dela, sobre suas costas, respirou. "Cadela."

Ela bufou fora um risada, ento dedos ligados com ele. "Eu ainda tenho minhas botas em?"

"Sim.  bastante um olhar interessante e provocativo, particularmente desde sua cala comprida so ao avesso e enganchadas neles. Eu estava em um pouco de uma pressa."

Ela braceou em seus cotovelos para dar uma olhada. "Huh. Eu acho que eu conseguirei eles o resto do modo fora de, talvez tome
Uma natao."

"Eu acredito em que voc seja marcado para lavar minhas costas."

Ela glanced acima de. "Estranhamente, eu no sou mais me parecendo culpado."

Ele abriu um olho, brilhante e azul. "Mas aqui eu sou, com meu to contundido."

Ela grinned, ento levered at livrar-se de suas botas. Quando ele se sentou em cima ao lado dela, ela girou assim eles se sentaram enfrentando um ao outro, desnudo, fronte para fronte.

"Eu lavarei suas costas, mas ele faz o lado de crdito de minha conta, ser contado o da prxima vez eu sou um completo asshole."

Ele bateu levemente uma mo em seu joelho. "Feito," ele disse, ento empurrado em cima, e ofereceu a ela uma mo.

*  *  *

Em um quarto de hotel pequeno em Dcima Avenida, Trudy Lombard se estudou no espelho. Ele pensou que ele tem assustado ela, e talvez ele teve, mas isso no significou que ela s fugiria e corrida gosta de um cachorro chicoteado.

Ela ganhou aquela compensao para tolerar aquela srdida pequena cadela em sua casa, quase seis meses de 
Ela. Seis meses de ter aquela criana suja debaixo de seu telhado. Alimentao e roupa ela.

Agora, o Roarke poderoso iria pagar pelo modo que ele tratou Trudy Lombardno comete nenhum engano sobre isto. Iria o custar muito mais de dois milhes.

Ela tirou seu terno, coloque sua camisola. A preparao era importante, ela lembrou a se, e lavou abaixo um bloqueador de dor com o bom vinho francs que ela preferiu.

Nenhum ponto em perseguir a dor, ela pensou. Nenhum ponto mesmo. Entretanto ela no se importou um pouco dor. Afiou os sentidos.

Ela tomou lento, at respiraes como ela levantou a meia que ela encheu com crditos. Ela balanou isto em sua prprio rosto, atingindo entre mandbula e ma do rosto. Doa explodido, basca chegou sua barriga, mas ela friccionou seus dentes, atingiu uma segunda vez.

Woozy, ela se abaixou para o cho. Machuca mais que ela pechinchou, mas ela podia suportar isso. 
Ela podia tomar um grande negcio.

Uma vez que suas mos pararam de agitar, ela levantou a caseira seiva novamente, slammed ele em seu quadril. Ela mordeu seu lbio para trazer sangue, e o quebrou duas vezes contra sua coxa.

No suficiente, ela pensou, at como lgrimas vazaram de olhos que reluzido com propsito e um um tanto quanto prazer escuro. No bastante, como a excitao da dor coursed por ela. Todo sopro era dinheiro no banco.

Com um keening lamenta, ela balanou a seiva em sua barriga, uma vez, duas vezes. No terceiro sopro, seu estmago revoltado. Ela vomitou no banheiro, ento desapareceu. E desmaiou por frio.

*  *  *

Existia mais para ele que ela percebeu, Vspera admitida. A casa estava cheia das pessoas e droids, e neste momento era duro para dizer que era que. Olhou como se uma floresta inteira tinha sido comprada e replantada no salo de baile, com outro acre espalhando para o terrao. Vrias milhas de guirlandas, um 
Poucas toneladas de bolas coloridas, e luzes suficiente minsculas brancas para fixar o estado inteiro incandescente, eram penduradas, sobre 
Para ser pendurado, esperando ser discutido onde eles deviam ser pendurados.

Existiam escadas e tarps e mesas e cadeiras, existiam velas e tecidos. O sujeito em carga 
De instalando a plataforma para a orquestra, ou faixa-ela no estava certa que eraestava discutindo com o sujeito em carga de algumas das milhas de guirlanda.

Ela esperou que eles vieram para sopros. Isto, pelo menos, seria seu territrio.

Pareceu Roarke a levou em sua palavra sobre supervisionar as decoraes de salo de baile.

O que ele tinha pensado?

Algum estava sempre perguntando a ela o que ela pensou, o que ela procurada, se ela preferiria este a aquele, ou a outra coisa.

Uma da tripulao realmente apressou do quarto em rasgou a terceira Vspera de vez disse que ela no se importou.

Certa, ela disse que ela no deu um dourado defecar, mas ele quis dizer a mesma coisa.

Agora ela teve uma enxaqueca de tenso circulando o topo de seu crnio s esperando para proibir seu crebro e destruir isto.

Ela quis deitar-se. Mais, ela quis seu Communicator buzinar e ter Despacho a informa 
Existia um homicdio triplo que precisou de sua ateno imediata.

"Teve sobre suficiente?" Roarke sussurrou em sua orelha.

Tal ser seu estado que ela saltou gosta de um coelho. "Eu sou bom. Eu sou bom." E ela sem dinheiro, tecedura para ele, de prender a aten sua camisa. "Onde voc est?"

"Por que, blathering com o caterer, claro. As trufas so espetaculares."

Uma luz de aa entrou em seus olhos. "O tipo de chocolate?"

"No, realmente, o tipo os porcos cheiram fora para ns." Ele correu um ausente dar seu cabelo amarrotado enquanto 
Ele esquadrinhou o quarto. "Mas ns temos o tipo de chocolate tambm. V, faa sua fuga." Ele deu seu um apertar de ombro. "Eu tomarei aqui."

Ela quase arremessou. Todo instinto a teve fora a porta, correndo para eu sua sanidade. Mas no era s se orgulava, 
era casamento que a segurou em 1 lugar. "O que sou eu, estpido? Eu corri ops maior que isto quando vidas estiver na linha. S atrs fora de. Eh, voc!"

Roarke assistiu como ela andou a passos largos atravs do cho, policial em todo se vangloria.

"Eu disse voc!" Ela empurrou entre Sujeito de Guirlanda e Sujeito de Plataforma na frente de sangue ser derramado. "Abotoe isto," ela ordenou como cada comeou a eu reclamo. "Voc, com o material brilhante, pe isto onde pertence."

"Mas eu"

"Voc teve um plano, o plano era aprovado. Pegue com o plano e no me aborrea, ou eu pessoalmente encherei tudo aquele brilhante obstruir seu alvo. E voc." Ela picou um dedo no outro trax do homem. "Fique fora de seu modo, ou eu salvarei algum material brilhante para voc. Certo, voc, menina loira alta com as flores ..."

"Poinsettias," o alto blonde clarificado com Nova Jersey to espessa nela verbaliza Vspera podia ter dirigido 
Nele atravs do rio. "Existiam supostos ser quinhentos, mas existem s quatrocentos e noventa e seis, e"

"Negcio. Termine de construir seu ... que diabo  isto?"

" um poinsettia rvore, mas"

"Claro, . Se voc precisar mais quatro, v conseguir mais quatro do poinsettia fbrica. Caso contrrio trabalhe com que voc tem. E voc, ali com as luzes."

Roarke balanou de um lado para outro em seus saltos de sapatos e assistiu seu rasgo pelas vrias tripulaes. Algum de 
Eles olharam um pouco trmulos quando ela terminou, mas o passo do trabalho aumentado consideravelmente.

"L." Ela caminhou de volta para ele, dobrados seus braos. "Lidou. Alguns problemas?"

"Diferente de estar estranhamente despertado, nenhum. Eu penso que voc ps o medo de Deus neles e deveu recompensar voc mesmo com um pouco fratura." Ele drapejou um brao acima de seus ombros. "Vamos. Ns acharemos voc uma trufa."

"O tipo de chocolate."

"Naturalmente."
*  *  *

Horas mais tarde, ou ento pareceu ela, ela saiu do banheiro. Ela fez o melhor que ela podia com a tintura de lbio e o olho gunk. Na cama, esperando por ela, era o que pareceu com um painel longo de ouro enfadonho. Ela figurou isto se tornou um vestido de algum tipo uma vez que estava em um corpo.

Pelo menos no era nervoso, ela decidiu como ela fingered o material. Existiam sapatos do mesmo tom, se voc pudesse chamar um par de correias fracas com uns sapatos de salto de sapato muito mais fraco. Ela glanced no cmoda e
Viu que ele pensou sobre o resto. Um caso preto estava aberto, e os diamantes nada faiscou assim mas diamantes, ela assumiu, entretanto eles olharam estar a cor de champanhaformou um crculo contra o aveludado. Outro segurou o oscilar de brincos, e ainda outra uma pulseira espessa.

Ela levantou o painel de tecido de ouro, estudou isto, e concluiu era um daqueles negcios que voc acabou de menear em. Uma vez que isso era feito, ela levou os sapatos, que no estavam continuando seus ps at zero 
Hora, e apalpou sua passagem os acessrios na cmoda.

A pulseira era muito grande, ela notou. Ela provavelmente perderia isto, ento algum penhoraria isto e teria suficiente dinheiro para comprar um bom pequeno pas de ilha no Pacfico Sul.

"Voc est vestindo isto errado," Roarke disse a ela da entrada. "Aqui." Ele entrou, caminhada para ela, elegante em negro formal. Ele deslizou o reluzir triplo faixa para s acima de seu cotovelo. "Um pouco de um guerreiro 
Toque, ternos voc."

Ele andou de volta. "Voc parece com uma chama. Uma chama dourada longa em uma noite fria."

Quando ele olhou nela assim, coisas comeadas a derreterem dentro dela, ento ela se virou, estudou se 
No espelho. O vestido era uma coluna, macia e lustroso e fluido de s acima de seus peitos para seus tornozelos.

"Este vestido vai ficar acordado?"

"At os convidados partam, de qualquer modo." Ele se debruou acima de escovar seu lips acima de seu ombro nu. Ento ele embrulhou seus braos ao redor sua cintura assim eles estudaram a imagem que eles fizeram no vidro.

"Nosso segundo Natal junto," ele disse. "Ns armazenamos algumas coisas na caixa de memria Mavis e Leonardo deram a ns no ano passado."

"Sim." Ela sorriu nele, e teve que admitir o dois deles pareceram bonitos maldio maravilhosa. "Ns temos. Talvez coisas ficaro quieto este ano, ento ns podemos fazer mais em vez de corrermos ao redor depois de uma Santa desordenada."

"Ns podemos esperar." O vnculo do quarto buzinado duas vezes. "Nossos primeiros convidados esto chegando. Sapatos?"

"Sim, sim." Ela curvou at arrastar em um, estreitados seus olhos no claro na correia. "Oh, meu Jesus, no diga a mim estes so fricking diamantes em meus sapatos."

"Certo, eu no direi a voc. Apresse em cima, l, Tenente. Os anfitries no podem estar elegantemente atrasados."

Diamonds em seus sapatos. Ele era um homem louco.
*  *  *

O homem louco lanou um inferno de uma festaque ela teve que dar a ele crdito. Dentro da hora, o salo de baile estava lotado com as pessoas. Luzes faiscado tike vinho, e a msica fluda por. As mesas eram carregadas com um bom negcio mais que trufas de porco. Imagine canaps, cabeas, musse, delicadezas brilhantes de em torno do mundo, e alm disto.

O waitstaff era todo pedao to elegante quanto o champanha eles serviram em bandejas de prata. Ela no aborreceu contar o poinsettias, mas a rvore pareceu boa para ela. De fato, pareceu surpreendente, como fez o ansiar que gotejou mais luz, mais cor. A floresta ela viu aquela tarde se tornou uma terra maravilhosa.

Sim, o sujeito lanou um inferno de uma festa.

"Isto  muito totalmente juiced!" Mavis Freestone apressou em cima, levando com sua barriga muito grvida. Em sua velocidade ela deu com Vspera na frente de Vspera poder evitar contato. "Ningum lana um salpico como voc sujeitos."

Seu cabelo era prata hoje  noite, em muitas camadas longas, felpudas. Ela vestiu Vspera vermelha, to aquecida perguntou-se que a bola de sua barriga no estourou livre. Em concesso para sua condio, suas botas de prata tido pequena, se agachem saltos de sapatos formados como rvores do Natal.

Suas sobrancelhas eram uma curva de estrelas prateadas. A vspera no quis perguntar como ela administrou aquele.

"Voc parece absolutamente radiante." Roarke tomou sua mo, ento sorrido no gigante de um homem em prata e vermelha 
Em seu lado. "Voc dois, de fato."

"Ns estamos vindo para a contagem." Leonardo esfregou seu grande dar Mavis volta.

"Quase em que eles consideram cheios-termo. Um, o que  isto? Eu posso ter algum disto?" Ela pegou trs canaps fora de uma bandeja de transcurso, estalou eles gostarem de doce. "Ento quando, sabe, ns estamos l, ns vamos fazer sexo dia e noite. Os orgasmos podem chutar voc em trabalho. Meu ursinho pode certamente fazer orgasmo."

Largo do Leonardo, cobre-hued rosto foi vermelho ao longo das mas do rosto.

"Ento, voc  fixado para as classes, certo?"

A vspera no acabava de no poder conversar sobre isto, no podia pensar sobre as classes de treinamento ela e Roarke eram marcados para tomar. "Eh, existe Peabody. Eu penso que ela pegou uma trufa."

"Trufa? Chocolate? Onde? Mais tarde."

"Existe minha menina inteligente," Roarke murmurou. "Salvando ns iscando seu melhor amigo com comida. O Miras acabou de chegar," ele adicionou.

Antes de Vspera poder comentar, ele estava a guiando em direo a eles.

Iria ser desajeitado, ela soube. Tinha sido desajeitado entre ela e Mira desde a duas de 
Eles bateram cabeas e sensibilidades acima do caso de Icove.

Eles dois trabalhariam manter isto lisos, mas existiam ainda ondula. E Vspera podia sentir eles agora como 
Mira glanced acima de e manchada ela.

"Ns ramos levantados." Mira beijou bochecha do Roarke, sorrida em Vspera.

"No literalmente, eu espero," Roarke disse como ele agitou mo do Dennis.

"Extraviada minha gravata." Dennis bateu levemente isto. Estava Natal vermelho com um padro de rvores do Natal verdes pequenas atropelando isto.

"Realmente, eu escondi isto." Mira inclinou um olhar para seu marido. "E era descoberto."

"Eu gosto disto." Algo sobre Dennis Mira com seus olhos sonhadores e mussy cabelo foram diretamente para da Vspera 
Lugar suave. "Festivo."

"E olhe para voc." Dennis tomou suas mos, puxou de volta, meneadas suas sobrancelhas fechadas. "Fascinador."

"Sua idia." Vspera tipped sua cabea em direo a Roarke. "Eu sou ditching os sapatos primeira chance."

"Voc parece maravilhoso, voc dois. E tudo parece surpreendente." Mira, adorvel como sempre em meia-noite azul, glanced em torno do salo de baile. Ela fez algo com seu cabelo, Vspera notada. Pequenas sparkly coisas refletidas contra a zibelina rica varrem.

"Vamos conseguir voc um bebida." At como ele falou, um garom magicamente apareceu em cotovelo do Roarke. Ele ergueu um vidro de champanha dele para Mira. "Champanha, Dennis? Ou eu posso oferecer a voc algo mais forte?"

"Mais forte? No diria no."

"Venha comigo. Eu tenho algo um pouco especial. Senhoras."

Isso era de propsito, Pensamento de vspera, e seu pescoo tensed. A conversa ftil era ruim o suficiente, e ela s teve 
Uma proviso limitada. Mas no departamento de conversa ftil cansada, ela era tudo menos vazio.

Ela retirou-se no clich. "Ento, eu acho que voc esteja todos pronto para os feriados."

"Quase. Voc?"

"Eu no sei. Eu penso. Escute, a da comida"

"Realmente, eu tenho algo para voc. Eu no trouxe isto porque eu esperei que voc poderia ser capaz de achar um pouco de tempo, venha pela casa amanh. Para caf."

"I..."

"Eu muito quero ser amigos novamente." Olhos da Mira, uma quieta azul, foram nublados. "Eu falto voc. Eu falto voc muito."

"No faa. Ns somos amigos." Ou algo mais complicado, Pensamento de vspera, isso era tangled em amizade. "Eu tenho algo que eu tenho que fazer amanh, mas depois de ... eu pensar que eu poderia querer conversar sobre isto. Eu penso que eu poderia precisar conversar sobre isto. Depois."

"Algo srio." Mira tocou uma mo para brao da Vspera, e a tenso era ido. "Eu estarei em casa o dia todo."



6



A PRXIMA MANH, ELA SE SENTIU MELHOR QUE ela antecipou. Seus ps machucam um pouco porque ela nunca acharia o momento certo para livrar-se dos sapatos. Mas considerando que ela no bateu o colcho at quase quatro da manh, ela estava fazendo certa.

Ela no podia dizer que era porque ela teve uns raros dois dias fora em uma fila. Preparando para uma festa, dando uma festa, recuperando de uma festa no era tempo fora em seu livro. Mas ele manteve a tarefa que ela teve hoje fora de 
Sua mente.

Em todo caso, ela se sentiu melhor em roupas normais e um bom par de botas.

Ela achou Roarke em seu escritrio, seus ps escorados em sua escrivaninha como ele conversou em um headset. "Isso far 
Muito bem." Ele levantou um dedo, sinalizando sua que ele era quase feito. "Eu esperarei que voc ento. Sim. Sim, 
Eu estou certo que eu irei. Obrigado."

Ele tomou fora do headset, sorrida nela. "Bem, voc parece descansado."

" quase onze."

"Ento . Eu imagino um pouco de nossos convidados esto ainda na camaum sinal de uma festa bem sucedida."

"Despejando Peabody e McNab em uma de suas limusines de forma que Mavis e Leonardo podiam carro eles em seu apartamento provavelmente outro sinal. O que isso era tudo sobre? Voc normalmente no usa um headset  
Sua escrivaninha."

"Um telefonema rpido para Santa."

"Voc no tem goste, ido completamente loucos com os presentes, certo?"

Seu sorriso permaneceu fcil e aprazvel. "Ento, pareceu como se voc e Mira voltassem para normais."

Claro que ele foi louco com presentes, ela pensou. E no existia nenhum ponto lutando isto.

"Sim, ns somos bons. De fato, ela quis que eu parasse por hoje, e eu estava pensando talvez que eu iria." Ela 
Deslizou seus dedos em seus bolsos, deu um pouco encolhem os ombros. "Talvez conversando com ela sobre tudo isso por isto 
Cama. Figurando isto, voc realmente no tem que vir comigo para o hotel. Se eles estiverem ainda no hotel."

"A partir de uma hora atrs, eles eram. E no indicou que eles planejam verificar hoje. Eu estou indo com voc."

" realmente certo se voc"

"Eu estou indo," ele repetiu, e balanou seus ps para o cho, rosa. "Se voc quiser falar com Mira s, 
Eu soltarei voc l posteriormente. Eu qualquer um voltarei para voc eu mesmo e ns podamos ir ter ns mesmos um
Comida boa em algum lugar, ou eu enviarei um carro. Voc est pronto agora?"

Nenhum ponto lutando este qualquer um, ela decidiu. Melhor salvar toda a energia para o cara a cara com Trudy. "Como eu j serei." Ela aumentou, ponha seus braos ao redor ele, e apertado. "No caso de eu conseguir todos trabalhados e urinados fora de e esqueci de obrigado mais tarde."

"Ento notou."
*  *  *

No era um fleabag, Vspera decidiu quando ela estudou a fachada do hotel. Em uma cidade de hotis de cinco diamantes, talvez ganhou um metade quilate. No correu para estacionamento, ento Roarke pagou uma quantia obscena 
Em um lote privado um leste de quarteiro. Entretanto seu passeio era provavelmente no valor de mais que o edifcio to alojado 
O hotel e um pouco de loja de recordao solicitaram Fichas Dez.

No correu para porteiros qualquer um, e o que passou por seu salo de entrada era uma alcova de dobro largo com um contador. Atrs dele e uma tela de segurana era um droid balconista adaptado para se assemelhar a um homem em seu quarenta sofrimento 
De calvcie de padro.

Ele vestiu uma camisa branca cansada, e como chateou uma expresso como um droid podia administrar.

"Fazendo o registro de entrada? Bagagem?"

"No fazendo o registro de entrada. Nenhuma bagagem. Tente isto ao invs." A vspera tirou seu distintivo.

Chateado se tornou sofrimento longo. "Existia uma reclamao? Ningum arquivou uma reclamao por mim. Todas as nossas licenas esto em ordem."

"Eu preciso falar com um de seus convidados. Lombard, Trudy."

"Oh." Ele rodou para seu registro comp. "Sra. Lombard tem um no perturbar em seu quarto. Ela no tomou isto fora de ainda hoje."

A vspera manteve seus olhos em seu, bateu um dedo em seu distintivo.

"Sim, bem... Ela est em quatro e quinze. Voc quer que eu telefone, deixe ela saber que voc estar aqui?"

"Eu penso que ns podemos achar quatro e quinze todo sozinho."

Ela de olhos o elevador nica com alguma desconfiana, mas seus ps estavam ainda um pouco achy de seus chinelos de diamante.

"Sem dinheiro da ativao de voz," a escrivaninha droid gritado. "Voc tem que empurro para seu cho."

Ela andou em, empurrados quatro. "Esta coisa  pega, voc pode nos conseguir fora, certo?"

"No se preocupar." Roarke tomou sua mo. "Olhe para ela o modo que voc olhou para o balconista, e voc ser feito."


"Como eu olharia para o balconista?"

"Como ele no era nada." Ele ergueu seu juntou-se mos, beijadas suas como o elevador gemeu seu modo para cima. O droid no teria registrado os nervos, Roarke pensou, e ele duvidou que Trudy iria. Mas
Eles estavam l, debaixo da superfcie. "Se voc estiver em cima para ele depois de da Mira, por que ns no fazemos um pouco compras?"

"Voc perdeu sua mente?"

"No, seriamente. Ns passearemos ao redor em Quinto, olhe para as decoraes, vague acima de assistir os patinadores. 
Seja New Yorkers."

Ela comeou a assinalar que nenhum New so Yorker discutiria com Quinto em um fim de semana este perto do Natal, muito menos passeio. Mas de repente, pareceu como apenas da coisa.

"Certo. Por que no?"

O elevador gritou abre em quatro. O corredor era estreito, mas era limpo. Carro permanecido da empregada fora da porta aberta de quatro e doze, e um mulhercurvy, anos vinte loiros, meiosestavam batendo ligeiramente em quatro e quinze.

"Vamos, Mame Tru." A voz da mulher era suave como algodo. Como ela bateu novamente, ela trocou de p at p, nervosamente, em tela simples desliza o mesmo quieto azul como suas calas. "Ns estamos preocupados sobre voc agora. Aparea e abra a porta. Bobby nos tirar para um almoo bom."

Ela glanced acima de com beb de olhos azuis como seu equipamento, e deu Vspera e Roarke um sorriso envergonhado. "Manh. Ou tarde at agora, eu espero."

"Ela no responde?"

A mulher piscada em Vspera. "Um ... No. Minha sogra. Ela no estava se parecendo muito bem ontem. Eu sinto muito, o bater est aborrecendo voc?"

"Eu sou Dallas. Vspera de tenente. Ela provavelmente me mencionou."

"Voc  Vspera!" Ela slapped cruzou mos para seu trax como seu rosto iluminado. "Voc  Vspera. Oh, eu estou to contente 
Voc veio por. Esta vai fazer ela parecer tanta melhor. Eu sou s to feliz para encontrar voc. Eu sou Zana. Zana Lombard, Esposa do Bobby. Oh, nossa, e eu s no sou conserto como eu procurado." Ela escovou nela 
O cabelo que caiu em ondas suaves, brilhantes. "Voc olha s como voc fez na tela. A mame Tru tocou aquela entrevista para mim uns tempos do par. Eu sou s to distrado que eu no reconheci voc. Bondade, ns somos como irms, ns ?"

Ela fez um movimentoum abrao bvio moverque Vspera evadida andando ao lado. "No, ns realmente no somos." Esta Vspera de tempo batido, trs libras boas, forte com o lado de seu punho. "Lombard,  Dallas. Abra."

Zana mordeu seu lbio, tranada a cadeia de prata ela vestiu ao redor seus dedos. "Talvez eu devia conseguir Bobby. 
Ns descemos no fim do corredor. Eu devia conseguir Bobby."

"Por que voc no d este um momento?" Roarke sugeriu, e desenhou suas costas suavemente com uma mo em seu brao. "Eu sou o marido do tenente." 

"Oh, Senhor, oh meu, claro que voc . Eu reconheo voc, eu certamente fao. Eu sou s to confuso. Eu estou comeando a preocupar que errado de algo. Eu conheo Mame Tru foi ver Vsperao tenentemas ela no iria 
Converse conosco sobre isto. Ela era to chateada. Ento ontem." Ela agarrou suas mos juntas, tranados eles. 
"Eu no sei o que estou continuando. Eu odeio quando chateado de todo mundo."

"Ento seria melhor voc tomar um passeio longo," Vspera disse a ela. Ela agitou sua 1 cabea em Roarke, ento sinalizado para 
A empregada que estava espiando ao redor eu; O canto da porta aberta de quatro e doze. "Abra isto," ela ordenou e relampejou seu distintivo.

"Eu no sou realmente suposto para sem permisso da escrivaninha." "Veja isto?" A vspera acenou seu distintivo no ar. "Isto  permisso. Voc eu abro a porta, ou eu quebro na porta. Tome seu escolher."

"Eu pegarei isto, eu pegarei isto." A empregada apressada acima de, cavando seu mestre fora de seu bolso. "s vezes pessoas dormem tarde nos domingos, voc know.  s vezes eles s gostam de dormir em."

Quando ela usou o mestre, Vspera a cutucou de lado. "Esteja de volta."  Ela thumped duas vezes mais na porta. "Entrando."

Ela no estava dormindo. No naquela posio, no espreguiou no cho com sua camisola caminhada at 
Seus quadris e sua cabea que descansa em um charco de sangue gelado.

Estranho no para sentir nada, Vspera percebeu como ela automaticamente puxou seu registrador de seu bolso de casaco. Estranho sentir nada.

Ela consertou isto para sua lapela, comprometida. "Dallas, Vspera de Tenente," ela comeou, ento Zana estava meneando ao redor ela.

"O que  isto? O que  ..."

As palavras se tornaram um gargarejo, e o primeiro grito alto estourou na frente de Vspera poder a empurrar de lado. Pelo segundo, a empregada juntou-se em com um um tanto quanto harmonia histrica.

"Quieto. Feche! Roarke."

"Maravilhosas. Senhoras ..."

Ele pegou Zana antes dela bater o cho. E a empregada correu gosta de uma gazela em direo aos degraus. As portas comearam 
Para abrir aqui e l ao longo do corredor.

"Polcia." Ela girou, seguro seu distintivo em viso clara. "Volte em seus quartos, por favor." Ela beliscou a ponte de seu nariz. "Eu no tenho meu kit de campo."

"Eu tenho um no carro," Roarke disse a ela, e deitou Zana abaixo no tapete de corredor. "Pareceu sbio para armazenar 
Alguns em vrios veculos, como este tipo de coisa acontece completamente muito freqentemente."

"Eu vou precisar de voc para ir pegar isto. Eu sinto muito. S a deixe l." Ela tirou seu Communicator chamar isto.

"O que estar continuando? O que estar acontecendo?"

"Senhor, eu preciso de voc para voltar para seu quarto. Isto ..."

Ela no o teria reconhecido. Por que devia ela? Ele tem sido um blip em sua vida mais de vinte 
Anos antes. Mas ela conheceu a propsito que ele empalideceu quando ele viu a mulher desmaiou por frio no corredor, era Bobby Lombard que apressou fora do quarto no fim do corredor.

Ela aliviou a porta para quatro e quinze fechada, e esperou.

"Zana! Meu Deus, Zana!"

"Ela desfaleceu. Isto  todo. Ela ser boa."

Ele estava em seus joelhos, embreando mo da Zana, batendo levemente isto o modo como pessoas fazem quando eles se sentirem impotentes.

Ele pareceu robusto, mas no modo que um ballplayer faz, ela pensou. Forte e slido. Seu cabelo era a cor 
De palha, encurte e limpa. A gua era enfeitada com contas nisto, e ela podia cheirar sabo de hotel. Ele no terminou de abotoar sua camisa, e o rabo estava fora.

Ela teve outro flash de memria. Ele iria snuck sua comida, ela lembrou. Ela esqueceu isto, como ela o esqueceu. Mas s vezes ele iria snuck um sanduche ou bolachas em seu quarto quando ela estava sendo castigada.

Ele tem sido orgulho e joy da sua me, e caiu fora com um grande negcio.

Eles no tinham sido amigos. No, eles no tinham sido amigos. Mas ele no tinha sido indelicado.

Ento ela abaixou abaixo, deitou uma mo em seu ombro. "Bobby."

"O que? Que ..." Seu rosto era um tipo robusto de praa, e seus olhos eram os azuis de cala jeans to tido 
Enfraquecido de incontvel washings. Ela viu camada de reconhecimento acima de confuso.

"Meu Deus,  Vspera, no ? A mame vai conseguir uma excitao. Zana, vamos, mel. Ns tivemos um lote terrvel para beber ontem  noite. Talvez ela ... Zana, mel?"

"Bobby"

O elevador aberto, e o droid balconista veio para apressando fora. "O que aconteceu? Que "

"Quieta," Vspera estalada. "No uma palavra. Bobby, olhe para mim. Sua me est do lado de dentro. Ela est morta."

"O que? No, ela no . Deus, todo-poderoso, ela est s sentindo fora de. Desculpe por ela mesma, principalmente. Amuando l desde a sexta-feira  noite."

"Bobby, morta da sua me. Eu preciso de voc para tomar sua esposa e voltar para seu quarto at que eu venha para conversar 
Para voc."

"No." Sua esposa gemeu, mas ele estava olhando fixamente para Vspera agora, e sua respirao comeou a engatar. "No. No. Eu sei que voc esteja chateado com ela. Eu sei que voc provavelmente no  feliz que ela veio, e eu tentei dizer a ela muito. Mas isto  
Nenhuma razo para dizer algo assim."

"Bobby?" Com sua mo no lado de sua cabea, Zana tentou se sentar em cima. "Bobby. Eu devo ter ... Oh, Deus. 
Oh, meu Deus. Mame Tru! Bobby." Ela Lanou seus braos ao redor ele e entrou repentinamente em soluos selvagens.

"Leve ela de volta, Bobby. Voc sabe o que eu Ento voc sabe que eu vai cuido disto. Eu sinto muito, mas eu preciso de voc para voltar para seu quarto e esperar por mim."

"O que aconteceram?" Lgrimas rodadas em seus olhos. "Ela ficou doente? Eu no entendo. Eu quero ver Mame."

A vspera chegou a seus ps. s vezes no existia nenhum outro modo. "Gire ela ao redor," ela disse com um aceno com a cabea em direo a Zana. "Ela no precisa ver isto novamente."

Quando ele teve, apertando rosto da Zana para seu ombro, Vspera aliviou a porta abrir suficiente para ele ver o que ele precisou para.

"Existe sangue. Existe sangue." Ele sufocou e parou ele mesmo com sua esposa em seus braos. "Voc fez isto? Voc fez aquele para ela?"

"No. Eu acabei de chegar aqui, e agora eu vou fazer meu trabalho e descubro o que aconteceu, e que fiz este para ela. Eu preciso de voc para ir esperar por mim."

"Ns nunca devamos vir aqui. Eu disse a ela." Ele comeou a soluar junto com sua esposa como eles ajudaram um ao outro de volta para seu quarto.

Vspera voltada. "Parea com que ela devia ter escutado."

Ela glanced acima de como o elevador clunked para uma parada no cho. Um dos dois uniformes respondendo parecida familiar suficiente para ter ela movimentar a cabea em reconhecimento.

"Bilkey, certo?"

"Senhor. Howzit indo?"

"No to boa para ela." Ela sobressaiu seu queixo em direo  entrada aberta. "Eu preciso de voc para aguardar. Meu kit de campo est a caminho. Eu estava aqui em pessoal, ento meu ..." Ela odiou dizer "meu marido" quando ela estava ligada 
O trabalho. Mas como outro que voc disse isto? "Meu, ah, marido foi de volta para nosso passeio para isto. Do meu companheiro 
Ser tagged. O filho e nora do Vic descem o corredor em quatro e vinte. Eu quero que eles fiquem l. Voc pode comear o golpe-em-portas quando ..."

Ela diminuiu como o elevador batido para uma parada novamente. "Existe meu kit," ela disse como Roarke saiu. "Comece a bater. Vic Lombard, Trudy, fora do Texas."

Ela tomou o kit de Roarke, abriu isto para uma lata de Selo-Isto. "Voc compensou tempo." Ela cobriu suas mos, suas botas. "Poderia tambm dizer isto assim eu posso dizer que eu disse isto. Voc no tem que ficar para este."

"E ento eu posso dizer que eu disse isto, eu direi que eu esperarei. Voc quer ajuda?" Ele de olhos a lata de Selo-Ele com algum desgosto.

"Melhor no, no l de qualquer maneira. Algum termina ou sobre o cho, voc pode parecer duro e dizer a eles
Para mover junto."

"Uma juventude sonha meu."

Isso conseguiu um wisp de um sorriso fora dela antes dela andar do lado de dentro.

O quarto era normal, que significou era suave. Cores enfadonhas, desbotadas, algumas impresses baratas em armaes mais baratas no tofu-paredes coloridas. Existia um ano-de tamanho kitchenette, que incluiu um auto-AutoChef provido, minifriggie, e uma pia o tamanho de uma noz. Uma tela de entretenimento parcimonioso estava em frente  cama, onde as folhas eram amarrotadas e uma notavelmente expanso feia era empurrada, drapejando suas folhas verdes e flores vermelhas no p.

O tapete era verde, magro, e pocked com alguns buracos de queimadura. Teve soaked em cima algum do sangue.

Existia uma janela nica, cortinas verdes puxadas apertadas, e um banho estreito onde o contador bege pequeno era emperrado com vrios rosto e natas de corpo e loes, medicamentos, produtos de cabelo. Existiam toalhas no cho. A vspera contou um banho, um washcloth, e duas toalhas da mo.

Na cmodaum s-em cima-nvel A-de-afazeres de papelo com um espelho acima deera uma vela de viagem, 
Um possuidor de disco, um par de faux prola brincos, uma unidade de pulso de fantasia, e uma srie de prolas que poderia ter 
Sido o negcio genuno.

Ela estudou, registrou, ento andado para o corpo que deita entre a cama e uma cadeira de enfraquecido vermelho.

O rosto era girado em direo a ela, aqueles olhos filmados acima do modo como morte fez. O sangue gotejou e secou no cabelo e pele do templo, correndo l de onde ela podia ver o golpe fatal atrs da cabea.

Ela vestiu tocaum trio de faixas prateadas em sua mo esquerda, uma pedra azul em uma colocao de prata ornato na 
Certa. A camisola era algodo de boa qualidade, branco como neve onde no estava manchado com sangue. Era caminhado at o topo de suas coxas, e exposto que contundem em ambas as pernas. O lado deixado de seu rosto levou um colosso que enegreceu o olho.

Para o registro, ela tirou seu Identi-acolchoar e verificado.

"Vtima  identificada como Lombard, Trudy. Fmea, Caucasiano. Envelhea cinqenta e oito. Vic era descoberto por investigador primrio, Dallas, Vspera de Tenente, neste local. O corpo mostra contundindo em ambas as coxas 
Como tambm facial contundindo."

E isso era fora de, Pensamento de vspera, mas continuou.

"Porque da morte parece estar um crnio fraturado causado por sopros mltiplos para a parte de trs da cabea. 
No existe nenhuma arma prxima ao corpo." Ela tirou suas medidas. "Tempo da morte  achados para ser um e trinta
Esta manh."

Uma parte de seu unclenched nisto. Ambas ela e Roarke tinham estado em casa, com um par cem pessoas, no momento em questo.

"Exame do ferimento indica seu instrumento cego clssico. No existe nenhuma evidncia de sexual assaltar. Vic est vestindo anis, e existe jewelry em viso clara na cmoda. O roubo  improvvel. No existe nenhuma evidncia de luta. Nenhum ferimento defensivo. O quarto ordenadamente . A cama tem sido dormida," ela murmurou como ela r-examinada a cano da terra dela abaixa pelo corpo. "Ento por que ela est aqui?"

Rosa de vspera, cruzada para a janela, abriu as cortinas. A janela estava meio aberta. "Aberta da janela, fuga de emergncia  facilmente acessvel. Possivelmente o perpetrator entrou por esta rota."

Ela girou ao redor novamente, estudou novamente. "Mas ela no estava correndo em direo  porta. Algum rasteja em sua janela, e voc tem tempo para sair da cama, voc correpara a porta, talvez o banheiro. Mas ela no fez. Ela estava enfrentando a janela quando ela caiu. Talvez ele teve uma arma, despertou ela, ordenada ela 
Fora da cama. Procurando por uma pontuao rpida. Mas ele no toma isto unidade de pulso muito bom? Ele beijocas sua ao redor uma atividade ningum ouve, ou pelo menos relatriosento a bate acima da cabea e parte?  
Assim. Nada assim."

Ela agitou sua cabea como ela r-Trudy examinado. "As contuses no rosto e corpo so mais velhos que uma e trinta esta manh. Horas mais velhas. MIM verificarei. O que voc era em Trudy? O que voc era at?"

Ela ouviu voz do Peabody, apenas do ritmo dele fora no corredor, ento o amortizado fazendo de airskids. "Peabody, Detetive Delia, agora em diante-cena. Em registre, Peabody?"

"Sim, senhor."

"Verifique o armrio, e veja se voc pode achar seu vnculo de bolso. Eu quererei o vnculo de quarto jogado de novo."

"Nisto." Ela andou para o corpo primeiro. "Coshed, atrs da cabea. Cega. Clssica." Ela olha veio 
Em cima, da Vspera encontrada. "Tempo da morte?"

"Logo aps uma e trinta esta manh."

E Vspera viu o flash de alvio. "Sexual assalte?" Peabody perguntou como ela girou para o armrio.

"Nenhum evidncia thereof."

"Ela roubou?"

" possvel seu assassino era atrs de algo especfico, tido nenhum interesse em um pouco de jewelry e uma unidade de pulso de qualidade."

"Ou capitais," Peabody adicionou, levantando uma bolsa grande. "A carteira est aqui. Par de cartes de crdito, 
Um dbito, e um pouco de dinheiro. Nenhum vnculo pessoal ou PPC. Um par de boas-bolsas de compras de tamanhas no armrio aqui."

"Continue olhando."

Vspera movida no banho. Os varredores examinariam cuidadosamente o quarto, polegada por polegada. Mas ela podia ver bastante 
Um pouco sem sua marca particular de magia.

Ela teve, infelizmente, um conhecimento de trabalho slido de cabelo gunk e rosto defeca e corpo slathering material. A temida e Trina temida pareceu achar um caminho para a torturar com todas toda poucas semanas.

Trudy, pareceu, no restringiu na quantidade de produtos ou qualidade. Ela teve, por estimao da Vspera, um par principal em vaidade lotada sobre o contador de banheiro.

As toalhas estavam ainda umedecer, Vspera notada. De fato, o nico washcloth era encharcado. Ela glanced em direo a 
A tina. Ela apostou os varredores achariam rastros de produtos de banho na tina, produtos de rosto em um de 
As toalhas.

Ento onde estava a toalha de banho perdido e washcloth? Devia ser dois de cada.

Ela tomou um banho. A vspera recordou como Trudy apreciou o que ela chamou suas embebies longas. Se voc a perturbasse durante aquela hora, seria melhor voc podar fora de um apndice. Caso contrrio, voc acabar bloqueado em um quarto escuro.

Tomou uma batida algum dia ontem, ou desde sexta-feira  noite, Pensamento de vspera. Feche se, embebies e plulas longas. Trudy gostou de plulas, tambm, Vspera lembrada.

Tome a extremidade fora de meus nervos.

Por que ela no teve Bobby ou Zana tendendo a a? Sendo tendido a ter sido outro dos favoritos do Trudy.

Menos voc pode ser me trazer um bebida frio-

Voc vai me comer fora da casa e casa, eu espero que voc podia ir buscar me buscar uma xcara de caf e um 
Pedao daquele bolo.

Voc est a coisa de maldio mais preguiosa em duas pernas. Consiga sua mudana de alvo fraco e limpe ao redor aqui.

A vspera estourou uma respirao, povoou se. Se Trudy sofreu em silncio, existia uma razo para isto.

"Dallas?"

"Sim."

"Nenhum vnculo." Peabody permaneceu na porta de banheiro. "Mais dinheiro em uma segurana lota. Mais jewelry em bolsas dobradas em suas roupas. Par de transmisses, dentro e fora, entre ela e ou seu filho ou sua nora. Em-hotel trans. Garrafa de bloqueadores na mesa da noite pela cama."

"Sim, eu vi isto. Vamos verificar a cozinha, veja se ns podemos determinar a ltima vez que ela conseguiu comida."

"Ninguma fraturas em, matanas algum, para um 'vnculo."

"Dependa o que est passando o 'vnculo, no faa isto?" Vspera movida para o Chefe de cozinha de Auto, retomada de golpe.

"Sopa de galinha, logo aps oito ontem  noite. Manta chinesa por volta de meia-noite. Muito caf de tempo em tempo at sete da tarde" Ela abriu o frig-gie. "Vinho, bom materialsobre um vidro e um metade partiu na garrafa. Leite, sucoambos abertose um quarto, metade ido, de chocolate congelado produto de sobremesa de no leiteria."

Ela glanced na pia e contador. "Ainda no existe uma tigela, vidro, colher no lavada."

"Ela era limpa?"

"Ela estava preguiosa, mas talvez ela estava chateada suficiente limpar depois dela mesma."

Ela ouviu Cena de Crime chega, tomou outro minuto. "Bloqueada da porta da do lado de dentro." Duas clique, ela pensou, quando a empregada usou seu mestre. "Assassino sado da janela. Possivelmente entrou por mesmo. As colmias de turista gostam de este aqui no ir para isolamento acstico. Faa que voc pergunta-se por que ela no gritou o lugar."

Ela saiu, no viu s os varredores, mas Morris, o Examinador de Chefe Mdico.

Ela lembrou de que ele vestiu um terno para a festa, uma espcie de muted azul revestido com um brilho de lnguido. Seu cabelo longo, escuro tinha estado intricadamente trancado e ele bateu de volta alguns. Suficiente que ele levantou no palco com a faixa  um ponto e lamentou longe no sax.

Seus talentos, ela descobriu, no era limitada a decifrar os mortos.

Agora ele estava em calas casuais e uma camisa de moletom, e seu cabelo era scooped de volta em um rabo longo, brilhante. Seus olhos, inclinados e esquisitamente sensuais, corredor abaixo lido rapidamente e a acharam.

"Voc j considerou, s para o inferno disto, tomando um domingo fora de?"

"Pensou que eu era." Ela o desenhou de lado. "Eu sinto muito chamar voc, especialmente desde que eu sei que voc era 
Em cima tarde."

"Muito. De fato, eu s chegaria em casa quando voc tagged me. Eu estive na cama," ele adicionou com seu sorriso lento. "S no meu prprio."

"Oh. Bem. Aqui seja a coisa. Eu a soube."

"Eu sinto muito." Ele sobered. "Dallas, eu muito sinto muito."

"Eu disse que eu a soube, no que eu gostei dela. De fato, seja o oposto. Eu preciso de voc para verificar tempo da morte. Eu quero estar certo suas partidas de medida meu. E eu quero conhecer, como feche como voc pode pegar isto, quando ela obteve os outros danos que voc vai achar."

"Claro. Posso eu perguntar"

"Tenente, desculpe interromper." Bilkey andou ao lado dela. "O filho do Vic est conseguindo antsy."

"Diga a ele que eu estarei l em cinco."

"Nenhum problema. Nada no investigar at agora. S para sua informao, dois quartos este cho teve sadas esta manh. Conseguiu voc os dados nisto. O quarto prximo  cena era um nenhum-show. Contactou a escrivaninha ontem  noite mais ou menos dezoito cem para cancelar. Conseguiu o nome no caso de que voc precisa disto. Voc quer que eu devia chegar os discos de segurana de salo de entrada?"

"Faa isto. Bom trabalho, Bilkey."

"Todo em de dia."

Ela voltou para Morris. "Eu no quero entrar nisto aqui e agora. S queira enfatizar sua confirmao de meu tempo da morte. Eu tenho prximo de corredor abaixo de famlia, e eu tenho que lidar com eles. Eu preencherei voc em saliente de qualquer uma vez que voc arquivou seu relatrio. Eu apreciaria se voc lidaria com todo pessoalmente."

"Ento eu irei."

Com um aceno com a cabea, ela sinalizou para Peabody. "Este est destinado a ser sujo," ela comeou como eles comearam corredor abaixo.

"Voc quer separar eles?"

"No. No ainda, de qualquer maneira. Vamos ver como vai."

Ela se braceou, e batido na porta.



7



ESTRANHO, PENSAMENTO de VSPERA, O QUO PEQUENA ELA o lembrou. Ele era, essencialmente, a primeira criana prxima sua prpria idade ela j conheceria.

Eles viveram na mesma casa por meses, e ele tinha sido uma srie de primeira para ela. A primeira vez que ela j viveria em uma casa, ou ficou em uma noite de lugar aps a noite com uma cama de sua prpria. A primeira vez que ela tem estado ao redor outra criana.

A primeira vez que ela no tinha sido batida ou estuprada.

Mas ela podia s o ver vagamente o modo que ele tem sidoo plido que cabelo loiro encurta acima de um rosto largo, quase bochechudo.

Ele tem sido tmido, e ela foi apavorada. Ela sups no era aquele estranho que eles no hipotecaram.

Agora, aqui eles eram, em um quarto de hotel suave com pesar e morte fouling o ar.

"Eu sinto muito, Bobby. Eu muito sinto muito sobre que sou acontecido."

"Eu no sei o que aconteceu." Seus olhos eram saqueados, e ele agarrou para a mo da Zana como eles se sentaram junto no lado da cama. "Ningum dir a ns qualquer coisa. Minha me . . . minha me."

"Voc sabe por que ela veio para Nova Iorque?"

"Claro." Quando Zana fez um pouco choramingando som, Bobby tomou sua mo de sua assim ele podia embrulhar seu brao apertado ao redor seus ombros. "Ela quis ver voc. E ns no tivemos umas frias em um instante. Ela estava excitada sobre vir para Nova Iorque. Ns nunca temos sido. E vendo voc, e compras 
Pelo Natal. Oh, Deus." Ele soltou sua cabea sobre ombro da sua esposa, ento acabou de soltar isto em suas mos. "Como este podia ter acontecido para ela? Quem podia ter feito isto?"

"Voc conhece qualquer um que estava a aborrecendo? Quem a ameaou?"

"No. No. No."

"Bem..." Zana mordeu seu lbio, ento apertou eles apertados juntos.

"Voc pensou sobre algum?" A vspera perguntou a ela.

"Eu, bem, ele s que ela  ser pega aquele feudo que vai com Sra. Dillman da casa ao lado?" Ela se submeteu lgrimas longe. "O neto do Sra. Dillman est ali e fora no quintal o tempo todo com aquele pequeno cachorro ele traz acima de, e eles continuam. A mame Tru e Sra. Dillman tiveram mais que algumas palavras acima disto. E 
Sra. Dillman disse que ela gostaria de Mame de bofeto Tru tolo."

"Zana." Bobby esfregou e esfregou em seus olhos. "No  disso que Vspera querida dizer."

"No, eu no acho. Eu sinto muito. Eu sinto tanto. Eu estou s tentando ajudar."

"O que voc tem feito em Nova Iorque?" Vspera perguntada. "Que tipo de coisas?"

Zana olhou para Bobby, esperando obviamente que ele tomar a iniciativa, mas ele acabou de manter sua cabea em suas mos. "Um, bem, ns entramos. Era quarta-feira, e ns caminhamos ao redor, fez compras um pouco, e ns fomos 
Veja o show na Cidade de Rdio. Bobby conseguiu ingressos de um direito de homem fora na rua. Eles eram muito caros."

Os ingressos de Scalped geralmente eram, Pensamento de vspera.

"Era maravilhoso. Eu nunca vi qualquer coisa como isto. A mame Tru disse que ns no tivemos cadeiras muito boas, mas 
Eu pensei que eles eram multa justa. E ns fomos e tivemos um jantar italiano. Era muito bom. Ns 
Voltou para tipo de cedo, porque ele tem sido um dia longo com todo o ambulante."

Ela comeou a esfregar uma mo de cima abaixo que Bobby volta como ela falou. A faixa de ouro de seu anel de casamento refletido estupidamente na luz pobre. "Prxima manh, ns tivemos caf da manh em um caf, e Mame Tru disse como ela iria ver voc, e ela quis ir sozinha esta primeira vez. Ento Bobby e eu fomos para o Estado de Imprio Construindo, 'porque Mame Tru disse que ela no quis permanecer naquelas linhas de qualquer maneira, e"

"Voc tem feito a coisa de turista," Vspera interrompida, antes dela conseguir mais jogo-por-tocou. "Voc viu qualquer um que voc soube?"

"No. Voc quase pensaria que voc iria, porque no sente como pode existir algum omitir no resto do mundo com todas estas pessoas."

"Quanto tempo ela se foi, fora sozinha?"

"Aquele dia? Urna." Zana voltou para seu lbio, dobrando sua fronte  medida que ela pensou. "Eu acho que eu no saiba com certeza, porque Bobby e mim no voltamos at quase quatro, e ela estava aqui j. Ela estava um pouco chateada."

Zana glanced em Bobby novamente, levou uma de suas mos e apertou isto. "Eu acho que coisas no foram tambm com voc  medida que ela esperou, e ela estava um pouco chateada e irritada que ns no estvamos aqui quando ela voltou."

"Ela estava cuspindo louca." Bobby finalmente ergueu sua cabea. "Est tudo bem para dizer isso, Zana. Ela estava pulando porque voc a escovou fora de, Vspera, e ela sentiu ps em porque ns no estvamos esperando por ela. A mame podia ser difcil."

"S a conseguido machuque, isto  todo," Zana acalmou, escovando ela dar sua coxa. "E voc consertou isto 
Todo em cima, como sempre. Bobby tirou seu direito atrs, comprada ela um par bom real de brincos, e ns fomos 
A distncia toda o centro da cidade para um jantar de fantasia. Ela estava parecendo multa justa depois disto."

"Ela saiu sozinha no dia seguinte," Vspera iniciada, expresso do e Bobby virou perplexo.

"Est certo. Ela veio para ver voc novamente? Eu disse que ela deixasse isto s, pelo menos durante algum tempo. Ela no fez 
V tomar caf da manh conosco, disse que ela iria estar preguiosa, ento saia para um pouco de terapia de varejo. Compras
Sempre feitos seus felizes. Ns ramos reservados para jantar que noite, mas ela disse que ela no sentiu como indo 
Fora. Disse que ela estava se parecendo cansada, e ela teria algo em seu quarto. Ela no soou como se."

"Como ela pareceria?"

"Eu no sei. Ela estava em seu quarto. Quando ela no respondeu o vnculo de quarto, eu solicitei a sua, e ela 
Teve o vdeo bloqueado. Disse que ela estava na tina. Eu no a vi. Eu no vi sua novamente depois da sexta-feira de manh."

"Que tal o sbado?"

"Ela chamou nosso quarto, mais ou menos nove, eu acho. Zana, voc conversou com seu aquele tempo."

"Eu fiz. Ela teve o vdeo bloqueado novamente, agora que eu penso sobre isto. Ela disse que ns devamos continuar com qualquer que ns quisemos fazer. Ela quis ser sozinha. A verdade , eu pensei que ela estava amuando um pouco, e eu tentei a conversar em terminar conosco. Ns iramos levar um dos bondes de cu, e ns tivemos um ingresso j para ela, mas ela disse no. Talvez ela iria caminhada. Ela no estava sentindo aquele bem de qualquer maneira. Eu podia dizer a ela estava chateado que eu no digo, Bobby? 'Irritada da sua mame, eu posso dizer por ela verbaliza.'' Mas ns deixamos ela ser e continuou. E aquela noite... Voc diz isto, Bobby."

"Ela no viria para a porta. Eu estava conseguindo um pouco irritado eu mesmo. Ela disse que ela era boa, mas ainda quis ficar em casa, assista a tela. Ns samos para jantar, apenas dos dois de ns."

"Ns tivemos uma comida maravilhosa, e champanha. E ns ..." Ela deslizou seus olhos em direo a Bobby de um modo que disse Vspera que eles fizeram alguns celebrando quando eles voltaram para seu quarto. "Ns, ah, dormimos um pouco tarde esta manh. Ns tentamos chamar seu quarto, e seu 'vnculo, mas ela no respondeu. Finalmente, quando Bobby estava no chuveiro, eu pensei, 'Bem, eu estou afundando l e batendo 'at que ela me admite. Eu s vou a fazer..."

Ela diminuiu, apertada sua mo para sua boca.

"E tudo aquele tempo. Tudo aquele tempo ..."

"Voc ouviu ou viu qualquer coisa ontem  noite, qualquer coisa incomum?"

Bobby s suspirou. " alto aqui, at com as janelas fecharam. E ns tivemos uma garrafa de champanha. Ns colocamos msica quando ns voltamos, nunca desligou isto. Estava ainda tocando quando ns levantamos esta manh. E ns ... fizemos amor quando ns voltamos ontem  noite, e novamente esta manh."

Sua cor surgiu como ele falou. "O fato , eu era aborrecido com ela, com minha me. Ela empurrou vir aqui, e ela no contactaria voc por 'vnculo antes de ns vir, no importa quanto eu conversei com ela sobre isto. Ento ela comeou a furar em cima em seu quartoamuando, eu figurei, porque voc no estava representando o papel que ela quis que voc tocasse, eu acho. Eu no quis que viagem da Zana deteriorou por causa disto."

"Oh, mel."

"Meu eram, 'Multa, ela quer fazer beicinho l, ela pode ficar em at que ns partamos na segunda-feira. Eu vou fazer a cidade com minha esposa.' Oh inferno. Oh inferno," ele repetiu e embrulhou seu brao ao redor Zana. "Eu no conheo por que algum a machucou assim. Eu no entendo isto. Fez eles . . . ser ela"

A vspera soube o tom, conheceu o olhar no olho do sobrevivente. "Ela no era estuprada. Ela teve qualquer coisa do valor com ela?"

"Ela no trouxe muito de seu bom jewelry." Zana cheirou. "Disse que isto estava pedindo dificuldade, entretanto ela amou vestir isto."

"Eu vejo que voc tem sua janela fechada e bloqueada."

Bobby glanced acima de. " ruidoso," ele disse absently. "E l isto  emergncia escapa l fora, ento  melhor para ... Estar aquele como eles entraram? Por sua janela? Eu disse que ela mantivesse aquela janela fechada, mantm isto bloqueado. Eu disse a ela."

"Ns no determinamos isto ainda. Eu vou cuidar disto, Bobby. Eu vou fazer tudo que eu posso. Se voc precisar conversar comigo, qualquer um de vocs, voc pode contactar-me em Central."

"O que ns fazemos agora? O que ns fazemos?"

"Espere, e deixe-me fazer meu trabalho. Eu vou precisar de voc para ficar em Nova Iorque, pelo menos para os prximos dias."

"Sim, certo. I... Eu conseguirei em contato com meu companheiro, diga a eledizer a ele o que aconteceu."

"O que voc faz?"

"Bens imveis. Eu vendo bens imveis. Vspera? Eu devia ir com ela? Eu devia ir com Mame agora?"

Ele era intil para ningum agora, Pensamento de vspera. Ele e seu pesar confundidos s estariam no modo. "Por que voc no d que algum tempo? No existe nada que voc pode fazer. Outras pessoas esto cuidando a de agora. Eu informarei quando existir algo mais."

Ele chegou a seus ps. "Eu podia ter feito algo? Se eu fizesse o gerente abrir a porta ontem  noite, ou esta manh, eu podia ter feito algo?"

E aqui, ela pensou, ela podia fazer aquela coisa, a coisa nica, to acalmada. "No teria importado."

Quando Vspera e Peabody saiu, ela desenhou uma respirao clara. "Tome?"

"Ocorra para um sujeito decente. Shocky agora mesmo. Ento seja ela. Se levante 'at que o outro afunda. Queira-me 
Para correr eles?"

"Sim." A vspera esfregou ela d seu rosto. "Pelo livro." Ela assistiu como o morgue unidade desenrolou a bolsa de corpo. Morris terminou atrs deles.

"Uma e vinte-oito da manh na hora certa da morte," ele disse. "Em-exame da cena indica o sopro fatal era um ferimento de cabea infligida com nosso favorito velhoo objeto cego. Nada no quarto, em meu esquadrinhe, partidas. Os outros completamente danos so mais velhos. Vinte e quatro horas ou mais. Eu conseguirei voc mais exato uma vez que eu a tenho em minha casa." Seu nvel de olhos ficado em sua. " disso que voc quis ouvir?"

"Sim, ."

"Eu informarei o que eu sei quando eu souber isto."

"Obrigado." Vspera caminhada atrs na cena de crime, sinalizados um dos varredores. "Eu estou olhando, 
Particularmente, para um bolso ou vnculo da mo, seu dispositivo de comunicao pessoal."

"No tem um ainda."

"Deixe-me saber quando e se." Ela moveu diretamente para a janela, glanced atrs em Peabody. "Ns afundaremos deste modo."

"Oh, homem."

Vspera ducked por e fora a janela, solta ligeiramente no estreita evac plataforma. Ela odiou alturas, freaking odiou eles, e tiveram que esperar um momento para seu estmago parar rodante. Para dar seu tempo de sistema para ajustar, ela se concentrou na plataforma propriamente.

"Sangue conseguido." Ela hunkered abaixo. "Boa pequena baba de uma trilha. Acima da plataforma." Ela bate o lanar, assistiu os passos sobressarem fora. "E abaixo."

"Rota lgica de longe," Peabody comentou. "Os varredores conseguiro amostras, e ns saberemos se for 
O do vic."

"Sim." Vspera endireitada, estudou o acesso a outros quartos no cho.

Enganadora, ela decidiu, com os buracos, mas no impossveis se voc fosse atltico ou ballsy suficiente. Um salto forte bom faria isto, que ela teria preferido acima do andar nas pontas dos ps rota ao longo do cuspe fraco de borda. Que significou o assassino podia ter vindo de dentro de ou fora do hotel.

Mas lgica disse dentro e fora a rota de emergncia. Abaixo e longe, para fosso a arma quase algum 
Condene onde.

Ela olhou abaixo, respirados por seus dentes como sua cabea foi luz. Pessoas rastejadas ao longo da calada abaixo. Quatro chos, ela pensou. Ela provavelmente no puxaria um Tubbs se ela casse, e mate um pouco de pedestre de inocente.

Ento ela abaixou, examinando um splat de esterco de pombo. Ela armou sua cabea em cima como Peabody saiu ao lado dela. "Veja este rato voador cagar."

"Que padro adorvel, abstrato ainda compellingly urbano."

"Olhares smeared para mim, como algum pegou o lado dele com um sapato." Ela cutucou ela voltar na janela. "Yo! Conseguido algum sangue e um pouco de pombo defecam fora aqui. Eu quero que desprezou em cima e ensacado."

"Ns conseguimos toda a classe trabalhar," um dos varredores comentados.

"Marque isto, Peabody," Vspera ordenada, ento comeou zig abaixo-zagging degraus. "Eu quero o recyclers de hotel, e qualquer recyclers em um raio de quatro quarteires, procurou. Ns levamos alguma sorte l, sendo domingo."

"Diga aquele para o time pawing pelo lixo."

"Emergncia evac faz basicamente todo quarto este lado do edifcio acessvel para o outro. Ns somos 
A ida querer tomar um olhar para a cpia do disco de inscrio."

"Nenhum excntricos de segurana nos corredores, escadas," Peabody adicionou. "Se ele for um dentro de trabalho, por que no s saia a porta quando voc estava acabado?"

"Sim, por que no? Talvez voc no sabe que no existem quaisquer excntricos." Suas botas tinidas em metal  medida que ela afundou, e seu estmago comeou a estabilizar-se. "Talvez voc  realmente cuidadoso e no quer chance sendo vista por Sr. e Sra. Turista, que pode estar passeando em de uma noite na cidade."

Na ltima plataforma, ela bate o segundo lanar, e a escada pequeno rattled fora. Afiance agora, ela balanou fora, usou os degraus, ento solta para a calada.

Peabody trepou abaixo depois dela.

"Par de coisas," Vspera comeou como eles rodearam ao redor para a frente do edifcio. "Lombard foi para escritrio do Roarke na sexta-feira para tentar o agitar abaixo."

"O que? O que?"

"Precisa entrar o relatrio. Precisa estar l fora, em cima frente. Ele a encontrou, inicializada ela fora. Fim de 
Histria, mas ele precisa estar em cima frente. Algum dia depois daquelas e vrias horas antes dela ser batido, ela 
Chocou-se com dificuldade.  fcil para ambos os Roarke e eu mesmo para responder por nosso tempo e nosso paradeiro 
Na hora de sua morte, e devia ser da mesma maneira que fcil responder por o perodo entre que ela deixando seu escritrio e TOD."

"Ningum vai estar olhando para qualquer um de vocs."

A vspera parou. "Eu estaria olhando para mim se eu no soubesse que eu era alibied. Eu no seria acima smacking ela  
O rosto."

"Matando ela?"

A vspera agitou sua cabea. "Talvez quem a afinaram em cima no estavam a mesma pessoa que a matou. Talvez ela estava trabalhando com algum, pulando cair em dinheiro fcil por Roarke. Quando ela no tirou isto, ele ou ela a afinou. Est algo para olhar para."

"Certo."

"Aqui seja o negcio." Ela girou para Peabody e deu o que ela considerou uma declarao. "Ns tivemos um houseful de caterers e decoradores e Deus sabe rastejando por toda parte da casa o dia todo sbado. O dia todo. Quando Roarke tiver do lado de fora contratantes nas premissas, ele mantm excntricos, cheios. Voc vai contactar Feeney, pedido que ele levanta aqueles discos, examine o equipamento, e verifica que ns estvamos ambos l, o dia todo."

"Eu cuidarei disto. Eu vou repetir: Ningum vai olhar para voc." Ela levantou uma mo na frente de Vspera poder interromper. "Nem iria voc, Dallas, depois de cinco minutos. Um rosto esmurra, certo. Voc no est acima disto. E ento o que? Mas isso era mais que um soco que deixou seu rosto messed. Mais que um punho, e voc 
Esto acima disto. Ela tenta agitar Roarke abaixo? Cague, ela teve que ser pssaro estpido. Ele a rasparia fora de 
Goste, bem, como voc rasparia rato voador cagar fora de seu sapato.  um nonissue. Confie-me, eu sou um detetive."

"Sido um enquanto desde que voc conseguiu trabalhar aquela em uma conversao."

"Eu cresci amadureo, e seletivo." Como eles dobraram a esquina, Peabody imergiu suas mos em seus bolsos. "Ele vai ter que ser entrevistado, sabe."

"Sim." Ela podia ver ele debruando contra o lado de seu veculo onde teve que vem dee trabalhando em seu PPC. "Eu sei."

Ele examinou, manchada ela. Suas sobrancelhas erguidas, e ele guardou seu PPC. "Fora para um passeio?"

"Voc nunca sabe onde o trabalho de policial vai tomar voc."

"Obviamente. Oi, Peabody. Recuperou esta manh?"

"Apenas. Era um inferno de uma festa."

"D a ns um minuto, no ?" A vspera perguntou a ela.

"Certo. Eu irei conversa para as pessoas, e consigam aqueles discos."

Quando eles estavam s, Vspera deu pneu um pouco bota do seu veculo. "Como este chegou aqui?"

"Um pouco de passe de mgica. Eu assumi que voc quereria seu prprio."

"Sim, voc  certo."

"Eu contactei Mira, deixe ela saber o que estava continuando e que voc seria preso durante algum tempo."

"Mira? Oh, certa, certa." Ela empurrou uma mo por seu cabelo. "Esqueceu. Obrigado. O que eu devo voc?"

"Ns negociaremos."

"Eu preciso perguntar a voc por mais um. Eu preciso de voc para descer, faa uma declarao oficial relativo a sua conversao com a vtima na sexta-feira em seu escritrio."

Algo chiado em seus olhos. "Eu em seu sou lista pequena, Tenente?"

"No puxe isto. No faa." Ela desenhou uma respirao, lentamente. Lanou isto, lentamente. "Outro investigador pega isto, ns somos ambas na lista pequena at que ns passemos sem tocar isto. Ns dois tido motivo para causar sua dor, e algum a causou bastante. Ns estamos fora relativo ao assassinato. No pode matar algum em Midtown quando voc estiver desfazendo-se do chefe de polcia em outra parte de cidade. Ainda, ns dois temos conexes, e a possibilidade para contratar algum para fazer isto."

"E ns somos ambos espertos suficiente para ter contratado algum que no seria isso mesmo bvio e malfeito."

"Talvez, mas s vezes bvio e malfeito  propositado. Adicionado a isto, algum busted em cima seu rosto mais cedo. Ns precisamos cobrir isto, tambm."

"Ento, voc no pensa que eu a assassinei, mas como para a bater em cima"

"Pare isto." Ela picou um dedo em seu trax. "Batendo-me com esta atitude no est ajudando."

"Qual a atitude voc preferiria que eu bata voc com? Eu tenho vrios disponvel."

"Goddamn isto, Roarke."

"Certo, certo." Ele acenou demisso de um entregar. "S me urina fora de, tendo minha esposa me entrevista acima de assalta."

"Bem, alegre-se, eu no serei. Peabody lidar com isto."

"Isso no ser delicioso?" Ele tomou seus braos, girados suas assim eles eram dedo do p-para-dedo do p e olho-para-olho. "Eu quero que voc diga a euque eu quero que voc olhe para e dizer a mim, agora mesmo, se voc acreditar em que eu ponha mos nela."

"No." No existia nenhuma vacilao. "No  seu estilo, e se voc perdesse isto suficiente para saltar fora de carter, voc teria dito a mim j. O fato ,  meu estilo, e eu estarei pondo sua visita para mim em meu relatrio."

Ele jurou. "A cadela sangrenta  tanto aborrece morto como ela era viva. D-me que olhe. Eu no estarei iluminando uma vela para ela. Voc iria, em seu modo. Porque para melhor ou pior, ela  seu agora, e voc a suportar porque voc no pode fazer caso contrrio."

Ele continuou a segurar seus braos, e agora hastearam suas mos ligeiramente. "Eu virei com voc agora, 
E tenha isto feito."

"Caminho de Crappy gastar um domingo."

"No seria o primeiro," ele disse e abriu a porta de carro.

*  *  *

Em Central, Peabody instalar em um dos quartos de entrevista. Seus movimentos estavam um pouco aos arrancos, e seus olhos ficados abaixo.

"Relaxe," Roarke aconselhou. "Eu acredito em que  tradicional para o sujeito a estar nervoso em lugar do investigador."

" desajeitado.  s uma formalidade." Peabody olhou em cima. "Chupa.  um sucky formalidade."

"Espero que, ser rpido e indolor para ns dois."

"Voc pronto?"

"V em frente."

Ela teve que passar sem tocar sua garganta, mas leia os dados em registro. "Senhor, ns entendemos que voc esteja aqui voluntariamente, 
E ns apreciamos sua cooperao com esta investigao."

"Qualquer que eu posso fazer..." Ele trocou seu olhar para o espelho longo, indicar ele soube que Vspera muito bem estava observando do outro lado. "Para o departamento."

"Voc conhecia Trudy Lombard."

"Para falar a verdade no. Eu tive a ocasio para a encontrar uma vez, quando ela solicitou uma reunio comigo, em meu escritrio, esta ltima sexta-feira."

"Por que voc concordou em a encontrar?"

"Curiosity. Eu estava ciente que minha esposa estava brevemente nela carrega muitos anos atrs."

"Sra. Lombard era Tenente Dallas  nutrir me para um cinco ms e meia perodo em 2036."

"Isso era minha compreenso."

"Era voc ciente que Sra. Lombard fez contato com o tenente em seu escritrio nesta instalao 
Esta ltima quinta-feira?"

"Eu era."

"E como voc descreveria a reao do tenente para aquele contato?"

"Como seus negcios." 

Quando Peabody abriu sua boca, fecha isto novamente, ele encolheu os ombros. "Minha esposa no teve nenhum desejo para renovar a relao. Sua memria daquele tempo era infeliz, e eu acredito em que ela preferiu manter isto no passado."

"Mas voc concordou em se enfrentar com Sra. Lombard, em seu escritrio em cidade Meio."

"Sim, como eu disse, eu era curioso." Seu olhe rasto para o espelho novamente, e, ele estava certo, da Vspera encontrada. 
"Eu perguntei-me o que ela procurada."

"O que ele era ela procurado?"

"Dinheiro, naturalmente. Seu inicial lance era para tocar em minha condolncia, alistar-me para ajudar ela suavizar o tenente. Sua reivindicao era que minha esposa estava enganada nela em direo a ela, e sua memria de 
Aquela poro de sua vida."

Ele pausou, olhado para Peabody, e quase sorriu. "Como o tenente , como voc sabe, raramente confundido 
Em tais assuntos, eu no achei as reivindicaes acreditveis da mulher, e no era simpatizante. Eu sugeri que ela deixe coisas como eles eram."

"Mas ela quis que voc pagasse a ela?"

"Sim. Dois milhes de dlares eram a sugesto. Ela voltaria para o Texas para aquela quantia. Ela era infeliz quando eu a informei que eu no tive nenhuma inteno de pagar a ela qualquer quantia, em qualquer hora."

"Ela ameaou voc em um pouco de modo?"

"Ela no era nenhuma ameaa, para mim ou meu. Ela era um irritante na pior das hipteses. Uma espcie de sanguessuga, voc podia dizer, que esperou chupar um pouco de sangue fora do que era um tempo difcil na infncia da minha esposa."

"Voc considerou seu pedido para chantagem de dinheiro?"

rea enganadora, Roarke pensou. "Ela pode ter esperado eu veria isto aquele modoque eu no posso dizer. Por eu mesmo, eu considerei isto ridiculous, e nada que eu, ou o tenente, devia concernir ns mesmos."

"No fez voc bravo? Algum entra em seu escritrio, tenta mangueira voc abaixo? Me censurar."

Ele sorriu nela, desejou que ele pudesse dizer a ela que ela estava fazendo um bom trabalho disto. "Para ser franco, Detetive, eu esperei que ela me tentar. Pareceu a razo mais lgica para que ela contactando o tenente afinal estes anos."

Ele se debruou de volta em sua cadeira. "Brava? No. Pelo contrrio, eu consegui alguma satisfao fora da reunio, 
deixando ela conhecer, unmistakably, isso no existiria nenhum pagamento. Agora ou sempre."

"Como voc fez to claro?"

"Dizendo seu s isto. Ns falamos em meu escritrio para talvez dez minutos, e eu mandei a ela a caminho. 
Eu solicitei que meu admin informa Segurana, certificar-se ela deixou o edifcio. Oh, existe um registro 
Dela entrando e saindo o edifcio, e meu escritrio. Medidas de segurana normal. Eu tomei isto em eu mesmo contactar Capito Feeney de EDD, e pergunte que ele pessoalmente recupera aqueles discos de forma que voc tem eles para seus arquivos. Eu pensei que seria melhor."

"Bons." Os olhos do Peabody foram largos. "Isto  bom. Um, fez voc ter contactar com Sra. Lombard depois 
Ela deixou seu escritrio na sexta-feira?"

"Nenhum. O tenente e eu gastamos a noite em casa na sexta-feira, e ela e eu hospedamos uma festa de feriado grande no sbado em nossa casa. Ns estvamos bastante ocupados ao longo do dia com preparaes. Existem 
Tambm discos de segurana para aquele perodo, como ns tivemos numeroso fora de contratantes em nossa casa. O capito Feeney tambm recuperar aqueles. E, claro, sbado  noite ns estvamos no meio de mais de duzentas e cinqenta amigos, conhecidos, e colegas de negcios de aproximadamente oito da tarde at depois de trs em 
A manh. Eu tenho muito prazer em fornecer voc com o convidado lista."

"Ns apreciamos isto. Voc teve algum contato fsico com Trudy Lombard, em qualquer hora?"

Sua voz permanecida neutra, mas ele permitiu s uma sugesto de desgosto para mostrar em seu rosto. "Eu agitei sua mo quando ns nos encontramos. Isso era bastante."

"Voc podia dizer a mim por que voc e o tenente estavam no Hotel do Oeste Lateral esta manh?"

"Ns decidimos seria melhor se o tenente falou com Lombard cara a cara, informar ela que elaminha esposano teve nenhum desejo para contato adicional, e aqueles nenhum de ns com inteno de pagar pelo privilgio de escolha."

Peabody movimentou a cabea. "Obrigado. Novamente, ns apreciamos sua cooperao neste assunto. A entrevista termina."

Ela levantou fora uma respirao, foi comicamente mancou em sua cadeira. "Agradea Deus que est terminado."

Ele alcanou acima de bater levemente sua mo. "Como ns faramos?"

"Ela vamos conhecer, acredite em-me, mas meu tome? Voc era a chegar, articulado, e deu os detalhes. Voc  alibied at seu gonads Oh, desculpe."

"No um problema, eu gosto de saber aquela parte de minha anatomia  protegida." Ele glanced acima de como a porta aberta. "Agora este aqui pode destacar as mangueiras de borracha. Mas eu podia aprender a gostar disto."

"Por que voc no disse a mim que voc contactou Feeney?" Vspera exigida.

"Eu acredito em que eu acabei de fazer."

"Voc podia terno importa. Peabody, vamos comear aquelas corridas, e faam um cheque rpido dos outros convidados 
No hotel. Eu serei um minuto."

"At mais," Peabody disse para Roarke.

"Eu estou indo "

"Seja um enquanto." Roarke terminou orao da Vspera. "Eu posso achar meu caminho para casa."

" bom que voc fez isto. Bom  feito e fora do modo. Ela podia ter empurrado um pouco mais duro, mas ela 
Conseguiu os detalhes, e  disso que contas."

"Certo, ento. Sobre que voc me deve? Eu tenho meu preo."

Ela pursed seu lips em pensado. "Ns provavelmente temos um pouco de mangueiras de borracha no poro em algum lugar."

E ele riu. "Existe minha menina. V por da Mira quando voc for feito."

"Eu no sei quanto tempo"

"No importar. V conversa para Mira, ento volte para casa para mim."

"Onde outro que eu iria?"

"Os presentes? Eles esto na bota de seu carro."

"Isto  tronco no U. S. de A., menino de Mick."

"Certo." Ele agarrou seus braos, arrancada ela adiante, beijada sua boa e dura. "Eu estarei esperando."

Ele iria, ela pensou. Ela teve algum espera para ela, e isso era seu milagre.

*  *  *

Em sua escrivaninha com uma enorme assalta de caf preto, Vspera estudou os dados oficiais em Lombard, Bobby. 
No Robert, ela notou. Ele era dois anos seus sniores, o produto de um legal cohab que dissolveu 
Quando ele tem dois anos. Seu pai, quando ela fez uma cruz-corrida, era listada como Gruber, John, casado desde 2046, e residindo em Toronto.

Bobby ele mesmo se formou de academia de negcios e sido empregada em Bens imveis de Negcio Claros daquele tempo at dezoito meses mais cedo, quando ele entrou em sociedade com um Densil K. Easton formar 
L e E Agentes imobilirios, em Angra de Cobre, Texas. Ele casou Kline, Zana, um ano mais tarde.

Nenhum criminoso.

Zana tinha vinte e oito anos, originalmente de Houston. Nenhuma paternidade listada em seu registro. Ela tem sido, aparentemente, levantada por sua me, que morreu em um acidente veicular quando Zana tinha vinte e quatro anos. 
Ela, tambm, foi para uma academia de negcios, e era listado como um C.P.A. Um, Vspera notada, que foi empregada por L e E Agentes imobilirios quase do incio.

Ento ela moveu para Angra de Cobre, e casou-se com o chefe, Pensamento de vspera.

Nenhum criminoso, nenhum casamento prvio ou cohab.

Oficialmente, eles ocorreram como o que eles pareceram, ela decidiu. Um par das pessoas simples, ordinrias que tiveram um pouco de m sorte de extremo.

Finalmente, ela parou Trudy Lombard.

Ela leu rapidamente acima de que ela j conheceu, e ergueu suas sobrancelhas no registro de emprego.

Ela tem sido uma sade se importa assistente, um recepcionista em uma firma industrial. Ela solicitou condio de me profissional depois do nascimento de seu filho, e trabalhou de meio perodoreportando uma renda s debaixo do limite legal reter aquela condio.

Balconista de varejo, Vspera esquadrinhada. Trs empregadores diferentes. Dados cruncher, dois empregadores. Coordenador domstico? Que diabo era isto? Qualquer era, no durou qualquer um.

Ela tambm viveria em quatro lugares diferentes, todo no Texas, acima de um perodo de seis anos.

No grift, Pensamento de vspera.  disso que o padro disse a ela. Corra o jogo, torce isto seco, parta.

Ela solicitou, testado para, e sido aprovada para nutre educao de filhos. Se aplicou e sido concedida a reteno de cheia pr-condio de me debaixo do nutrir desistnciafaz toda conta de centavo, Pensamento de vspera. rea de Austin, Vspera notada, para um ano cheio, antes dela mover novamente, se aplicou novamente, sido aprovada novamente.

Quatorze meses em Beaumont, ento outro movimento, outra aplicao. Outra aprovao.

"Ps sarnentos? Voc sabe o que, Trudy, voc cadela? Eu no acho. Ento eu vim junto, e olhe aqui, 
Voc parou estacas novamente trs meses depois que eu voltei do lado de dentro. Mais aplicaes, mais aprovaes, 
E voc justo grifted seu modo em torno do grande-asno estado do Texas, tomando o nutrir honorrios, direito at Bobby graduado de academia e sua pr-condio de me estava em cima."

Ela se debruou de volta, considerou.

Sim, podia trabalhar. Era um bom jogo. Voc tem sua licena e aprovao, no estado. Ento voc s movimento de local at local, levante mais crianas, mais honorrios. Servios de criana, agncia ocupada. Sempre debaixo de-staffed, underfunded. Apostem que eles estavam contentes para ter uma mulher experimentada, uma pr-me, dispostos 
Para empreender algumas cargas.

Trudy adaptou-se um lugar depois que sua condio de me profissional decorreu, e ela saiu do nutrir negcios. Mantido perto de seu filho, Vspera meditada. Outro punhado de trabalhos a curto prazo. No muita renda para uma mulher que supostamente gostou de fazer compras, e teve jewelry valioso suficiente, reportedly, para 
Saia de casa quando viajando.

Interessante, Pensamento de vspera. Interessante. E ela apostou uma libra de gros de caf reais que ela no tinha sido 
A nica criana Trudy Lombard teve traumatized.


8


ELA DESEJOU QUE ROARKE NO FIZESSE ELA SENTIR obrigou ir pelo Miras. Ela estava cansada, e existia quieto muito trabalho em seu prato, muito pensar que tempo para pr em.

Agora ela teria que visitar. Se sente ao redor, beba algo, faa conversao. Troque presentes. A ltima sempre feita ela parece estpida, e ela no soube por que. As pessoas pareceram ter esta unstoppable necessidade 
Para dar e receber material que eles podiam facilmente dispor sair e conseguem por eles mesmos de qualquer maneira.

Agora aqui ela era, de p do lado de fora da bonita casa em seu bonito bairro. Existia um holly 
Grinalda na porta. Ela soube holly quando ela viu isto agora, depois de sua experincia com os decoradores. 
Existiam velas nas janelas, bonitas luzes brancas ardendo tranqilo contra a escurido, e por 
Uma daquelas janelas ela podia ver o claro de uma rvore do Natal.

Existiria presentes debaixo disto, provavelmente um considervel arraste como Mira teve netos. Ela tambm aprenderia aquele se um presente no era suficiente dar um cnjuge para o feriado, uma metade dzia no surgiu 
Para snuff para uma criana.

Ela aconteceu saber que Peabody j comprou trsconta eles, trspresentes para beb do Mavis, e a criana no era devido a nascer por mais de um ms.

Que diabo voc comprou para um feto, de qualquer maneira? E por que nenhum outro pensou que era um tanto quanto arrepiado?

Roarke transportou um fretador de carga de maldio de presentes para seus parentes na Irlanda.

E ela estava protelando. S distinguindo-se no frio e escuro, protelando.

Ela trocou os pacotes debaixo de seu brao, tocou o sino.

Era Mira que respondeu momentos mais tarde. Mira nela em-casa veste, suter suave, calas elegantes, ps nus.

"Eu estou to contente que voc veio."

Antes de Vspera poder falar, ela estava sendo desenhada do lado de dentro, em morna, anseie- e ar com aroma de oxicoco. Existia msica tocando, algo quietos e sazonais, e mais velas chamejando.

"Desculpe  to tarde."

"No importa. Entre na sala de estar, deixe-me tomar seu casaco."

"Eu tenho estas coisas. S algumas coisas eu levantei."

"Obrigado. S se sente. Eu vou conseguir para voc algum vinho."

"Eu no quero segurar voc em cima de"

"Por favor. Se sente."

Ela deitou os presentes na mesa de caf ao lado de um grande total de tigela de prata de ansiou cones e bagas vermelhas.

Ela tem sido direito sobre a montanha de presentes, Vspera notada. L tido que ser cem pacotes debaixo da rvore. Quantos que era cada? Ela perguntou-se. Quantos do Miras existiam, de qualquer maneira? Eles 
Era tipo de uma horda. Poderia ser quase vinte deles completamente, ento ...

Ela chegou a seus ps como Dennis Mira passeou em.

"Se sente, se sente, se sente. Charlie disse que voc estava aqui. Acabou de entrar ver voc. Festa maravilhosa ontem  noite."

Ele estava vestindo uma jaqueta. Algo sobre o olhar desprezvel dele com um de seus botes oscilando 
De uma linha solta girou seu corao para mush.

Ele sorriu, e desde que ela continuou a permanecer, caminhada para permanecer ao lado dela e girou aquele sorriso sonhador em direo  rvore. "Charlie no ir para fraude. Todo ano eu digo a ela que ns devamos comprar uma rplica, e todo 
Ano ela diz no. Eu estou sempre contente."

Ele Vspera atordoada drapejando um brao acima de seu ombro, dando isto um apertar. "Nada j parece muito ruim, muito duro ou muito triste quando voc tem uma rvore do Natal na sala de estar. Todos aqueles presentes debaixo disto, tudo aquela antecipao. S um modo de declarao existe sempre ilumina e espera no mundo. E voc  sortudo 
Suficiente para ter um de famlia para o compartilhar."

Sua garganta estalou fechado. Ela achou se fazendo algo que ela nunca teria acreditado, e at 
Como ela fez isto, ela no podia ver se fazendo isto.

Ela se transformou o em, apertado seu rosto para seu ombro, e lamentou.

Ele no pareceu o menos surpreendido, e s stroked e bateu a levemente de volta. "L agora. Isso est certo, amado. Voc teve um dia duro."

Ela engatou em uma respirao, desenhou longe, intimidou. "Eu sinto muito. Jesus, eu sinto muito. Eu no sei o que sou... Eu 
Devia ir."

Mas ele teve sua mo. Porm suave e doce ele apareceu, ele teve um aperto como ferro. "Voc s se senta aqui. Eu tenho um leno. Eu penso." Ele comeou a bater levemente seus bolsos, cavando neles com aqueles vagos e confundiu expresso.

Povoou seu mais que um soother. Ela riu, esfregado seu rosto seco. "Isto  certo. Eu sou bom. Eu sinto muito. 
Eu realmente necessidade para"

"Tenha algum vinho," Mira disse, e cruzou o quarto com uma bandeja.

Como era bvio que ela viu a exploso, Embarao s aumentado da vspera.

"Eu estou um pouco fora de, isto  todo."

"Dificilmente uma maravilha." Mira anotar a bandeja, levantados um dos culos. "Se sente e relaxe. Eu gostaria de abrir meu presente, se isso est certo."

"Oh. Sim. Certo. Um ..." Ela levantou presente do Dennis. "Eu topei com isto, pensou que voc poderia ser capaz de usar isto."

Ele irradiou gosta de uns de dez anos de idade que s achariam um brilhante vermelho airbike debaixo da rvore. E o centelhar no enfraqueceu quando ele tirou o cachecol. "Olhe para isto, Charlie. Isto devia me manter morno quando eu tomar meus passeios." 

"E olha s como voc. E, oh! Olhe para isto." Mira ergueu fora o bule antigo. " magnfico. Violets," ela murmurou, localizando um dedo acima do minsculo pintou flores que enroscado em torno do branco 
Panela de porcelana. "Eu amo violets."

Ela realmente arrulhou acima disto, Vspera percebida, como algumas mulheres tendidas a repetir pequeno, babando bebs.

"Eu figurei que voc  em ch, ento"

"Eu amo isto. Eu absolutamente amo isto." Mira subiu, apressado acima de e beijou Vspera em ambas as bochechas. "Obrigado."

"Nenhum problema."

"Eu penso que eu vou experimentar meu presente agora mesmo, tenho eu mesmo um pouco passeio." Dennis subiu. Ele subjugou, curvada at Vspera, batido seu queixo. "Voc  uma boa menina e uma mulher esperto. Converse com Charlie."

"Eu no quis dizer o imprimir," Vspera disse depois que Dennis deixou o quarto.

"Voc no fez. Dennis  to astuto quanto ele  distrado, e ele soube que ns precisamos um pouco de tempo s. Voc abrir seu presente?" Ela tomou uma caixa da bandeja, segurou isto fora para Vspera.

" bonito." Ela nunca soube a coisa certa para dizer, mas isso pareceu apropriado quando segurando uma caixa embrulhada em prata e ouro e topped por um arco vermelho grande.

Ela no estava certa o que eraalgo redondo, com aberto scrollwork e pequeno reluzindo pedras. Como isto 
Estava em uma cadeia seu primeiro pensamento estava que era um pouco de tipo de colar, entretanto o disco era mais largo que 
Sua palma.

"Relaxe," Mira disse com um risada. "No  jewelry. Ningum podia competir com Roarke naquela rea.  uma espcie de apanhador de sol, algo que voc poderia pendurar na janela. Em seu escritrio, eu pensei."

" bonito," Vspera disse novamente, e parecendo mais ntima, fingiu um padro no scrollwork. "Cltico? Tipo de 
Como o que est passando meu anel de casamento."

"Sim. Entretanto minha filha diz a mim o smbolo em seu anel  para proteo. Este aqui, e as pedras com isto, so para promover paz de mente. Tem sido santificado queeu espero que voc esteja certo com aquelapor minha filha."

"Diga a ela que eu aprecio isto. Obrigado. Eu pendurarei isto em minha janela de escritrio. Talvez ele trabalhar."

"Voc no pega muita de uma fratura, no ?" Roarke preencheu Mira no trabalho da tarde.

"Eu no sei." Ela estudou o disco, recapitulou seu dedo polegar isto. "Eu acho que eu estava lamentando por eu mesmo, antes, quando Dennis puser seu brao ao redor me. De p l com ele, olhando para a rvore, o modo que ele , o modo que os cheiros da casa, e as luzes. Eu pensei, eu acabei de pensar se uma vezuma vez seu tive algum gostar dele ... Uma vez s. Bem, eu no fiz. Isto  todo."

"No, voc no fez, e aquela vergonha fica na cama at tarde o sistema. No em voc."

A vspera ergueu ela olhar, afianou se novamente. "Onde quer que, seja o modo que era. Morto do agora Trudy Lombard, e ela no devia ser. Eu tive que ter meu companheiro entrevistar meu marido. Eu tenho que ser preparado para responder perguntas pessoais, ponha aquelas respostas em registro se eles se aplicarem para a investigao. Eu tenho que lembrar o que era como com ela, porque conhecendo ela ajuda que eu conhea seu assassino. Eu tenho que fazer aquele quando, alguns dias atrs, se voc perguntasse a mim, eu podia apenas lembrar de seu nome. Eu posso fazer isto," Vspera disse, ferozmente agora. "Eu sou bom em empurrar isto, empurrando isto. E eu odeio quando saltos em cima e pontaps mim no rosto. Porque ela no  nada, nada para quem eu sou agora." 

"Claro, ela . Todo mundo que tocou em sua vida teve uma parte em formar isto." A voz da Mira era to suave quanto a msica que flutuado pelo ar, e to implacvel quanto ferro. "Voc superou pessoas gostarem dela. Voc no teve um Dennis Mira, abenoe ele. Voc no teve a simplicidade de casa e famlia. Voc teve obstculos e dor e horrores. E voc superou eles. Isto  seu presente, Vspera, e seu fardo."

"Eu me se quebrei quando eu primeiro a vi em meu escritrio. Eu acabei de desintegrar."

"Ento voc levantou voc mesmo e continuou."

A vspera deixa sua cabea retirar-se. Roarke tinha sido direitonovamente. Ela precisou vir aqui, dizer isto fora alto 
Para algum que ela confiou. "Ela fez-me sentir com medo, doente com medo. Como se s estando l, ela podia
Arraste-me de volta. E no era nem mim ela se importou com. Se eu no fosse enganchado para Roarke, ela no teria dado a mim um segundo pensamento. Por que me aborrea?" Ela fechou seus olhos.

"Porque  duro para no importar, at para algum que voc repugna."

"Eu acho que . Ela no teria vindo aqui. No muito apertar fora de um policial, a menos que aquele policial acontece ser casado com bilhes."

Ela abriu seus olhos agora, deu a Mira um olhar perplexo. "Ele tem bilhes. Voc j pensa sobre isto?"

"No ?"

"s vezes, este tipo de tempo, e eu no posso realmente conseguir uma manivela nisto. Eu at no sei quantos zeros que  porque meu crebro vai penugento. E eu no sei o nmero que vai  frente deles porque 
Uma vez que voc tem todos aqueles zeros que  justo ridiculous de qualquer maneira. Ela tentou o agitar abaixo."

"Sim, ele deu a mim o fundamento. Eu estou certo que ele lidou com isto apropriadamente. Iria voc querer que ele pagasse 
Ela fora de?"

"No." Seus olhos foram quentes. "No um centavo fora do bilhes. Ela costumava dizer a mim que eu no tive uma me 
Ou um pai porque eu era to estpido que eles me lanaram longe porque eu no valia a pena a dificuldade."

Mira ergueu seu vinho, sipped, dar a se uma chance de empurrar de volta sua prpria raiva. "Ela nunca devia
Passou pela blindagem. Voc sabe isto."

"Ela era esperto. Eu olho de volta agora, e eu vejo que ela era esperto, o modo que voc tem que ser para correr trapaceiros longos ou fraudes rpidas com sucesso. Ela tocou o sistema, figurou o ins e exteriores. Eu penso, bem, voc  o doutor de cabea, mas eu penso que ela acreditou em sua prprio bullshit. Voc tem que acreditar a mentira para viver isto, fazer outros
Veja voc o modo que voc precisa ser visto."

"Muito possivelmente," Mira concordou. "Para ter vivido isto por tanto tempo."

"Ela teve que figurar ela mereceu o dinheiro, ganhou isto. Tido que acreditar em que ela trabalhou e sacrificou, e acabado a mim uma casa de sua natureza humanitria, e agora, eh, que tal um pouco algo 
Causa de tempos velhos? Ela era um jogador," Vspera disse, metade para ela mesma. "Ela era um jogador, ento talvez ela tocou 
Muito fundo com algum. Eu no sei."

"Voc podia desaparecer por isto. De fato, voc pode ser pedido para fazer isso."

"Eu no irei. Eu penso que eu tenho to coberto. Eu chamarei em favores se eu tiver para, mas eu vou ver isto.  necessrio."

"Eu concordo. Aquelas surpresas voc?" Mira perguntou quando Vspera olhada fixamente para ela. "Ela fez que voc se sente impotente e desprezvel, estpido e vazio. Voc sabe melhor que isto, mas voc precisa sentir isto, provar isto, e para 
Faa isto que voc precisar tomar uma parte ativa em solucionar isto. Eu direi s aquele para Chefe Whitney."

"Isso tem peso. Obrigado."
*  *  *

Quando ela andou pela porta de sua casa, Summerset estava assomando como um corvo preto no 
Foyer, Galahad Gordo em seus ps. Ela soube pelo cintilar em seus olhos pequenos que ele era inquirido.

"Eu acho eu mesmo surpreso," ele disse em que ela figurou que ele considerou divertido afina. "Voc est fora 
Vrias horas, ainda voc retornaousa que eu digo quase elegantemente vestido, com nada rasgado ou sangrou. 
Um feito notvel."

"Eu acho que eu mesmo surpreendi que aborrecido de ningum bater voc em um pulpy amontoa s no General 
Princpio de sua feira. Mas o jovem de dia ainda, para ns dois."

Ela chicoteou fora de seu casaco, esvaziou isto no newel posta s porque ela podia, e escorado em cima o 
Degraus. A investida rpida e habitual fez ela sentir marginalmente melhor. Era apenas da coisa para tomar rosto devastado do Bobby fora de sua cabea, pelo menos temporariamente.

Ela foi diretamente para seu escritrio. Ela instalar um assassinato embarcar aqui, instale arquivos e criar um 
Secundrio bsico, numa possibilidade remota Whitney vetou ambos ela e Mira. Se ela fosse ordenada para andar de lado, oficialmente, ela com inteno de estar pronta procurar o trabalho sozinha tempo.

Ela se empenhou seu 'vnculo para tocar funda com Morris.

"Eu vou vir por de manh," ela disse a ele. "Eu vou conseguir algumas surpresas?"

"Sopro de cabea fez o trabalho, e era incorrido mais ou menos trinta horas depois dos outros danos. Enquanto aqueles eram relativamente secundrios em comparao,  minha opinio que eles eram causados pela mesma arma."

"Conseguido qualquer coisa nisto?

"Algumas fibras nos ferimentos de cabea. Eu estarei mandando a eles acima de nosso amigo Dickhead no lab. Um saco de pano pesado seria minha suposio preliminar. Voltada positiva da tela de Tox para legal, no balco dor meds. Bloqueadores normais. Ela levou um menos que uma hora na frente da morte, perseguiu isto com um Chablis muito bom."

"Sim, existia uma garrafa daquele em seu quarto, e bloqueadores na mesa da cama."

"Ela teve alguma sopa, principalmente caldo de galinha, e um pouco de talharins de soja mais ou menos oito, e alguma carne suave em 
Uma manta mais ntima para meia-noite. Tratou se para um pouco de sobremesa de chocolate congelado, mais vinho com sua final da ceia. Ela era, em tempo da morte, bem zumbido em vinho e plulas."

"Certo, obrigado. Eu pegarei voc de manh."

"Dallas, voc est interessado no fato que ela  tido vrias esculpindo procedimentos ao longo dos ltimos, eu diria, anos de dzia? Rosto e corpo, dobras e belisces. Nada importante, mas trabalho considervel, e bom trabalho nisto."

"Sempre bom para saber os hbitos dos mortos. Obrigado."

Ela concluiu a transmisso, sentada atrs em sua escrivaninha para estudar o teto.

Ento ela se conseguiu roughed em cima algum dia sexta-feira depois de deixar escritrio do Roarke. No faa, por suas declaraes, diga seu filho ou nora, no reporta mesmo para os citaes. O que ela faz, aparentemente,  buraco em cima com vinho e plulas e comida fcil.

Qualquer um deixar sua janela destrancada, ou abre a porta para seu assassino.

Agora por que ela faria aquele se o assassino j tocou uma melodia em sua a vspera? Onde estava 
Seu medo, sua raiva? Onde era seu instinto de sobrevivncia?

Uma mulher que podia correr um jogo em CPS por mais de uma dcada teve condenou bons instintos de sobrevivncia.

Ainda que voc  com dor, por que iria voc ser zumbido s em um quarto de hotel quando machucado de algum 
Voc, e obviamente pode machucar voc novamente? Especialmente quando voc tiver famlia completamente o corredor.

A menos que seja o que descia o corredor que machuca voc. Possvel, ela pensou. Mas nesse caso, por que fique onde 
Eles podiam muito facilmente chegavam a voc, machuca voc novamente

Ela glanced acima de como Roarke entrou por seu juntando escritrio.

"Voc consegue voc mesmo atacar," ela comeou, "voc no quer o cops envolvido."

"Certamente no."

"Certo, certo, eu consigo isto. Voc no diz seu filho?"

"Eu no tenho se dizer no momento." Ele aliviou um quadril sobre o canto de sua escrivaninha. "Mas orgulho poderia muito bem me prevenir."

"Isto  sujeito pensando. Pense gostar de uma mulher."

"Uma extenso para mim," ele disse com um sorriso. "Que tal voc?"

"Se eu estiver pensando como esta mulher, eu lamento O MAIS RPIDO POSSVEL para qualquer um que escutar. Mas ela no faz, que d 
Mim umas possibilidades."

"Uma, ela no tem que dizer seu filho, porque a pessoa que do seu filho a usou como bolsa de um esmurrar."

"Isto  um," ela concordou. "Um isto no est ajustando to bem em minha memria de sua relao. Se aquela relao azedada desde, por que ela fica onde ele pode chegar a novamente?"

Ele levantou a pequena esttua da deusa, um smbolo de me, ele pensou, de sua escrivaninha. Ele toyed com sobre o qual  toa  medida que ele falou. "Ns dois sabemos que relaes so reas espinhosas.  possvel que ele fez um hbito fora de a bater. Ela estava acostumada a isto, e no considerou dizer ningum, ou saindo de seu modo."

"Existe a nora. Nenhuma marca nela, nenhum sinal tpico de uma relao abusiva l. Um sujeito que bate em Mame est provvel para beijoca a pequena mulher ao redor, tambm. No ajusta muito bem para mim."

"Se voc bater aquela lista abaixo"ele custar a esttua em sua escrivaninha"que leapfrogs acima disto?"

"Ela no quer ningum conhecer. Que no  orgulho, est planejando,  precauo. Ela teve um programa de trabalho, 
Um pessoal." E sim, Pensamento de vspera, ela gostou que muito melhor.

"Mas ele no explica por que ela bebeu muito vinho, tomou bloqueadores, conseguiu se prejudicado."

Ela embaralhou o close-up quieto de rosto do Trudy para o topo de sua pilha. E tomou um duro olhar para isto. "Isso no diz medo para mim. Ela tem medo, ela usa seu filho como uma proteo, ela se fecha em cima apertado, ou ela corre. Ela no fez quaisquer daquelas coisas. Por que ela no tinha medo?"

"Existem algum que aprecia dor."

A vspera agitou sua cabea. "Sim, existe isto. Mas ela gostou de ser tendida a. Corra-me um banho, consiga-me um lanche. Ela usou a tina, e eu consegui relatrio do varredor preliminar que diz a mim existia algum sangue na pia de banheiro, no dreno. Ento ela lavou-se depois que ela foi afinado."

Toalhas perdidas, ela lembrou, e fez outra nota disto.

"E ela gira suas costas para seu assassino. O sopro veio por detrs. Ela no tem medo."

"Algum que ela sabe e erradamenteque ele viradas foraconfianas."

"Voc no confia algum que quebra seu rosto a vspera." Ame eles, talvez. Ela soube que existia uma espcie de amar que correu para aquele. Mas confiana era diferente. "Morris pensa que a mesma arma foi usada, mas eu estou pensando duas mos diferentes nisto, dois tempos diferentes. Voc tem a corrida de sua segurana de edifcio."

"Uma cpia, sim. Feeney tem o original."

"Eu quero ver isto."

Ele tomou um disco de seu bolso. "Pensou que voc poderia."

Ela tampou isto, ordenou a reviso na tela de parede.

"Eu tive os negcios inteiros colocarem aqui," ele disse como Vspera assistiu Trudy entrar em Roarke Midtown construindo. Ela cruzou os acres de mrmore, telas animadas passadas, rios de flores, cintilantes pequenos charcos, e moveram diretamente para a escrivaninha de informaes que lidou com os escritrios.

Aquele terno, ela notou, tinha estado no armrio do quarto de hotel. Nitidamente pendurou. Os sapatos tinham sido dobrados
l, tambm. Ela no tinha vestido aquele equipamento quando ela foi batida.

"Feita sua pesquisa," Vspera meditada. "Nenhum desajeitado ao redor, no procurando conseguir seus portes."

"Ela aperta em informaes, como voc v. 'No, eu no tenho nenhum compromisso, mas ele querer me ver,' e assim por diante. Olhe confiante, olhe amigvel, e como se voc pertence. Ela  muito boa."

"Ela ficou de cima, de qualquer maneira."

"Eles chamaram por, chegou a Caro, que legou pelo pedido para mim. Eu tive eles a fazem espere um momento. 
Eu sou bom tambm. Ela no gosta disto, como voc pode ver a propsito seu rosto aperta em cima, mas ela tem 
Uma cadeira em um do salo de entrada esperando reas. A menos que voc queira assistir ela girar seus dedos polegares pelos prximos 
Pedao de tempo, voc pode mover adiante."

A vspera fez, ento diminuiu a velocidade isto quando uma mulher jovem abordou Trudy.

"Caro, quem sabe as cordas, enviados um dos assistentes at a escoltar em cima em um dos pblicos elevadores. Tome seu redondo, at meu nvel, por reas exteriores, skyway abaixo. Um agradvel 
Caminhada, e quando ela chegar, bem, ela pode espere um momento mais. Eu estou um homem ocupado, no ?"

"Ela  impressionada," Vspera comentada. "Quem no seria? Tudo aquele espao, o vidro, a arte, as pessoas 
Em seu beck e telefonema. Bom trabalho."

"Aqui voc v Caro vindo para a conseguir afinal, caminhar para ela de volta. Ento Caro sai, fecha as portas, 
E ns temos nossa pequena conversa."

A vspera correu o disco adiante, marcou o tempo decorrido s doze minutos na frente de Trudy vir para apressando fora.

E existia medo, Vspera notada, uma sugesto de selvageria nos olhos, um jerkiness para o passeio que era quase 
Um trote.

"Ela era um pouco aborrecida," Roarke disse com um sorriso largo, largo.

A vspera no disse nada, simplesmente assistido como Trudy era escoltado, e depressa fez sua sada do edifcio.

"Inclume, como voc v, e onde ela foi de l, eu no podia dizer."

"Ela no tinha medo de seu assassino." A vspera  olhar encontrou seu. "Mas ela tinha medo de voc."

Ele levantou suas mos, palmas fora. "Nunca deitou uma mo nela."

"Voc no tem que," Vspera respondida. "Mas voc  claro. Voc teve um registro que vai dentro de seu escritrio. Voc teria."

Ele ergueu um ombro. "E seu ponto?"

"Voc no ofereceu aquele para Feeney, para a investigao."

" privado."

Ela tomou uma respirao cuidadosa. "E se vier para um apertar?"


"Ento eu darei isto para voc, e voc pode decidir se for precisado. Eu no disse nada para sua que eu tenho vergonha de, 
Mas  seu isolamento.  nosso, e ns somos sangrentos bem intitulados para isto."

"Se ele tem peso na investigao"

"No faz. Condene isto, Vspera, tome minha palavra e deixe ir. Voc pensa que eu tive seu feito, para causa do Cristo?"

"No. Mas eu sei que voc podia ter. Eu sei uma parte de que voc podia querer isto."

"Voc est errado." Ele braceou suas mos na escrivaninha, debruada adiante at que seus olhos eram nvel. E seu estava frio como gelo rtico. "Se eu quisesse seu feito, eu teria dado eu mesmo o prazer de ver para isto pessoalmente. Isto  que voc casou, e eu nunca fingi caso contrrio.  para com que voc lidar."

Ele endireitou, girou, comeou para a porta.

"Roarke."

Quando ele glanced atrs, ela teve seus dedos apertados para seus olhos. Arrastou em seu corao at como temperamento 
E orgulho queimado em sua garganta.

"Eu sei que eu casei." Ela abaixou suas mos, e seus olhos eram escuros, mas eles eram claros. "E voc  certo, voc teria feito isto voc mesmo. O fato que voc podia e fazia isto, para mimo fato 
Que voc no iria, no fez isto, novamente para mim, bem, s vezes ele  um inferno de um sacudir."

"Eu amo voc, sem juzo. Isto seja um inferno de um sacudir para mim tambm."

"Ela me manteve com medo, o modo que eu penso que um cachorro ter medo da bota que o chuta, novamente e 
Novamente. No  nem um medo humano,  mais primitivo,  mais . . . empinado. Eu no sei como dizer isto."

"Voc tem."

"Ela tocou nisto, ela usou isto, oprimiu-me no medo at existia nada alm de s conseguir por um dia para o prximo. E ela fez isto sem a bota. Ela fez isto torcendo o que era dentro de mim at que era todo existia. At, eu juro que eu teria concludo eu mesmo, s para sair."

"Mas voc correu ao invs. E sado, e fez mais que algum podia esperar."

"Este, tudo isso, faz-me lembrar muito bem o que era como ser nada alm de medo." O fato que sua respirao estremecida fora disse a ela a memria foi muito perto da superfcie. "Eu tenho que ver este, Roarke. Eu tenho que fim que este o modo que eu sou agora. Eu no penso que eu posso se voc for embora de mim."

Ele voltou, tomou sua mo, agarrou isto. "Eu nunca caminho muito longe."

"Ajude-me. Por favor? Voc me ajudar?"

"O que voc precisa?"

"Eu preciso ver a corrida de seu escritrio." Ela apertou sua mo em seu. "No  desconfiar de voc. Eu preciso 
Para entrar em sua cabea. Eu preciso saber o que ela estava pensando, sentindo, quando ela partiu. No pode ter sido muitas horas depois de que ela foi atacado. Onde ela foi, quem ela foi ?Poderia me ajudar figura 
Ele fora."

"Certo ento, mas ele no est entrando no arquivo. Sua palavra naquele primeiro."

"Voc tem isto."

Ele deixou ela para voltar em seu escritrio. Quando ele retornou, ele a deu um disco fresco. "Existe udio tambm."

Com um aceno com a cabea, ela tampou isto. Olhado e escutado.

Ela o soube, o ins e exteriores dele, e ainda, seu rosto, seu tom at mais que suas palavras, feita sua barriga se agita.

Quando a corrida concluda, ela tirou o disco, devolveu isto para ele. " uma maravilha que ela no se urinou 
E arrune sua cadeira e tapete caro."

"Valeria a pena isto."

Rosa de vspera, compassado em torno do quarto. "Ela teve que estar trabalhando com algum. Mas se fosse Bobby . . . 
Nada que eu estou usando ele clica para este.

Leva um certo tipo para esmurrar fora sua prpria me. Eu no gosto dele para isto. Outra pessoa."

"Ela era uma atraente suficiente mulher. Um amante, talvez."

"Lgicos, e amantes so notrios para usar punhos e armas. Ento, ela  assustada, assustada ruim, talvez 
Queira soltar a coisa inteira e voltar para o Texas, e este o urina fora de. Ela teve um trabalho para fazer, 
Uma parte para tocar, e ela no tirou isto. Ele bofetes seus ao redor para lembrar a ela o que est em jogo. Quando ele vier para ver seu mais tarde, ela  whiny, ela  meia bebido. Eu quero ir para casa. Eu no quero estar aqui, 
Eu no quero fazer isto mais. E ele  urinado novamente, e a mata."

"Lgico."


Sim, lgica, ela pensou. Mas agitou sua cabea. "Eu no gosto disto. Ela no desiste to fcil. Mais, enquanto voc assustado ela, ele a machuca. Talvez ela  pega entre o doismedo e dor. Mas ela no est correndo de qualquer um. E por que a mate?" Ela ergueu suas mos. "Espere at que ela seja acalmada-se. Com sua morta, voc no tem nada."

"Ele perdeu controle."

Ela trouxe a cena de assassinato, o corpo, atrs em sua cabea. "Mas ele no fez. Trs sopros. Trs sopros deliberados. Ele perde controle, ele  bebido ou juiced ou plancie justa assassina, ele compassos o cagar fora sua, ele quebra seu rosto. Ele baleias nela, mas ele no faz. Ele s bate a de volta de sua cabea, e a deixa."

Ela rolou seus ombros. "Eu vou instalar uma tbua. Eu tenho que comear a pr esta em ordem."

"Bem ento, vamos fazer uma refeio primeira."


9


ELA COMEU PORQUE ELE a importunaria CASO CONTRRIO.

E o ato mecnico de abastecer o corpo deu seu mais tempo para pensar. Ela teve uma taa de vinho, lactncia ele ao longo da comida. Goles pequenos, como medicina tomada relutantemente.

Ela deixou a tela de parede em, dados que rolam acima de. Mais pedaos dos jogadores ela soube, ou soube de, deste modo 
Longe. Trudy se, e Bobby, Zana, companheiro do e Bobby, Densil K. Easton.

Finanas parecidas slidas, se no espetaculares, ao redor. Easton freqentou a mesma academia que Bobby, graduado com ele. Ele era casado, uma descendncia.

Uma batida de junta para conduta desordenada sua no ano passado em academia. Caso contrrio, nenhum criminoso.

Ainda, um bom candidato se Trudy teve um companheiro, ou um amante. Quem conheceria o ins e exteriores de dados pessoais e profissionais melhores que o companheiro de negcios do filho?

Fcil suficiente para conseguir do Texas at Nova Iorque. Diga a esposa que voc precisa fazer uma viagem rpida em viagem, roda um negcio.

O assassino teve que ser bom com detalhes. Lembrando tomar vnculo do Trudy, trazendo a arma, ou usando algo  mo, ento tomando isto junto com ele.

Temperamento rpido, entretanto, batendo crebros da mulher fora com um par de sopros duros. Mas no ira.

Propsito.

E qual era o propsito?

"Por que voc no conversa isto," Roarke sugeriu, tipped seu vidro em direo a ela. "Poderia ajudar."

"S circulando ao redor isto. Eu preciso ver o corpo novamente, precise conversar com Bobby e sua esposa novamente, cheque 
Fora este companheiro de negcios, Densil Easton, consiga uma linha em se o vic teve quaisquer amantes ou amigos apertados. 
Os varredores no acharam muito. Bastante impresses. Do Vic, do filho, da nora, a da empregada. Um par de 
Outros que verificaram como convidados prvios, atrs casa e alibied no momento em questo. Nenhuma impresso 
Na plataforma de fuga ou escada. Sangue levado l, e um pouco de smeared pombo caga."

"Adorvel."

"Pequeno pedao de sangue no dreno, e eu estou apostando  o do vic."

"Significando o assassino no lavou-se a cena, e qualquer um enxugou qualquer que ele tocou, ou fechado hermeticamente em cima. 
Ento voc diria preparado."

"Talvez preparado, talvez algum quem sabe como ocupar oportunidade." Ela era muda um momento longo. "Eu no sinto."

"No sinta o que?"

"O que eu estou acostumado a sentir. Eles esto preocupados que eu no posso ser objetivo porque eu a soube, mas isto no  o problema. Eu no sinto... Eu acho que  uma conexo. Eu sempre sinto algum tipo de conexo. Eu a soube, 
E eu no sinto nada mesmo. Eu ajudei raspadura dois homens fora da calada alguns dias atrs."

TubbsMax Lawrence em sua Santa adaptae Leo Jacobs, marido e pai.

"Suas mes no teriam reconhecido eles," ela continuou. "Eu no soube eles, mas eu senti... Eu senti piedade e raiva. Voc deveria pr de lado isto. No ajuda as vtimas, a investigao, aquela piedade,
Aquela raiva. Mas ele faz. Se eu posso esperar por isto, s suficiente dele me dirigir em. Mas eu no tenho isto. Eu no posso segurar o que eu no tenho."

"Por que devia voc?"

Ela olhou em cima nitidamente. "Porque"

"Porque ela est morta? A morte convenientemente faz sua no valor de sua piedade, sua raiva? Por que? Ela rapinou 
Em voc, um inocente e traumatized criana. E quanta outros. Vspera? Voc pensou sobre isto?"

Sua garganta queimada. Mas era sua raiva aquecendo isto, ela percebeu. No sua prprio. "Sim. Sim, eu pensei 
Disto. E eu tambm pensei que aquele porque eu no sinto, ou no posso, eu devia ter legado este. E eu no posso passar porque se voc pode ir embora, at uma vez se voc pode virada justa suas costas e caminha, voc perdeu o que fiz voc."

"Ento use qualquer outra coisa este tempo." Ele alcanou acima de, justo escovar seus dedos acima da parte de trs de sua mo. "Seu curiosity. Quem, por que, como? Voc quer conhecer, no ?"

"Sim." Ela olhou de volta nas telas. "Sim, eu quero conhecer."

"Ento deixe que ser suficiente este tempo. Este aqui tempo."

"Eu acho que isto vai ter que ser."
*  *  *

Ento ela instalar sua tbua, revisadas suas notas, listas compiladas, dados verificados. Quando seu vnculo de escritrio buzinado, ela verificou o estgio de leitura, glanced em Roarke. " Bobby."

Ela respondeu. "Dallas."

"Um, desculpe. Eu sinto muito contactar voc em casa, e to tarde.  Bobby Lombard."

"Sim, est tudo bem. O que  o problema?"

Diferente de sua me estando morta, ela pensou, e o fato que voc olha um magro aumentar de um fantasma.

"Eu quis perguntar, se ns podemos mover. Eu quero dizer, se ns podemos conseguir outro hotel." Sua mo erguida, ajuntada por 
Seu cabelo pequeno, arenoso. " duro que  duro de estar aqui, completamente o corredor de ...  duro."

"Voc conseguiu um lugar em mente?"

"I... No. Eu tentei uns lugares. As coisas so reservadas. Natal. Mas Zana disse talvez que ns tivemos que ficar aqui, e eu no pensei sobre isto, ento eu quis perguntar."

"Espere." Ela pe o 'vnculo esperar modo. "Voc viu as escavaes que eles estavam em. Voc conseguiu qualquer coisa comparvel para aquele, algo que uma vacncia tem por alguns dias?"

"Existe sempre algo."

"Obrigado." Ela mudou modos. "Escute, Bobby, eu posso ter um lugar para voc amanh. Eu preciso de voc  
Agarre-se l hoje  noite, e eu terei um novo local para voc de manh."

"Isto  bom de voc.  muito aborrece. Eu no estou achando claro agora mesmo."

"Voc pode agarrar-se por hoje  noite, certo?"

"Sim. Sim." Ele passou por seu dar seus olhos. "Eu no sei o que exatamente ns devamos fazer."

"S fique l. Meu companheiro e eu viremos por de manh. Mais ou menos oito. Ns precisamos fazer uma manuteno de contato, e posteriormente voc pode se mudar."

"Certo. Isto  bom. Certo. Pode me dizer se voc souber qualquer coisa. .. Se voc souber qualquer coisa mais?"

"Ns conversaremos de manh, Bobby."

"Sim." Sua respirao terminou em um suspiro. "De manh. Obrigado. Desculpe."

"Nenhum problema."

Quando ela desconectou, Roarke moveu acima de atrs de sua cadeira, deitadas suas mos em seus ombros. "Voc 
Tenha piedade suficiente," ele quietamente disse.

*  *  *

Ela pensou que ela sonharia, pensou que os pesadelos a perseguiriam em sono, cace ela. Mas 
Eles ficaram sombras, nunca tomou forma. Duas vezes ela despertou, seu corpo apertado e tensed para a briga isto 
No veio. De manh, cansado e irritado, ela tentou combater a fadiga com um chuveiro devastador, 
Com caf forte.

No fim, ela levantou sua proteo, shouldered em sua arma.

Ela faria o trabalho, ela disse a se. Se existia um lugar vazio dentro dela, ela s encheria isto com o trabalho.

Roarke entrou, j vestido de em cima pelo dia. Aqueles olhos azuis cambaleantes alertam, cientes. Uma vez que tudo que ela teve era o trabalho, e aqueles lugares vazios.

Agora ela o teve.

"Eu pensei que inferno congelou acima de durante a noite." Ela tirou uma bala de sua segunda assalta de caf. 
"Desde que voc no estava sentando aqui esquadrinhando o financials quando eu levantei."

"Fez aquele em meu escritrio, ento inferno est ainda uma cova gnea, se isto  um conforto." Ele lanou seu um cubo de memorando. "Cuidou deste de l tambm. Nvel meio, Grande Hotel de Apple. Devia adaptar eles."

"Obrigado." Ela empurrou isto em seu bolso como ele armou sua cabea e a estudou.

"Voc no parece descansado."

"Se eu fosse uma menina, um comentrio assim me urinaria fora de. Eu penso."

Agora ele sorriu, movido em tocar em seu lips para sua. "Sortudos para ns dois, ento." E ele deitou sua bochecha 
Para sua, esfregou. "Quase Natal."

"Eu sei, vendo como os cheiros de quarto gostam de uma floresta do grande-asno rvore que voc arrastou aqui."

Ele sorriu nele acima de seu ombro. "Voc um enforcamento de tempo bom teve as bugigangas nos ramos, no ?"

"Sim, isso era bom. Eu tive um tempo melhor batendo seus crebros fora debaixo deles."

"Isso ps um fim bom em coisas." Ele aliviou de volta, alisados seus dedos polegares debaixo de seus olhos. "Eu no gosto de ver sombreio l."

"Voc comprou o territrio, s. Eles vo com isto."

"Eu quero uma data com voc, Tenente, vendo como nossos planos do domingo eram abortados."

"Eu pensei que datas saram com o eu sou. Isto no est no casamento decidir livro?"

"Voc no leu a impresso boa. Vspera de Natal, exceto emergncias. Voc e eu, na sala de estar. Ns abriremos nossos presentes, beba muito Natal alegrar, e tome viradas batendo um ao outro  crebros."

"Existir biscoitos?"

"Sem dvida."

"Eu estou l. Precise ir." Ela empurrou o caf em sua mo. "Reunio do Peabody mim na cena de crime." Ento ela agarrou seu cabelo, deu isto um puxo, e deu a ele um beijo duro, ruidoso. "Veja voc."

Ele era melhor que chuveiros quentes e caf reais para conseguir o sistema em cima e correndo, ela decidiu. 
E ela teve mais um remanescer de coisa para topo ele fora de.

Ela jogged degraus abaixo, agarrado seu casaco do newel posta, e enviou Summerset um sorriso largo, dentudo como ela rodou isto. "Compreendido s o que conseguir voc pelo Natal. Uma vara brilhante novssima para voc empurrar em cima seu asno. O que voc teve l em cima as dcadas do par passado devem estar mostrando a alguns vestem."

Ela andou a passos largos fora para seu carro com o sorriso quieto em seu rosto. Ela teve que admitir, apesar de sono da shitty noite, ela no estava sentindo metade ruim.
*  *  *

Peabody estava pisando de cima abaixo na frente do hotel quando Vspera parada. O modo que ela estava comendo 
Em cima calada disse Vspera que ela era qualquer um difcil para ir embora para algumas calorias, friasque no pareceram possveis 
Como ela teve um pouco de tipo de negcio de silenciador longo embrulhado mais ou menos seis vezes ao redor seu pescooou seriamente urinado.

S levou olha se para rosto do seu companheiro para optar para nmero de porta trs.

"O que  isto?" Vspera exigida.

"O que  o que?"

"Aquela coisa que est estrangulando voc. Eu devia chamar controle de peste?"

" um cachecol. Minha av teceu isto, enviou isto para mim, e disse que eu abrisse isto agora. Ento eu fiz."

Vspera pursed seu lips, estudou o comprimento de ziguezaguear reds e greens. "Festivo."

" morno, e  bonito, e ele  o fricking estao, no ?"

"ltimo eu verifiquei. Voc quer que eu chame aquele exterminator afinal, para o percevejo rastejando ao redor em seu 
Asno, ou voc est conseguindo uma excitao fora disto?"

"Ele  tal puxo. Ele  um total e completo asshole. O que eu estou fazendo cohabbing com aquele moron?"

"No pergunte a mim. Realmente," Vspera disse levantando uma mo. "No pergunte a mim."

" minha culpa que ns estamos em um rudo oramentrio? No ," Peabody anunciou e picou um dedo em da Vspera 
Rosto. "Ele minha culpa sua  famlia estpida vive na Esccia estpida? Eu no acho. E ento e se ns 
Gastos um par de dias desprezveis com minha famlia em Ao de graas?" O serpentear cachecol voou e ondulou quando Peabody vomitou suas mos. "Eles a sensao tem que viver nos Estados Unidos da Amrica, no ? No ?"

"Eu no sei," Vspera disse cautelosamente como olhos parecidos do Peabody roda de alfinete com paixo. "Existem 
Muitos eles."

"Bem, eles fazem! E eu meno justa, s casualmente meno, que talvez ns devamos esperar para casa pelo Natal. Sabe, vendo como  nosso primeiro como um pare talvez, considerando sua atitude, nossa ltima. Estpido fuckhead. Para o que voc est olhando?" Ela exigiu de um homem que glanced seu modo como ele caminhou por. "Sim, mantenha caminhada. Homem de Dumbass."

"O dumbass homem  um espectador inocente. Um daqueles dumbasses ns somos jurados para proteger e servir."

"Todos os homens so dumbasses. Todo filho da me. Ele disse que eu era egosta! Ele disse que eu no estava disposto a compartilhar. Bem, bullshit. Ele no veste meus brincos? No faa ele"

"Se ele vestir qualquer outra coisa seu, eu realmente, realmente no queira saber sobre isto. Ns estamos no relgio, Peabody."

"Bem, eu no sou egosta, e eu no estou sendo estpido. E se for to importante ele ir assado seus castanheiros de maldio na Esccia, ento ele pode s ir. Atarraxe ele. Eu no conheo aquelas pessoas."

Lgrimas nadadas agora, e tiveram estmago da Vspera continuando alerta. "No, no, no. No. No existe no chorando no trabalho. No chorando na calada de maldio na frente de uma cena de crime."

"Seus pais, e sua famlia. E seu primo Sheila. Voc sabe como ele est sempre conversando sobre ela. Eu no posso s examinar cuidadosamente l. Eu ainda tenho cinco libras para perder, e eu no terminei de fazer esta pele-me importar regimen que deveria encolher meus porosque so atualmente a circunferncia de crateras de lua. E por 
O tempo ns pagamos pelo vo, ns seremos batidos por um ms. Ns devamos ficar para casa. Por que no pode ns somente 
Fique para casa ?"

"Eu no sei. Eu no sei. Talvez porque voc fez a coisa de feriado com seu metade, e"

"Mas ele soube meus pais. No ?"

Existiam ainda rasga ameaador, Vspera notada, mas com o calor naqueles olhos marrons, era uma maravilha 
Eles no giraram emitir fumaa.

"Ele no encontrou meus pais antes disto? Ele no estava entrando frio. Alm disso, diferente da minha famlia."

Ela soube que era um engano para perguntar, mas as palavras s estalado fora de boca da Vspera. "Como voc sabe?"

"Porque eles so minha famlia. E no  como eu no quero encontrar seu. Eventualmente. Mas eu tenho que ir para um pas estrangeiro, e come queeu no seihaggis ou algo. Est repugnando."

"Sim, eu aposto o tofu surpresa era um grande vencedor acima de Ao de graas."

Pinwheeling olhos do Peabody foram para rachas letais. "Cujo lado so voc  ?"

"Ningum . Eu sou neutro. Eu souo que  isto queeu sou a Sua. Ns podemos ir trabalhar agora?"

"Ele dormiu no sof," Peabody disse em uma voz trmula. "E ele se foi quando eu levantei esta manh."

A vspera levantou um suspiro enorme. "Que hora sua excurso ?"

"Em s oito, mesmo como eu."

A vspera retirou-se seu Communicator, EDD CONTACTADO.

"No faa!" Agora Peabody fez a dana de pnico na calada. "Eu no quero que ele saiba eu estou preocupado 
Sobre ele."

"Feche. Tenente Dallas, Sargento. O detetive McNab Tem com bagueta em?" Quando ela conseguiu um afirmativo, ela movimentou a cabea. "Obrigado, isto  isto." Ela clicou fora de. "L, ele est no trabalho. Como ns devamos ser."

"Bastardas." Lgrimas secadas completamente em olhos idos duros. Sua boca apertada para a largura de uma lmina de escalpelo. "O direito de passeios justo em trabalhar."

"Jesus. Jesus Cristo. Minha cabea. Minha cabea." A vspera embalou isto em suas mos um momento. "Certo. Eu iria fazer isto mais tarde." Ela cavou em seu bolso, retirou-se uma caixa embrulhada pequena. "Tome isto agora."

"Meu Natal apresenta? Isto  bom. Mas eu no estou realmente no humor para"

"Abra o goddamn coisa ou eu matarei voc onde voc permanece."

"Senhor! Abrindo isto." Ela rasgou o jornal, encheu isto s pressas em seu bolso, e tirou a tampa. " 
Um cdigo chave."

"Est certo. Est para o modo transpo que estar no aeroporto acima de naquele pas estrangeiro. Areo transpo tem sido organizado, para duas, em uma de lanadeiras privadas do Roarke. Viagem de ida-e-volta. Alegre fricking Natal. Faa o que voc quer com isto."

"Euvocuma das lanadeiras? Livres?" As bochechas de Peabody  foram rosa como um vero rose.  "Eeeum veculo quando ns chegamos l?  assim ...  muito seriamente mag."

"Grandes. Ns podemos ir agora?"

"Dallas!"

"No. No. Nenhum abrao. Nenhum abrao. No. Oh, cague," ela muttered como Peabody lanou seus braos ao redor ela e apertada. "Ns estamos de servio, ns estamos em pblico. Deixe-me ir ou eu juro que eu chutarei seu asno to duro to extra 
Cinco libras voc est lamentando sobre acabar em Trenton."

A resposta do Peabody era incoerente e amortizada contra ombro da Vspera. "Consiga ranho em meu casaco, e eu estrangularei voc com aquele cachecol depois de que eu chutar seu asno."

"Eu no posso acreditar nisto. Eu s no posso acreditar nisto." Cheirando, Peabody recuou. " o ult. Obrigado. Homem. Oh menino, obrigado."

"Sim, sim, sim."

"Eu acho que eu preciso ir agora." Peabody olhou fixamente abaixo na caixa. "Eu quero dizer, a parte principal da razo de desculpa. Eu quis dizer razo. A sacudida da parte principal, ento ... Nossa."

"Qualquer." Ela se tem sentido satisfatria, Vspera lembrada. E agora uma enxaqueca de frustrao estava circulando s acima da coroa de seu crnio. "Faa que voc pensa, talvez, ns podamos ir gastar s um par 
Minutos em diante assassinato agora? Isso ajustar em seu horrio?"

"Sim. Eu posso embaralhar isto. Eu sou bom agora. Obrigado, Dallas. Realmente. Obrigado. Deus, eu tenho que ir agora. Eu realmente tenho que ir."

"Peabody," Vspera disse, darkly, como eles entraram no edifcio. "O gelo  thinning."

"Eu estou quase terminado obcecar. S outro minuto."

O mesmo droid tripulado a escrivaninha. A vspera no aborreceu relampejar seu distintivo, mas recomeou atividades os passos como Peabody muttered para ela mesma. Algo sobre embalagem, um suter vermelho, e cinco libras.

Ignorando ela, Vspera verificou o selo na cena de crime, achou isto imperturbado, ento continuado corredor abaixo. "Uma vez que eles esto fora do quarto e idos, eu quero varredores. Cheios varra," ela adicionou. "Cubra o fundar."

Ela bateu, e segundos Bobby mais velhos abriu a porta. Seu rosto pareceu magro, como se pesar esculpiu longe algum da carne. Ele cheirou de sabo, e realmente ela podia ver a entrada de banheiro aberto atrs dele, e o brilho de lnguido de emite fumaa ainda no espelho acima da pia.

Existia um murmrio da tela de entretenimento, como o em-reprter de ar recontou as manchetes da manh.

"Entre. Ah, entre. Eu pensei que voc era Zana. Que talvez ela esqueceu sua chave."

"Ela no est aqui?"

"Ela saiu para ter algum caf, um pouco de bagels e material. Eu pensei que ela voltaria at agora. Ns lotamos 
Ontem  noite," ele disse quando Vspera glanced nas duas malas aguardar a porta. "Ns quisemos estar prontos ir. Ns s no queremos ficar aqui."

"Por que ns no nos sentamos, Bobby. Ns podemos ter algum deste fora do modo na frente de Zana voltar."

"Ela devia ter voltar at agora. A mensagem disse que ela s faria vinte minutos."

"Mensagem?"

"Um ..." Ele procurou o quarto, uma mo ajuntando distractedly por seu cabelo. "Ela fixa um alarme de mensagem para mim. Ela faz coisas assim. Disse que ela acordou cedo e quis afundar para este deli que ela viu alguns quarteires daqui, tenha algum material assim voc teria caf quando voc chegou aqui. Eu no gosto dela estando l fora, s. Depois que quais aconteceram para Mame."

"Provavelmente uma linha no deli, isto  todo. Ela diz qual?"

"Eu no lembro." Mas ele foi para a cama, levantou o pouco relgio de viagem na mesa, bata playback.
Manh, mel. Tempo para levantar agora. Suas roupas por hoje na gaveta superior so da cmoda, lembre? Eu j estou em cima, no queira despertar voc. Eu sei que voc no dormiu muito bem. Eu estou s correndo fora para ter algum caf e um pouco de bagels ou dinamarqueses, algo. No sente direito 
Tenha seu amigo que vem por e no ter nada para oferecer. Eu devia ter provido o AutoChef antes. Desculpe, mel. Eu serei vinte minutoss correndo para aquele deli uns quarteires do par abaixo. 
Ou em cima. Eu no posso figurar esta cidade. Deli Delish. Eu terei caf para voc quando voc sair do chuveiro. Eu amo voc, mel.

Notando o tempo no selo, Vspera sacudiu Peabody um olhar.

"Por que eu no saio e a encontro?" Peabody disse. "D sua uma mo."

"Sente-se, Bobby," Vspera disse a ele. "Eu tenho algumas perguntas."

"Certo." Ele olhou fixamente para a porta que Peabody fechou atrs dela. "Eu no devia me preocupar.  s que ela nunca estado para Nova Iorque. Ela provavelmente girou o modo errado terminando, algo assim. Foi girado ao redor, isto seja todo."

"Peabody a achar. Bobby, quanto tempo voc conheceu seu companheiro?"

"D.K.? Desde academia."

"Ento voc  apertadoem um nvel pessoal?"

"Sim, certo. Eu era padrinho de casamento do noivo em seu casamento, e ele estava em meu. Por que?"

"Ele conheceu sua me ento?"

"Eu tive que dizer a ele, tido que chamar e dizer a ele ontem." Quando sua boca tremida, Bobby firmou isto. "Ele est cobrindo para mim atrs casa. Disse que ele terminou aqui se eu o precisasse para. No queira que ele fazer isto. O Natal vindo, e ele pegou uma famlia." Bobby pe sua cabea em suas mos. "Nada que ele pode fazer de qualquer maneira. Nada fazer."

"Que tipo de relao ele teve com sua me?"

"Cuidadoso." Quando ele ergueu sua cabea, ele quase reuniu um sorriso. "leo e gua, sabe?"

"Por que voc no explica isto para mim?"

"Bem, D.K., Ele  o que voc chamaria um comprador de risco. Eu nunca sairia sozinho se ele no me cutucasse. Minha mame, ela podia estar um pouco crtica das pessoas. Ela no pensou que ns faramos isto nos negcios, mas ns estamos fazendo certos."

"Eles no se deram bem?"

"Principalmente, D.K. E Marita ficou fora de seu modo. Marita  sua esposa."

"Qualquer outra que ela no entendeu-se com?"

"Bem, eu acho que Mame no era o que voc chamaria uma pessoa das pessoas."

"Que tal as pessoas ela entendeu-se com, pessoas ela foi perto de?"

"Mim e Zana. Sempre costumava dizer a mim que ela no precisou de qualquer um mas me, mas ela deu lugar para Zana. 
Ela me levantou sozinha, sabe. Isso era duro. Ela teve que desistir muito para ter certeza que eu tive um 
Boa casa. Eu vim para primeiro. Ela sempre disse a mim que eu vim para primeiro."

"Eu sei que isto  duro. Que tal seus recursos? Ela teve a casa, certa?"

" um bom lugar. No pode ter um filho nos negcios e no ter uma boa propriedade. Ela era bonita bem 
Fixe. Trabalhada dura toda sua vida, foi cuidadosa com seu dinheiro. Econmico."

"Voc herda."

Ele pareceu em branco. "Eu acho. Ns nunca conversamos sobre isto."

"Como ela entenderia-se com Zana?"

"Boas. As coisas estavam um pouco speras a princpio. A mameeu era tudo que ela teve, e ela no era real feliz sobre Zana imediatamente. Voc conhece como mes so." Ele pegou ele mesmo, colorido. "Desculpe, isso era estpido."

"Nenhum problema. Ela um problema teve com voc casando Zana?"

"S mim casando, eu diria. Mas Zana a ganhou. Eles sodados bem multa."

"Bobby, voc estava ciente que sua me foi ver meu marido na sexta-feira  tarde?"

"Seu marido? Para que?"

"Ela quis dinheiro. Muito dinheiro."

Ele simplesmente olhou fixamente, agitou seu para lado de cabea lentamente lateral. "Isso no pode ser certo."

Ele no pareceu chocado, ela notou. Ele simplesmente pareceu confundido. "Voc sabe quem eu sou casado com?"

"Sim, certo. Existiam todos aqueles relatrios de mdia depois do clonar escndalo. Eu no podia acreditar em que isto era voc, direito em cima na tela. Eu at no lembrei de voc a princpio. Faz muito tempo. Mas Mame fez. Ela"

"Bobby, sua me veio para Nova Iorque por uma razo. Ela quis contactar-me novamente porque eu aconteo ser casado com um homem que tem muito dinheiro. Ela quis algum disto."

Seu rosto permaneceu em branco, sua voz lenta e cuidadosa. "Isto s no  verdade. Isto s no ."

" verdade, e  muito provvel que ela teve um associado, e aquele associado a matou quando existia no 
Dinheiro dado. A aposta voc podia usar um par milhes de dlares, Bobby."

"Um par milho ... Voc acha eu que fiz para Mame?" Ele conseguiu shakily para seus ps. "Que eu machuquei minha prpria me? Um par milhes de dlares." Suas mos foram para os lados de sua cabea, apertou. "Isto  conversa louca. 
Eu no sei por que voc diria coisas assim. Algum quebrou em, entrou pela janela, e matou minha me. Ele deixou ela deitando no cho l. Voc pensa que eu podia fazer aquele para meu prprio sangue? Para minha prpria me?"

Ela ficou onde ela estava, mantido seu tom da mesma maneira que vivo, da mesma maneira que firma. "Eu no penso ningum sem dinheiro, Bobby. Eu penso que eles entraram. Eu penso que ela soube eles. Ela teve outros danos, danos ela sustentou horas antes de sua morte."

"Sobre o que voc est conversando?"

"Os ferimentos faciais, contundindo em outro lugar em sua pessoa, todos eram infligidos algum dia sexta-feira  noite. Os danos voc reivindica que voc no soube nada."

"Eu no fiz. No pode ser." As palavras engataram e saltaram fora de sua boca. "Ela teria dito a mim se ela fosse machucada. Ela teria dito a mim se algum a machucar. Pelo amor de Deus, isto  s louco."

"Algum a machucou. Vrias horas depois que ela deixou escritrio do meu marido, onde ela tentou o agitar abaixo para dois milhes. Ela deixou de mos vazias. Isso diz a mim que ela estava trabalhando com algum, e 
Que algum estava seriamente urinado fora de. Ela caminhou em escritrio do Roarke e quis dois milhes para ir 
Atrs para o Texas e me deixa s. Est em registro, Bobby."

No existia nenhuma cor partiu em seu rosto. "Talvez ... talvez ela pediu um emprstimo. Talvez ela quis ajudar 
Mim fora, com os negcios. Zana e eu estamos conversando sobre talvez comeando uma famlia. Talvez Mame ... eu 
No entenda qualquer deste. Voc est fazendo soa como Mame era era

"Eu estou dando a voc os fatos, Bobby." Cruelmente, ela pensou, mas a crueldade podia o levar fora do suspeito 
Lista. "Eu estou perguntando que ela confiou suficiente, gostado de suficiente para trabalhar com neste. Os nicos uns voc est apresentando so voc e sua esposa."

"Mim e Zana? Voc pensa um de ns podamos ter a morto? Podia ter deixado sua hemorragia no cho de um pouco de quarto de hotel? Acima de dinheiro? Acima de dinheiro que at no estava l? Acima de qualquer coisa?" Ele disse e afundou de volta sobre o lado da cama.

"Por que voc est fazendo este para mim?"

"Porque algum deixou sua hemorragia no cho de um pouco de quarto de hotel, Bobby. E eu penso que era acima de dinheiro."

"Talvez seu marido fez isto." Sua cabea crescida rapidamente, e seus olhos eram ferozes agora. "Talvez ele matou minha me."

"Voc pensa que eu estaria dizendo a voc algum deste se existia uma chance disto? Se eu no estivesse absolutamente certo, 
Se a pedra de fatos no era slida a seu lado, o que voc pensa que eu faria? Janela aberta, escape plataforma. Intruso desconhecido, rombo arruinado. Desculpe por sua perda, e isto  isto. Olhe para mim."

Ela esperou at que ele tomou um bom longo olhar para seu rosto. "Eu podia fazer isto, Bobby. Eu sou um policial. Eu tenho grau, eu tenho respeito. Eu podia fechar a porta neste muito ningum olharia de volta. Mas o que eu vou fazer  achar 
Fora que matou sua me e deixou ela estando naquele cho. Voc pode contar com isto."

"Por que? Por que voc se importa? Voc foi embora dela. Voc decolou quando ela estava fazendo sua melhor por voc. Voc"

"Voc sabe melhor, Bobby." Ela manteve ela verbalizar baixo, manteve isto at. "Voc sabe melhor. Voc estava l."

Ele abaixou seu olhar. "Ela teve um tempo duro, isto  todo. Era duro levantando uma criana sozinha, tentando 
Faa fins encontrarem."

"Talvez. Eu direi a voc por que eu estou fazendo isto, Bobby. Eu estou fazendo isto para mim, e talvez eu estou fazendo isto para voc. 
Para a criana que snuck mim comida. Mas eu direi a voc, se eu descobrir que voc seja a pessoa que a matou, eu fecharei 
Voc em uma gaiola."

Ele endireitou; Ele passou sem tocar sua garganta. Seu rosto, sua voz, estava muito fixado agora. "Eu no matei minha me. 
Eu nunca uma vez em minha vida levantei uma mo para ela. Nunca uma vez em minha vida. Se ela viesse por dinheiro, era 
Errado. Estava errado, mas ela estava fazendo isto para mim. Eu desejo que ela dissesse a mim. Ouou algum a fez 
Faa isto. Algum a ameaou, ou me, ou"

"Quem?"

"Eu no sei." Sua voz rachou e quebrou. "Eu no sei."

"Quem soube que voc estava vindo para Nova Iorque?"

"D.K., Marita, as pessoas que trabalham para ns, alguns dos clientes. Deus, os vizinhos. Ns no mantivemos 
Ele um segredo, pelo amor de Deus."

"Faa uma lista de todo mundo que voc pode pensar sobre. Ns trabalharemos de l." Ela rosa quando a porta aberta.

Peabody entrou tudo menos levando um plido e agitando Zana.

"Zana. Mel." Bobby pulou fora da cama, saltado para o lado da sua esposa, pega ela em seus braos. "O que aconteceu?"

"Eu no sei. Um homem. Eu no sei." Soluando agora, ela lanou pescoo do seus braos ao redor Bobby. "Oh, Bobby."

"Achado seu um leste de quarteiro," Peabody disse Vspera. "Olhada perdeu, mexido. Ela disse que um homem a agarrou, forada ela em um edifcio."

"Meu Deus, Zana, mel. Ele machucou voc?"

"Ele teve uma faca. Ele disse que ele me cortou se eu gritasse ou tentei correr. Eu era to assustado. Eu disse que ele podia ter minha bolsa. Eu disse que ele tomasse isto.

"Eu no sei. Eu no penso ... Oh, Bobby, ele disse que ele matou sua mame."

Vspera vadeada pela prxima inundao de lgrimas, muscled Zana longe de Bobby. "Sente-se. Pare de chorar. Voc no  machucado."

"Eu acho ele" Com uma mo trmula, ela passou o pequeno dela atrs.

"Tome fora do casaco." A vspera notou o buraco pequeno no pano vermelho, e a lgrima no suter Zana vestiu debaixo disto. Existiam alguns lugares de sangue. "Superficial," Vspera disse, ento parou o suter, examinou o corte raso.

"Ele apunhalou voc?" Horrorizou, Bobby slapped nas mos da Vspera para conseguir um procurar por ele mesmo.

" um arranho," Vspera disse.

"Eu no me sinto muito bem."

Quando olhos da Zana comearam a forar o recuo de, Vspera a agarrou e agitou. "Voc no vai desfalecer. Voc se vai sentar, e voc vai dizer a mim o que aconteceu." Ela empurrou Zana em uma cadeira, ento 
Empurrou a cabea da mulher entre seus joelhos. A prata magra oscila em suas orelhas balanadas como aplaudidores de sino.

"Respire. Peabody."

"Nisto." J preparado, Peabody terminou do banheiro com um mido washcloth. "Realmente  um arranho," ela disse suavemente para Bobby. "Um pouco anti-sptico no machucaria."

"Em meu kit de viagem. J  empacotado." A voz da Zana era fraca e wavery. "Em meu pouco kit de viagem na mala. Deus, ns podemos ir para casa? Ns s no podemos ir para casa?"

"Voc vai fazer uma declarao. Em registro," Vspera disse e mostrou a Zana o registrador. "Voc levantou, saiu para conseguir caf."

"Eu me sinto um pouco doente para meu estmago."

"No, voc no faz," Vspera brutalmente disse. "Voc deixou o hotel."

"I... Eu quis poder oferecer a voc algo quando voc chegou aqui. Dificilmente comido do e Bobby uma coisa desde que ... eu achei que eu s correria fora, levante algumas coisas antes dele acordar. Ns no dormimos muito ontem  noite."

"Certo, voc foi no andar de baixo."

"Eu afundei, e eu disse bom dia para o balconista de escrivaninha. Eu sei que ele seja um droid, mas quieto. E eu fui do lado de fora. Pareceu que um dia bom, esfrie entretanto. Ento eu comecei a abotoar em cima meu casaco  medida que eu caminhei. Ento ... 
Ele estava s l. Ele teve seu brao ao redor mim to rpido, e eu podia sentir o ponto da faca. Ele disse se 
Eu gritei que ele iria carneiro ele direito em mim. S para caminhar, mantenha caminhada, olhe abaixo, abaixo em meus ps e mantm caminhada. Eu era to assustado. Eu posso ter alguma gua?"

"Eu pegarei isto." Peabody moveu no kitchenette.

"Ele caminhou realmente rpido, e eu tinha medo que eu tropearia. Ento ele me mataria a mesmo." Seus olhos foram vtreos novamente.

"Enfoque. Se concentre," Vspera estalada. "O que voc fez?"

"Nada." Zana shivered, abraou se. "Eu disse, 'You pode ter minha bolsa.' Mas ele no disse nada. 
Eu tinha medo de olhar em cima. Eu pensei talvez que eu devia correr, mas ele era forte, e eu estava muito com medo. Ento ele empurrou abre esta porta. Era um bar, eu penso. Era escuro e no existia ningum l, mas ele cheirou gosta 
Um bar, sabe. Obrigado."

Ela tomou a gua em ambas as mos, e ainda espirrou acima da beira como ela trouxe isto para seu lips. "Eu no posso parar de agitar. Eu pensei que ele iria me estuprar e me mataria, e eu no podia fazer qualquer coisa. Mas ele disse a mim
Para sente-se, ento eu fiz, e mantenha minhas mos na mesa, ento eu fiz. Ele disse que ele quis o dinheiro, e eu disse que ele tomasse minha bolsa. S toma isto. Ele disse que ele quis os cheios dois milhes, ou ele faria para mim o que ele fez
Para Trudy. Mas ele me cortou em cima muito ningum at me reconheceria quando ele estava acabado."

Lgrimas fludas abaixo seu rosto, faiscadas em suas pestanas. "Eu disse, 'You matou Mame Tru, voc a matou?' 
Ele disse que ele faria pior para mim, e para Bobby, se ns no o consegussemos o dinheiro. Dois milhes de dlares. 
Ns no temos dois milhes de dlares, Bobby. Eu disse a ele, meu Deus, onde ns vamos conseguir aquele tipo de dinheiro? Ele disse, 'Pea ao policial.' E ele deu a mim o que ele disse estava uma conta numerada. Ele me fez 
Diga isto atrs, repetidas vezes, e disse se eu atarraxasse isto, se eu esquecesse o nmero, ele veio para me achar, e 
Ele esculpiria isto em meu asno.  disso que ele disse. 505748711094463. 505748711094463. 505"

"Certos, ns conseguimos isto. Mantenha ida."

"Ele disse para mim s para se sentar l. 'You se senta l, pequena cadela,'  disso que ele disse." Ela bateu em suas bochechas molhadas. " 'You se senta l por quinze minutos. Voc termina antes disso, eu matarei voc.' E ele me deixou l. Eu me acabei de sentar l na escurido. Com medo de levantar, com medo ele voltou. Eu me acabei de sentar at o tempo estava em cima. Eu no soube onde eu estava quando eu terminei. Eu era todos girado ao redor. Era to ruidoso. Eu comecei a correr, mas minhas pernas no correriam, e eu no podia achar meu modo atrs. Ento o detetive veio, e ela me ajudou.

"Eu deixei minha bolsa. Eu devo ter deixado minha bolsa. Ou talvez ele tomou isto. Eu no consegui o caf."

Ela dissolveu em rasgou novamente. A vspera deu seu um minuto inteiro deles, ento empurraram. "O que ele pareceu com, Zana?"

"Eu no sei. Para falar a verdade no. Eu dificilmente consegui um olhar. Ele estava vestindo um chapu, como um chapu de esqui, e guarda-sis. Ele era alto. Eu penso. Ele esteve usando cala jeans preta e botas pretas. Eu continuei olhando abaixo, como ele disse, e eu vi suas botas. Eles tiveram ata, e eles eram desgastados nos dedes do p. Eu continuei olhando para suas botas. Ele teve grandes ps."

"Que grande?"

"Maior que do Bobby. Um pouco maior, eu penso."

"Que cor sua pele era?"

"Eu dificilmente serra. Branca, eu penso. Ele vestiu luvas pretas. Mas eu penso que ele era branco. Eu s consegui um vislumbre, 
E quando ele me levou do lado de dentro, era escuro. Ele ficou atrs de mim o tempo inteiro, e era escuro."

"Cabelo facial, algumas cicatrizes, marcas, tatuagens?"

"Eu no vi algum."

"Sua voz? Algum acento?"

"Ele calou em sua garganta, baixa abaixo. Eu no sei." Ela olhou piteously em Bobby. "Eu era to assustado."

A vspera apertou um pouco mais, mas os detalhes estavam ficando mais nebulosos.

"Eu vou ter que voc escoltou para seu novo local, e eu vou pr um uniformed guardar voc. 
Se voc lembrar de qualquer outra coisa, porm leve, eu quero que voc contacte eu."

"Eu no entendo. Eu no entendo qualquer deste. Por que ele mataria Mame Tru? Por que iria ele pensar que ns podamos dar a ele tanto dinheiro ? "

Vspera examinada em Bobby. Ento ela sinalizou para Peabody organizar para a escolta. "Bobby dir 
Voc o que ns sabemos."


10


PARA EXPEDITO A TRANSFERNCIA, VSPERA PESSOALMENTE escoltou Bobby e Zana para seu novo local. Ela atribuiu dois uniformes para investigar para o local que Zana disse que ela foi tomada, abanando 
Fora em um raio de quatro quarteires do hotel original. Em lugar de procure o quarto se desocupado, ela 
Deixou isto para Peabody e os varredores na frente de cabealho para o morgue.

Em seu pedido, Morris teve Trudy esperando.

Nada, Vspera pensou como ela olhou abaixo no corpo. Existia quieto nada dentro dela. Nenhuma piedade, nenhuma raiva.

"O que voc pode dizer a mim?" Vspera perguntada.

"Faciais e completamente danos sustentados vinte e quatro a trinta e seis horas antes dos ferimentos de cabea. Ns chegaremos a eles brevemente." Morris a deu um par de microgoggles, gesticulou. "D uma olhada aqui."

Ela andou para a placa com ele, curvado estudar os danos fatais.

"Alguns cumes. E estes padres circulares ou meio circulares."

"Bom olho. Agora deixe-me bater isto em cima para voc." Ele trouxe a seo do crnio sobre sua tela, aumentou.

A vspera empurrou os culos de proteo para o topo de sua cabea. "Voc disse que voc achou fibras no ferimento de cabea."

"Esperando pelos laboratrios nisto."

"Estes padres. Podia ser crditos. Abastecimento de seiva de pano com crditos. Antiquados e seguros. Voc tem 
Cumes conseguidos, possivelmente das extremidades, ento aquelas formas mais circulares. Sim, podia ser crditos. Muitos 
Eles do peso levaria para esmagar o crnio."

Ela coloca os culos de proteo de volta, r-examinados os ferimentos. "Trs sopros talvez. O primeiro no bsico
Eles estariam permanecendo, compita com suas costas para o assassino. Afunde, segundo sopro vem de acima devoc tem mais esmurra l, mais velocidade. E o terceiro ..."

Ela andou de volta, empurrando os culos de proteo de volta em cima. "Um," ela disse, mimicando um dois-balano dado de seu direito e abaixo. "Dois." Despesa, este tempo e abaixo. "E trs." Balano, ainda dois-dado, de 
A esquerda.

Ela movimentou a cabea. "Monte o padro de borrifadela. Se a seiva era panouma bolsa, uma meia, uma bolsa pequenavoc podia conseguir aquelas impresses. Nenhum ferimento defensivo, ento ela no ps em cima uma briga. Tomada por surpresa. Por detrs, ento ela no tem medo. Se o assassino outra armateve uma faca, um stunner para a forar a revira voltapor que no usa isto? E estaria um assassinato quieto. Primeiro sopro toma o competir, ela no teria tempo para gritar."

"Simples, e direto." Morris deixa seus prprios culos de proteo. "Vamos voltar, revise nosso programa prvio."


Com seus dedos fechados hermeticamente, ele bateu alguns cones em seu diagnstico comp. Ele vestiu seu cabelo longo, escura em uma trana hoje, e a trana enrolada-se em um lao na nuca de seu pescoo. Seu terno era uma marinha funda, conservadora, at que voc adicionou as faixas de lpis magros de vistosos vermelhos.

"Aqui seja nosso ferimento facial. Vamos realar isto um pouco."

"Padro libertado semelhante. Mesma arma."

"E o mesmo no abdmen, torso, coxas, quadril deixado. Mas algo interesses mim aqui. Olhe prximo no ferimento facial novamente."

"Eu diria que o atacante foi aproximar-se de." Ela pausou, perplexa. "Do contundir, o ngulo, parece que um direto." Ela girou para Morris, balanado em cima em direo a seu rosto, e o teve piscadela e puxo seu voltar 
Uma frao como seu punho parou um hairsbreadth de sua pele.

"Vamos usar o programa, devemos ns?"

Ela no podia parar bastante o sorriso. "Eu no teria batido voc."

"Indiferentemente." Ele recuou para a tela, cautelosamente mantendo isto entre eles. Ele parou seu programa, mostrando duas figuras. "Agora, voc v os ngulos e movimentos do atacante, programado 
Para recrear os danos que ns vemos. O dano facial indica um sopro canhoto, direto, como voc disse.  desajeitado."

A carranca de vspera como ela assistiu a tela. "Ningum bate assim. Se ele for um leftie que vem em seu aquele modo, ele teria balanado fora, pega ela aqui." Ela sacudiu dedos sozinha ma do rosto. "Se ele balanasse em cima, ele devia ter pego seu mais baixo. Talvez destro, e ele ... no."

Ela girou da tela e atrs para o corpo. "Com um punho, talvez, talvez voc consegue contundindo assim. Mas com uma seiva, voc precisa balanar isto, at aproxima-se de, voc precisa levar com isto."

Suas sobrancelhas desenharam junto, e seus olhos estreitados. Ento ela ergueu eles para Morris. "Bem, para causa do Cristo. Ela ele fez para ela mesma?"

"Eu corri isto, e conseguiu uma probabilidade na meio-noventa. D uma olhada." Ele educou o prximo programa. 
"Uma figura, um dois-balano dado, direito tomando o peso, transversal-corpo para o rosto."

"Cadela doente," Vspera disse debaixo de sua respirao.

"E uns motivados um. Os ngulos dos outros danossalvam a cabeapodia todos ser auto-infligido. A probabilidade bate 99.8, quando ns fatorarmos nos danos faciais como auto."

Ela teve que enxugar teorias prvias longe, consiga seu cabea para ao redor o eu prprio-infligido. "Nenhum ferimento defensivo, 
Nenhum sinal ela lutou ou era contida."

Enquanto sua mente girada, Vspera pe os culos de proteo ainda novamente, recuados examinar toda polegada do corpo. "O contundir nos joelhos, os cotovelos?"

"Consistente com uma queda, contagem de tempo coordena com os ferimentos de cabea."

"Certo, certo. Algum registra o tempo voc no rosto como isto, vem em voc bater em voc um pouco mais, voc corre, ou voc cai, voc pe seu mos ao alto para tentar repelir eles. Devia estar contundindo em seus antebraos em least.  Mas no existe, porque ela est batendo nela mesma. Nada debaixo de suas unhas?"

"Agora que voc menciona isto..." Morris sorriu. "Umas fibras, debaixo do ndice e dedos anulares de sua mo direita, debaixo do ndice de sua esquerda."

"Eles vo ser o mesmo que voc achou no ferimento de cabea." A vspera fechou seu punho certo. "Escavaes
No pano, consegue sua coragem. Cadela louca."

"Dallas, voc disse que voc a soube. Por que ela faria isto?"

A vspera lanou os culos de proteo de lado. Ela achou sua raiva agora, e ele soaked em seus ossos. "Ento ela podia 
Diga outra pessoa fez. Me, talvez Roarke. Talvez v para a mdia com isto," ela disse como ela comeou 
Passo. "No, no, voc no vai ficar grande pilhas gordas de dinheiro que modo. Ateno, certo, e alguma massa, mas no um total de padaria. Chantagem. Figurou que ela podia voltar em ns. Salde, ou eu vou pblico, mostre a pessoas como voc me machuca. Mas ele voltou nela. Quem ela estava trabalhando com decidiu que eles no precisaram 
Ela mais. Ou ela ficou avaro, tentado cortar eles."

"Tome um pouco de uns de metal para tentar chantagear um policial como voc, ou um homem gosta de Roarke." Ele olhou de volta em 
O corpo. "Tome alguma necessidade doente para fazer este para voc mesmo para dinheiro."

"Foi devolvido, no ?" A vspera quietamente disse. "A distncia toda atrs."

*  *  *

Peabody tomou um desvio. Dallas a assaria se ela conseguisse vento, mas ela no pretendeu ser longa. Alm disso, os varredores no acharam nadas at agora nos quartos desocupados.

Ela no era nem McNab certo seria interno. Ele podia estar fora no campo para tudo que ela soube. Desde que ele no aborreceu a deixar uma mensagem. Os homens eram tais dores no asno, ela perguntou-se por que ela aborreceu manter um. Ela tem feito solo certo. No era como se ela sasse procurando por algum gosta de Ian McNab. Quem iria 

Agora ela era cohabbing, com um arrendamento em ambos seus nomes. Eles compraram uma nova cama juntaum realmente gel de bairro residencial. E isso fez isto seus ao invs outros, no fez isto? Que ela no pensou sobre at agora. Que ela no teria que pensar por volta de agora, exceto ele tem sido um dick to completo.

E tecnicamente, ele tem sido o para sair, ento ele devia ser o para fazer o primeiro movimento. Ela hesitou, quase saltado fora do deslizamento. Mas a caixa Dallas deu a ela estava queimando um buraco em seu bolso e a idia que talvez ela tem sido em parte culpar estava queimando um em seu intestino.

Indigesto provavelmente justa. Ela no devia ter agarrado aquele cachorro de soja no canto.

Ela stalked em EDD, seu queixo sobressado em cima. Ele estava a, em seu cubo. Como podia voc o faltar quando 
At nos matizes de arco-ris da diviso suas calas de fecho verde e camisa amarelos vibraram.

Ela cheirou, ento pisado acima de o picar nitidamente no ombro duas vezes. "Eu preciso conversar com voc."

Seus olhos, esfriem e verdes, sacudido para seu rosto, longe novamente. "Ocupado aqui."

A parte de trs de seu pescoo chiado na demisso. "Cinco minutos," ela disse entre seus dentes. "Privado."

Ele empurrou de volta de sua estao, rodada ao redor rpida suficiente para fazer seu rabo longo de balano de cabelo loiro. Ele deu um puxo do ombro para indicar ela devia seguir ele, ento andou a passos largos fora em seu brilhante amarelo airboots.

Cor, de raiva e de embarao, montaram suas bochechas como ela teceu pelo clicar e clacks 
De EDD. O fato que ningum pausou longa suficiente para a aclamar ou enviar sua uma onda disse seu McNab no manteve sua situao para ele mesmo.

Bem, nem teve ela. Ento o que?

Ele abriu a porta para um quarto de fratura pequena onde dois detetives estavam discutindo nas condies incompreensveis de e-geeks. McNab simplesmente empurrou um dedo polegar em direo  porta. "Precise de cinco."

Os detetives tomaram seu argumento e uma cereja fizzies fora a porta. Um pausado longo suficiente para olhar atrs em Peabody com um olhar de compreenso simpatizante.

Claro, Peabody pensou, o olhar veio de uma fmea.

McNab conseguiu ele mesmo uma lima efervescente, provavelmente cor-coordenando seu equipamento, Peabody sordidamente pensou. Ela fechou a porta se como ele se debruou de volta contra o contador pequeno.

"Eu tenho algo arte culinria, ento faz isto rpida," ele disse a ela.

"Oh, eu farei isto rpido. Voc no  o nico que  pego algo cozinhando. Se voc no tivesse snuck fora do apartamento esta manh, ns podamos ter lidado com algum deste na frente de turno."

"Eu no me movi furtivamente." Ele tomou um bebida longo, eyeing ela acima do tubo de neon. "No minha culpa voc dorme gosta de um cadver. Mais, eu no senti como slamming contra sua atitude primeira coisa de manh."

"Minha atitude?" Sua voz terminou em um chio que teria a mortificado se ela notasse isto. 
"Voc  a pessoa que disse que eu era egosta. Voc  a pessoa que disse que eu no me importei."

"Eu sei o que eu disse. Ento se isto  s uma retomada"

Peabody plantou seus ps. Por uma vez ela tinha muito prazer em saber que ela excedeu o em valor. "Voc faz um movimento 
Para aquela porta antes de eu ser feito, eu aplainarei seu asno sseo."

Agora temperamento relampejado em seus olhos. "Diga o que voc precisa dizer, ento. As chances so isto ser mais que voc tem
Tido que dizer para mim na ltima semana."

"Sobre o que voc est conversando?"

"Voc sempre tem algo para fazer." Ele slammed abaixo seu bebida, e verdadeiro para seu nome, lima-colorida lquido assobiado acima do lbio. "Sempre conseguido algo indo. Toda vez eu tento conversar com voc, sou que 'Ns entraremos nisto mais tarde.' Voc vai esvaziar um sujeito, voc podia ter a decncia para esperar at depois dos feriados. No iria fucking matar voc."

"O que? O que? Esvazie voc? Voc perdeu o que pequeno brainpower voc teve?"

"Voc tem me evitado. Entrando tarde, encabeando fora cedo, todo condena dia."

"Eu tenho sido compras do Natal, voc moron." Ela lanou ela entrega o ar como sua voz lanada em direo a um grito. "Eu tenho ido para o ginsio. E eu tenho sido em Mavis e do Leonardo porque ... eu no posso dizer a voc por que. E se eu tiver evitado voc, sou porque tudo que voc quer conversar sobre est indo para a Esccia."

"Ns s temos uns dias partido "

"Eu sei, eu sei." Ela slapped suas mos para sua cabea e apertada.

"Eu tenho uma linha em um pouco de lado trabalha que eu posso fazer, ajude pagar por isto. Eu s quero  ...voc no me iria esvaziar?"

"No, mas eu devia. Eu devia esvaziar voc direito em seu pointy cabea e salvava eu mesmo tudo isso agravao." 
Ela soltou suas mos, suspirou. "Talvez eu estava evitando voc porque eu no quis conversar sobre ir para a Esccia."

"Voc sempre disse que voc quis ir um dia."

"Eu sei o que eu disse, mas isto  quando eu no achei que ns j iramos. Agora voc est me alfinetando para isto, e eu estou nervoso. No, no nervoso. Apavorou."

"Do que?"

"De encontrar sua famliatudo de uma vez. De ser o que voc traz para casa pelo Natal, pelo amor de Deus."

"Jesus, Peabody, quem o inferno voc quer que eu traga para casa pelo Natal?"

"Me, voc idiota. Mas quando voc trouxer algum casa pelo Natal,  um grande.  um real grande. Eles so toda ida para estar olhando para mim e perguntando a mim perguntas, e eu no posso perder um estpidas goddamn cinco libras, porque eu estou nervoso, ento eu como. E eu figurei se ns pudssemos acabvamos de ficar para casa que eu no teria que me preocupar 
Sobre at sempre que."

Ele acabou de olhar fixamente para ela nos homens de modo confundido olharam fixamente para mulheres atravs das idades. "Voc me levou para casa para Ao de graas."

"Isto  diferente. ," ela disse antes dele poder objeto. "Voc j encontraria meus pais, e ns estamos Livres-Agers. Ns alimentamos qualquer um e todo mundo em Ao de graas. Eu me sinto gordo e clunky, e eles esto indo 
Para odiar-me."

"Dee." Ele s chamou seu Dee quando ele era particularmente tenro, ou especialmente exasperado. Este, de seu tom, pareceu ser alguns de ambos. " um real grande para tomar algum casa pelo Natal. Voc  o primeiro 
Eu tenho."

"Oh, Deus. Que s faa isto pior. Ou melhor. Eu no sei que." Ela tragou, apertou uma mo para sua barriga. "Eu penso que eu tenho nuseas."

"Eles no vo odiar voc. Eles vo amar voc porque eu fao. Eu amo voc, Ela-Corpo." Ele deu seu o sorriso, o que fez ela pensar sobre pequenos cachorros de filhote de cachorro. "Por favor volte para casa comigo. Eu tenho esperado muito tempo para mostrar a voc."

"Oh, uau. Oh, menino." As lgrimas sentimentais pularam para seus olhos como ela o saltou. Suas mos clamped em 
Seu asno.

"Eu preciso fechar a porta," ele muttered como ele mordeu alegremente em sua orelha.

"Todo mundo saber o que ns estamos fazendo."

"Eu amo ser o objeto de invejar. Mmm, eu faltei voc. Deixe-me somente"

"Espere, espere!" Ela empurrou de volta, cavado em seu bolso. "Eu esqueci. Deus.  nosso presente de Dallas e Roarke."

"Eu prefiro ter um de voc agora mesmo."

"Olhe. Voc precisa olhar. Eles esto dando a ns a viagem," ela disse como ela abriu a caixa, mostrou a ele os cartes do lado de dentro. "Lanadeira privada, modo transpo. Os trabalhos."

Desde suas mos entreguas seu asno, ela figurou que ele era to atordoado quanto ela tem sido. "Santo cague."

"Tudo que ns temos que fazer  lotar," ela disse com um sorriso aguado. "Voc no tem que tomar o trabalho lateral, a menos que 
Voc quer isto. Eu sinto muito que eu era tal monstruosidade sobre este. Eu amo voc, tambm."

Ela lanou seus braos ao redor ele, lips bloqueado. Ento aliviado atrs com um mau meneie de sobrancelhas. "Eu fecharei a porta."
*  *  *

Minutos depois de Vspera andada em seu escritrio para coordenar seu prximo movimento, Peabody apressou em.

"Eu tenho o relatrio do varredor inicial no quarto o Lombards no desocupounada," Peabody disse s pressas. "Investigando cops achou o barum leste de quarteiro, dois sul do hotel. A porta era destrancada. A bolsa da Zana era dentro de no cho. Eu tenho um time indo para l agora."

"Voc tem estado ocupado," Vspera disse. "Como voc conseguiu encaixar sexo?"

"Sexo? Eu no sei o que voc est conversando sobre. Eu aposto que voc quer caf." Ela arremessou para o AutoChef, ento girou de volta. "Como voc sabe que eu fiz sexo? Voc faz sexo radar?"

"Direito abotoado da sua camisa, e voc tem um fresco hickey em seu pescoo."

"Condene isto." Peabody slapped uma mo ao lado de seu pescoo. "O quo ruim  isto? Por que voc no tem um 
Reflita aqui?"

"Porque, vamos ver, podia ser porque  um escritrio? Voc  uma vergonha. V faa algo sobre voc mesmo antes do chefe" Seu interoffice 'vnculo buzinado. "Muito tarde. Ande de volta. Ande o inferno de volta assim voc no est na tela. Cristo."

Sua cabea poderia ter solto em vergonha como ela aliviou fora do alcance, mas um sorriso arrastado em boca do Peabody. "Ns compusemos."

"Pode isto. Dallas."

"Chefe Whitney gostaria de ver voc em seu escritrio, imediatamente."

"A caminho." Ela clicou fora de. "D-me o saliente, faa isto rpido."

"Eu virei. Eu necessidade justa para"

"D-me o saliente, Detetive. Ento escreva seu relatrio."

"Senhor. Os varredores no acharam nenhuma evidncia nos quartos desocupados por Bobby e Zana amarrar eles aos 
Assassine debaixo da investigao. A bolsa do Zana Lombard era localizada investigando oficiais dentro de um bar solicitou a Hidey Furar Nono entre Trinta e nove e Quarenta. Os oficiais entraram nas premissas quando isto 
Era notado que a segurana era fora de, e a fechadura desembaraada. Os oficiais fechados hermeticamente o edifcio, e varredores esto respondendo."

"Nome do dono do bar, o dono do edifcio."

"Eu com inteno de obter aquelas informaes depois de educar voc."

"Faa isto agora. Corra os nomes. Eu quero os dados e seu relatrio escrito dentro trinta."

A vspera deixa o vapor de temperamento a leva fora de seu escritrio, pela caneta de touro, no elevador, onde 
Por uma vez ela no teve que usar seus cotovelos para manter espao um pouco pessoal.

Boa coisa, ela decidiu. Ela poderia ter quebrado um pouco de costelas do asshole.

Ento ela fecha isto, desligou isto. Ela mostraria a Whitney nada alm de controle e professionalism. Ela usaria eles, e qualquer outra que ela precisou, manter o caso.

Ele estava esperando, sentando de volta em sua cadeira atrs de sua escrivaninha. Seu rosto largo, escuro mostrou no mais do que sua qual era dentro de sua cabea. Seu cabelo era sal e pimenta, com o sal liberalmente dashed. Existiam linhas esculpidas em seu rosto, em torno dos olhos, em torno da boca, cauterizado l por tempo e, ela estava certa, o fardo de comando.

"Tenente, voc tem chamado voc mesmo como primria em uma investigao de homicdio que est agora em seu segundo dia, e este escritrio no tem sido to informado por voc."

"Senhor, a investigao entrou em minhas mos ontem de manh. Domingo de manh, senhor, quando ns dois 
Estava de folga."

Ele reconheceu aquele com um mergulho leve de sua cabea. "Ainda voc tomou carga deste assunto enquanto de folga, utilizando pessoal departamental, e equipamento, negligenciando informar seu superior."

Nenhum ponto em bullshit, ela decidiu. "Sim, senhor, eu fiz. Eu acreditei que as circunstncias autorizaram minhas aes, 
E esteja completamente preparado para reportar disse circunstncias e aes neste momento."

Ele ergueu uma mo. "Na 'melhor-tarde-que-categoria do nunca?"

"No, senhor. Na 'imediata-necessidade-segura-a-cena-e-juntar-comprovar ' categoria. Respeitosamente, Chefe."

"A vtima era sabido para voc."

"Ela era. Eu no vi ou tive contactei com a vtima por mais de vinte anos at dois dias antes de sua morte, quando ela veio para meu escritrio."

"Voc est entrando um boggy rea, Dallas."

"Eu no acredito em isso, senhor. Eu conheci a vtima brevemente quando eu era uma criana. Ento"

"Voc estava debaixo dela gosta de vrios meses quando voc era uma criana," ele corrigiu.

Certa, ela pensou, atarraxa isto. "O termo 'se importa '  inexato, como ela deu a nenhum. Eu teria a passado 
Na rua sem a reconhecer. No existiria nenhum contato adicional entre ns depois dela 
Visite para mim esta ltima quinta-feira se ela no fosse para escritrio do meu marido o dia seguinte e 
Tentado o agitar abaixo para dois milhes de dlares."

Suas sobrancelhas aladas em cima. "E isto no  boggy territrio?"

"Ele a mostrou  porta. O capito Feeney tem os discos de segurana de escritrio do Roarke, era solicitados para recuperar eles por Roarke a fim de ajudar esta investigao. Ela deixou o mesmo modo que ela entrou."

"Sente-se, Dallas."

"Senhor, eu faria melhor permanecer. Eu fui para seu quarto de hotel domingo de manh como eu senti isto necessrio para falar com ela, fazer isto claro que ela no chantagearia ou extorquiria capitais de Roarke ou eu mesmo. Que nenhum 
De ns estvamos preocupados relativo a sua ameaa para ir para a mdia ou os citaes com cpias ela reivindicou 
Para ter de meus arquivos fechados hermeticamente. Naquele tempo"

"Ela teve cpias?"

"Muito provvel. Nenhum era achado na cena, entretanto um possuidor de disco era recuperava. A probabilidade  alta que quem mataram seu agora tem possesso deles."

"Dr. Mira falou comigo. Ela veio para me ver esta manh, como voc devia ter feito."

"Sim, senhor."

"Ela acredita que voc seja capaz de manipulao esta investigao, e adicional que est em seu melhor interesse 
Para fazer isso." Sua cadeira rangeu como ele trocou seu peso. "Eu tambm acabei de falar com o ME, ento eu no estou completamente no escuro relativo a este caso. Antes de voc dar a mim seu relatrio, eu quero saber por que voc no veio para mim. Eu quero isto diretamente, Dallas."

"Eu senti que eu estaria em uma posio melhor para continuar como primrio se a investigao era contnua. Minha objetividade no assunto seria menos provvel chamada em pergunta."

Ele no disse nada para um momento longo. "Voc podia ter vindo para mim. Relatrio."

Ele a agitou, e ela teve que no lutar apalpar, levar ele por claramente de seu primeiro 
Contacte com a vtima para os dados que Peabody acabou de dar a ela.

"Ela auto-infligida a fim de amparar seu plano para chantagem. Isso seria sua opinio?"

"Iria, dado o MIM sou e a evidncia atual."

"Seu companheiro ou cmplice a mata, seqestra a nora, e por ela continua a demanda por dinheiro, usando a ameaa de exposio de seus arquivos fechados hermeticamente."

"Eu no acredito que o assassino estaria ciente que ambos os Roarke e eu estvamos na companhia do chefe de polcia e segurana, e voc mesmo, senhor, quando o assassinato aconteceu.  possvel implicando um ou ambos 
De ns  parte do plano neste momento."

"Era uma boa festa." Ele sorriu um pouco. "A conta numerada est sendo localizada?"

"Capito Feeney est tomando isto. Com permisso, eu gostaria de Roarke ajudar naquela rea."

"Eu fico surpreendido que ele j no ."

"Eu completamente no o eduquei. Tem estado uma manh ocupada, Chefe."

"Vai ficar mais ocupado. Seria um engano para manter sua conexo para a vtima encoberta. Vir 
Fora. Melhor se voc destacar isto. Use Nadine."

Pensamento de vspera de sua conexo de mdia. Ela esperou para mais respirando quarto l, mas ele era certo. 
Pegue isto feito, pega isto. Pegue isto girado. "Eu contactarei ela imediatamente."

"E a ligao de mdia. Mantenha-me informado."

"Sim, senhor."

"Despediu."

Ela comeou em direo  porta, parou, e voltado. "Chefe Whitney, eu me desculpo por manter voc fora do lao. No acontecer novamente."

"No, no ir."

Ela saiu para inseguro se ela fosse dada um encorajador bater levemente atrs ou uma batida atravs das juntas. Provavelmente ambos, ela decidiu, como ela voltou para Homicdio.

Peabody apareceu de sua escrivaninha no bullpen a Vspera minuciosa andou a passos largos em, e trotado atrs dela em 
Seu escritrio.

"Eu tenho os dados que voc solicitou, Tenente, e meu relatrio."

"Bom. Eu no tenho caf."

"Aquela omisso detestvel ser imediatamente corrigida, senhor."

"Se voc vai lamber minhas botas, Peabody, tente ser sutil sobre isto."

"Minha lngua era rondar to longe? Eu mereci o bofetoque eu no direi que no valia a pena isto, mas eu mereci isto. McNab e eu esclarecemos, e endireitamos material. Ele pensou que eu estava o esvaziando. Idiota estpido."

Diziam com tal afeto, quase cantado, aquela Vspera acabou de soltar sua cabea em suas mos. "Se voc quiser 
Para menear fora de outro contribuir o asno, sobressalentes mim os detalhes."

"Desculpe. Caf, senhor, apenas do modo que voc gosta disto. Voc gostaria eu de conseguir para voc algo de vender? 
Meu trate."

A vspera ergueu sua cabea, inclinados seus olhos acima de em direo a Peabody. "S quanto tempo o dois de voc estava batendo? No, no, eu no quero conhecer. S consiga me para qualquer, ento contacte Nadine. Diga a ela que eu preciso de um encontrar."

"Nisto."

Como Peabody fugiu fora, Vspera Roarke experimentado em seu vnculo pessoal. Ela arrastou uma mo por seu cabelo 
Como ela era transferida para verbalizar correio.

"Desculpe dar com seu dia. Existem algumas complicaes. Volte para mim quando voc conseguir a chance."

Ela encolheu os ombros seus ombros, silvou, ento contactaram a ligao de mdia temida. Com aquele encargo aduaneiro feito, ela ligou disco de dados do Peabody, comeou o esquadrinhar como seu companheiro voltou.

"Eu consegui voc Bar de um ir, ajudar a superar uma dificuldade voc. Nadine est em cima para um encontrarde fato, ela disse que ela teve material para conversar com 
Voc sobre, e almoo procurado."

"Almoo? Por que ela s no pode vir aqui?"

"Ela  juiced sobre algo, Dallas. Queira voc a encontrar em Scentsational, ao meio-dia."

"Onde?"

"Oh,  um lugar quente real. Ela deve ser capaz de puxar cordas gordas para conseguir uma reserva. Eu tenho o endereo. 
Ela me pediu para vir, tambm, ento ..."

"Certo, certo. Por que o inferno no. S ns freaking meninas."



11


ENTRETANTO O RELATRIO do VARREDOR EM HIDEY FURA disse a ela as fechaduras e segurana tinha sido mexida, Vspera foi para a cena se e encontrado com o dono.

Seu nome era Roy Chancey, e ele era da mesma maneira que urinado para ser arrastado fora da cama como ele era com o rombo.

"Provavelmente crianas. Principalmente ." Ele arranhou a pana de sua barriga, bocejou, e deu sua uma boa brisa de respirao que teve ainda para ser refrescada.

"No, no era crianas. D-me seu paradeiro entre sete e nove esta manh."

"Em minha cama de Christing, onde d 'ya pensa? No feche 'at que trs. Tempo eu fico bloqueado em cima e bato as folhas, 
 maldio prxima quatro. Eu durmo dias. Nada l fora mas sol e dias de trfico de qualquer maneira."

"Voc vive de cima."

" Seja 'certo. Conseguiu um estdio de dana segundo andar, apartamentos em trs e quatro."

"S? Voc vive s, Chancey?"

" Seja 'certo. Olhe, por que eu quereria arrombar meu prprio lugar?"

"Boa pergunta. Voc conhece esta mulher?" Ela o mostrou a que Trudy  ID fotografia.

Ela deu a ele crdito para tomar um bem olhar. Cops e garons de bar, Pensamento de vspera. Eles conheceram como fazer pessoas.

"Nope. Ela a foi preso aqui?"

"Nope. Ela  o ficou mortos uns dias do par atrs."

"Eh, eh, eh!" Seus rheumy olhos finalmente mostraram a um pouco de vida. "Ningum ficou morto em meu lugar. Alguns poderiam se misturar isto em cima um pouco de vez em quando, mas ningum fica morto."

"Que tal este aqui? Voc a sabe?" Ela ofereceu a Zana  ID.

"No. Jesus, ela morta, tambm? O que  o negcio?"

"Que hora o estdio de dana aberta?"

"Como oito. Fechada na segunda-feira, entretanto, agradea Cristo. Nada alm de barulho caso contrrio."

*  *  *

"Ele no est nisto," Peabody disse quando eles andaram do lado de fora. 

"Nope." Na rua, Vspera estudou o edifcio, a moda-porta de nvel, o exterior. "Fcil suficiente para 
Escolha. As fechaduras eram crappy, segurana crappier. A habilidade mnima exigida para entrar."

Ela esquadrinhou o pedestre e trfico de rua. "Midlevel arrisca a conseguir em. Sujeito rpido-caminhada com uma mulher, sua cabea desce. Quem presta ateno? Ela tem drummed em cima um pouco espinha, faz um pouco de barulho, resiste, talvez ela escapa o de."

"Menina de cidade pequena, grande cidade, sogra morta." Peabody encolheu os ombros. "No assombrosa ela foi junto, especialmente quando ele deu sua aquela pequena vara."

"Malfeita, entretanto, malfeita da coisa inteira. Estpida em cima de malfeita. E voc est batendo para dois milhes quando, at onde voc sabe, o poo  um inferno de muito mais fundo. O idiota muda."

"Voc  ."

"Sim, ento?"

"No, eu quero dizer sobre dinheiro, se voc pode chamar dois mil que idiota muda."

"Eu no sou." O insulto foi fundo. "Voc est em para dois, ento voc fica sangrento. As estacas sobem quando existir sangue, e voc pede mais. Smalltime,  de pouca importncia. Tem que ser outra razo que ele tirou Trudy."

"Disputa do amante, talvez. Nenhuma honra no meio de ladres. Talvez ela estava tentando o cortar fora."

"Sim, cobia sempre trabalha."

Seu 'vnculo buzinado a caminho do carro. "Dallas."

"Complicaes?" Roarke disse.

"Alguns." Ela o preencheu. "Voc est em para condio de ECC se voc quiser e poder ajustar isto."

"Eu tenho algumas coisas para lidar comigo prefiro no trocar, mas eu tocarei fundo com Feeney. Eu devia ser capaz de trabalho nele um pouco em casa hoje  noite. Na companhia de minha esposa adorvel."

Os ombros da vspera automaticamente curvaram junto, particularmente quando ela notou Peabody olhando seu modo com tremular clios. "Bonito empacotado de meu dia. Eu vou ir pelo lab agora .. . No, cague, se encontre 
Primeiro, ento lab. Precise fazer um pouco de tecedura de mdia, ento eu sou tagging Nadine. Aprecie o ajudar se voc 
Administre isto."

"No um problema. Aperte alguma comida em seu horrio."

"Eu estou almoando com Nadine em algum lugar estpido."

"Scentsational," Peabody disse a ele, debruando acima de suficiente para conseguir um vislumbre de seu rosto na 'tela de vnculo.

"Bem, agora, o cheio do mundo de surpresas. Deixe-me saber o que voc pensa sobre isto."

S tomou Vspera uma batida. "Seu?"

"Um homem  precisa manter seu entregar. Eu tenho um almoo encontrando eu mesmo. Tente o nasturtium salada.  muito bom."

"Sim, isso vai acontecer. Mais tarde. Isto  flores, certas?" Ela pediu a Peabody quando ela concluiu transmisso.

"Uns de comestvel."

"Em meu mundo, flores no esto no menu."
*  *  *

Aparentemente eles estavam no mundo do Roarke. Eles podiam ser provados, sipped, e cheirado, todo em se elabora colocao onde as mesas rebelar-se em talos graciosos e florescidos em um jardim de cores.

O ar cheirou gosta de um prado, que Vspera assumiu deveria ser uma boa coisa.

O cho era um pouco de tipo de vidro verde, translcidas muito as flores prosperando abaixo de vislumbrado em um jardim sofisticado. Existiam vrios nveis, em cima trios de passos. Uma rvore curvada acima do bar, onde diners podia ordenar bebidas floridos ou herbrios como tambm os vinhos mais pedestres.

Nadine se sentou em uma mesa prxima a um pouco laguna onde o peixe dourado nadado no meio de lrios da gua. Ela fez 
Algo para seu cabelo, Vspera notada, endireitando suas ondas e penugens habituais assim era chuva macia e lustroso, listrado angulado ao redor seu rosto.

Ela pareceu mais afiada, de alguma maneira afiou, vestido de em cima em pansy prpura. Ela vestiu um receptor do telefone, e falou suavemente nele entre goles de algo muito rosa e muito espumoso.

"Precise ir. Segure tudo pela prxima hora. Sim, tudo." Ela arrastou fora do receptor do telefone, soltou isto em sua bolsa. "No  este um lugar? Eu tenho morto para vir aqui."

"Seu cabelo olha absolutamente mag," Peabody disse a ela  medida que eles se sentaram

"Voc pensa? Primeira vez eu considerei isto um giro." No modo de mulheres, Nadine penteou sua mo pelas pontas anguladas. "Eu estou experimentando isto."

Um garom, vestido-se bem em copado verde, poofed ao lado de sua mesa como mgica. "Bem-vindo a Scentsational, senhoras. Eu sou Decano, e eu sou seu servidor hoje. Eu posso conseguir voc um coquetel?"

"No," Vspera disse at como olhos clareados do Peabody. Ela manteve sua suave como escurecido do Peabody. "Pepsi conseguido?"

"Claro, senhora. E para voc?"

"Eu posso conseguir o que ela pegou?" Peabody gesticulou para bebida do Nadine. "Virgem."

"Absolutamente."

"Festa fantstica sobre a qual a outra noite, a propsito," Nadine comeou quando o garom saiu encher a ordem. "Eu estou ainda recuperando. No teve muito tempo para conversar com voc ento, e eu no pensei que era o tempo e lugar certo para que eu preciso conversar. Ento"

"Segure isto, no ? Eu tenho algo ida, e eu preciso de um pouco de giro."

Sobrancelhas crescidas rapidamente do Nadine. "Voc tem um quente j? Por que eu no ouvi?"

"Vic, crnio rachado, quarto de hotel no Lado do Oeste."

"Mmmm." Nadine fecha seus olhos um minuto. "Sim, eu consegui um pouco de vento nisto. Turista, rombo estragado. O que  o grande?"

"Eu achei o corpo. 1 a soube. No era um roubo dado errado."

"Deixe-me conseguir este."

"No, mantenha isto em sua cabea. Nenhum registro, no agora."

"Voc nunca faz isto fcil. Certo." Nadine se sentou de volta, gesticulado com seu vidro. "Atire."

A vspera deu seu o fundamento, rpido e apontado. "O departamento sente estaria no melhor interesse da investigao se minha conexo, porm leve, com a vtima era feita imediatamente. Eu apreciaria algum ..." Ela no podia pensar sobre a palavra certa. "... Eu acho delicadeza. Eu no quero grande bateria que bato sobre o todo nutre negcios."

"Eu no irei, outros poderiam. Voc vai ser preparado para lidar com isto?"

"No muita escolha. O ponto e o ponto que devia ser batido uma mulher era assassinada, 
A polcia esto investigando. A evidncia indica que a vtima conheceu seu atacante."

"Ns fazemos um um-em-um, voc pode pr isto em suas prprias palavras. Leve seu rosto l fora enquanto voc faz. O pblico no esqueceu os negcios de Icove, Dallas, acredite em-me. Vendo voc, ouvindo voc, lembra a eles. 
Oh sim, existe aquele policial que busted aqueles doutores loucos. E quando eu embrulhar a histria com aquela etiqueta, 
 disso que eles enfocaro em mais que sua conexo desprezvel para uma vtima de assassinato recente."

"Talvez. Talvez." A vspera pausou como seus bebidas eram servidos e o garom comeou a seu litany dos especiais e chefe de cozinha de recomendaes de dia.

Porque as descries eram longas e arrebatadasAnota rapidamente de "infuso com" ou "cheiroso com" e "delicadamente embrulhado em"ela o afinou fora e virou sugesto do Nadine.

"D-me a coisa de macarro," Vspera disse quando era sua virada para ordenar. "Como logo voc pode fazer o-em-um?"

"Eu conseguirei uma mquina fotogrfica, faz isto logo depois de almoo se ns cortarmos a comida um pouco pequena. Eu preciso saltar sobremesa de qualquer maneira."

"Certo. Bom. Obrigado."

"Voc  sempre bom para avaliaes. Falando do qual, meu so atualmente pela estratosfera. Um 
Das coisas eu quis discutir com voc. Eu tive a linha de frente com a histria de Icoveobrigadoe eu estou acumulando dinheiro as ofertas. Registre negcios, vid negcios, e os grandes, para mim ... pozinho de Tambor, por favor," ela disse enquanto seu rosto iluminado. "... Eu estou conseguindo meu prprio show."

"Seu prprio show!" Peabody tudo menos saltada em sua cadeira. "Uau! Mega--uau! Parabns, Nadine. Isto est alm de bairro residencial."

"Obrigado. Uma hora cheia semanal, e eu posso chamar meus prprios tiros. Eu vou ter um pessoal. Jesus, eu no posso recuperar-se isto. Meu prprio pessoal, meu prprio show." Rindo, ela bateu levemente seu corao. "Eu estou pegando com a batida de crime,  o que eu sei e o que eu sou sabido. Ns estamos chamando isto Agora, como eu vou lidar com que estou acontecendo at agora ns ar, toda semana. Dallas, eu quero que voc seja minha primeira entrevista."

"Nadine, congrats e blah-blah. Seriamente. Mas voc sabe que eu odeie que defeco."

"Ser grande, ser bom. Voc pode nos levar na mente do policial mais quente do NYPSD."

"Oh, cague."

"Como voc trabalha, como voc pensa, a rotina. Os passos e fases de uma investigao. Ns conversaremos sobre 
O caso de Icove"

"Aquele cavalo no foi batido morto j?"

"No desde que as pessoas esto interessadas, e eles so. Eu vou comear a trabalhar com um escritor no livro, e a vid escritura. Eu preciso de voc para se encontrar com ela."

A vspera ergueu um dedo, cortou isto pelo ar. "Enfileire desenhado."

O sorriso do Nadine era astuto. "Vai estar feito com ou sem voc, Dallas. Voc quer ter certeza que isto fez direito, no ?"

"Quem estar tocando voc no vid?" Peabody quis conhecer, e atacou a galinha de flor laranja em seu prato o minuto que era na frente dela.

"No saiba ainda. Ns estamos s comeando."

"Eu estou nisto?"

"Certo. O detetive jovem, fixo que caa assassinos ao lado de seu companheiro sensual, temperado."

"Eu vou inicializar," Vspera muttered, e era ignorado.

"Isto  muito gelado! Completamente. Espere 'at que eu digo a McNab."

"Nadine, este serve para voc. Outro redondo de grande congrats e tudo aquilo." A vspera agitou sua cabea. "Mas ele no  o tipo de coisa que eu quero conseguir tangled. No  o que eu fao, o que eu sou."

"Seja gelado se ns pudssemos fazer algum do broto para o show e o vid em sua casa. Dallas em casa."

"No nesta vida."

Nadine grinned. "Figurado tanto. Pense sobre algum disto, de qualquer maneira, no ? Eu no vou empurrar 
Ele em voc."

A vspera provou macarro, deu a Nadine um olhar cauteloso. "No?"

"No. Eu importunarei um pouco, finagle onde eu posso, mas eu no empurrarei. Aqui  por que," ela disse, vazamento seu garfo no ar. "Lembre daquele tempo que voc salvou minha vida? Quando aquele psicsico Morse me teve no parque, pronto para 
Fatia mim para pedaos?"

"Eu tenho uma memria vaga."

"Isto  maior." Nadine sinalizou o garom. "Outro redondo aqui. Ento eu no vou empurrar," ela continuou. "Muito. Mas se voc pudesse pegar um caso suculento fevereiro meio quando ns estrearmos, no machucaria."

"Mavis  esperado ento," Peabody comentou.

"Deus, est certo. Mame Mavis," Nadine adicionou com um risada. "Ainda no pode chegar ao redor isto. Voc e Roarke comearam seu treinamento classifica j, Dallas?"

"Feche. Nunca menciona isto novamente."

"Eles esto arrastando alvo acima disto," Peabody disse a ela. "Procrastinando."

"A palavra est 'evitando,'" Vspera corrigida. "As pessoas sempre querem que voc faa material que no  natural."

"Natural do parto," Peabody pe em.

"No quando eu for envolvido."
*  *  *

A ida para o lab para inicializar um pouco de asno, Pensamento de vspera. Isso era natural. Ela achou Dick Berenski, dos dedos araneiformes e cabea em forma de ovo, em um posto de trabalho, sorvendo caf por seu lips frouxo.

"Dados de Gimme."

" sempre 'gimme ' com voc cops. Sempre pense que seu cagar seja a prioridade."

"Onde so minhas fibras?"

"No departamento de fibra." Ele bufou, obviamente divertido com ele mesmo como ele veio logo seu tamborete para um 
Tela, deu a algumas torneiras. "Harvo est trabalhando nisto. V a perseguir. Ela fez seu cabelo j. Fora dos drenos, fora de ambos os quartos. No deve limpar totalmente os tubos naquele shithole mas toda dcada. Conseguiu o do vic, e outra no identificadano momentoem diante cena de crime. Nenhum Wood localiza nos drenos do segundo quarto, apenas do vic est na cena de crime, pia de banheiro. ID iria cabelo de vic, filho de vic, nora de 
Vic, empregada de hotel, par de antigos inquilinos j listado em seu relatrio. Todo o sangue na cena de crime 
Era o do vic. Surpresa, surpresa."

"Em outras palavras voc no pode dizer a mim qualquer coisa que eu j no conheo."

"No minha culpa. Eu posso s trabalhar com que voc d a mim."

"Deixe-me saber quando voc comparou cabelo e impresses da cena de hotel e o bar."

"Sim, sim, sim."

"Alegre hoje," Peabody muttered como eles encabearam pelo labirinto de parede de vidro do lab.

Eles acharam Harvo em sua estao estudando a tela. Seu cabelo vermelho era duro com espigas que contrastado com seu plido, pele quase translcida. Existiam pequeno Santas que oscila de suas orelhas.

"Yo," ela disse.

"Que minha fibra?"

"Um e o mesmo. Girado do cabelo em."

"Sim, eu consegui aquele de Dickhead. Eu pensei que voc era a Rainha de Cabelo, no fibra."

"Rainha de Cabelo," Harvo concordou com um estalo de sua goma de mascar. "Deusa de Fibra. O fato de , eu sou 
Justo fucking brilhante."

"Bom para saber. O que ns temos?"

"Sinttico branco poly com rastros de elastizine. Mesma constituio que as partculas achadas no osso e massa cinzenta do desgraado vic. O que voc est procurando por ser ou uma meia ou um domador de barriga. Mas eu no diria um no cinto suficiente elastizine."

"Meia," Vspera disse.

"E voc ganharia o prmio. Fibras comparadas a uma solitria meia branca tiradas da cena. Voc conseguiu sua partida. Nova meia, nunca vestida, nunca lavou. Ainda localiza de gengiva na solitria, da etiqueta, e 
Eu me consegui um pedao minsculo de plstico emperrado no dedo do p. Voc sabe como eles estalam as meias junto com as
Pequena srie de plstico?"

"Sim, eu odeio aqueles."

"Todo mundo faz. Voc precisa cortar eles separadamente, e quem pegaram uma faca ou tesoura  mo quando voc quer vestir suas novas meias?" Harvo estalou a gengiva em sua boca e circulou um dedo no ar. A unha 
Era Natal pintado vermelhas com rvores verdes pequenas. "Freaking ningum. Ento voc" Ela fisted suas mos juntas, tranadas. "E metade do tempo voc impede as meias, ou acabar com um pouco de plstico dentro de que apunhala voc no p."

"Pisser."

"Sim."

"Que tal a etiqueta?"

" seu dia sortudoos varredores eram completos e traziam para dentro o contedo do lixo pode. Veio do banheiro. Eu tomei isto desde que eu estava fazendo as fibras de qualquer maneira."

Ela fugiu, mostrou a Vspera a etiqueta.

"Era balled, como voc faz, e um pedao dele rasgado. Fibras presas para o lado pastoso. De qualquer maneira, conseguiu isto endireitou fora, ponha junto, e voc pode ver nosso cdigo de bar  mo, e o tipo."

Ela bateu a proteo protetora acima da evidncia.

"Meias atlticas das mulheres, tamanho sete a nove. Que  outro pisser em minha lista de cadela pessoal. Veja eu 
Vista um sete eu mesmo, e quando eu comprar meias como isto, eu sempre fiquei comprimento demais no p. Por que 
Eles s no podem fazer eles ajuste? Ns temos a tecnologia, ns temos a habilidade. Ns temos os ps."

"Isto  um puzzler," Vspera concordou. "Impresses?"

"Do Vic, etiqueta e meia. Conseguida outra na etiqueta. Correu isto." Ela bateu de volta para a tela. "Puxo, Jayne. Empregada por Boutique de Flor em Stima, balconista de vendas. Eu no sei, chame-me louco, mas eu aposto Jayne 
Vendeu o vic um par de meias recentemente."

"Trabalho bom, Harvo."

"Sim, eu aterrorizar eu mesmo regular."
*  *  *

Era um assunto simples para perseguir Jayne. Ela era atrs do contador na boutique telefonando vendas com a determinao enfocada de um soldado na linhas de frente.

A loja era emperrada com os clientes, desenhados, Vspera imaginada, pelos grandes sinais de venda laranja em todo 
Prateleira, mesa, e parede. O nvel de barulho, esmurrada para cima por incessent feriado msica, era incrvel.

Voc podia fazer compras on-line, Pensamento de vspera, se voc fosse loja desesperada. Por que pessoas insistidas em empurrarem em sadas de varejo com outras pessoas que provavelmente quiseram a mesma mercadoria, onde as linhas roped ao redor em eternamente confundindo misria e tortura, e onde os balconistas de vendas eram amargos como espinafre cru, estava alm dela.

Quando ela disse o mesmo para Peabody, resposta do seu companheiro era um chipper "Porque  divertido!"

Para vrios aborrecimento e objees dos consumidores, Vspera corta a linha e muscled seu modo em cima frente.

"Eh! Eu sou prximo."

Vspera girada para a mulher tudo menos enterradas debaixo de pilhas de roupa, e levantaram seu distintivo. "Este significa que eu vou primeiro. Precise conversar com voc, Jayne."

"O que? Por que? Eu estou ocupado."

"Nossa, me, tambm. Conseguiu um de volta quarto?"

"Homem. Sol? A cobertura registra dois. Atrs aqui." Ela thumped seu modo em duas-polegada-espesso airsoles abaixo um corredor pequeno. "O que? Escute, ns estvamos tendo uma festa de maldio. As festas ficam altas.  Natal, pelo amor de Deus. Meu atravs-do-vizinho de corredor  um primo cadela."

"Da prxima vez pergunte a ela para a festa," Peabody sugeriu. "Duro de reclamar se voc for parte do barulho."

"Eu prefiro comer lombriga cagar."

O quarto de parte de trs era carregado com linhagem, caixas, bolsas. Jayne se sentou em uma pilha de roupa ntima. "De qualquer maneira, eu sou fora de meus ps por um minuto.  loucura l fora. O Natal faz pessoas loucas. E aquele pedao sobre benevolncia em direo a homens? Ele certo como inferno no se aplica a varejo."

"Voc vendeu um par de meias para uma mulher algum dia entre a quinta-feira e sbado," Vspera comeou.

Jayne moeu seu punho no pequeno dela atrs. "Mel, eu vendi cem pares de meias entre a quinta-feira e sbado."

"Tenente," Vspera disse e bateu seu distintivo. "Atletismo branco, tamanho sete a nove."

Jayne entrincheirou-se seu bolso. Ela pareceu ter uma dzia de delas entre sua camisa preta e calas pretas. Ela retirou-se um pedao de doce duro, desembrulhou isto. Suas unhas, Vspera notada, eram desde que gelo escolhe e pintou gosta de canas de doce. 

Sim, Natal fez pessoas loucas.

"Oh, meias atlticas brancas," Jayne disse sourly. "Isto  um real avisar-."

"Tome um olhar para um retrato, veja se voc lembrar."

"Eu posso apenas lembrar de meu prprio rosto depois de um dia gostar de este aqui." O doce fez rattling barulhos contra dentes do Jayne como ela tocou com isto. Mas ela rolou olhos cansados e tomou a fotografia.

"Jeez, o que so as chances? Sim, eu a lembro. Converse sobre primo cadela. Escute," ela disse e chupou 
Ar por seu nariz. "Ela entra, agarra um par de meias. Um par piolhento, reclama que ns no temos suficiente ajuda depois de que ela chegar me a, e exige o preo de venda. Agora,  claro as meias esto em venda em muitos trs. Diga to certo na exibio. Um nove e noventa-nove do par. Compre trs para vinte e cinco-cinqenta. Mas ela est gritando que ela quer as meias para oito e cinqenta. Ela fez o math, e  disso que ela pagar. Ela pegou uma linha clara para Sexta atrs dela, e ela  busting em mim, goste, idiota muda."

Ela mastigou abaixo duro no doce. "Eu no sou autorizado para cortar um preo, e ela no mover. As pessoas esto indo para revolta qualquer minuto, ento eu preciso chamar acima do gerente. O gerente escava porque s no  no valor da agravao."

"Quando ela entrou?"

"Homem, obscurece junto." Jayne esfregou o de volta de seu pescoo. "Eu tenho estado em desde a quarta-feira. Diretamente sete dias de inferno. Eu consigo dois fora de comear amanh e eu me vou sentar em meu asno para a maior parte. Isto 
Era depois de almoo, eu lembro, porque eu pensei como este asshole mulher iria fazer-me balanar 
Meu gyro. Gyro!"

Ela estalou seus dedos, crescido rapidamente seu ndice, levando com o gelo festivo escolhe. "Sexta-feira. Mim e Coro agarrou gyros na sexta-feira. Ela teve o fim de semana, e eu lembro de crabbing sobre ele para ela."

"Ela estava s?"

"Quem penduraria com aquele tipo? Se algum fosse com ela, eles ficaram de volta. Ela escorou fora sozinho. Eu assisti ela ir." Ela sorriu um pouco. "Atirada ela o pssaro atrs dela atrs. Par dos clientes aplaudidos."

"Voc tem discos de segurana?"

"Certo. Sobre o que isto ? Algum chuta seu asno? Eu teria seguro seu casaco."

"Sim, algum fez. Eu gostaria de visualizar os discos pela sexta-feira  tarde. Ns precisaremos fazer cpias."

"Uau. Certo. Nossa. Eu no estou em apuros com este, no ?"

"No. Mas ns precisaremos dos discos."

Jayne se empurrou para seus ps. "Eu preciso conseguir o gerente."

*  *  *

Atrs em seu escritrio, Vspera revisou o disco novamente. Ela bebeu caf e assistiu Trudy entrar por 
As portas de rua. Dezesseis e vinte-oito no selo de tempo. Tempo suficiente para guisado sobre o resultado sua 
Visite para Roarke, Vspera decidida. Tempo suficiente para discutir isto com um companheiro, ou s caminhe ao redor at um plano formado.

Urinou, Vspera notada, quando ela pausou, rosto do Trudy aumentado. Ela podia quase ouvir os dentes moendo junto. Fervendo raiva, deliberao no fria. No agora mesmo, de qualquer maneira. Impulso, talvez. Eu mostrarei a eles.

Tido que procurar pelas meias, pessoas de cotovelo fora de seu modo, rodeie ao redor mesas. Mas ela achou o que ela quis ... e em um preo de pechincha.

A vspera assistiu dentes nus do Trudy em um grunhido quando ela arrancou as meias da exibio. Mas ela carranca no preo, na exibio de venda, antes de marchar acima de permanecer na linha.

Vazamento seu p, brilhantes nos clientes na linha  frente dela.

Impaciente. E s.

Ela continuou a assistir, pela altercao com o balconista, Trudy que olha abaixo seu nariz, fisting suas mos em seus quadris. Entrincheirando-se. Brevemente girando estalar algo na mulher atrs dela na linha.

Fazendo uma cena acima de mudana de bolso.

Comprando sua prpria arma de assassinato no barato.

Ela no esperou por uma bolsa, no esperou por um recibo. Acabou de encher as meias em sua bolsa e stalked fora.

A vspera se sentou de volta, leu o teto. Tido que conseguir os crditos. Ningum carrega suficiente para encher uma meia ao redor 
Com eles. E o modo que ela atirou a bolsa ao redor no indicou era pesado.

"Computador, ache e liste todos os bancos de Sexta Avenida at Dcima, entre ... Trinta-oitava e Quarenta-oitavo.

Trabalhando . ..

Empurrando em cima, ela verificou o tempo. Os bancos foram fechados pelo dia. Mas Trudy somente teria tido 
Suficiente tempo para chegar a um, consiga se uma sacada de crditos.

Verifique aquele fora amanh. "Imprima fora dados," Vspera ordenou quando o computador comeou a recitar uma lista de bancos. "Copie arquivar, copie para meu computador de casa."

Reconheceu. Trabalhando ...

Ela podia ver isto. Ela teria que achar o banco, verifique, mas ela podia ver isto. Mais ntima para a boutique, isto  o que seria. Ande a passos largos em, ainda emitindo fumaa. O dinheiro usado se ela estivesse pensando, Vspera decidida. Nenhum ponto em ter uma transao assim estalando em um crdito ou relatrio de dbito, ento voc usa dinheiro. E voc d fim  bolsa de banco antes de voc voltar para o hotel.

S, ela pensou novamente.

Venha para a estao s, ento para escritrio do Roarke. Nenhum sinal algum est esperando por ela no salo de entrada.

D um telefonema talvez, usa seu 'vnculo uma vez que ela est do lado de fora do edifcio. Nenhum modo para verificar aquele quando o 'vnculo for. Esperto tomar o 'vnculo da cena de assassinato.

Ela compassou, ordenado mais caf.

Assustada quando ela deixar Roarke. Contacte seu camarada, sua coorte. Gritos o blues. Podia ter forjado a prxima parte junta.

Ela girou para sua tbua de assassinato, estudou as fotografias de rosto do Trudy.

"O que ele leva para fazer aquele para voc mesmo?" Vspera muttered. "Bastante motivao. Bastante raiva. Mas 
Como o inferno voc esperou provar voc ser afinado em cima por mim ou Roarke, ou algum ns sicced em voc?"

Atrs para estpida, ela pensou com uma sacudida de sua cabea. Isso estava levando com raiva, isso era impulso 
E fria. Mais esperto ter conseguido ou ns dois fora da casa em um pouco de pretexto, em algum lugar ns no seramos facilmente alibied. Estpido assumir ns no teramos um. Malfeito.

Uma memria cutucada nela, quase enfraquecido mais uma vez. A vspera fechou seus olhos, apertados e enfocados.

Escuro. No pode dormir. Muito faminto. Mas a porta de seu quarto era bloqueada do fora de. Trudy no gostou ela de vagar em torno da casa movendo furtivamente ao redor, entrando em dificuldade.

Ela estava sendo castigada de qualquer maneira.

Ela conversou com o menino do outro lado da rua, um par de seus amigos. Meninos mais velhos. Tomado um passeio em um de 
Suas tbuas. Trudy no gostou do menino do outro lado da rua, ou seus amigos.

Hoodlums. Delinqentes. Vndalos. E piores. E voc, nada alm de uma mulher relaxada. Nove anos de idade e j apagando. Que novo de nada para voc, ? Fique de cima, e voc pode esquecer sobre a ceia. Eu no fao 
Lixo de alimentao em minha casa.

No devia ter conversado com o menino. Mas ele disse que ele a mostraria como usar a diretoria, e ela nunca montaria um antes. Eles podiam enganar em seuslaos e rodas e giros. Ela gostou de assistir eles. O menino viu ela assistindo, e grinned nela. Motioned ela acima de.

No devia ter inferno ido pagar. Mas ele segurou aquela tbua colorida, disse que ela podia tomar uma brisa. Ele a mostraria como.

E quando ela atirou nisto, ele assobiou por seus dentes. Seus amigos riram. Ele disse ela 
Tido bolas.

Era queela pensou que erao mais feliz, a maioria de liberar momento de sua vida naquele tempo. Ela podia lembrar, at agora, o modo estranho o sorriso ajustou em seu rosto. O modo suas bochechas esticaram, e o risada que teve rumbled em cima em sua garganta e machucou seu trax um pouco. Mas um bem machuca, como nada ela j experimentaria.

Ele disse que ela podia ir novamente, que ela era uma natural.

Mas Trudy terminou, veio para fluindo fora com que assiste seu rosto. Aquele inferno para-pagar olhar. Ela gritou, gritada em Vspera para sair de que condena coisa.

Eu no digo que voc fique na jarda. Eu no disse? Quem consegue a culpa se voc quebrar seu pescoo tolo? 
Voc j pensa sobre isto?

Ela no teve. S pensou sobre a excitao de montar a diretoria pela primeira vez.

Trudy gritou nos meninos, tambm, disse a eles que ela chamaria a polcia. Ela soube o que eles eram at. Pervertidos, hoodlums. Mas eles s ririam e fizeram barulhos rudes. A cuja tbua ela montou chamou Trudy uma cadela velha, direito de seu rosto.

A vspera pensou que era a coisa mais valente que ela j veria.

Ele deu Vspera um sorriso rpido, uma piscada rpida, e disse a ela que ela podia ter outro passeio sempre que ela agitou a cadela velha solta.

Mas ela nunca montaria isto novamente. Ela ausentou-se dele, e seus amigos.

E ela pagou pela excitao momentnea com um intestino vazio.

Mais tarde, com estmago rosnando, ela permaneceu na janela de seu quarto. E ela viu Trudy sair da porta da frente abaixo. Assistiu ela tomar pedras e quebrar o pra-brisa de seu carro, ento as janelas laterais. Assistiu seu spray pintar no capuze fingiu o cintilar das cartas na escurido.
CADELA VELHA

Trudy ento marchou do outro lado da rua, enxugou a lata em um trapo, e ento lanou isto nos arbustos na frente da casa do menino.

Ela tem sorrido, um grunhido de dentes trancados de um sorriso como ela caminhou de volta em direo  casa.



12



A VSPERA TEVE mais UMA TAREFA ANTES DELA SAIR encargo aduaneiro, e tomou isto solo.

O hotel Roarke forneceu para Bobby e Zana eram um aumentar do local prvio. Nenhuma grande surpresa l. Ainda, era moderado, pequenos em balangands. Apenas do tipo de turistas de lugar ou negcios-pessoas 
Em um oramento poderia escolher.

A segurana era sutil, mas estava l.

Ela era parada a caminho atravs do salo de entrada limpo antes dela poder acessar os elevadores.

"Com licena, sinta falta. Eu posso ajudar voc?"

A mulher que bateu seu ombro teve um rosto agradvel, um sorriso fcil. E a protuberncia de lnguido de um stunner debaixo da axila de sua jaqueta esperto.

"Polcia." A vspera levantou sua mo direita, agarrou seu distintivo com sua esquerda. "Dallas, Vspera de Tenente. Minhas pessoas esto em cinco e doze. Eu estou subindo verificar neles e o uniforme a trabalho."

"Tenente. As ordens so para esquadrinhar ID. Ento ..."

"Bons." Eles eram suas prprias ordens, afinal. "V em frente."

A mulher tirou um scanner da momais jazzstica que qualquer polcia emiteverificado. Ela bateu um boto, vspera Trazida  ID fotografia sobre a tela do scanner. Satisfeito, ela deu Vspera seu distintivo.

"V em frente em cima, Tenente. Voc quer que eu solicite o uniforme e dizer a ele que voc est a caminho?"

"No. Eu gosto de assombroso eles."

Felizmente para o uniforme, ele estava na porta. Eles souberam um ao outro por viso, ento em lugar de pea ID, ele simplesmente chupou em seu estmago, endireitados seus ombros. "Tenente."

"Bennington. Condio?"

"Quieto. Todo o quartos este nvel so ocupados exceto cinco-oh-cinco e cinco e quinze. Poucas pessoas dentro e forabolsas de compras e pastas. No um espiar fora de cinco e doze desde que eu apareci turno."

"Leve dez."

"Obrigado, Tenente. Eu sou aliviado em trinta, ento eu posso permanecer at."

"Boa o suficiente." Ela bateu, esperado enquanto algum dentro de verificou a segurana espiar. Zana abriu a porta.

"Oi. Eu no estava certo que voc seria por hoje. Bobby est no quarto que conversa com D.K. Voc quer que eu o consiga?"

"Nenhuma necessidade." Vspera andado dentro da pequena sala de estar, Roarke forneceu o que ela sups era chamada um 'apartamento de executivo,' com um sobressair de kitchenette fora de um confortvel sentando rea. O quarto era separado por um par 
De portas de bolso, atualmente fechado.

"Como voc fazendo Vspera perguntada.

"Melhores, obrigado. Melhores." Suas bochechas alfinetaram um pouco. Ela afofou nervosamente nas ondas longas de seu cabelo ensolarado. "Aconteceu para mim que voc principalmente me viu histrico. Eu no sou normalmente. Realmente."

"Voc teve razo." Vspera esquadrinhada. Telas de isolamento comprometido. Bom. Tela de entretenimento em um pouco de tipo de girlie programa de entrevistas. Nenhuma maravilha Bobby teve as portas fechadas.

"Eu posso conseguir para voc algo? A cozinha pegou um bem fornecer." Ela sorriu wanly. "Nenhuma necessidade para correr fora para bagels. Eu posso conseguir voc caf ou"

"No, isto  certo."

" um quarto melhor que o outro. O caminho terrvel para pegar isto."

"Nenhum ponto em ser desconfortvel e intranqilo."

"No. No, eu no acho." Ela girou seu anel de casamento ao redor e ao redor em seu dedo. Outro hbito nervoso, Pensamento de vspera. Existia um anel com pedra um pouco rosa em sua mo direita, e a mesmas pedra rosa, 
Como cravos, em suas orelhas.

Eles combinaram sua tintura de lbio, Vspera notada. Comoe por quemulheres pensaram sobre aquele tipo de detalhe?

"Eu estou to contente que voc conseguiu minha bolsa atrs. Teve todo meu material, retratos e ID e esta nova tintura de lbio eu acabei de comprar, e ... Deus." Ela esfregou ela d seu rosto. "Queira se sentar?"

"Por um minuto. Voc conheceu Bobby e D.K. Por algum tempo."

"Desde que eu comecei a trabalhar para eles. Bobby, ele  apenas da coisa mais doce." Ela se sentou, escovadas nas coxas 
De suas calas. "Eu ca imediatamente. Ele est um pouco tmido, sabe, com mulheres. D.K. Estava sempre o arreliando."

"Bobby mencionou que D.K. E Trudy no se deu bem."

"Oh, bem." Cor dada nova superfcie da Zana, s um pouco. "Principalmente D.K. S mantida sua distncia. Tipo de um estrondo de personalidade, eu acho. Trudy, ela s diria o que ela estava pensando, direito fora. E s vezes, bem, pessoas conseguiram um pouco ofenderam."

"Voc no fez "She'sshe wasthe mother of the man I love. And she raised him single-handed." Her eyes went starry. "Raised such a good man. I didn't mind her giving me advice. I've never been married before, 

"Ela  queela eraa me do homem que eu amo. E ela o levantou sozinho." Seus olhos foram estrelados. "Levantado um homem to bom. Eu no me importei ela dando a mim conselho. Eu nunca fui casado antes, 
Afinal, ou manteve uma casa. De qualquer maneira, Bobby soube s como a lidar."

"No ?"

"Ele s diria que eu movimentasse a cabea e ir junto, ento faa o que eu procurado." Zana riu, ento coberta sua boca com sua mo como se sufocar o som. " disso que ele fez, principalmente, e existia quase nunca uma palavra transversal entre eles."

"Mas existiam algum."

"Pequenas brigas de vez em quando, como famlias tm. A vsperaest tudo bem se eu chamar voc Vspera?"

"Sim, isto  bom."

"Voc pensa que ns podemos ir para casa logo?" Seu lips tremeu antes dela apertar eles juntos. "Eu estava to excitado sobre vir aqui, vendo Nova Iorque, era tudo que eu podia pensar sobre. Agora eu s quero ir para casa."

"Neste momento da investigao,  mais conveniente se voc e Bobby estiverem aqui."

" disso que ele disse." Ela suspirou. "E ele no quer ir para casa pelo Natal. Diga que ele s no quer estar l para isto. Eu acho que eu possa entender. Somente ..." Lgrimas vislumbradas em seus olhos, mas no caram. " egosta."

"O que  

" nosso primeiro Natal casou. Agora ns gastaremos isto em um quarto de hotel.  egosta." Ela cheirou de volta as lgrimas, agitou sua cabea. "Eu no devia nem estou pensando sobre ele com sua mame . .."

" natural suficiente."

Zana lana seu olhar culpado em direo s portas de bolso. "No diga a ele que eu disse qualquer coisa. Por favor. Ele pegou 
Suficiente em sua mente."

Ela chegou a seus ps quando as portas abertas. "Oi, mel. Olhe que est aqui."

"Vspera. Obrigado por vir. Eu estava s conversando com meu companheiro." Ele trabalhou um sorriso para sua esposa. "Ns fechamos o negcio."

Ela slapped suas mos juntas, saltados em seus dedes do p. "A grande casa?"

"O grande. D.K. Conseguiu o contrato e depsito do comprador esta manh."

"Oh, mel! Isto  s maravilhoso. Parabns." Ela se apressou em torno do sof para dar a ele um abrao feroz. "Voc dois trabalhado to duro isto."

"Grande venda," Bobby disse Vspera. "Inferno, um elefante branco ns empreendemos. Ns iria quase desistir, quando ns chegamos 
Um mordiscar na semana passada. Meu companheiro prendeu isto em um arco esta manh."

"Atrs no Texas."

"Sim. Levou eles por ele trs vezes ao longo do fim de semana. Eles s no cometeriam. Quis ir por ele novamente esta manh, ento ele caminhou para eles por isto novamente, e eles finalmente pedao.  uma grande comisso para ns."

E apague o companheiro do corrente, Vspera decidida, a menos que ele ache um caminho para ser dois lugares de uma vez. "Parabns."

"Mame teria estado na lua."

"Mel." Zana tomou seus braos. "No seja triste. Ela no quereria que voc fosse triste. Ela estaria to orgulhosa. De fato, ns vamos celebrar. Eu quero dizer isto." Ela deu a ele um pouco sacudida. "Eu vou ordenar uma garrafa de champanha, e voc vai tomar um pouco enquanto relaxar e orgulhar-se de voc mesmo. Voc ter 
Alguns conosco, Vspera?"

"Obrigado, mas eu preciso ir."

"Eu pensei talvez que voc teve algumas notcias, sobre minha me."

"A investigao est movendo adiante. Isto  o melhor que eu posso dizer a voc agora. Eu verificarei em com voc amanh. Se qualquer coisa antecipadamente quebrar, eu informarei."

"Certo. Obrigado. Eu estou contente que  voc, Vspera.  mais fcil de alguma maneira porque  voc."

*  *  *

Ela podia ir para casa, Pensamento de vspera, como ela muscled seu modo em trfico. Era mais que Bobby podia 
Faa neste momento. Ela podia ir para casa onde as coisas eram normais, pelo menos por seus padres.

Como trfico snarled, ela estudou um dos brilhantes, outdoors animados, elogiando em demasia cortem taxas para viagens de feriado 
Para a Aruba.

Todo mundo quis estar em outro lugar, ela decidiu. Pessoas do Texas, e onde quer que, flocked para Nova Iorque. O new Yorkers rastejou em cima a estrada para o Hamptons, ou embarcou em uma lanadeira Sul para um pouco de ilha.

Onde as pessoas fizeram nas ilhas vo? Ela perguntou-se. Provavelmente para alguma cidade ruidosa, abarrotada.

Por que pessoas no acabavam de no poder ficar pem?

Porque eles no fizeram, as ruas e caladas eram entupidas, com a despesa de rotas areas pequenas melhores. E ainda, no existia em qualquer lugar que ela prefere ser.

Ela dirigiu pelo Gates, finalmente, em direo s luzes.

Toda janela era iluminada, velas ou festooned rvores reluzindo. Pareceu que uma pintura, ela pensou. Cu escuro, subindo lua, e as formas de fantstico e sombras da casa, com todas aquelas janelas ardendo.

Ela podia ir para casa.

Ento por que ela era deprimida? Arrastou no bsico de seu crnio, na cova de sua barriga como ela estacionou o carro, empurrou se. Ela quis deitar-se, ela percebeu, e no porque ela estava cansada. Ela acabou de querer fechar sua cabea para cinco minutos de maldio.

Summerset estava l, um esqueleto duro no meio das cores festivas do foyer principal.

"Roarke est em seu escritrio, freqentando para um pouco de seus negcios."

Em seu humor atual, a desaprovao desprezada acima do peso em sua barriga. "Ningum segurou um stunner para sua garganta," ela estalou. "Que  o que eu sonho com fazer para voc, noite aps a noite."

Ela pisou de cima sem aborrecer tirar seu casaco.

Ela no foi para o escritrio, que era insignificante e errado. Ela soube isto. Mas ao invs ela foi diretamente para o quarto e, ainda em seu casaco, solto facedown na cama.

Cinco minutos, ela pensou. Ela era intitulada para cinco minutos de maldio de solido e quieta. Se s ela podia cortar sua cabea.

Segundos mais tarde, ela ouviu o bloco de correnteza de pequenos ps, ento a vibrao da cama como Galahad fez seu pulo. Ela girou sua cabea, olhados fixamente em seu bicolored olhos.

Ele olhou fixamente de volta. Ento fez um par de crculos preguiosos, enrolada-se por sua cabea, e olhou fixamente um pouco mais. Ela achou se experimentando-olhar fixamente, fazer ele piscar primeiro.

Quando ela perdeu, ela achou ele smirked.

"Camarada, se voc fosse um policial, voc racharia suspeitos gostarem de nozes."

Ela trocou assim ela podia arranhar suas orelhas. Com o gato ronronando como um souped-em cima motor, ela assistiu o vislumbre de luzes na rvore do quarto.

Era um bom negcio que ela teve aqui, ela disse a se. Grande cama, bonita rvore, gato bom. Qual estava errado 
Com ela?

Ela apenas ouviu ele entrar, provavelmente no teria se ela no tivesse escutado para ele.

Quando o colcho deprimido, ela girou sua cabea novamente. Este tempo ela olhou fixamente em olhos de selvagens e 
Vvido azul.

Sim, um negcio satisfatrio.

"Eu estava entrando," ela murmurou. "Eu acabei de querer uns minutos do par."

"Enxaqueca?"

"No. Eu somente sou... Eu no sei."

Ele stroked um dar seu cabelo. "Triste?"

"O que eu preciso ser triste sobre? Eu tenho esta grande-asno casa. Voc viu como olha todos iluminado?"

"Sim." Sua mo movida at a nuca de seu pescoo onde algum do peso deita.

"Eu tenho este gato gordo rondar. Eu penso que ns devamos o atormentar no Natal, faamos ele vestir algumas daquelas coisas de chifre. Sabe, como uma rena."

"Enfraquea sua dignidade. Boa idia."

"Eu tenho voc. O gelar em meu bolo pessoal. Eu no sei o que estou errado comigo." Ela enrolou nele, escavado nele. "Eu at no me importo que ela est morta, ento o que est errada comigo?"

"Voc  muito duro em voc mesmo,  disso que est errado com voc."

Ela o respirou em, porque era um conforto. "Eu fui para o morgue e olhei para ela. S outro corpo. Eu olhei para o que ela fez para ela mesma, tentar atarraxar conosco. E ele me repugnou. No surpreendeu-meno uma vez que eu pensei sobre isto. Eu olhei para o que outra pessoa fez para ela, e ele era: Bem, o que vou ao redor. Eu no deveria pensar que isto."

"O que mais voc fez?"

"Hoje? Reportado para Whitney. Levou um pouco surra l. Almoou com Nadine conseguir ela para girar a conexo em cima frente. Bata o lab. Seguida a trilha de tecido para uma sada de varejo onde o Trudy comprou as meias que ela costumava fazer uma seiva. Eu consegui uma lista de bancos entre l e o hotel. A figura ela teve que conseguir os crditos. Verifique isto amanh.

Foi pelo bar onde a Zana foi tomada, conversado com o dono. Revisou os discos. Um ... atualizou relatrios. Verificado em Bobby e Zana. Boa segurana no hotel. Voc tem um slido frontman em seu salo de entrada."

"Bom para saber."

"Ento eu voltei para casa. Outro material l, mas isto  a essncia."

"Em outras palavras, voc fez seu trabalho. Se ou no voc se importa que ela est morta, voc fez o trabalho que levar voc para seu assassino."

Ela rolou acima de, olhado fixamente no teto. "Eu no tenho nenhum suco."

"O que voc teve para almoo?"

Ela deu um metade risada. "Tomando minha mente fora de minha festa de piedade? Esta coisa de macarro com um pouco de tipo de material de erva. Era bom. Qualquer Nadine e Peabody chowed em, eles fizeram muitos barulhos de menina gostosa. O 
O lugar estava balanando, ento eu acho que voc tem um golpe. Grande surpresa."

"O servio?"

"Fantasmagrico. O garom tipo de poofs  mesa fora de em nenhuma parte se voc at pensa sobre querer algo. Nadine est conseguindo sua prprio show."

"Eu ouvi sobre que s hoje. Boa para ela."

"E ela pegou vid e negcios de livro. Voc em algum disto?"

"De fato."

"Ela quer me entrevistar, que talvez. E queira fazer algum do vid aqui na casa, que  definitivamente no."

"Definitivamente."

Ela girou sua cabea novamente para olhar para seu rosto. Como um homem podia ser to bonito, dia aps dia? "Eu figurei ns alinhar-nos na mesma coluna nisto."

"Isto est em casa." Sua mo stroked acima de sua, ento deite, quieto e morno, acima disto. " privado."

"Eu estou sempre trazendo trabalho casa. Fazendo trabalhar aqui."

"Como seja I."

"Voc no enche isto com cops em cima disto."

"Eu no fao. E certamente no planeje para no futuro. Se eu tivesse um problema com que voc fazendo isso, eu informei."

"Eu tive esta memria relampejar hoje."

Ah, ele pensou, agora ns temos a raiz. "Diga a mim."

"Eu estava pensando sobre o modo que ela se machucou, sado, meias compradas pelo amor de Deus, para o propsito exclusivo de se bater no rosto, contundindo seu corpo. Maligno, auto-comportamento destrutivo. E eu lembrei deste tempo . . ."

Ela disse a ele, da mesma maneira que a memria voltou para ela. E mais, como ela lembrou mais. Que isto 
Tinha sido quente, e ela podia cheirar grama. O cheiro estranho para ela como ela iria muito raramente experimentar isto antes. 
Um dos meninos tiveram um jogador de disco, e existia msica jingling.

E como o carro de polcia teve deslizou quase caladamente at a casa que noite. Como os botes nos uniformes do cops refletiram no luar.

"Eles atravessaram a rua. Estava atrasado, teve que ficar atrasado, porque todas as luzes estavam fora, em todos lugares. Ento eles apareceram, luzes apareceram na casa do outro lado da rua, e o pai do menino veio para a porta. O cops foi do lado de dentro."

"O que aconteceu?" Ele perguntou quando ela foi muda.

"Eu no sei, no com certeza. Eu imagino a criana disse a eles que ele no fez nada. Ele tem estado adormecido. No podia provar isto, claro. Eu lembro do cops terminou, cutucou ao redor. Achou o spray pode. Eu posso ainda ver como um deles ensacaram isto, agitou sua cabea. Criana estpida, ele estava provavelmente pensando. Asshole brinca.

"Ela examinou cuidadosamente, comeou a gritar. Apontando na lata, seu carro, sua casa. Eu acabei de estar l e assistido, e finalmente eu no podia assistir isto mais. Eu entrei em cama. Puxou as coberturas acima de minha cabea."

Ela fechou seus olhos. "Eu ouvi outras crianas que conversam sobre ele na escola. Como ele teve que afundar para a delegacia de polcia com seus pais. Eu afinei isto. Eu no quis ouvir sobre isto. Uns dias do par mais tarde, Trudy estava dirigindo um novo carro. Bom brilhante novo carro. Eu fui embora no muito depois. Eu decolei. Eu no podia permanecer estando l com ela. Eu no podia permanecer estando l, vendo aquela casa do outro lado da rua."

Ela olhou fixamente na janela escura acima de sua cabea. "Eu no percebi at hoje isto  a raiz de por que eu corri. Eu no podia permanecer estando l com que ela fez, e o que eu no tive. Ele deu a mim o melhor momento de minha vida, e ele estava em apuros. Eu no fiz nada para o ajudar. Eu no disse nada sobre que ela fez. 
Eu s deixo aquela criana tomar a batida."

"Voc era uma criana."

"Isto  uma desculpa para no fazendo nada para ajudar?"

", sim."

Ela se sentou em cima, empurrado ao redor assim ela podia olhar fixamente abaixo nele. "O inferno . Ele foi arrastado at a loja de policial, provavelmente conseguiu uma folha, ainda que eles no podiam provar ele fazer isto. Seus pais tido que fazer restituio."

"Seguro."

"Oh, fuck isto, Roarke."

Ele se sentou em cima, tomou seu queixo firmemente em sua mo. "Voc tinha nove anos de idade, e assustados. Agora voc vai olhar de volta vinte anos e culpa voc mesmo. Fuck isto, Vspera."

"Eu no fiz nada."

"E o que voc podia ter feito? Ido para a polcia, disse a eles que voc viu a mulherlicenciou e aprovou por Proteo de Crianadeforma sua prprio carro, ento culpe a criana do outro lado da rua? Eles no teriam acreditado em voc."

"Isto  fora de propsito."

"No . E ns dois sabemos aquele menino sobreviveu que bate em sua infncia. Ele teve pais, uma casa, amigos, e suficiente carter para oferecer um pouco menina um passeio em um airboard. Eu imagino que ele sobreviveu muito bem. Voc dedicou sua vida de adulto a proteger o pblico, arriscando sua vida para fazer isso. Ento voc pode sangrar 
A parada bem culpando voc mesmo por uma vez estando uma criana assustada e comportando como um."

"Bem, inferno."

"Eu quero dizer isto. E tire seu casaco. Cristo Jesus, voc no est assando?"

No era freqentemente que ela sentiu A nica palavra que ela podia pensar sobre era "envergonhado." Ela arrastou fora de seu casaco, 
Deixou isto pooled ao redor ela. "Voc pensaria que uma pessoa podia se espojar um pouco em sua prpria cama."

" minha cama, tambm, e existe estado bastante espojando. Queira tentar para qualquer outra coisa?"

Ela levantou o gato, se estatelou ele em seu colo. "No."

"V em frente e amue, ento,  um aumentar de se espojar." Ele rolou fora da cama. "Eu quero algum vinho."

"Ele podia ter sido cicatrizado por toda vida."

"Por favor."

Ela estreitou seus olhos como ele abriu o gabinete de bebida alcolica. "Ele podia ter tornado uma carreira criminoso, todos por causa de que um trabalho de armao."

"Existe um pensamento." Ele selecionou um bom branco fora da seo de refrigerador. "Talvez voc colocou o no lugar. Isso no seria alguma ironia adorvel?"

Seu lips twitched, mas ela chateia abaixo no risada. "Voc podia ter feito negcios com ele em seu abominvel passado. Ele  provavelmente um kingpin em algum lugar no Texas agora mesmo."

"E ele deve isso tudo para voc." Ele voltou para a cama com dois culos de vinho, deu seu um. "Melhor?"

"Eu no sei. Talvez. Eu esqueci sobre isto, sabe, o modo que voc faz ainda que  todos normal. E 
Quando ele voltou, acabou de apressar em com tudo isso culpabilidade. Ele era s mais ou menos quatorze, quinze. Ele lamentou me por. Eu podia ver isto em seu rosto. A ao intil vai impune," ela disse, brindando antes dela beber.

"Eu posso o achar se voc quiser. Voc pode ver o que ele  at, diferente de ser um senhor de crime texano."

"Talvez. Eu pensarei sobre isto."

"Enquanto isso, eu gostaria de perguntar a voc por algo."

"O que?"

"Eu no tenho quaisquer retratos de voc de antes de ns nos encontrar."

Levou ela se importar um momento para alcanar o no sequitur. "Retratos?"

"Sim, de quando voc era um nubile menina jovem, ou um nefito verde em uniforme, que eu estou pulando que voc colocar novamente um dia logo. Eu amo minha mulher em uniforme. Eu podia acessar mais velhas ID fotografias, mas eu gostaria disto mais se voc pudesse achar algo para mim."

"Eu acho. Talvez. Provavelmente. Por que?"

"Nossas vidas no comearam quando ns nos encontramos." Ele tocou em seu rosto, s um feathering daqueles dedos maravilhosos acima de sua pele. "Entretanto eu gosto de pensar que os melhores deles fizeram. Eu gostaria de ter um pedao ou dois de voc, de antes."

"Isto  bonito sappy."

"Culpado. E se voc topar com quaisquer fotografias de voc mesmo em, oh, ao redor de dezoito, escassamente vestiu, tanto melhor."

Ela no podia parar o risada este tempo. "Perv."

"Novamente, culpado."

Ela tomou seu vidro, fugido acima de, e deixe ambos ele e sua prprio na mesa de lado da cama. Ela empurrou a manteiga preta de seu casaco negligentemente sobre o cho.

"Eu sinto como fazendo qualquer outra coisa."

"Oh?" Ele armou sua cabea. "Como?"

Ela era rpida, e ela era gil. Em movimento de um relampejar, ela rolou, empinou-se, e teve suas pernas clamped ao redor sua cintura, suas mos fisted em seu cabelo, e sua boca fundida ardentemente para sua. "Algo como esta," ela disse quando ela deixar ele respirar novamente.

"Eu suponho que eu terei que fazer o tempo para voc."

"Condene direito." Ela sacudiu botes abertos em sua camisa, debruada at tomar um belisco afiado em sua mandbula. "Voc me ralhou. Contando minha sesso com Whitney, isto  a segunda batida de junta que eu tive hoje."

Suas mos estavam muito ocupadas, e quando eles alcanaram seu zper, ele era duro como ao. "Eu espero que voc no teve a mesma reao com seu chefe."

"Ele  bonito studly, se voc for para o grande-shouldered, tipo aflito. Me, eu gosto deles bonitos." Ela tomou outro belisco em sua orelha como ela overbalanced eles e o empurraram para suas costas.

O gato poderia ter sido gordo, mas ele tambm estava experimentado, e evitou de lado.

"Voc  to bonito. s vezes eu s quero colo voc em cima gosto de sorvete." Ela arrastou sua camisa aberta, espalhe suas mos em seu trax. "E olhe para isto, tudo aquela carne, tudo aquele msculo. Todo meu." Ela desprezou seu centro abaixo de dentes de seu torso, sentiu ele tremor. "Agora isto  algo para fazer barulhos de menina gostosos acima de."

Suas mos estavam nela, poucas excitaes. Mas ele deixa seu principal, deixe ela estabelecer a velocidade. Ele a deixaria, ela soube, para o momento pelo menos. E no sabendo quando ele poderia a levar acima de era outra excitao.

Ela arrancou abre sua prpria camisa, ponha ela d seu para deslizar eles em cima seu corpo, fim eles acima de seus peitos. E cruzada na sensao daqueles dedos longos, forte contra ela. Ento curvou de volta, fim de olhos, como suas mos lidas rapidamente at desenganchar sua cala comprida.

Ela veio at ele novamente, tonificantes em seus cotovelos. Boca-para-beijos de boca longa, suntuosas pontuadas por mordidas rpidas como sua batida de corao, batida, bata contra seu. Quando ela ofereceu a seu peito, ele tomou isto, e sua respirao pega, ento lanado em um tremor.

Seu agora, tanto como ele era sua. Seu corpo era abastecido para ele. Ele a rolou, alfinetadas suas mos um ou outro para lado de sua cabea. Seus olhos eram pesados com paixo, escuro com desafio.

"Eu quero voc desnudo. Minta quieto enquanto eu dispo voc."

Ele tocou em seu lips para sua, ento para o entalhe em seu queixo, enfileirando pequeno abriu-beijos de boca abaixo sua garganta, acima de seus peitos, at sua barriga.

Ele rolou suas calas abaixo seus quadris, expondo mais carne, ento localizada sua lngua acima da oferta imerge onde as pernas encontradas seu centro. Ela arqueou, shivered.

"Ssh." Um murmrio calmante at como ele usou sua boca para a dirigir para a extremidade, finalmente para a empurrar acima disto. Quando ela foi mancou, ele continuou abaixo suas coxas.

Ele arrastou fora de suas botas, deixe sua cala comprida cair em um monto em cima deles. Ento comeou a trabalhar seu modo, lentamente, tortuously.

"Roarke."

"Olhe para esta carne e msculo," ele disse, ecoando suas palavras antigas. "Todo meu."

Novamente, seu corpo comeou a bater, aquela presso ultrajante e ofegante construindo e construindo at que tudo dentro de seu arrombado. Ela podia s o agarrar.

Ele era dentro dela, fundo e forte. Sua boca em sua, seus dedos ligados com suas. Saboreando, sentindo, segurando, eles relampejaram junto.

Ela pensou, cortina com carinho, isto, sim, ela podia ir para casa.

*  *  *

Eles deitam quieto para um momento, povoando. Ele rolou novamente muito sua cabea podia descansar em seu ombro, sua mo em seu corao que estava ainda drumming.

"Eu devia ralhar voc mais freqentemente."

"No faria um hbito disto. Poderia me censurar da prxima vez. Eu senti fora do dia todo. Eu estava fazendo o trabalho, como voc disse, mas eu senti fora de. Quase como eu estava assistindo que eu mesmo fao o trabalho. Passivo ou algo. Isto no  meu
Ritmo. Eu preciso afinar ele."

Ele deu sua barriga uma luz esfregar. "Voc se sentiu afinado para mim."

"Sexo far isto. Com voc, de qualquer maneira." Ela se empurrou em cima. "Eu preciso comear no princpio deste, em 
Minha cabea. Esfregue fora deste filme que tem estado nublando meu crebro, e comece acima de."

Ele esticou alcanar o vinho. "Ento  disso que voc far." Ela tomou um gole do que ele a deu. "O que eu vou fazer  tomar banho e sou vestido. Examine cuidadosamente minhas prprias notas e relatrios da cena, as declaraes. Tome uma hora e s alinhe-se isto em minha cabea." 

"Certo. Eu voltarei para a conta, veja o que eu posso cinzelar fora." 

"Eu posso saltar algumas coisas fora de que voc depois de eu alinhar-se eles?"

"Eu estaria desapontado caso contrrio. Por que ns no fazemos encontro em uma hora, isso saltando acima de jantar?"

"Isso trabalhar." Ela tomou sua mo, apertou. "Este trabalhos." Ele beijou suas juntas. "Certamente faz."



13



ELA TOMOU SUA HORA E VOLTOU PARA O incio. Ela caminhou de volta por isto, passo 
Por passo, usando o registro da cena de crime, suas prprias notas, os relatrios dos varredores, o ME, o lab.

Ela escutou declaraes, julgando inflexo, expresso, tanto como as palavras eles mesmos.

Ela esteve na frente de sua tbua e estudou cada fotografia, todo ngulo.

Quando Roarke entrou de seu escritrio, ela girou para ele. Ele reconheceu a luz em seus olhos com um sorriso e armou sobrancelha. "Tenente."

"Direito de Goddamn. Eu estava agindo como um policial, fazendo o policial caminha, mas eu no estava sentindo como um policial. Eu volto agora."

"Bem-vindo."

"Vamos comer. O que voc quer?"

"Desde que voc est sentindo como um policial, eu suponho isto melhor ser pizza."

"Maldio quente. Se eu j no rolasse voc, eu provavelmente saltaria voc s isto."

"Ponha isto em minha conta."

Eles se sentaram em sua escrivaninha, um em um ou outro lado, com pizza e vinho entre eles. Ele at poria uma rvore aqui, ela pensou. Um pequeno, por seus padres, mas, por Deus, ela gostou de olhar para isto acima de pela janela, borrifando luz fora na escurido.

"Veja, aqui seja a coisa," ela comeou, "no faz qualquer sensao."

"Ah." Ele gesticulou com seu vidro, sipped. "Contente isto  clareado."

"Seriamente. Aqui seja o que voc embarcou na superfcie, quando voc caminhar para frio na cena: Mulher morta, mortos por sopros mltiplos de um instrumento cego, tiros de cabea por detrs. Prvios completamente danos indicando que ela foi atacada e/ou batida a vspera. Porta bloqueada da do lado de dentro, janela no."

Com uma fatia de pizza em uma mo, ela acenou em direo a sua tbua com o outro. "Aparecimento, pontos de evidncia bsicos para intruso que entra pela janela, batendo ela, saindo o mesmo modo. Como l 
No  nenhum ferimento defensivo qualquer, investigador assumiria que ela provavelmente conheceu seu assassino, ou 
No acreditou em que ela estava em jeopardy. Agora, algum bate em voc um dia, voc vai estar um pouco preocupado da prxima vez que ele estala ao redor."

"No se aqueles danos iniciais eram auto-infligidos."

"Sim, mas voc no sabe quepor que voc pensaria que aquele quando voc acha o corpo? O assassino tido 
Para estar ciente de pelo menos o dano facial. Est a mesmo. E a mesma arma foi usada. Ento ns voltamos acima disto, com aqueles dados, e ns temos o assassinato sendo fixados para parecer com ela foram mortas por quem afinados 
Ela em cima."

Ela tomou uma mordida enorme de pizza, saboreou a especiaria. "Ns conseguimos o assassino usando os danos prvios como fuma. Isto no  ruim. No ruim mesmo.  bom pensando, s goste de tomar seu 'vnculo era bom pensando."

"Explorando a cobia e impulsos violentos da vtima."

"Sim. Mas existe pequenas coisas que sopram isto. Novamente, nenhum ferimento defensivo. Nenhuma indicao ela estava destinada quando ela foi batida, e nenhum sinal que ela tentou, de qualquer forma, lutar de volta ou se protege. No lava. Ento voc adiciona os ngulos do contundir. Surja auto-infligido."

"Que move voc para uma arena diferente."

"Exatamente. Ento existe a cena de crime propriamente, a posio do corpo, e TOD."

"Tempo da morte."

"Sim, algum estranho entrar o meio de janela da noite e voc pode sair da cama, voc corre e voc grita. Ela no fez qualquer um. Ento o assassino foi bem sucedido para a porta. Ela admite o assassino."

"A ainda vivel da janela. Se realmente ela e ela companheiro estava tendo diferenas, ele pode ter escolhido 
Para entrar aquele modo em lugar de arriscar ela no o admitindo."

"A janela era bloqueada. Isto  a coisa sobre memria.  enganador." Ela tomou outra mordida de pizza, lavou isto. " a coisa sobre ter um policial em uma investigao quem conheceu a vtimaque, uma vez que aquela memria  cutucada, claramente recordaes como a vtima sempre bloqueada toda porta, toda janela. O mundo estava cheio de ladres e rapists e negcios ruins, de acordo com a Bblia de Trudy. At durante o dia, quando ns estvamos na casa, era bloqueado como uma abbada. Eu esqueci isto. Ela no vai deixar uma janela destrancada em grande, Nova Iorque Ruim. Est fora de carter."

"Ela admite o assassino," ele iniciou. "Visita de final de noite."

"Sim. Tarde. E ela no aborrece colocar uma bata. Ela teve um no armrio, mas ela no aborrece com ele e entretm seu assassino enquanto vestindo sua camisola."

"Indicando um certo nvel de intimidade. Um amante?"

"Talvez. No pode despedir isto. Ela se manteve afinado. O rosto e corpo trabalham. Eu no posso lembrar de quaisquer sujeitos," 
Vspera murmurada, tentando olhar de volta no passado novamente. "Era s mais ou menos seis meses que eu estava l, mas 
Eu no lembro de quaisquer sujeitos vindo a si, ou seu saindo com algum."

"De ento agora para iria indicar um feitio muito longo seco."

"No pode eliminar um telefonema de saque," Vspera continuou, "mas eu examinei cuidadosamente a lista de suas possesses, tudo 
Ela teve naquele quarto: Nenhum brinquedos de sexo, nenhuma roupa ntima sensual, nenhum preservativo ou quaisquer protees contra STDs. Ainda, podia ser uma relao a longo prazoque eu no estou achando indicaes, mas podiam ser. No um companheiro, entretanto. No 
Em condies iguais."

"No?"

"Ela teve que estar em carga. Ela teve que dar as ordens. Ela gostou de dizer a pessoas o que fazer e gostou de assistir eles fazerem isto. Olhe para sua patologiatomar seu registro de emprego. Pontuaes de trabalhos acima dos 
Anos, nenhum duradouro longo. Ela no tomou ordens, ela deu a eles."

"Ento, em sua mente, nutrir era perfeita." Roarke movimentou a cabea. "Ela  o chefe, ela est em carga. Autoridade total."

"Ela pensaria," Vspera concordou. "Ela estava cruzando em direo a sessenta, e nenhum casamento em registro. S um 
Oficial cohab. No, ela no era um jogador de time. A sociedade no trabalharia para ela. Ento talvez ela tagged 
Este individual em seu 'vnculo. Chegue aqui, ns precisamos para talk.  que Ela  tido algum vinho, um pouco de meds. Provavelmente s suficiente para ser floaty e cheia dela mesma."

"Outra razo ela poderia no ter tomado tanto se importar como ela poderia ter caso contrrio."

Vspera movimentada a cabea. "Ela  relaxada, medicativa. E ela est esperando apertar voc para o dois milhes. Ela  rachada sua prprio rosto para isto. Sim, ela est cheia dela mesma. Mas como ela vai apertar voc quando ela  furada em cima em um quarto de hotel?"

"Eu considerei isto j. Voc era fora de seu ritmo," ele lembrou a ela quando ela carranca nele. "Documentou os danos, eu imagino, com um trmulo, talvez teary, conta do ataque. Um ataque 
Que implicaramos ou ou ns dois como o atacante, ouse ela fosse mais inteligenteque teve 
O atacante desconhecido a adverte aquele ou ou ns dois veramos que ela ficou pior a menos que ela faa o que 
Ela era informada."

Ele topped fora do vinho em vidro da Vspera. "Existiria uma declarao que este registro era feito para se proteger, no caso de sua morte intempestiva. Ou dano adicional. Em que caso o registro seria enviado para a mdia, e os citaes. Esta documentao seria enviada para mim, como ela confiaria-me para decifrar
O subtext: Pague, ou este vai pblico."

"Sim, bem." Ela tomou outra fatia de pizza. "Tudo isso considerou disse a voc onde aquele registro poderia ser?"

"Com seu assassino, nenhuma dvida."

"Sim, nenhuma dvida. Ento por que no era isto educou junto com a conta numerada durante da Zana 
Rapto? Por que voc no recebeu uma cpia da documentao?"

"O assassino pode ter assumido o registro faria o conversar. E pode ter sido tolo suficiente para confiar isto para correio regular."

"Veja." Ela agitou a fatia nele, ento pedao em. "Esperto, malfeito, esperto, malfeito. E isso no trabalha 
Para mim. No existe nenhum malfeito aqui.  todos espertoesperto suficiente para tentar parecer malfeitos. Crime de paixo, cobrir isto, pequenos enganos. Maiores. Mas eu penso que ... eu estou comeando a perguntar-se se alguns daqueles 
Os enganos so propositados."

Ela olhou de volta na diretoria. "Talvez eu estou s circulando."

"No, mantenha ida. Eu gosto disto."

"Ela era uma mulher difcil. At seu filho disse isso. E sim," ela adicionou, lendo expresso do Roarke, 
"Eu no o eliminei como um suspeito. Eu voltarei para por que ele no  mais alto em minha lista. Ento voc est fazendo grunhido trabalha para uma mulher difcil. Voc vai conseguir um corte, mas nenhum modo voc est conseguindo metade. Talvez ela diz a voc que ela est indo para um milho, e voc pode ter dez por cento para sua dificuldade. Isto no  ruim 
O grunhido trabalha. Talvez isto  o jogo, e ela d a voc o registro para entregar ou enviar."

"Certo dela mesma fazer isto," ele comentou.

"Sim, e certa dela grunhe. Mas ele tambm aceita em devoluo seu um passo se qualquer coisa for errado. Isso tudo ajusta seu perfil."

"Mas seu grunhido no  to obediente quanto ela assumiu," Roarke continuou. "Em vez de ser um bom doggy e entregando, voc toma um olhar para isto primeiro. E comece a pensar que isto vale a pena mais."

Aqui era seu ritmo, Vspera percebida. Rebatendo isto de um lado para outro com ele, vendo os passos, os pedaos, as possibilidades.

"Sim. Talvez voc volta, diga a ela que voc quer um maior corte. Talvez voc assinalar eles podiam apertar para mais que um desprezvel milho."

"Isso a urinaria fora de."

"No iria isto." Vspera sorrida nele. "E ela  solta. Estado bebendo, tomando meds. Podia ser sua lngua caiu fora dela e terminou para que ela estava indo para dois. Oops."

"Ou ela s a toda recusa alargar a fatia da torta."

"Isto  um pisser de qualquer modo. E qualquer modo que toca, voc volta naquele quarto com seu final do sbado  noite, incio do domingo de manh. Ela gira suas costas para voc. Voc tem o registro, voc tem a arma. 
Voc tem motivo, voc tem oportunidade. Voc a leva fora. Voc ensaca em cima seu 'vnculo, sua cpia da documentao, seus arquivos de disco, qualquer outra coisa que poderia implicar voc ou ajudar voc. Voc destranca a janela, e voc foi."

"Agora voc conseguir a torta inteira." Roarke glanced abaixo na pizza entre eles. Eles iria bastante bem demoliu isto, ele notou. Trabalho faminto.

"Ento ele angula de volta." A vspera lambeu um pouco molho de seu dedo polegar. "Brilhante e incio da segunda-feira de manh, voc est a mesmo, direito naquele mesmo lugar para pegar Zana quando ela terminar. Coincidncia feliz para voc 
Que ela est fora caa bagels sozinha."

"Talvez Trudy no era o com o amante."

"Que um estar pensado, no ?" Ela inclinou sua cabea, e empurrou a pizza longe antes dela se fazer doente. "Indo tomar um mais ntimo olhar para bonita pequena esposa do Bobby."

"No Bobby?"

"Eu afundarei algumas camadas. Mas a coisa com matricdio   normalmente mais feio. Mais ira."

Como era patricide, ela pensou. Ela iria tudo menos nadado no sangue quando ela matou seu pai.

Como isso era uma memria que ela no precisou ou quis, ela enfocou no agora. "Ento o escuro do motivo l. Se ele for o dinheiro, por que no espere at que ela scooped ele em cima? Ento voc organiza para um acidente atrs casa, e voc herda. Podia ter sido impulso, s do momento, mas..."

"Voc tem um lugar para ele," Roarke disse. "Um suave."

"No  isto." Ou talvez parte disto, ela admitiu. "Se ele estivesse colocando um show fora daquele hotel 
Quarto, ele est desperdiando seus talentos com bens imveis. E eu era com ele quando Zana teve sua aventura, ento
Isso significa que ele teria que ter um companheiro. Ou ele e Zana esto neste juntos. Nenhum disto  impossvel, 
Ento ns afundaremos aquelas camadas. Mas no  o que toca por mim."

Ele estudou seu rosto. "E algo faz. Eu posso ver isto."

"Atrs para o vic. Ela gosta de estar em carga, mantenha pessoas debaixo de seu dedo polegar. Como voc assinalou, ela 
No acabou de no tomar crianas em para os honorrios. Ela levou eles em assim ela teve balano acima deles, ento eles fariam sua licitao, tema ela. De acordo com sua, ela manteve arquivos neles. Ento por que eu seria o primeiro que ela  batida em?" 

"No um companheiro ento. Um minion."

"Isto  uma boa palavra, no ?" Vspera sentada atrs em sua cadeira, rodou de um lado para outro. "Minion. Direito em cima sua ruela. Do olhar atrs eu j tomei, ela sempre nutriu fmeas. Que toca nela estando em sua camisola. Por que aborrea com uma bata quando  outra mulher? Nenhuma necessidade para estar preocupada ou com medo quando for algum que voc mandou ao redor quando ela era uma criana e que, por qualquer razo, est ainda debaixo de seu controle."

"Zana era seqestrada por um homem, se ns a levarmos em sua palavra."

"E se ns fizermos, indo por esta teoria, existem dois. Ou Trudy se teve um homem. Eu vou tomar um 
Mais ntimo olhe para que ela nutriu."

"E eu tocarei com meus nmeros."

"Chegando em qualquer lugar?"

" um assunto de tempo. Feeney conseguiu um comeo e uma autorizao. Que faz isto possvel para mim usar meu equipamento de escritrio sem evitar ao redor CompuGuard."

"S metade da diverso para voc."

"s vezes voc povoa." Ele chegou a seus ps. "Eu voltarei para isto."

"Roarke. Antes, o que eu disse sobre trazer trabalho casa, e cops na casa. Eu devia ter adicionado puxando voc nesta mistura."

"Eu ponho eu mesmo na mistura vrios tempos, indo ao redor voc para fazer isso." Seu lips curved, s um pouco. 
"Eu tentei aprender a esperar ser perguntado primeiro."

"Eu pergunto muito. E eu no esqueci que voc era machucado, levou um par de bonito srio bate em meus ltimos dois casos importantes porque eu perguntei a voc primeiro."

"Como fez voc," ele lembrou a ela.

"Eu assinei em cima para isto."

Ele sorriu completamente agoraera suficiente fazer corao da mulher faz um cabealhoe caminhado em torno do 
A escrivaninha erguer sua mo, esfregue seu dedo acima de seu anel de casamento. "Como fez I. Vai trabalhar, Tenente."

"Certa. Certa," ela repetiu quietamente como ele caminhou para seu prprio escritrio. Ela girou para seu computador. "Vamos comear ganho nosso pagamento."

Ela educou a lista das crianas que Trudy nutriu, ento comeou a escolher em suas vidas.

Estava se fazendo sua terceira extenso para agravada assalta. Bom candidato, Pensamento de vspera, se ela no estivesse atualmente em uma gaiola em Mvel, Alabama. Ela pe um telefonema por para o guardio, por via das dvidas, e confirmado.

Um abaixo.

Outro tinha sido soprado para pedaos enquanto danando em um clube subterrneo em Miami quando uns lunticos stormed isto. Bombardeiros de suicdio, Vspera recordada, protestandocom suas vidas, e mais de cem outroso que eles consideraram a explorao de mulheres.

O prximo teve uma residncia listada como Des Moines, Iowa, um casamento atual em registro, com emprego como um pedagogo elementar. Uma descendncia, macho. O cnjuge era uns dados cruncher. Ainda, eles prenderam um decente vivo entre eles, Vspera meditada. Trudy poderia ter examinado superficialmente no bem.

A vspera contactou Iowa. A mulher que veio na tela parecida esvaziada. Batendo e colidindo soado no fundo. "Feriados felizes. Deus me ajuda. Wayne, por favor, voc oprimir isto por cinco minutos? Desculpe."

"Nenhum problema. Carly Tween?"

"Est certo."

"Eu sou Tenente Dallas, com Polcia da Cidade de Nova Iorque e Segurana."

"Nova Iorque. Eu preciso me sentar." Existia um suspiro enorme, e o tela tipped s suficiente para Vspera conseguir um vislumbre de uma barriga de enormemente grvida. Outro abaixo, ela decidiu, mas seguido por.

"Sobre o que isto ?"

"Trudy Lombard. Toque um sino?"

Seu rosto mudou, apertou. "Sim. Ela era meu nutria me para vrios meses quando eu era uma criana."

"Voc podia dizer a mim a ltima vez que voc teve contactou com ela?"

"Por que? Wayne. Eu quero dizer isto. Por que?" Ela repetiu.

"Sra. Lombard era assassinado. Eu estou investigando."

"Assassinou? Espere, s espere, eu tenho que mover para em outro lugar. Eu no posso ouvir com tudo isso barulho." Existia muito xingar antes da mulher ganhar seus ps, e a tela balanou como ela gingou por 
Que serra de Vspera era uma rea de famlia viva em um espao de escritrio pequeno. Ela fecha a porta.

"Ela era assassinada? Como?"

"Sra. Tween, eu gostaria de saber a ltima vez que com que voc falou teve contactou com Sra. Lombard."

"Eu suspeito de um ser?"

"O fato que voc no est respondendo uma pergunta rotineira me faz maravilha."

"Eu tinha doze anos," Carly estalou. "Eu estava debaixo dela gosta de oito meses. Minha tia podia conseguir custdia e eu fui viver com ela. Importe fechado."

"Ento por que voc est bravo?"

"Porque um policial de Nova Iorque est chamando minha casa e perguntando a mim perguntas sobre um assassinato. Eu tenho uma famlia. Eu sou oito meses grvidas, pelo amor de Deus. Eu sou um professor."

"E voc ainda no respondeu minha pergunta."

"Eu no tenho nada para dizer sobre este ou seu. Nada. No sem um advogado, ento me deixe s."

A tela foi preta. "Isso foi bem," Vspera comentada.

Enquanto ela no viu Carly Tween gingando seu caminho para Nova Iorque bater crebros do Trudy em, ela manteve 
Ela na lista.

No prximo telefonema ela era trocada para verbalizar correiodois rostos, duas vozes, eles dois ardendo para o 
A vspera de ponto desejou para guarda-sis.

Oi! Isto  Pru!

E isto  Alex!

Ns no podemos conversar com voc agora mesmo porque ns estamos em nossa lua de mel na Aruba!

Eles giraram para um ao outro, dando uma risadinha loucamente. A captura voc quando ns comeback.  Se ns voltarmos.


Aparentemente algum esteve aproveitando-se daquelas taxas baixas para as ilhas, Pensamento de vspera. Se Pru e 
Alex amarrou o lao, eles fizeram muito recentemente suficiente que os dados no pegaram em cima.

Ela confirmou com registros vitais em Novi, Michigan. Pru e Alex solicitaram realmente uma licena de casamento, e ps ele para usar o sbado prvio.

Ela duvidou que eles tenham detoured para Nova Iorque cometer o assassinato a caminho de sol, rebentao, e sexo.

"Certo, Maxie Grant, de New Los Angeles, vamos ver o que voc  at. Um advogado, huh? E com sua prpria firma. Deve estar fazendo bonito bem. Eu apostei Trudy teria gostado de um pedao disto."

Fatorando a diferena de tempo, ela tentou nmero de escritrio primeiro do Maxie Grant.

Era respondido no segundo buzina, em vivo afina, por uma mulher com muito cabelo vermelho ondulado ao redor um rosto nitidamente definido. Seus olhos verdes musgosos fixos em da Vspera. "Maxie Grant, o que eu posso fazer para voc?"

"Tenente Dallas, NYPSD."

"Nova Iorque? Voc deita-se muito tarde, Tenente."

"Voc responde seu prprio 'vnculo, Sra. Grant."

"Completamente muito freqentemente. O que eu posso fazer para Nova Iorque?"

"Trudy Lombard."

O sorriso que curved atravs de rosto do Maxie era qualquer coisa exceto amigvel. "Diga a mim que voc  Homicdio, e a cadela est em uma placa."

"Isto  s o que eu vou dizer a voc."

"No cague? Bem, execute a faixa e mo mim uma tuba. Como ela compraria isto?"

"Eu tomo isto que voc no era um f."

"Eu odiei seus intestinos. Eu odiei os tomos que compuseram seus intestinos. Se voc conseguisse que a fez debaixo de mantas, 
Eu gostaria de agitar sua mo."

"Por que voc no diz a mim seu paradeiro deste ltimo sbado pela segunda-feira."

"Certo. Eu estava aqui mesmo. Na costa, eu quero dizer. At eu no gasto todo minuto neste escritrio." Ela aliviou de volta na cadeira, pursed seu lips em considerao. "Certa, sbado, oito para meio-dia, eu era volunteering em do St. Agnes. Eu treino voleibol das meninas. Consiga voc uma lista de nomes para verificar se voc quiser eles. Fez um pouco de compras do Natal depois, com um camarada. Gasto demais, mas inferno,  Natal. Conseguiu o nome do camarada, e 
Minha arrecadao. Festa sbado  noite. No chegou em casa 'at que depois de dois, e no voltou para casa s. Sexo e caf da manh na cama domingo de manh. Foi para o ginsio, rondou a casa. Fez algum trabalho do domingo de casa  noite. Que tal alguns detalhes. Ela sofreu? Por favor diga a mim que ela sofreu."

"Por que voc no diz a mim por que voc apreciaria isto?"

"Ela fez meu inferno vitalcio por nove meses. A menos que voc seja um total fuckupe voc no parecer com um quevoc levou meu arquivo a mesmo. Entrou no sistema quando eu tinha oito anos, depois de meu homem velho finalmente 
Bata minha me para a morte e conseguiu seu asno arrependido bloqueado. Ningum me quis. Eu fui atirado para aquela cadela sdica. Ela costumava fazer-me esfregar chos com um escova de dente, bloqueada mim em meu quarto toda noite. Corte o poder para isto s vezes, s assim eu estaria na escurido. Disse a mim que minha me provavelmente mereceu o que ela chegou, e eu acabar o mesmo modo."

Ela respirou fundo, ento agarrou a garrafa da gua em seu cotovelo, bebeu. "Eu comecei a roubar, squirreling dinheiro longe para meu capital de fuga. Foi pego. Ela mostrou ao cops todas estas contuses em seus braos, suas pernas. Disse a eles que eu a ataquei. Eu nunca toquei a cadela. Ento eu sou slapped em juvie. Ficado ruim, muita brigas.

"Voc viu este retrato antes."

"Sim, alguns tempos."

"Eu estava negociando illegals quando eu tinha dez anos. Asno ruim," ela disse com um sorriso que disse que ela tinha vergonha 
Disto. "Dentro e fora de criana engaiola at que eu era quinze e um negcio foram para sul. Eu fui cortado em pedaos. Melhor coisa que j aconteceu para mim. Existia um padre... Este sons muito Vid da Semana, mas l voc vai. Ele preso 
Comigo, no deixaria. Ele girou-me ao redor."

"E voc entrou em lei."

"Acabou de parecer me adaptar. Aquela cadela sdica me teve quando eu tinha oito anos, e eu era assustado. Eu assisti minha me morrer. Ela usou isto, fez seu nvel melhor para me arruinar. E ela quase fez. Eu no estarei enviando flores 
Para ela desperta, Tenente. Eu serei robusto em sapatos vermelhos e bebendo champanha francs."

"Quando seja a ltima vez que voc a viu?"

"Eu no a vi, cara a cara, em quatro anos."

"Cara a cara?"

Ela tomou outro gole, lentamente. "Eu sou um advogado, bom o suficiente para saber que eu devia ter representao. Eu no devia estar conversando com voc. Mas eu sou muito condeno feliz que ela est morta, eu vou caminhar no lado selvagem. Quatro anos atrs, eu estava trabalhando para uma firma de alimentado alto. Companheiro jnior. Eu estava comprometido com um sujeito que teve um slido disparou contra o Senado. Eu estava prendendo um grande salrio, um eu trabalhei meu asno fora. Ela aparece a meu escritrio. Onde eu trabalhei, pelo amor de Deus. Ela  todos os sorrisos, e olhem para voc, no so voc algo. Fez-me doente."

Maxie levou mais uma bala da gua, ento slapped a garrafa abaixo novamente. "Eu devia ter a chutado fora, mas ela me pegou fora de guarda. Ento ela me bate com isto: Ela pegou cpias de meu registro, todo. O illegals,
O tempo de gaiola, o assaltar, os roubos. No faria, iria isto, para que terminar? No comigo neste cushy trabalho, nesta firma importante. No comigo planejando meu casamento para um favorecido de homem para encabear para o Leste Washington."

"Ela chantageou voc."

"Eu a deixo. To estpido. Eu dei seu cinqenta mil. Em trs meses, ela voltava para mais. Isto  o modo 
Ele trabalhos. Eu no sou verde, eu soube melhor. Mas eu paguei a ela novamente. At quando minha relao afundou a cloaca. Minha culpa, eu era to estressado, to determinado no deixar ele conhecer, que eu torched isto."

Ela cessou bruscamente um momento, e seu tom mudou, suavizou. "Eu sinto muito isto. Ainda arrependido por isto. Ento, eu paguei a ela por dois anos. Para a melodia de um quarto mil. E eu no acabava de no poder suportar isso mais. Eu deixo meu trabalho. E a da prxima vez ela contactou-me, eu disse que ela fosse em frente. V em frente, voc cadela, faa seu pior. Eu no tenho nada para perder agora. J perdeu isto," ela quietamente disse.

"Como ela tomaria isto?"

"Ela era emitida fumaa. Pelo menos eu tive isto. Ela gritou e continuou como eu estava picando varas quentes em seus olhos. Momento bom para mim. Eu conseguiria disbarred, ela disse. E isto  touro, claro. Nenhuma firma iria sempre
Contrate-me novamente. E l ela poderia ter tido algo. Eu no dei um resfriado cagar. Eu preso, e ela foi embora. E agora, agradea os deuses, ela no voltar."

"Voc devia ter ido para o cops."

"Talvez. Shoulda, coulda, woulda. Eu toquei minha mo. Eu consegui minha prpria firma agora, como . Eu tenho muito prazer em. 
Eu no a matei, mas eu oferecerei a meus servios a favor de bono para quem fizeram. Ela fez-me tomar banho na gua fria, toda noite. Disse que isto servia me para. Sangue quente esfriado."

A vspera estremeceu antes dela poder se parar. Ela lembrou dos banhos frios.

"Eu vou querer que os nomes das pessoas que podem verificar seu paradeiro, Maxie."

"Nenhum problema. Diga a mim como ela comprou isto."

"Crnio fraturado, instrumento cego."

"Oh. Eu estava pulando para algo mais extico. Ache isso ter que fazer."

Fria, Vspera pensou mais tarde. Frio e brutalmente franqueie. Ela teve que respeitar isto.

Muito melhor, ela teve seu primeiro passo em direo a um padro de chantagem.

Ela achou mais dois. Entretanto eles no confirmaram isto, ela viu isto em seus olhos. Os libis seriam verificados 
Para eles, e para a duas outros ela no podia alcanar.

Ela levantou para caf, detoured em escritrio do Roarke. "Algum progresso?"

"Continue a sem sada em mim." Ele empurrou de volta da escrivaninha, obviamente aborrecida. "Ns estamos certo que ela teve o direito de nmeros?"

"Ela era agitava, ento ela pode ter atarraxado. Mas ela disse eles duas vezes, na seqncia eu dei a voc. 
Nenhuma vacilao."

"Eu estou no conseguindo nada. Eu vou ter o computador correr eles, em vrias seqncias. Veja o que aparece. Que tal voc?"

"Eu tenho uma chantagem confirmada. Advogado fora em Califrnia. Eu no gosto dela para o assassinato, mas ela reivindica ela shelled fora um quarto milho acima de uns anos antes dela cortar Trudy. Isto  muito 
De uma fonte, e eu sou bancrio existe mais. Eu tambm sou Trudy bancrio se teve um par de contas quietas, o tipo ela no reportaria para impostos."

"Agora que eu posso achar facilmente suficiente."

"Eu tenho dois considerarem nmeros do advogado onde ela transferiu dinheiro para Trudy. Mas ele tem sido vrios anos, e talvez Trudy embaralhou capitais ao redor."

"O melhor caminho para afastar os IRES de cheirar. Eu comearei com aqueles, ache o resto."

"Quando voc fizer, se eles fossem e-transferncias, ns poderamos localizar eles para a fonte."

"Jogo da criana, e ele dar a mim uma fratura desta frustrao."

"Queira caf?"

"Como o wifely. Eu iria, sim. Obrigado."

"Eu estava tendo algum para mim de qualquer maneira."

Ela o ouviu risada  medida que ela comeou, ento ela parou pela diretoria novamente. Se renda de Trudy teve de chantagem, dinheiro guardado, s quanto iria Bobby herdar agora?

Um impulso bom para seus negcios, ela imaginou.

Ela pensou brevemente do menino que iria snuck um sanduche em seu quarto quando ela tiver estado s e faminta. Como ele fez muito sem uma palavra, com o faintest de sorrisos e um dedo para seu lips.

Ento ela conseguiu caf, e se preparou para descobrir se ele matasse sua prpria me.



14


ELA ESTAVA DE P EM Um QUARTO, BRILHANTEMENTE iluminou, bebendo champanha com um grupo de 
Mulheres. Ela reconheceu seus rostos. O advogado de Califrnia estava bebendo direito da garrafa e fazendo 
Um quadril-balano dana em saltos de sapatos vermelhos altos. Carly Tween estava sentando em um tamborete com um alto atrs, sipping delicadamente enquanto ela esfregou sua barriga enorme com sua mo livre.

O outrosos outros que tem sido como seuestavam todos tagarelando o modo como mulheres fazem em festas de menina. 
Ela nunca seria fluida no idioma de moda e comida e homens, ento ela bebeu o vinho espumoso 
E deixe o pozinho de sons acima dela.

Todo mundo era duded. Ela mesma estava vestindo o mesmo equipamento que ela tem donned para a festa de feriado. At no sonhoat sabendo que era um sonhoseus ps dodos.

A parte do quarto era sectioned, e l as crianas eles se foram sentados, assistindo a festa. Mo-mim-abaixo roupas, rostos famintos, olhos desesperadostodos fechado fora das luzes, a msica, o riso por uma parede de vidro empinado.

Dentro disto, Bobby serviu os sanduches de crianas, e eles comeram ravenously.

Ela no pertenceu aqui, para falar a verdade no. Ela no era um deles, no bastante. E o outros enviou seus olhares rpidos, laterais, e sussurraram atrs de suas mos.

Ainda, era ela que caminhou para primeiro ao corpo que deita no cho no meio da celebrao. Camisola e gelada do sangue Trudy manchado no cho brilhante.

"Ela est realmente no vestida para isto," Maxie disse, e sorriu como ela chugged abaixo mais champanha. "Todo o dinheiro ela esculpiu fora de ns, voc pensaria que ela podia dispor um equipamento bom.  um fricking festa, no ?"

"Ela no planejou estar aqui."

"Voc sabe o que eles dizem sobre planos." Ela deu Vspera um cotovelo cutucar. "Solte em cima. Ns somos toda famlia aqui, afinal."

"Minha famlia no est aqui." Ela examinou aquele vidro empinado, nos olhos de crianas. E no era isso 
Certo. "Eu tenho um trabalho para fazer."

"Adapte voc mesmo. Me, eu vou conseguir esta festa comeada." Maxie virou a garrafa, agarrou o pescoo em ambas as mos, e com um risada selvagem o quebrou contra Trudy j est cabea quebrada.

Vspera saltada adiante, empurrada ela atrs, mas a outros fervilhada em. Ela era derrubada, chutou de lado, pisoteada como eles atacaram o corpo como cachorros.

Ela rastejou claro, lutado permanecer. E viu as crianas atrs do vidro. Alegrando.

Atrs deles, ela viu a sombra, a forma que era seu pai.

Disse a voc, no , pequena menina? Disse a voc que eles lanariam voc na cova com as aranhas.

"No." Ela empurrou, riscou quando algum a ergueu.

"Fcil agora," Roarke murmurou. "Eu tenho voc."

"O que? O que?" Com seu corao skittering, ela se agitou acordado em seus braos. "O que  isto?"

"Voc adormeceu em sua escrivaninha. A maravilha pequena como  quase dois de manh. Voc estava tendo um pesadelo."

"No era..." Ela tomou um momento para se afianar. "No era um pesadelo, para falar a verdade no. Era s misterioso. S um sonho misterioso. Eu posso caminhar."

"Eu gosto disto melhor." Ainda a levando, ele andou sobre o elevador. "Ns dirigiramos-nos  cama mais cedo, 
Mas eu fui pego em cima."

"Eu sou penugento." Ela esfregou seu rosto, mas no podia raspar longe a fadiga. "Voc chega em qualquer lugar?"

"Que pergunta. Trs contas at agora. Eu suspeito existimos mais. Feeney pode assumir o comando de com isto de manh. Eu tenho algum trabalho de meu prprio para lidar."

"O que so"

"Manh logo o bastante.  quase aqui, em todo caso." Ele saiu do elevador, levou ela diretamente 
Para a cama. Quando ele comeou a arrastar abaixo suas calas, ela bateu suas mos de lado.

"Eu posso fazer isto. Voc poderia conseguir idias."

"At eu tenho limites, largos entretanto eles podem ser."

Ainda, quando ele deslizou na cama com ela, ele a desenhou perto de seu lado.

Ela comeou a o importunar em dar seus alguns dos dados. E a prxima coisa ela soube, era matutino.

Ele estava tendo caf no sentar rea, com o visualizar tela divide entre prov relatrios e os boletins matutinos. No momento, ela no se importou com qualquer um. Ento ela grunhiu o que passou por um 
Saudao matutina e trabalhada fora para o banheiro.

Quando ela terminou, ela cheirou toucinho.

Existiam dois pratos na mesa. Ela soube seu jogo. Ele a encheria em se e quando ela comeu. Para expedito isto, ela se estatelou abaixo em frente a ele, agarrou o caf primeiro.

"Ento?"

"Bom dia para voc, tambm. Como . A previso  para granizo, possivelmente girando neve por midmorning."

"A diverso nunca pontas. As contas, Roarke."

Ele apontou um dedo no gato, que estava tentando barriga acima de em direo  comida. Galahad parou, e comeou a arranhar suas orelhas.

"As contas o advogado deu que voc foi fechado. A contagem de tempo coordena com o prazo. Eu achei outros, fora de orla e fora de planeta. Numerou, claro, mas com alguns trapaceando, eu revelei os nomes certificados. Roberta Verdadeira e Robin Lombardi."

"No muito imaginativo."

"Eu no penso que imaginao era seu terno forte. A cobia certamente era. Ela teve perto de um milho de em cada. Localizando de volta, eu tenho as transferncias do advogado. E outras seis figuras transferidas de uma conta debaixo dos nomes Thom e Carly Tween."

"Sim, eu soube que ela tem sido scalped algum."

"Tambm um pedao de umas Pessoas de Marlee."

"Pessoasque  o doutor, pediatra, em Chicago. Eu no podia a alcanar ontem."

"Existe mais. Eu fiz voc uma lista. Os depsitos que eu achei at agora volto mais ou menos dez anos."

"Redondo sobre o tempo ela teria perdido a pr-condio de me. Voc conseguiu uma criana em academia, voc mantm a condio at que ele fez, ou viradas vinte e quatro."

"Um caminho  mo para compor para a perda em renda."

"Mas ela no compra um equipamento bom para a festa."

"Desculpe?"

"Sonho estpido." A vspera agitou sua cabea. "Ou no muito. Que diabo ela fez com seu dinheiro, de qualquer maneira? Venha para Nova Iorque, permanncias em um hotel de economia."

Roarke arrancou em cima um pedao de toucinho, deu isto para ela. "Para alguma, seja simplesmente o ter, o acumular. No  o que voc pode comprar com isto."

Porque estava em sua mo, ela comeu o toucinho. "Bem, Morris disse que ela teve bom rosto e corpo trabalharem, ento ela gastou algum nisto. A nora declarou Trudy deixou seu melhor jewelry em casa, ento ela gastou algum l. Material pessoal," Vspera meditada. "Aparecimento. Isso a monta. E talvez ela investiu em algo. Bobby est em bens imveis. Podia ser ela pegou propriedade. Algo que ela figurou se aposentar para quando ela era feita hemorragia suas antigas cargas."

"Importa?"

"Eu no sei. Quanta ela teve, quem soube que ela teve isto, que teve acesso. Poderia importar." Ela comeu como ela pensou sobre isto. "Eu no podia achar qualquer coisa aqueles pontos para Bobby ou sua noiva. Eu fui por financials, mdico, educao, criminoso. Mas se ou ou eles dois souberam que ela teve um par milho de escondido longe, e pensamento existia um disparado contra dobrar isto, talvez."

Ela toyed com ele um momento. "Se ns podemos congelar as contas, prove os capitais eram de ilegais significa ... Poder conseguir o assassino para tentar seguir caminho do Trudy chantagear. Poderia o urinar fora de, tambm. E eventualmente, pelo labirinto de fita vermelha, ns poderamos at conseguir o dinheiro de volta onde veio de."

"E justia para todo."

"Em um mundo perfeito, que no  nem perto de este aqui. Mas ele  um ngulo. Se dinheiro era o motivo, removendo o dinheiro podia provocar coisas."

Com um pouco de surpresa ela percebeu que ela terminou seu caf da manh. Ela rosa. "Eu vou ser vestido, inicie. Talvez ns abaixaremos o visual na segurana que eu embarquei em Bobby e Zana. Faa isto parecer como  aliviado. Precise de um pouco de isca,  o que ns precisamos."

Ela foi para o armrio, lembrado o que ele disse sobre granizo e neve, ento detoured para sua cmoda para cavar fora um suter. " os vinte-teros, certo?"

"S mais dois dias de compras antes do Natal."

"Faa sentido, encargo aduaneiro mais leve este perto do grande dia. Par de fora-de-towners arrulhado em cima em um hotel. Eles comeariam lamentoso sobre sarem algum. Ento ns deixamos eles. Veja o que ns podemos ver."

*  *  *

Em Central, ela instalar uma instruo especfica em um dos quartos de conferncia. Ela chamou em Detetive Baxter e Oficial Trueheart, como tambm Feeney, Peabody, e McNab.

Ela pegou eles, ento comearam a atribuir encargos aduaneiros. "Feeney, voc continuar a seguir o dinheiro. Eu percebo isto no  sua prioridade superior, ento qualquer tempo e fora de trabalho voc pode sobressalente."

"Coisas so bonitas soltas. Perdendo muitos meus meninos durante no dia seguinte ou dois. Inclusive este aqui." Ele 
Empurrou um dedo polegar em McNab. "Nenhuma razo eu no posso trabalhar seus asnos fora de at ento."

"Aprecie isto. Eu vou precisar de um homers," ela disse a ele. "Eu quero pequeno e discreto. Eu sou 
A ida para uma autorizao usar eles em nossas duas custdias protetoras."

"Uma autorizao?" Ele arranhou seus dedos em seus metlicos, cabelo de gengibre colorido. "Voc figura que eles no legam Concedem permisso?"

"Eu no vou pedir isto. Ento eu quero algo que eu posso embarcar neles sem que eles estando ciente. Voc conseguiu algo em sua bolsa de truques que daro a mim um pouco de udio, no machucaria."

"Enganador." Considerando, ele esfregou seu queixo. "Autorize para algo assim, voc geralmente precisa ter um pouco de pontos de evidncia para eles como suspeitos, ou tenham seu antes conhecimento e cooperao."

Ela j trabalharia a saia ao redor aquela em sua cabea. "Na opinio da primria, os assuntos j esto debaixo de compulso e tenso. O propsito do homers  para sua prpria segurana, como a assunto era purportedly seqestrado uma vez."

"Purportedly?" Peabody repetiu.

"Ns s temos sua palavra nisto. Ns estamos correndo uma linha magra com estes dois, entre vtimas e suspeitos. Homers so meu mtodo de caminhar para a linha. Eu vou fazer uma dana para a autorizao. Eu chamarei Mira em para me cobrirei em cima se necessrio. Ns conseguimos eles telegrafados, e ns abrimos a gaiola."

Ela girou para Baxter. "Isto  onde voc e seu companheiro entram. Eu quero voc roupas l fora, suaves, tailing eles. Eu quero saber onde eles vo, como eles parecem."

"Voc est nos lanando fora na rua em Vspera de Vspera de Natal... Vspera." Baxter grinned. "Algum teve que dizer isto."

"Seria voc. Eles separam, voc separa. Voc fica em contato um com o outro, e comigo. Isto  risco baixo, mas eu no quero malfeito. Eles podem ser abordados.  improvvel que eles sero prejudicados. A probabilidade est nos anos vinte baixos. Vamos tirar aquele para zero e manter afiado."

"Tenente?" Como era seu hbito, Trueheart levantou sua mo. Ele no era to verde quanto ele uma vez era, Baxter 
Estava o amadurecendo. Mas um pouco cor rebelar-se sua garganta acima de seu colarinho uniforme quando Vspera girada para ele.

"Se eles forem abordados, ns movemos em temer?"

"Voc observa, use seu prprio julgamento. Eu no quero que voc dando perseguio e perdendo este sujeito na rua. Voc o leva se voc for fechar suficiente para fazer muito sem risco. Caso contrrio, voc segue, d-me o coordenar. De toda evidncia, a vtima era objetivo especfico. Existe pequeno risco para o populaa, ento vamos manter isto aquele modo."

Ela gesticulou para a diretoria, retrato do e Trudy. "Ainda, ele fez isto, ento ns estamos lidando com algum que 
Pode e mata se motivado. Eu quero todo mundo casa pelo Natal."

Ela segurou Peabody de volta quando os outros partiram. "Eu vou ver Mira, corra isto por ela e a consigo atrs de mim nesta autorizao. Eu tenho nomes de antigos nutre. Aqueles que eu era incapaz de alcanar somos marcados. Veja o que voc pode fazer com eles. Mas primeiros, contato Carly Tween daquela lista. Ela no conversaria comigo. 
Ela  oito meses grvidas, assustados, e torcidos. Use seu suave vender. Se voc pode confirmar paradeiro do seu marido para o assassinato, tanto melhor."

"Ela conseguiu um pai? Irmos?"

"Cague." A vspera esfregou seu pescoo. "No pode lembrar. Duvidoso no pai como ela estava em nutria, mas cheque 
Ele fora."

"Nisto. Boa sorte com a autorizao."
*  *  *

Para choque e surpresa da Vspera, Admin da Mira no associou-se se completamente da porta de escritrio. 
Ao invs, ela buzinou por, conseguiu o certo, ento Vspera gesticulada em.

"Oh, Feliz Natal, Tenente, se eu no vir voc antes." 

"Ah, obrigado. Mesmo para voc."

Ela glanced atrs, ainda confundiu, como o drago no Gates comeou a zumbir "Sinos de Tinido."

"Seria melhor Voc fazer um exame de cabea em seu admin," Vspera disse para Mira como ela fecha a porta. "Ela de repente  esperta e ela est l fora cantando."

"Os feriados fazem aquelas para as pessoas. Eu disse que ela pusesse voc por em qualquer hora, a menos que eu esteja em sesso.  importante que eu continuo, no s com o progresso de sua investigao, mas com seu estado sentimental."

"Eu sou bom. Eu sou bom. Eu necessidade justa"

"Sente-se, Vspera."

Porque Mira girou para seu AutoChef, Vspera rolou seus olhos atrs de Mira volta. Mas ela se sentou, soltando 
Em um dos bonitos cadeiras de concha azul. "Eu estou batendo ns e becos sem sada na investigao, ento eu estou empurrando isto aberto. Eu quero "

"Tenha algum ch."

"Eu realmente no fao"

"Eu sei, mas me favorea. Eu posso dizer a voc no teve muito sono. Voc est tendo pesadelos?"

"No. No exatamente. Eu trabalhei tarde ontem  noite." Ela tomou o chque escolha ela teve? "Eu entreguei por alguns minutos. Teve um sonho misterioso. Nada importante."

"Diga a mim de qualquer maneira."

Ela no veio por uma sesso, condena isto. Mas ela soube que discutindo com Mira sozinha relva foi como batendo sua cabea contra pedra.

Ela descreveu o sonho, encolheu os ombros. "Misterioso, principalmente. Eu no me senti ameaado ou fora de controle."

"At quando as outras mulheres voc?"

"No, que acabou me de urinar fora de."

"Voc viu voc mesmo, como uma criana, pelo vidro."

"Sim. Tendo um sanduche. Eu penso que era presunto e queijo."

"E, no fim disto, seu pai."

"Ele est sempre l. No pode chegar ao redor isto. Olhe, eu pego isto. Ele em um lado, ela na outra. Mim no meio. Ento e agora. Eu sou apertado neste, mas ele no  um problema. Por uma vez, ningum est tentando me matar."

"Voc realmente sente aquela diferenteaquela distncia dos outros? As outras mulheres?"

"Eu me sinto diferente da maior parte das mulheres que eu sei. Nunca pode compreender como eu acabar camaradas com eles, quando metade do tempo eles so como outra espcie. Certa, eu entendi onde o Maxie estava vindo de. 
Eu sei por que ela sentiu o modo que ela fez, pelo menos inicialmente. Algum que atarraxou com ela est morta. Eu 
No parea o mesmo modo. No goste de busting fora o champanha. Se eu quisesse todo mundo que eu repugnei morto, 
A cidade seria um banho de sangue.

"Eu no a culpo, mas eu no concordo com ela. A morte no  uma resposta,  um fim. E assassinato  um crime. Isso faz Trudy, se eu gostei dela ou no, minha. Quem concluram ela tem que pagar por isto."

Ela hesitou um momento, ento decidiu terminar isto, fechar isto fora com que acabou de ir por sua mente. "Eu desejo que eu tivesse a chance de dizer o que eu fui l para dizer para ela. Para enfrentar ela assim. Mais, eu desejo que ela fosse viva assim eu podia ajudar pr seu longe para dogging aqueles mulheres todos estes anos, explorando eles, tomando seu dinheiro e sua paz de mente."

"E voc no pode."

"No. Cheia da vida de decepes."

"Pensamento alegre," Mira adicionou.

"Aqui seja um mais alegre, ento: Ela no pode tirar de mim o que eu tenho. Eu sei isto. Ela no fez. Ela pensou que ela podia conseguir debaixo de mim, use-me. Ela no teria. Ajuda sabendo isto. A parte do que ela no podia
Tome era o que eu sou. O que eu sou ser o policial que vai fechar este caso. Isto  isto."

"Certo. O que voc precisa de mim?"

A vspera disse a ela dos planos para tentar para uma autorizao.

Mira sipped em seu ch, e da expresso em seu rosto, Vspera soube que ela era longe de segura. "Isto  uma linha trmula, Vspera."

"Eu estou congelando as contas. Cortado do dinheiro. Ningum pode chegar a eles no hotel. Mais cedo ou mais tarde eu tenho 
Precisa pular eles. Ento talvez ele espera at que eu faa, at que eles voltem no Texas. Talvez ele segue um 
Deles l, quando eles no estiverem sendo protegidos. No existe nenhum motivo, neste momento, atacar eles. Aborde, sim, mas no ataque. No se dinheiro  a raiz."

"O que mais?"

"Retorno, talvez. Mas eu estou batendo becos sem sada l. O fato , ela podia tere provavelmente urinava 
Fora de muitas pessoas sobre as quais ns no sabemos. Mas pontos de rapto da Zana para dinheiro. De forma que seja nossa primeira parada."

"Eu lego de volta voc neste desde que eu concordo o fsico jeopardy  baixo. Podia ser discutido que seu estado sentimental  exacerbado sendo mantido no hotel, debaixo de guarda. Um pouco de retorno de normalidade podia se beneficiar 
Eles, enquanto ajudando sua investigao."

"Isto  bom o suficiente. Eu embarcarei nisto." Ela rosa. "Peabody e McNab so rumo  Esccia amanh."

"A Esccia? Oh, sua famlia, claro. Eles devem estar excitados."

"Peabody est correndo em nervos acima disto. Sua famlia e tudo aquilo. Se nada quebrar hoje, isto est indo 
Esfrie em mim acima do feriado. Agora mesmo, isto  minha melhor chance de manter isto quente."

"Ento eu desejo voc sorte. E se eu no vir voc, tenha um Natal adorvel. Ambos voc e Roarke."

"Sim, obrigado. Eu preciso cuidar de umas coisas do par relativo a que ainda."

"Ah, outro comprador de ltima hora."

"No exatamente."

Ela comeou em direo  porta, ento voltada e tomou outro estudo. Mira vestiu um terno em uma espcie de 
Mofosos vermelhos hoje, e os sapatos combinados. Seu colar era ouro pequeno, espessas com muitas pequenas pedras cintilantes nisto. Forma multicor, triangular. Seus brincos eram tringulos de ouro espessos.

"Qualquer outra coisa?"

"S um pensamento de transcurso," Vspera comeou. "Quanto tempo e pensamento fizeram levar para voc enfeitar voc mesmo 
Fora esta manh?"

"Enfeite eu mesmo?" Mira olhou abaixo nela mesma.

"Sabe, escolher o equipamento e o material, para violino com seu cabelo e rosto. Tudo aquilo. Ento voc  todos pem junto s muito."

"Eu no estou completamente certo isto  um elogio. Provavelmente a melhor parte de uma hora. Por que?"

"S perguntando-se."

"Espere." Mira levantou uma mo na frente de Vspera abrir a porta. "Quanto tempo ele levou voc?"

"Me? Eu no sei. Dez minutos?"

"Saia de meu escritrio," Mira disse com um risada.

*  *  *

A vspera deu a autorizao um bem, empurro slido. Assumiu o comando de uma hora, muita torneira danando, mas no fim ela 
Conseguida o que ela procurada.

Ela era informada para considerar isto um Natal apresentar.

Satisfeita, ela encabeou fora para a caneta de touro. "Adapte em cima," ela disse a Baxter. "Consiga seu menino. Eu quero voc em posio, no hotel, em trinta."

"Vai nevar. Voc soube que deveria comear nevando?"

"Vista botas, ento."

Ignorando seu lamento, ela caminhou para escrivaninha do Peabody, conseguiu um pouco escova-atrs. "Eu ouo voc, Carly."

Peabody usou um receptor do telefone em modo de isolamento. "Voc s tem uma coisa para se preocupar por volta de agora, e isto  sua famlia. Tendo outro menino de beb bonito, saudvel.  uma grande ajuda para ns que voc cooperou. Agora
Eu quero que voc apague isto, e v apreciar os feriados."

Ela escutou para um momento, sorriu. "Obrigado. Eu estarei em toque quando ns tivermos mais informaes. Feliz Natal para voc e sua famlia."

Peabody tirou o receptor do telefone, ento fingido polir suas unhas em sua camisa. "Eu sou bom."

"Voc parou com falta de enviar seu um presente? Jesus. O que voc conseguiria?"

"Marido est fora disto. Ele era com seu sbado, no hospital. Ela teve trabalho falso, e eles estavam l vrios horas. Eu corri um cheque secundrio naquele enquanto eu a tive em 'vnculo. Resulta. Nenhum irmo, nenhum pai. S criana. Jeez, Dallas, ela teve isto spero."

"Passeio e conversa. Ns temos uma autorizao sendo bem sucedidos, e eu quero encabear em cima, veja o que escolhidos do brinquedos Feeney para mim."

"Me era um junkie. Usada enquanto ela era grvida, ento Carly nasceu um viciado. Ela foi passado 
Ao redor, vrios parentes. Demais para eles lidar, despesa demais, dificuldade demais."

Eles pularam em um deslizamento, com felicidade uncrowded como os feriados tiveram todo mundo que podia administrar isto copping tempo.

"Ela  esvaziada no sistema. Seus problemas fsicos so lidados, mas ela  uma colocao dura. Complicaes esquelticas, possveis fsicas. A me limpa, supostamentepelo menos suficiente para chegar os tribunais para pr a criana de volta em seu cuidado. Ento ela comea a usar novamente, girando truques. Dez da criana, e ele  uma vida ruim. A me  estalada novamente, mas no antes dela usar a criana para vender um pouco kiddie porn no 'lquido. Atrs no sistema, e ela acabar com Trudy."

"Que fizeram coisas piores."

"Eu direi. Feita ela esfrega na gua fria toda noite. E outros vrios tormentos. Brinque gritos, mas 
Ningum est comprando. No uma marca nela. Nenhum sinal externo de abuso, e ele  todos derrubam para suas antes dificuldades. At que ela tentou fora dela mesma. Cortados suas prprios pulsos com uma faca da cozinha."

A vspera pausada longa suficiente para expirar. "Oh, inferno."

"Disse que isto era Bobby que a achou, chamou uma ambulncia. Quando ela acordou no hospital, eles disseram 
Sua ela atacou ela nutrir me. Ela jurou que era uma mentira, mas Trudy teve ferimentos de punhalada superficiais 
Em seus antebraos."

"Cadela fez isto para ela mesma."

"Eu sou com isto. Mas ela volta no sistema novamente, e este tempo ela fica nas escolas pblicas at que ela seja 
De idade.

"Ela girou sua vida ao redor, Dallas, voc precisa admirar isto. Ajuntou ele para ir para academia para um grau 
Em Ed Elementar, impediu umas bolsas de estudos do par. Ela povoou fora em Iowa, disse que ela acabou de querer colocar no lugar isto. Fim aquela porta. Encontrados seu marido cinco anos atrs, se casaram."

"Ento Trudy volta."

"Pais no poderiam gostar da idia de algum com seu ensino de fundo seus nens, isto  como Trudy 
Ponha isto. Se ela quisesse manter tudo aquele encaixotado, custaria. Estas no so pessoas ricas, mas Carly 
Era assustado. Eles pagaram. Quando eu disse a ela que ns iramos tentar conseguir o dinheiro de volta, ela chorou."

"Quanto fez Trudy a leva ?" 

"Ao longo dos anos, mais ou menos cem e cinqenta mil." Existia uma conta que Roarke abriu em seu nome quando eles casaram. Ela nunca tocaria isto, nunca com inteno de fazer isso. Mas, ela pensou agora, 
Se o sistema no fez direito por Carly Tween este tempo, ela faria isto ela mesma.
*  *  *

Em EDD, Vspera estudou o homers que Feeney ofereceu. Eles eram grandes que ela quis, quase dedo polegar-de tamanho.

"Como eu deveria conseguir estes nos assuntos sem que eles estando ciente?"

Ele deu suas uma de suas carrancas sombrias. "Eh, isto  sua parte do show. Voc quis udio. Voc 
Conformou-se uma baliza simples, eu consigo para voc algo no muito maior que um pedao de lint."

"Eu quero udio. Eu figurarei isto."

"Voc  bem-vindo," ele muttered.

"Desculpe, desculpe. Jesus. Voc  o deus de eletrnica. Aprecie voc fazendo isto. Eu sei que voc esteja com falta de mo-de-obra."

"Poderia tambm estar fazendo algo." Ele movimentou a cabea em direo a sua porta de escritrio onde os sons de msica alta, vozes altas apertadas.

"Eles esto fazendo uma festa. Um rpido. Eu dei a eles uma hora para soprar fora do vapor, faa a Santa Secreta defecar. Qualquer um que no est em um ativo no est entrando prximo dois dias."

"Cops sabe melhor que figurar crime toma feriados."

"Sim, sim. Eu consegui alguns meninos em servio. Eu estou entrando um metade-dia, s para reunir coisas. A esposa est fazendo jantar do Natal, e voc pensaria que ela estava cozinhando para o real freaking famlia. Diga que ns temos vestido 
Para isto."

"O que, voc geralmente come desnudo?"

"Vestido, Dallas. Como formais ou alguns cagam." Seu j droopy rosto caiu. "Ela conseguiu a idia de maldio de voc."

"Me? Me?" Insulto, e um pouco medo, saltada nela verbaliza. "No pendure sua sobrenaturalidade matrimonial em mim."

"Era a festa em seu lugar fez isto. Todo mundo todo duded em cima e sparkly. Agora ela nos quer todos conseguir fantasia. Eu preciso vestir um terno em minha prpria casa. Em minha prpria mesa."

Porque ela se sentiu culpada, Vspera puxou suas mos por seu cabelo, e lutou arrastar fora uma idia. "Voc podia derramar gravy nisto imediatamente."

Seus olhos clareados. "Eu soube que eu mantive voc ao redor para algo. O gravy da letal da esposa, tambm. Eu derramo aquele no terno, praticamente comer pelo forro. Eh, Alegre freaking Natal, criana."

"Atrs atcha."

Ela carregou o homers, e teve que bofeto uma mo para sua bochecha como um msculo twitched. Diretamente em sua linha 
De vista, Peabody e McNab eram bloqueados em um beijo grande, malfeito, quadris moendo junto como eles usaram a msica como uma desculpa para vertical zumbindo.

"Pare! Cesse e desista, ou eu estou fechando voc duas em celas separadas para lascvia pblica."

Ela manteve caminhada. Quando Peabody pegou em cima, ela estava xingando. A vspera no pensou que era o trote rpido que teve ela respirando pesado.

"Ns somente ramos"

"No Diga nada," Vspera advertida. "No fale. Ns estamos encabeando para o hotel. Eu vou conseguir estes arames plantados, d os assuntos a conversa. Voc vai verificar os bancos na lista que eu vou dar a voc. Mostre a eles retrato do Trudy. Veja se algum lembrar dela recebendo como herana uma grande bolsa de crditos na quinta-feira ou sexta-feira."

"Onde voc me quer depois?"

"Eu lego etiqueta voc, informa."

Ela soltou Peabody, continuado ao hotel. Localizando a segurana, ela subjugou.

"Eu estou puxando meu uniforme. Pelo menos eu quero que ele olhe aquele modo. Eu posso o tampar em uma de suas reas de segurana, d a ele acesso ao excntrico no quinto andar?"

"Ns podemos fazer isto."

"Eu estou mantendo o Lombards unapprised."

"Nenhum problema. S mande a ele para mim quando voc estiver pronto."

"Obrigado." Ela moveu para o elevador, examinando cuidadosamente o entrar sua cabea como ela montou em cima.

Uma vez que o uniforme recebia suas ordens, ela bateu.

Bobby respondido. "Voc tem notcias."

"Ns tivemos um pouco de progresso. Nada muito que eu posso dizer a voc neste momento. Certo se eu entrar?"

"Certo, certo. Desculpe. Zana est no chuveiro. Ns dormimos em. No muito outro para fazer."

"Eu quero conversar com voc sobre isto," Vspera comeou. "Por que voc no entra e diz a Zana que eu estou aqui."

"Oh. Certo. Seja direito de volta."

"Nenhuma pressa."

O minuto ele entrou no quarto, Vspera apressada para o armrio pela porta. O estado limpo do apartamento disse a ela esta era pessoas que pem coisas em seu lugar. Ela achou seus casacos onde ela esperou.

Ela tirou o dois homers, deslizou um debaixo do colarinho de cada casaco, assegurou eles, ento comprometidos. Existiam duas jaquetas tambm, e ela considerou.

Estava frio, ela pensou. Eles eram do Texas. Eles vestiriam os casacos.

Ela glanced em direo  entrada do quarto. "Feeney, se voc ler, buzine meu Communicator."

Quando o buzinar soado, ela fechou a porta de armrio, andado longe. Momentos mais tarde, Bobby terminou.

"Ela ser feita em um minuto."

"Eu acho que o dois de voc est conseguindo antsy, preso aqui."

"Talvez." Ele sorriu um pouco. "Eu posso fazer algum trabalho daqui. E eu tenho feito acordos. Para 
Minha me. Zana tem sido uma grande ajuda. Eu no sei o que eu passaria a sem, no saiba como eu administrei antes dela vir junto. Natal piolhento para ela. Eu pensei talvez que eu podia ordenar um pouco rvore. Ou algo."

"Eu vou passar sem tocar voc para sair."

"Fora?" Ele olhou em direo s janelas como se eles fossem bares da priso. "Realmente? Voc pensa que  seguro, depois 
O que aconteceu?"

"Eu penso que as chances de que voc sendo abordado ou abordado, especialmente enquanto voc  junto, so bonito 
Baixo. Basicamente, Bobby, eu no posso manter o dois de voc furou em cima como isto que testemunhas materiais quando voc no viu nada no primeiro lugar. Se voc pensasse de qualquer outra coisa, lembrado qualquer coisa, isto 
Poderia ajudar."

"Eu examinei cuidadosamente isto e acima disto. No fazendo muito dormente desde ... desde que aconteceu. Eu no entendo por que minha me teria ido para voc para dinheiro. Ela  queela erabonita conjunto bem. E eu estou fazendo 
Bons. Bons o suficiente, e melhores agora que ns fechamos aquele grande negcio. Algum deve ter a empurrado para 
Faa isto. Mas eu no sei que faria isto. Eu no sei por que."

"Saia, clara sua cabea um pouco. Talvez algo vir para voc." Se no, Pensamento de vspera, ela ir trazer para dentro eles ambos, entrevista formal. Bata eles com os fatos, ela decidiu, diretamente fora. Veja 
Que sacudidas.

"Ns podamos" Ele cessou bruscamente quando Zana saiu.

Ela era vestida de um suter branco e aparava calas com cheques minsculos marrons e brancos. A vspera notou que ela tomou o tempo para colocar um pouco de tintura de lbio, um pouco cor de bochecha.

"Eu sinto muito que eu mantive voc esperando. Ns estamos conseguindo um tarde comearmos hoje."

" certo. Como voc est sentindo?"

"Certo. Est todos comeando a parecer como algum sonho longo, estranho."

"Vspera disse que ns podemos sair durante algum tempo," Bobby disse a ela.

"Realmente. Mas..." Como ele teve, Zana glanced em direo  janela, mordeu seu lbio. "Mas e se... Ele podia estar assistindo."

"Eu serei com voc." Bobby subjugou, ponha um brao ao redor ela. "Ns sairemos, compre um pouco rvore. Ns poderamos ter alguma neve real."

"Eu realmente assim, se voc estiver certo." Ela olhou de volta em Vspera. "Eu acho que ns sejamos ambas as ida um pouco mexe-louco."

"Tome seu 'vnculo," Vspera aconselhada. "Eu verificarei em com voc de vez em quando." Ela dirigiu-se  porta, parou. " bastante frio. Voc querer vestir morno se voc vai estar caminhando ao redor."

Como ela dirigiu-se ao elevador, ela retirou-se seu Communicator novamente. "Peabody, condio."

"Dois oeste de quarteires. Conseguidos o que ns estvamos procurando por, primeiros paremos."

"Encontre-me na frente do hotel."

"Ns um ser ir?"

"Ns somos um ir," Vspera disse. Ela trocou acima de Baxter. "Ns estamos em lugar. Voc tem os sinais."

"Isto  afirmativo."

"D a eles um pouco de quarto. Vamos ver como eles gastam seu dia."

Na rua, ela tomou um procurar. Se assassino de Trudy  localizou eles para o novo locale qualquer coisa era possvelonde ele esperaria e relgio? Existiam sempre lugares. Um restaurante, 
Outro quarto de hotel, at a rua para um perodo de tempo.

Mas aquelas chances eram esbeltas. O acompanhamento eles no teriam sido uma cilha. Isso tomaria habilidade, smarts, e sorte. Achando um para relgio de lugar para uns dias tomaria muita pacincia.

E com que propsito? Dinheiro, se dinheiro era o objeto, s seria bem sucedido para eles se ela pagasse isto. Mais esperto, mais simples, tentar a rota de chantagem direta.

Mais esperto, mais simples, tentar a agitar em lugar da nora da vtima.

Ela apoiou-se em seu carro como ela esperou por Peabody. Se dinheiro era o motivo para assassinato, por que o assassino no estava empurrando mais duro para um payoff?

Peabody caminhou em cima, rosado-cheeked do frio e o passeio.

"E se o dinheiro  a barba?"

"Cuja barba?"

"A barba, Peabody. Eu continuo circulando de volta para retorno em vez de payoff. S desliza em melhor. Mas se for retorno, por que voc espera at que ela est em Nova Iorque, vindo depois de mim? Por que faz que voc quebra sua cabea 
Depois dela ser feita contato? Por que voc no espera at que voc v se ela conseguir a massa primeira? Ou voc a leva fora em sua casa bsica, mais fcil fazer parecer acidental."

"Talvez o assassino vive aqui. Em Nova Iorque. Talvez ela estava tocando dois de uma vez."

"Talvez. Mas at agora, eu no consegui ningum que  local estalando fora de seu arquivo. Se ele fosse impulso, por que ronde tentando ameaar Zana em tossir em cima dinheiro ela no tem?"

"Porque agora voc  avaro."

"Sim, normalmente boa da cobia." Mas ele no era gelling para ela.

Ela entrou o carro. Ela no quis estar vadiando fora frente quando e se o Lombards terminou.

"O que voc descobriu?" Ela pediu a Peabody.

"Banco nacional, um quarteiro da boutique. Uma das caixas fizeram sua fotografia imediatamente. Ela estava em direito antes deles fechar, sexta-feira  tarde. Queridos duzentos crditos de dlar nico. Snippy sobre isto, ento diz a caixa. Quis eles soltos. Nenhuma bolsa, nenhum pozinho. Acabou de esvaziar eles em sua bolsa. Oh, eles querem uma autorizao antes deles virar quaisquer discos de segurana."

"Consiga um. Vamos prender todas as linhas."

"Onde ns estamos encabeando?"

"Atrs para a cena de assassinato. Eu corri re-representaes no comp. Eu quero experimentar isto." Ela cavou 
Fora seu de mais casa, pegou isto na coliso. "Baxter e Trueheart podem lidar com a sombra, mas ns manteremos um 
Olho neles de qualquer maneira."

"No moveu ainda," Peabody observou.

"Eles iro."

A vspera tomou uma segunda-rua de nvel encaixa no Hotel do Oeste Lateral. "Como podia existir qualquer coisa remanescer na cidade 
Para comprar?" Ela trepou abaixo, scowling nas massas das pessoas. "O que mais eles possivelmente podiam querer?"

"Falando por eu mesmo, eu quero muitos e muitos. Pilhas de caixas com arcos brilhantes grandes. E se McNab no fez 
Fonte para algo brilhante, eu terei que o machucar. Talvez ns conseguiremos aquela neve." Ela cheirou o ar gostar de um co de caa. "Cheiros como isto."

"Como voc pode cheirar qualquer coisa nesta cidade mas cidade?"

"Eu consegui um nariz principal. Eu posso perfumar cachorros de soja grelhando. E eles esto a, quarteiro abaixo. Eu sou tipo de ir 
Para sentir falta de estar aqui pelo Natal. Eu quero dizer, est excitandoassustador, muitoindo para a Esccia, mas ele no  Nova Iorque."

Do lado de dentro, o mesmo droid trabalhou a escrivaninha. "Eh!" Ele sinalizou. "Quando voc vai unseal o quarto?"

"Quando justia  servida."

"Busting do gerente mim nisto. Ns conseguimos reservas. Casa cheia semana que vem por Vspera de Ano novo."

"Ele pegou um problema com minha cena de crime, diga a ele para contactar-me. Eu direi a ele o que ele pode fazer por de Ano novo."

Ela verificou seu de mais casa a caminho em cima. "Eles esto movendo. Baxter?" Ela disse no Communicator. "Eles esto terminando."

"Ns temos eles. udio conseguido. Eles esto conversando sobre cabealho acima de Quinto, compras de janela. Olhando 
Para um tabletop rvore para o quarto."

"Eu posso ouvir eles. Eu sou udio abaixo de afinao. A etiqueta mim se existe qualquer coisa que eu devia conhecer."

"Eles esto saindo. Meu companheiro jovem e eu estaremos tomando um passeio. E ns estamos fora."

A vspera embolsou seu Communicator, tirou seu mestre para quebrar o selo. Uma mulher abriu a porta 
Atravs do corredor uma rachadura.

"Voc  a polcia?"

"Sim, Madame." A vspera tirou seu distintivo.

"Algum disse que uma mulher foi morta naquele quarto, s alguns dias atrs."

"Existia um incidente. No existe nenhuma razo para voc estar preocupado."

"Fcil para voc dizer. Larry! Larry, eu disse que voc existia um assassinato. O cops esto aqui mesmo." Ela cutucou ela voltar fora. "Ele quer conseguir seu vid excntrico. Consiga algo que ns podemos mostrar s crianas amanh."

Larry, busting com sorrisos como ele empurrou a porta aberta, levada com a mquina fotogrfica. "Oi! Voc pensa talvez que voc podia pr sua mo em sua arma, talvez levante seu distintivo. Olhe duro. As crianas esto indo 
Ame isto."

"Agora no realmente um bom tempo, Larry."

"S tomar um minuto. Voc entrando? Grande! Eu posso s conseguir um rpido atirado do do lado de dentro. Existe ainda sangue?"

"O que, voc tem doze anos? Derrube aquela coisa, volte em seu quarto antes de eu prender voc por ser sujeira estpida."

"Grande! Grande! Mantenha ida."

"De Jesus Cristo,  onde as pessoas vm? Que buraco escuro vomita eles fora em meu rosto? Peabody."

"Senhor, eu vou ter que perguntar a voc para voltar dentro de agora. Isto  uma investigao de polcia." Ela abaixou 
Ela verbaliza como ela moveu para bloquear sua viso. "Voc no quer a conferir fora de. Confie-me."

"Voc pode dizer seu nome? Como isto  Oficial Smith, ordenando voc para cessar e desistir."

" detetive, e, senhor, voc ter que cessar e desistir antes"

Vspera simplesmente avanada, torceu a pequena mquina fotogrfica fora de sua mo.

"Eh!"

"Se voc no quiser eu soltar isto, e tem de alguma maneira acabar debaixo de minha bota, voc vai voltar do lado de dentro."

"Larry, d isto um resto." A mulher o acotovelou de volta. "Eu tomarei isto."

"Eu consegui algum bom material em l," Larry disse como sua esposa o cutucou de volta do lado de dentro. "Voc no pode comprar isto
Tipo de material." A porta finalmente fecha depois dele.

Vspera glanced atrs. Ela conheceu que maldio bem que Larry teve que condena mquina fotogrfica at a segurana espia. Ela quebrou o selo em quarto 415, empurrou um dedo polegar em Peabody. Ela manteve a porta abrir s suficiente para seu companheiro  
Para abrir caminho, ento seguido. Fechou isto. Bloqueado isto.

"Asshole." A vspera esquadrinhou o quarto, escapou do incidente no corredor. "Ela entra a sexta-feira, trabalhou. Conseguiu se um novo plano. Seguindo um padro que ns estabelecemos. No se importa de se machucar ou seu 
A propriedade alfinetar isto em outra pessoa. Complique suas vidas. Pague a eles de volta. Ela  provida um pouco de material. Ns verificaremos alguns dos mercados. Mais duros de alfinetar aquele, entretanto. Mas ela vai ter um pouco de material. O vinho, sopa, comida fcil."

"Ela j est planejando como cuidar de se de uma vez que ela  machucada. Bloqueadores, ento," Peabody adicionou. "Um pouco de soothers."

"Se ela no viajasse com suficiente, sim. Ns verificaremos isto, tambm. A aposta ela tem um bebida primeiro. Sim. Um grande trago de vinho talvez. Talvez alguma comida slida. Pensando, resolvendo isto."

A vspera caminhou para o quarto como ela imaginou isto. "Ela chama seu assassino? Eu no sei, eu no sei. Por que? 
Isto  seu negcio. Ela est em carga. E ela  quente. Ela est bastante emitida fumaa."

"Tenha que estar friccionando at fazer aquele para ela mesma."

"Ela pensa como vai tocar fora. Como ele vai fazer Roarke subir. Pense que ele pode escovar 
Ela fora de? Bem, ela o mostrar. Rasgos as meias separadamente. Tire a etiqueta, bolas ele em cima, lances ele e puxe o par separadamente. Lances os sobressalentes, cho, cmoda. Encha os com os crditos. Verifique o peso. Talvez 
Tome um bloqueador primeiro, ultrapassa a dor."

A vspera andou a passos largos para o banheiro. "Aqui. Voc faria isto aqui, no caso da dor faz voc doente. No queira 
Para vomitar no cho. Quem vai limpar isto?"

Vspera andada para a pia, examinou o espelho. "Tome um bem olhar. Ela  paga bom dinheiro para manter seu rosto afinado. Mas isso est certo, isto  certo. Existir mais. E existe nenhum modo aquele filho de uma cadela vai cair fora com tratar seu aquele modo. Ele no sabe quem ele est lidando."

A vspera trouxe seu punho em cima duro, direito abaixo do queixo. Jejum suficiente, violentamente suficiente para fazer Peabody sacudir atrs dela.

"Jeez, eu podia quase sentir isto."

"Viu estrelas. A dor mi completamente no intestino. Atordoado, metade doente. Precise fazer o resto, precisa fazer isto enquanto voc ainda tem a coragem, e a fora." Ela mimicou os sopros, imaginou eles. Tipped adiante, agarrou a pia como se para suporte.

"Eles conseguiram suas impresses fora da pia? Onde?"

Peabody retirou-se seu PCC, telefonou o arquivo. "Quase onde sua mo est. Bons impressestodos os quatro dedos e dedo polegar, mo esquerda."

"Sim, porque ela est ainda segurando a seiva em seu direito, tido que agarrar ala para ficar vertical. Bom aperto, boas impresses. Precisa sangrar um pouco, do rosto."

Ela girou, alcanado para um washcloth. "Devia ser dois destes. Ela leva um, segura isto para seu rosto, talvez amortece isto primeiro. Ento ns conseguimos um pouco de seu sangue na pia. Mas o pano no est aqui quando ns a acharmos."

"Assassino tomou isto? Por que?"

"Manter a iluso que ela foi batida. Trudy toma o pano, provavelmente pe algum gelo nisto, s para esfriar seu rosto. Nenhuma de suas roupas tido sangue neles, com exceo da camisola. Mais provvel ela vestiu isto enquanto ela com bagueta se. No queira estragar um equipamento bom. Alm disso, ela vai querer deitar-se durante algum tempo de qualquer maneira. Durma fora da dor."

"Ainda no faz sentido."

"Telefone a lista de seus pertences. Existe um vid excntrico?"

"Espere." Peabody empurrou em seu cabelo, ento achou o arquivo. "Nenhum excntrico, mas... Eh. Existe um disco para um. Novo. Estava em sua bolsa."

"Turistas no vm para Nova Iorque sem um vid excntrico. S como nosso camarada, Larry. E ela usou gravaes antes. Durma isto, primeiro. Tem que ter sua genialidade sobre ela quando ela documentar seus danos. Fixe a fase, fica exaltados algumas lgrimas, algumas sacudidas. Ponha o dedo em Roarke, ou me. Ou ns dois."

Vspera olhada em direo  cama, podia retrato que Trudy sentando l, sua massa de rosto, lgrimas fluindo. "'Este 
 o que eles fizeram para mim. Eu tenho medo para minha vida.' Tudo que ela tem que fazer  conseguir uma cpia de que entregou para um de ns. Tenha que ter um pouco de subtext na gravao. 'Eu no sei o que fazer. Eu devia ir para a polcia? Mas ela  a polcia. Deus me ajuda,' blah-blah. 'Ele  to rico, to poderoso. O que acontecerei se eu tomar esta gravao para a mdia. Eu serei seguro?'"

"Figurando que voc leu entre as linhas."

"E quando ns contactarmos ela, ela insistir um de ns vamos aqui. Nenhuma 'conversaes de vnculo que podem ser giradas ao redor nela. Cara a cara. D-me o dinheiro, ou eu arruno voc. Mas ele no consegue to longe."

"Porque seu menino de entrega a levou fora."

"Tido que entrar a porta. Eu s no compro a janela, no com este argumento. Pesada da segurana aqui. Algum quer entrar, eles entram. Ou ele podia ter estado ficando no hotel. Mantenha ele fechar aquele modo, debaixo de seu dedo polegar que modo. Em seu beck e telefonema. Ns correremos a inscrio lista novamente, v mais fundo 
L. Ache uma conexo. Melhor se seu minion  perto de. Ela diz que ele surja."

"Ela no podia estar sentindo seu melhor, at com os bloqueadores, o lcool."

"No, e ela quereria poder reclamar para algum. Conserte-me um bebida. Consiga-me alguma sopa. Talvez bitchingse ela enviasse o disco com elepor que ns no saltamos j. O que estar nos levando to longo? Talvez ela desliza sobre a quantia que ela vai exigir, ou talvez ela s empurra o boto errado. Mas ela no est preocupada. Compassando ao redor em sua camisola. Ela est l."

A vspera apontou de forma que Peabody assumiria posio do Trudy. "Atrs para ele. Ele levanta a seiva, leva ela. O tapete queima nos saltos de sapatos de sua mo. Desa, Peabody."

"Cops no tem nenhuma dignidade." Peabody afundou em seus joelhos, disparadas suas mos como se pegador se.

"E novamente, de acima de. Mais para ter se certeza. Sangue. Tido que ter algum sangue nele. Agora ele pegou 
Para figurar isto, cubra seus caminhos. Tome a arma, tome o 'vnculo, tome a mquina fotogrfica. O registro estaria no disco rgido, se algum decidisse olhar. Tenha certeza. Washcloth, toalha, meia. Qualquer coisa com seu sangue 
Nisto. Embrulhe tudo em cima em uma toalha. Saia a janela. Deixe a janela aberta. A lgica diz que o assassino entrou aquele modo."

Pela janela agora, Vspera olhou. "Abaixo e ido, nenhum problema. Ou ..." Ela estudou a distncia para a janela do prximo quarto, a plataforma de emergncia. "Prximo quarto estava vazio. Talvez . . ."

Ela voltou. "Vamos ter os varredores darem uma olhada ao lado. Eu quero aqueles drenos verificados para sangue. Traga para dentro eles agora. Eu afundarei e lidarei com a escrivaninha droid."

Ele no tinha muito prazer em sobre isto. O quarto era ocupado, e convidados de mudana geralmente fizeram eles infelizes.

"Eles sero muito mais infelizes se eles estiverem l enquanto meu time da cena de crime est despedaando o quarto. Voc ir 
Seja muito mais infeliz se eu for pela dificuldade de conseguir uma autorizao para fechar este estabelecimento at
Minha investigao  fechada."

Isso fez o truque. Enquanto ela esperou, ela verificou em com Baxter.

"O que  a condio?"

"Eles esto compondo para tempo perdido. Eu penso que ns caminhamos para cinco fricking milhas. E ele est cuspindo alguma neve molhada."

"Ento boto em cima. O que eles esto fazendo?"

"Compras principalmente. Acabou de comprar um pouco rvore depois de olhar para todas as pequenas rvores no municpio de Manhattan. Eles esto conversando sobre voltar, agradea o beb minsculo Jesus. Se tailing de ningum eles mas mim e meu scio fiis, eu sou um macaco."

"Pegue com eles."

"Como cola."

Em Midtown, Baxter empurrou seu Communicator atrs em seu bolso de casaco. Em seu receptor do telefone ele ouviu Zana 
Converse sobre almoo. Eles deviam comprar alguns cachorros e ficavam fora um enquanto mais longo? Ou v entregar suas coisas, almoce no hotel?

"Hotel," ele murmurou. "V para o hotel. A com uma loja de caf morno bom do outro lado da rua."

Trueheart encolheu os ombros. " bom estando fora. Sendo capaz de ver todas as decoraes. A neve s adiciona."

"Voc me mata, criana.  trinta graus, ventosos, e esta neve  mais como granizo. As caladas so 
Emperrou, e ns estamos caminhando as solas de nossos sapatos magros. Cague. Condene isto. Eles esto indo para os cachorros."

"E caf de carro de deslizamento." Agora Trueheart agitou sua cabea. "Eles sentiro muito."

"E agora ela  janela-compras. Fmea tpica. Ele pegou para arrastar as bolsas, compre os cachorros, prestidigita isto 
Todo assim ela pode suspirar acima de um grupo de diamantes que eles nunca podero dispor."

"Se eles forem chantagistas que eles podem."

Baxter deu a Trueheart um olhar de orgulho e aprovao. "Agora isto  o tipo de cinismo que eu gosto de ouvir. 
Tome o ponto, parta o carro uma vez que ele pegou seus cachorros. Ordene em cima um par. Est lotado. Duro 
Mantenha uma ida visual. Eu hesitarei no caso de que ela o conversa em entrar a loja."

Baxter aliviou direito, em direo aos edifcios, e pegaram um vislumbre de Zana examinando seu ombro, 
Sorridente como Bobby veio depois de, equilibrando comida e pacotes.

"Eu sinto muito, mel!" Ela riu, levou uma das bolsas, um dos cachorros. "Eu no devia ter deixado voc 
Com tudo aquilo. Eu acabei de querer uma olhada."

"Voc quer entrar ?"

Ela riu novamente. "Eu posso ouvir a dor em sua voz. No, eu acabei de querer olhar. Eu desejo que eu pensasse vestir um chapu, entretanto. Minhas orelhas esto frias."

"Ns podemos voltar, ou ns podemos comprar um chapu."

Ela irradiou nele. "Eu realmente gostaria de ficar fora s um pouco enquanto mais. Existe um lugar do outro lado da rua."

"Os que ns caminhamos por chegar a este lado da rua?"

"Eu sei, eu sei," ela disse com uma risadinha. "Mas eles tiveram chapus e cicatrizes. Em venda. Voc podia usar um chapu, tambm, mel. Talvez um cachecol morno bom. E eu s no posso enfrentar que quarto de hotel novamente agora mesmo, Bobby. 
Eu sinto como eu alarguei da priso ou algo."

"Eu sei. Eu acho que eu parea o mesmo modo." Ele trocou a bolsa segurando sua rvore. "Ns iremos comprar chapus. Ento 
Ns podamos subjugar, assista os patinadores, consigamos outro olhar para a grande rvore."

"Isso seria s perfeito. O que faz um cachorro de soja saboreia to boa quando  cozinhado fora de em um carro em Nova Iorque? Eu juro que voc no pode conseguir um cachorro grelhado real em qualquer lugar no planeta fora de Nova Iorque."

"Bonito bem de maldio," ele concordou ao redor uma mordida disto. "Especialmente se voc no pensar sobre que est nisto."

Seu risada era luz e com felicidade feliz. "Deixe no !"

Quando eles chegaram ao canto, apertada em pela multido, ele administrou outra mordida. "Eu no soube que eu era 
To faminto. Devia ter conseguido dois."

Eles fizeram isto para o meio-fio. Ele comeou a sair, quando Zana ofegou. Seus dedos fechados acima de seu brao gostam de um vcio.

"Eu derramei meu caf, isto  todo. Maldio."

"Voc queimou?"

"No. No." Ela escovou na mancha em seu casaco com sua mo. "S desajeitada. Eu fui batido um pouco. Nossa, 
Eu espero que este no mancha. Oh, agora ns faltamos a luz, tambm."

"No existe nenhuma pressa."

"Diga aquele para todo mundo outro," ela murmurou. "As pessoas no estavam empurrando tantas, eu no teria caf 
Em meu casaco."

"Ns conseguiremos algo e"

Ele lanou adiante, diretamente no caminho de um oncoming txi.

A bolsa ele segurou foi voando. A ltima coisa ele ouviu antes dele bater o pavimento era gritos da Zana 
E o grito agudo estridente de freios.
*  *  *

Enquanto Vspera esperada pelo quarto ser passada sem tocar e os varredores para chegar, ela correu um cheque em do Trudy 
Dbito e declaraes de crdito. As cargas e retiradas acabou de ter sido posta. Gastos alguns coros na sexta-feira na farmcia, ela notou. O selo de tempo confirmado que isso veio depois das meias, depois do banco.

Alinhando-se seus patos.

Mercado, tambm.

O que aconteceram para as bolsas?

Como ela era descobrir uma teoria, seu Communicator buzinou.

"Dallas."

"Ns temos um problema." O rosto do Baxter segurou nenhum de seu sarcasmo habitual. "A assunto tem sido batida por um txi, canto de Quinto e De quarenta segundos."

"Bem, Jesus Cristo. Que ruim?"

"No saiba. MTs esto na cena. Histrica da esposa. Eles estavam na calada, esperando pela luz. 
Eu tive eles em udio, Trueheart teve um razovel visual. Mas o canto era empacotado. Ele s conseguiu um olhar 
No sujeito fazendo um cabealho na rua. Ele foi cortado satisfatrio, Dallas, eu sei isto. Condene prximo 
Atropele. Eu consegui o cabbie aqui."

"Tenha alguns uniformes o tiram para Central at que ns possamos conseguir sua declarao. Pegue com os assuntos. Onde eles esto o levando?"

"ER em Centro mdico de Boyd. Diretamente abatido Quinto."

"Eu encontrarei voc l. Um de voc entra a ambulncia com ele. Eu no quero qualquer uma delas fora de sua viso at que eu esteja l."

"Voc conseguiu isto. Jesus, Dallas. O sujeito estava comendo um cachorro, bebendo caf ruim. Ento ele acabou de voar. MTs esto dando a esposa algo para tranqilo ela abaixo."

"Tenha certeza que ela seja coerente. Condene isto, Baxter, eu no quero seu apagado."

"Deixe-me embarcar nisto. Eu estou fora."

Ela girou em direo  porta, abrindo isto da mesma maneira que Peabody empurrou do outro lado. "Varredores 
Esto encabeando em cima."

"Ns conseguiremos eles comeados. Ns precisamos ir. Cabealho do Bobby para o hospital. Bata por um txi."

"Bata porque diabo"

"No pergunte, eu no posso dizer a voc. Deixe seja s consegue esta mudana, e chegue l."

Ela entrou quente, evitando entupiu trfico como suas sirenas blasted. E fazendo seu melhor para ignorar belisces rpidos, afiada de culpabilidade.

Ela ps Bobby em uma posio para ser machucado? Dois cops nele, um de mais casa com udio. Ainda no suficiente?

"Podia s ser um acidente." Peabody tentou no choramingar como eles threaded entre um furgo e um txi 
Com uma camada de pintura barata para sobressalente. "Pessoas, especialmente fora-de-towners, tenham acidentes de estrada em Nova 
York todo dia. Saia muito longe, no olhe onde eles esto indo. Olhando estupidamente nos edifcios em vez de assistirem as luzes."

"No h razo para o machucar. Nenhum ponto." Ela rapped seu punho na roda. "O que ele consegue voc? Roarke no vai tossir em cima dois mil porque um pouco de sujeito ele no sabe est no caminho. Por que devia ele? Por que iria ele? No serve nenhum propsito para machucar Bobby."

"Voc disse que Baxter reportou que ele estava comendo e bebendo, no meio-fio. Ele  batido, ou desliza.  sleeting, coisas so escorregadias. Dallas, s vezes coisas s acontecem. s vezes  m sorte justa."

"No este tempo. Nenhuma coincidncia de bullshit." Sua voz era feroz e furiosa. "Ns faltamos isto, isto sou todo. Ns faltamos algo, algum, e agora ns temos uma testemunha em Emergncia."

"No  sua culpa."

"Eu fiz o telefonema, ento est em mim. Voc faz cpias da gravao. Consiga uma cpia abatida para o lab. Eu quero poder ouvir tudo, todo verbaliza."

Ela parou da entrada de emergncia. "Estacione isto," ela ordenou, saltando fora. "Eu preciso entrar l."

Ela andou a passos largos para as portas, por.

Era o lugar habitual de dor. As vtimas esperando ser ouvido, ser ajudada. As doentes afundadas em cadeiras. 
A espera saudvel impacientemente para quem eles vieram com ser tratados, lanou, admitiu.

Ela Trueheart manchado, de alguma maneira mais jovem em uma camisa de moletom e cala jeans. Ele se sentou perto de Zana, segurando sua mo, murmurando para ela  medida que ela lamentou.

"Vspera! Vspera!" Zana saltou em cima, lanou se em braos da Vspera. "Bobby. Oh, meu Deus.  toda minha culpa. Machucado do Bobby. Ele  machucado to ruim. Eu no sei"

"Pare." Vspera puxada atrs, deu a Zana uma sacudida viva. "O quo ruim ele  machucado?"

"Eles no disseram, eles no diro a mim. Ele estava sangrando. Sua cabea. Sua cabea, e sua perna. Ele era inconsciente." Lgrimas esporeadas. "Eu ouvi eles dizerem choque, e algo quebrado, e talvez"

"Certo, o que aconteceu?"

"Eu s no conheo." Agora ela afundou de volta na cadeira. "Ns estvamos s esperando pela luz. Ns conseguimos um pouco de cachorros de soja e caf. Estava frio, mas ele se pareceu to bom para sair. E eu disse que eu quis comprar um chapu, 
E eles estavam do outro lado da rua. Ento eu derramei meu caf, ento ns faltamos a luz e no pudemos ir. Ns estvamos esperando e ele acabou de cair. Ou deslizou. Eu s no conheo. Eu tentei agarrar seu casaco. Eu consegui minha mo nisto. 
Eu penso que eu fiz."

Ela olhou fixamente abaixo em sua mo. A vspera notou a bandagem leve. "O que aconteceu para sua mo?"

"Eu derramei o caf. Espirrou por toda parte quando eu agarrei para ele. Queimada minha mo um pouco. Eu comecei 
Para cair. Eu penso. Algum me puxou de volta. Mas Bobby ..."

Zana embrulhou seus braos ao redor sua cintura e balanada. "O txi o bate. Tentou parar, mas era muito rpido, e ele o bate, e ento ele voou de volta, e caiu. To duro."

"Onde est ele?" Ela olhou para Trueheart.

"Eles o levaram para Quarto de Tratamento Dois. Baxter est na porta."

"Zana, fique aqui. Trueheart, aguarde."

Ela andou a passos largos pela rea de espera, diretamente por uma enfermeira que gritou por ela parar, e balanou direito quando ela viu Baxter em um par de portas de balano duplas.

"Goddamn isto, Dallas. Ns ramos dez ps longe. Um em um ou outro lado."

"Esposa pensa que ele deslizou."

"Sim, sim, talvez. O que so as chances? Eles esto trabalhando nele. Quebrado do brao, isto  com certeza. Talvez o quadril, tambm. A cabea tomou uma rachadura dura. Eu no podia dizer que ruim, e o MTs no diria."

A vspera esfregou ela d seu rosto. "Voc consegue alguma sensao algum o ajudado na frente daquele txi?"

"Segundo-achando eu mesmo agora. Ns tivemos um bom rabo neles, boa observao. Mas  louco l fora, Dallas. Voc sabe como  este tempo de ano. A calada  um mar das pessoas, e todo mundo  qualquer uma em uma toda-despedida pressa, ou eles esto olhando estupidamente e tomando vids. Voc chegou ladres de rua fazendo mais este feriado 
Semana que eles fazem em seis meses regulares. Se eu tivesse que no jurar ningum conseguido por ns, eu no podia. A coisa  ..."

"O que?"

"Logo antes, ela derramou caf nela mesma. Disse que ela foi batido. E eu consegui esta pequena picada, mudana comeada em um pouco. Ento aerotransportado do nosso sujeito."

"Fuck."

15


A VSPERA DEVOLVEU QUE BAXTER PERMANECESSE COM Trueheart, ento compassadas na frente das portas de quarto de tratamento como os odores afiados e saquearam sons lavados acima dela.

Ela odiou hospitais, centros mdicos, centros de tratamento de emergncia. Lugares, ela pensou, cheia de nusea 
E dor. Da morte e misria.

De esperar.

Ela ps Bobby aqui? Sua precisa empurrar coisas adiante o puseram em modo do dano? Uma necessidade pessoal, ela pensou agora. Ela quis estrondo a porta nesta parte de sua passada, fecha isto longe novamente. No s para sua prpria paz de mente, ela admitiu, mas provar ela poder. Por causa disto, ela tomou um riscoum calculado um, mas um risco todavia.

E Bobby Lombard estava pagando o preo.

Ou era s um pouco de ridiculous acidente? Ruas escorregadias, lotadas, pessoas em uma pressa, batendo, empurrando. Acidentes acontecidos todo dia. Inferno, toda hora. Podia ser s to simples.

Mas ela no podia comprar isto. Se ela corresse isto por um programa de probabilidade e surgiu para cem por cento, ela ainda no compraria isto.

Ele era inconsciente, quebrado e sangrento, e ela mandou a ele fora assim ela podia cheirar o ar para um assassino.

Podia o ser, at agora, podia ser Bobby que fez o assassinato. Pessoas mortas suas mes. Toda vida de tenso, irritao, ou pior, e algo estalados dentro deles. Como um osso, ela pensou, e eles mataram.

Ela matou. No tinha sido s o osso em seu brao que estalou naquele quarto terrvel em Dallas. Ela se importa de estalou, tambm, e a faca entrou o em. Inmeras vezes. Ela podia lembrar disto agora, lembre do sangue, o cheiro delesevero e cru o sentir de molha e morno em suas mos, 
Seu rosto.

Ela lembrou da dor daquele osso quebrado, at agora pelas nvoas de tempo. E o uivador
Sua e suaque ela o matou.

As pessoas ditas aquele som era inumano, mas eles estavam errados. Era humano de essencialmente. Humano de Elementally.

Ela apertou os saltos de sapatos de suas mos para seus olhos.

Deus, ela odiou hospitais. Odiados lembrar de despertando em um, com tanta dela mesmacomo eraido. Evaporou.

O cheiro de sua prprio medo. Os estranhos que pairam acima dela. O que  seu nome? O que aconteceu para voc? Onde voc vive?

Como ela podia conhecer? E se ela lembrasse, se seu se importa de no fechou e escondido longe, como podia ela dizer a eles?

Eles machucaram ela para a curar. Ela lembrou disto, tambm. Fixando o osso, consertando as lgrimas e cicatrizes dentro dela dos estupros repetidos. Mas eles nunca achariam aqueles segredos atrs da parede que ela se importa de construiu.

Eles nunca saberiam que a criana na cama do hospital matou gosta de uma coisa louca. E uivou goste de um humano.

"Dallas."

Ela se empurrou de volta, mas no girou. "Eu no sei nada ainda."

Peabody simplesmente aumentou ao lado dela. Pela portinhola de vidro, Vspera podia ver a emergncia 
O time que trabalha em Bobby. Por que, ela perguntou-se, colocou como isto tem vidro? Por que eles quiseram que pessoas vissem o que eles fizeram naqueles quartos?

Machucando curar.

No era ruim o suficiente imaginando sem realmente vendo o salpico de sangue, o buzinar de mquinas?

"Volte e confira com Baxter," Vspera disse. "Eu quero qualquer declaraes de testemunha que ele tem. Nomes da genialidade. Eu quero verificar a licena do cabbie. Ento mande a ele e Trueheart atrs. Eu quero aquele registro  
O lab. Voc fica com Zana. Veja o que mais voc pode sair dela no momento."

"Ns devamos conseguir uniformes para seu quarto? Para quando eles terminam l?"

"Sim." Pense positivo, Vspera decidida. Ele seria movido para um quarto, e no o morgue.

S, ela assistiu, fez se relgio. E perguntou-se o que a menina ela prov um quarto tanto como o alm do vidroteve que fazer com que estava acontecendo agora.

Um do med time apressado fora. A vspera agarrou seu brao. "O que  sua condio?"

"Holding. O doutor dar a voc mais informaes. Os membros de famlia precisam ficar em Esperar."

"Eu no sou de famlia." A vspera agarrou seu distintivo. "Seu paciente  uma testemunha material em um homicdio. Eu preciso 
Para saber se ele vai fazer isto."

"Parece bom. Ele  sortudo. Se sendo batido por um txi uns dias do par antes do Natal contar como sorte. Conseguidos alguns ossos quebrados, contuses, dilaceraes. Alguma hemorragia interna ns paramos. Ele  estabilizado, mas o trauma de cabea  a preocupao principal. Voc vai precisar conversar com o freqentar."

"Sua esposa est em Esperar, com meu companheiro. Ela precisa ser atualizada."

"V em frente."

"Eu tenho uma testemunha material naquela mesa l. Eu estou na porta."

Irritao relampejada acima do rosto da enfermeira, ento ela escovou uma mo pelo ar. "Certo, certo. Eu cuidarei disto."

Vspera aguardada. Ela ouviu a pressa e confuso do ER atrs dela, o buzinar e as pginas, o clop de ps com em algum lugar urgentes para ir.

Em um certo ponto algum comeou a gritar "Feliz Natal!" Em inarticulado, bbedo afine, rindo e cantando como ele era carted. Existia choro, lamentando, como uma mulher era apressada corredor abaixo em um gurney. Uma ordenadamente fluda por com uma balde que cheirado de vmito.

Algum bateu seu ombro, e ela girou, s para ter caseira bebida fermentada e higiene dental pobre flutuarem em seu rosto. O homem responsvel vestiu uma Santa imunda adaptar com um enforcamento de barba branca fora de uma orelha.

"Feliz Natal! Queira um presente? Conseguiu um presente para voc aqui mesmo!"

Ele agarrou sua forquilha, e sacudida fora seu pnis. Em um pouco mais sbrio ainda tempo de igualmente louco, ele pintou isto em cima gostou de uma cana de doce.

A vspera estudou as faixas vermelhas e brancas.

"Nossa, isso parece delicioso, mas eu no tenho nada para voc. Espere, sim, eu fao."

Seu enfraquecido de sorriso largo quando ela levantou seu distintivo.

"Aw, c 'segunda-feira."

"A razo eu no arrasto voc para comportamento lascivo e lascivo, para exposio indecentesentretanto, eh, trabalho de pintura boae para possivelmente tendo a respirao mais suja em ou fora de planeta,  que eu estou ocupado. Se eu decidir que eu sou  
No ocupado suficiente, voc vai estar gastando Natal no tanque. Ento sopro."

"Aw, c 'segunda-feira."

"E coloque no lugar aquela coisa antes de voc assustar um pouco de criana,"

"Santa, voc est a." A enfermeira que terminou anteriormente rolados seus olhos em Vspera, ento conseguiu um bom aperto 
Em brao da Santa. "Vamos examinar cuidadosamente aqui."

"Queira um presente? Eu consegui um presente para voc aqui mesmo."

"Sim, sim. Isto  tudo que eu quero pelo Natal."

A vspera voltou como as portas abertas. Ela agarrou o par mais ntimo de esfregou.

"O que  sua condio?"

"Voc a esposa?"

"No, eu sou o policial."

"CAB contra homem, txi normalmente ganha. Mas ele  estvel." O doutor veed seus dedos, deslizaram eles em cima seu nariz
Para esfregar os dentro de cantos de seus olhos. "Brao quebrado, quadril fraturado, rim contundido. O trauma de cabea  o 
Pior disto. Mas exceto complicaes, ele devia fazer. Ele saiu de de sortudo."

"Precise conversar com ele."

"Ele  carregado. Ns o temos estabilizado. Indo o mandar em cima para alguns testes. Acoplar horas, talvez, coisas vo para direito, ele poder segurar uma conversao." Curiosity lavou acima da fadiga em seus olhos. 
"Eu no sei voc? O policial, certo? Eu trabalhei meu mgico em voc antes."

"Dallas. Provavelmente."

"Sim, Dallas. Voc torna-se conhecido. Olhe, eu preciso conversar com a esposa."

"Multa. Eu vou pr um homem ele. Eu no quero ningum conversando com ele mas eu at que eu passe sem tocar isto."

"O que  o negcio?"

"Testemunha material. Eu sou Homicdio."

"Oh, sim. Sim! Caso de Icove. Louco bastards. Bem, sua testemunha material devia viver de cantar. Eu sou to bom."

Ela trocou, assistindo como eles Bobby que tem rodas fora. Ele deixou um pouco de sua pele na rua, ela notou. Qual era remanescente era branco como osso. Quando eles cortarem as drogas, ele iria machucar gosta de um filho de uma cadela, mas ele estava respirando sozinho.

"Eu estou subindo com ele, at os relatrios uniformes."

"Adapte voc mesmo. S fique fora do modo. Feriados felizes e assim por diante," o doutor adicionou como ele encabeou em direo  rea de espera.
*  *  *

Vspera permanecida fora de novamente, outro cho, outra porta, enquanto eles correram seus scanners e diagnsticos. 
E enquanto ela esperou, os elevadores abertos. Zana apressou fora, Peabody em seus saltos de sapatos.

"O doutor disse que ele iria ser certo." As lgrimas localizaram por maquilagem da Zana, deixando seu 
Trilha. Ela agarrou mos da Vspera, apertou.

"Ele vai ser certo. Eles esto s correndo alguns testes. Eu tinha medo que ... eu tinha medo" Ela verbaliza engatado. "Eu no sei o que eu teria feito. Eu s no conheo."

"Eu quero que voc diga a eu o que aconteceu."

"Eu disse o detetive. Eu disse a ela eu"

"Eu quero que voc diga a eu. Espere."

Ela caminhou para o uniformed oficial como ele saiu de do elevador. "O assunto  Bobby Lombard. Testemunha material, homicdio. Eu quero voc com ele todo passo. Voc verifica o quarto que eles o pem em, voc verifica 
ID em todo mundo queeu quero dizer todo mundoque tenta acesso. Ele grunhe o modo errado, eu quero ouvir sobre isto. Compreendido?"

"Sim, senhor."

Satisfeita, ela voltou para Zana. "Certa, ns vamos achar um lugar, sente-se. Eu quero tudo. Todo detalhe."

"Certo, mas... Eu s no entendo qualquer deste." Ela mastigou seu lbio, examinando seu ombro nas portas enquanto Vspera arrastou seu longe. "No pode eu s fico, espere at"

"Ns no estamos indo longes." Ela aclamou uma enfermeira simplesmente levantando seu distintivo.

"Bom," ele disse. "Eu estou debaixo de priso. Isso significa que eu posso me sentar por cinco minutos."

"Eu preciso de seu quarto de fratura."

"Eu tenho uma memria vaga do quarto de fratura. Cadeiras, uma mesa, caf. Abaixo l, faa uma esquerda. Oh inferno, voc precisa de um carto chave. A segurana est chegando a ser uma cadela. Eu tomarei voc."

Ele foi  frente, keyed eles em, ento pega sua cabea em. "Certa, eu cheirei o caf. No  todos ruim." Ele foi corredor abaixo.

"Sente-se, Zana," Vspera disse a ela.

"Eu acabei de precisar mover ao redor. Eu no posso me sentar quieto."

"Eu consigo isto. Examine cuidadosamente o que aconteceu."

"S como eu disse a voc antes. Como eu disse o detetive."

"Repita isto."

Como ela fez, Vspera escolheu separadamente os detalhes. "Voc foi batido, caf derramado."

"Em meu casaco." Zana levantou o casaco que ela lanou em uma cadeira. "No era isto ruim. A primeira vez. Mais derramado quando Deus de Bobby, eu posso ainda ver isto."

"Ele pancada de um ser ou um empurro?"

"Oh, eu no sei. Uma pancada, eu acho. Tantas pessoas. Em parte de minha cabea eu estava pensando que era to excitante. Estando fora, as multides, as janelas, o barulho. Ns tivemos os cachorros de soja, e os pacotes. Ns devamos ter voltar. Eu conheo Bobby quis. Mas"

"Voc no fez. Bobby Disse qualquer coisa? Voc viu qualquer coisa, antes dele cair?"

"No ... eu era alvoroado com meu casaco, olhando abaixo e pensando como eu esperei que terminaria. Eu penso 
Ele segurou uma mo, como ele iria tomar o caf assim eu podia lidar com a mancha. Ento ele era 
Caindo. Eueu agarrei para ele," ela administrou, como sua voz comeou a quebrar. "Ento o chifre, e o guinchar. Era horrvel."

Seus ombros agitaram como ela soltou seu rosto em suas mos. Peabody aumentou com uma xcara da gua. 
Zana tomou um gole e um par de estremecer respiraes. "As pessoas paradas de ajudar. Todo mundo diz como New Yorkers esto frios e tipo de querem dizer, mas eles no so. As pessoas eram boas, eles eram bons. Eles tentaram 
Ajuda. A polcia surgiu. As pessoas que vieram conosco. Bobby estava sangrando, e ele no acordaria. O MTs veio. Voc pensa que eles me deixaro o ver logo?"

"Eu verificarei." Peabody girou em direo  porta, parou. "Voc quer algum caf?"

"Eu no acho que eu j beberei outra xcara." Zana entrincheirou-se seu bolso, retirou-se um tecido. E a enterrou 
Enfrente nisto.

A vspera a deixou l, sado com Peabody.

"Eu no consegui mais fora de seu qualquer um," Peabody comeou. "Ela  clueless sobre o fato que pode ter sido um ataque deliberado."

"Ns veremos o que Bobby diz. O registro?"

"Baxter esteve tomando isto para o lab pessoalmente e eu consegui o homers fora dos casacos."

"Bom pensando."

"Eu tenho sua lista de genialidade, e cpias da cena de declaraes empreendidas. O cabbie est segurando em Central. Sua licena  vlida. Estado cortando por seis anos. Poucas pancadas de trfico. Nada importante."

"Encabece abaixo l agora. Consiga sua declarao inicial, e seus pormenores para manuteno de contato. Pule ele. Escreva isto, copie para mim, copie para Whitney." A vspera verificou o tempo. "Cague. Nada mais para ser feito. Eu estou pegando aqui at que eu entreviste Bobby. Pegue isto embrulhou de volta na casa, ento v para casa. Feliz Natal."

"Voc certo? Eu posso esperar at que voc reporte em."

"Nenhum ponto. Se existe qualquer coisa, eu informarei. Termine de lotar, v para a Esccia. O bebida ... o que ?"

"Wassail. Eu penso que  wassail, especialmente ali. Certo, obrigado. Mas eu considerarei eu mesmo em servio at 
A lanadeira decola amanh.

"Feliz Natal, Dallas."

Talvez, ela pensou, e olhado atrs em direo ao quarto de fratura como Peabody foi embora. Mas algum 
As pessoas iriam ter o crappiest de feriados.

Ela esperou uma hora enquanto Bobby era testado, transferiu, e instalar em um quarto. Quando ela entrou, ele girou sua cabea, tentada enfocar com olhos vtreos que eram que tem bordos com vermelhos. "Zana?" Ele disse em uma pronncia indistinta de voz com drogas.

" Dallas. Multa da Zana. Ela estar aqui em um minuto."

"Eles disseram ..." Ele lambeu seu lips. "Eu fui batido por um txi."

"Sim. Ento como isso aconteceria?"

"Eu dunno.  misturado. Eu me sinto realmente misterioso."

" o meds. O doutor diz que voc vai ser bom. Conseguidos alguns ossos quebrados, e tomaram uma boa rachadura na cabea. Choque. Voc estava esperando pela luz. Para cruzar a rua."

"Esperando pela luz." Ele fechou seus olhos contundidos. "Empacotado em o canto gosta, o que  isto, sardinhas. 
Muitos barulho. Zana fez barulho. Assustado me."

"Que tipo de barulho ?"

Ele olhou nela. "Goste, ah ..." Ele chupou em sua respirao. "Sorta. Mas ela acabou de derramar algum caf. Caf e cachorros e bolsas. Braos carregados. V conseguir um chapu."

"Pegue comigo aqui, Bobby," ela disse como seus olhos tremulados fechados novamente. "O que aconteceu ento?"

"I... Ela deu a mim aquele sorriso. Eu lembro daquele sorrisogostar, 'Oops, olhe o que eu fiz agora.' E eu dunno, 
Eu dunno. Eu ouvi ela gritar. Eu ouvi pessoas gritando, e chifres arranhados. Eu bato algo. Eles disseram isto 
Bata-me, mas eu bato, e eu no lembro at que eu acordei aqui."

"Voc desliza?"

"Musta. Todas aquelas pessoas."

"Voc viu qualquer um? Algum disse qualquer coisa para voc?"

"No pode lembrar. Sinta misterioso, fora de eu mesmo."

Sua pele era mais branca que as folhas que coberto ele, de forma que as contuses e raspaduras pareceram saltar forae slapped diretamente em sua culpabilidade.

Ainda, ela apertou. "Voc tem sido fazer compras. Voc comprou uma rvore."

"Ns tivemos a rvore. Alegre ns mesmos em cima algum. O que aconteceu para a rvore?" Seus olhos rolados, ento 
Refocused nela. "Isto realmente est acontecendo? Deseje que eu estivesse em casa. S desejo que eu estivesse em casa. Onde est Zana?"

Intil agora, Vspera decidida. Ela estava desperdiando seu tempo e sua energia. "Eu a conseguirei."

Vspera sada. Zana permaneceu no corredor, torcendo suas mos. "Eu posso entrar? Por favor. Eu no o vou chatear. Eu tenho que eu mesmo acomodei-me. Eu s quero o ver."

"Sim, continue em."

Zana endireitou seus ombros, ponha um sorriso em seu rosto. A vspera assistiu ela entrar, ouvida ela diz, em alegre afina, "Por que, s olhe para voc! Voc conseguiu um pouco de modo de sair de mim comprar um chapu."

Enquanto ela esperou, ela tentou o lab. Bitched quando ela era informado que ela no podia ter o que ela quis at o vinte-sexto. Aparentemente Natal anulou at sua ira.

Ela no poderia ser capaz de fazer um entalhe l, mas Central era outro assunto. De l, ela ordenou em cima uniformes em rotao para pegar com Zana no hotel, com Bobby no hospital, vinte e quatro horas.

"Sim," ela estalou. "Isso inclui Natal."

Irritado, ela tagged Roarke. "Eu vou estar atrasado."

"No so voc alegre. O que voc est fazendo no hospital?"

"No sou eu. Encha voc em mais tarde. As coisas acabaram de ir cagar, ento eu tenho que p que passa sem tocar antes de eu registrar o tempo 
Fora."

"Eu tenho uma quantia considervel para passar sem tocar eu mesmo a fim de levar tempo fora de. Por que eu no encontro voc 
Em algum lugar para jantar? Volte para mim quando voc fez um caminho."

"Sim, certo. Talvez." Ela glanced acima de como Zana terminou. "Precise ir. Mais tarde."

"Ele est cansado," Zana disse, "mas ele era engraado comigo. Disse como ele era fora de cachorros de soja por toda vida. Obrigado por ficar. Ajudou a ter algum aqui eu sei."

"Eu aceitarei em devoluo voc para o hotel."

"Talvez eu podia ficar com Bobby. Eu podia dormir na cadeira por sua cama."

"Voc dois far melhor se voc for descansado. Eu terei um branco e preto devolver voc de manh."

"Eu podia tomar um txi."

"Vamos tomar precaues agora. S para estar no lado seguro. Eu porei um policial de volta no hotel."

"Por que?"

"S uma precauo."

Mo disparada da Zana, brao da Vspera agarrada. "Voc pensa algum machucar Bobby? Voc pensa que isto era deliberado?"

Ela verbaliza rosa vrias oitavas na pergunta, e seus dedos cavados por esfolar.

"No existe nada para substanciar isto. Eu s bastante seria cauteloso. Voc precisa levantar qualquer coisa para atrs 
No hotel, ns pegaremos isto a caminho."

"Ele deslizou. Ele acabou de deslizar, isto  todo," Zana definitivamente disse. "Voc est s sendo cauteloso. Voc est s cuidando nos de."

"Est certo."

"Ns podamos ver se eles tiverem uma loja, como uma loja de presente aqui? Eu podia conseguir Bobby algumas flores. Talvez eles at tm um pouco rvore. Ns compramos um hoje, mas eu penso que ficou embriagado."

"Certo, nenhum problema."

Ela lutou de volta impacincia, foi no andar de baixo, na loja de presente. Esperou, vagou, enquanto Zana 
Parecido agonizar acima das flores certas, e a exibio de esquelticas tabletop rvores.

Ento existia o assunto de um carto de presente, que significou mais agonizante.

Levou trinta minutos para realizar o que Vspera figurou que ela podia ter feito em trinta segundos. Mas existia cor de volta em bochechas da Zana como ela era segura as flores e rvore seriam entreguas de cima dentro da hora.

"Ele gostar de ver eles quando ele acordar," Zana disse como eles caminharam do lado de fora. Com o vento , ela abotoou seu casaco manchado. "Voc no pensa que as flores so muito nervosas? Muito fmeas?  to duro de escolher flores para um homem."

Que diabo ela soube sobre isto? "Ele gostar deles."

"Nossa, est frio. E est nevando novamente." Zana pausou olhar no cu. "Talvez ns teremos um Natal branco. Isso seria algo. Ele quase nunca neves onde ns estamos no Texas, e se fizer, normalmente derrete antes de voc poder piscar. Primeira vez eu vi neve, eu no soube o que pensar. Que tal voc?"

"Era muito tempo atrs." Fora da janela em outro srdido pequeno quarto de hotel. Chicago, talvez. 
"Eu no lembro."

"Eu lembro de fazer uma bola de neve, e o quo fria estava em minhas mos." Zana olhou abaixo neles, ento dobraram eles em seus bolsos fora do frio. "E quando voc olhou do lado de fora de manh, se nevasse de noite, tudo pareceu to branco e limpo."

Ela esperou pelo carro enquanto Vspera destrancada as portas. "Voc sabe como seu estmago conseguiria todo 
Preso com excitao, porque talvez no existiria nenhuma escola que dia?"

"Para falar a verdade no."

"Eu sou murmrio justo, no se importe-me. Acontea quando eu estiver nervoso. Eu acho que voc esteja todos pronto pelo Natal."

"Principalmente." Vspera manobrada em trfico, renunciou se para conversa ftil.

"Bobby quis ter comemorativo da sua mame antes do fim do ano." Como se ela no podia manter suas mos quietas, Zana tranada o boto superior de seu casaco. "Eu no sei se ns podemos fazer isto, agora que ele  machucado. Ele pensou quens pensamos queseria bom para fazer isto antes. Ento ns comearamos fora do ano novo sem tudo aquele duelo. Ns vamos poder ir para casa logo?"

No podia manter eles, Pensamento de vspera. Podia protelar, mas razoavelmente no podia exigir eles ficarem em Nova Iorque uma vez que Bobby era passado sem tocar para viajava. "Ns veremos o que os doutores dizem."

"Eu no acho que ns j voltaremos aqui." Zana olhou a janela lateral. "Demais aconteceu. Muitas memrias ruins. Eu acho que eu provavelmente nunca verei voc novamente qualquer um, depois de ns ir."

Ela era muda um momento. "Se voc descobrir quem matou Mame Tru, policial Ter que voltar?"

"Eu diria que dependo."

A vspera entrou no hotel, at o quarto para se satisfazer nada tinha sido transtornado. Ela pediu e recebeu uma cpia de segurana de salo de entrada, postado seu homem, e escapado.

Ela voltou para Central e achou dois alegremente embrulharam caixas em sua escrivaninha. Um olhar nos cartes ditos 
Seus eles eram de Peabody e Mc-Prende. Uma para ela, um para Roarke.

Incapaz de convocar suficiente esprito do Natal abrir sua, ela economizar eles para trabalhar. Ela escreveu seu relatrio, leia do Peabody, e terminado nisto.

Pela prxima metade hora, ela se sentou no relativo quieto, estudada sua tbua de assassinato, suas notas, e deixam isso tudo crculo.

Antes dela partir, ela pendurou o prisma que Mira deu a ela.

Talvez ajudaria.

Ela deixou vislumbrando estupidamente contra a janela escura como ela retirou-se seu 'vnculo, dobrou os presentes 
Debaixo de seu brao, e deixou o escritrio. Eu sou claro.

"O que voc est com fome?" Roarke perguntou a ela.

"Isto  uma pergunta carregada." Ela levantou uma mo, reconhecendo Baxter, e parou. "Vamos manter isto simples."

"Da mesma maneira que eu pensei. Da Sophia," ele disse a ela, e rattled fora de um endereo. "Trinta minutos."

"Isso trabalhar. Se voc chegar l primeiro, ordene um realmente, realmente grande garrafa de vinho. Grande. Despeje-me um total de acrobata."

"Devia ser uma noite interessante. Eu verei voc logo, Tenente."

Ela embolsou seu 'vnculo, girado para Baxter.

"No suponha que eu podia etiqueta junto, parte que realmente, realmente grande garrafa."

"Eu no estou compartilhando."

"Naquele caso, eu posso ter um minuto? Privado?"

"Certo." Ela caminhou de volta para seu escritrio, pedidas luzes. "Eu pularei para caf se voc quiser isto, mas isto  minha melhor oferta."

"Eu tomarei isto." Ele foi para o AutoChef ele mesmo. Ele estava ainda vestindo suas roupas suaves, Vspera notada. Luz 
Suter cinza, calas cinzas escuras. Ele teve algum sangue do sangueBobby, ela imaginounas calas.

"Eu no sei o que pensar," ele disse a ela. "Talvez eu era muito solto. Talvez eu sou justo fucking perdendo isto. 
Eu examinei cuidadosamente isto em minha cabea. Eu escrevi isto. Eu ainda no conheo."

Ele tirou o caf, girou. "Eu deixo a criana tomar ponto. No culpando ele, era meu telefonema. Eu mandei a ele 
Abaixo para cachorros, para causa do Cristo. Figurou que eles estavam s conseguindo seus, e ele o pe em um decente 
Posio. E atarraxe isto, Dallas, eu estava com fome."

Ela soube culpabilidade quando ela viu isto, e no momento, era como olhando em um espelho. "Voc me quer resma voc para isto? Eu tenho um pouco de remanescer."

"Talvez." Ele scowled no caf, ento abaixado algum. "Eu estou escutando eles, e no existe nada. 
S tagarele. No pode conseguir um cheio visual, mas ele  alto suficiente que eu posso ver a de volta de sua cabea, seu perfil quando 
Ele gira para ela. Eu movi adiante quando ela derramou o caf, ento eu relaxei novamente. Se eles forem ao meio-dia, Trueheart est s dez horas. Eu estou s trs. Ento ela est gritando em minha orelha."

Vspera sentada na extremidade de sua escrivaninha. "Nenhum vibe?"

"Nenhum. Os zepelins so despesa arranhada. Um daqueles canto de rua Santas tocando seu sino de maldio. Pessoas 
Esto fluindo por, ou aglomerando em conseguir a luz."

Ele bebeu mais caf. "Eu empurrei em, logo como ela gritou. Eu no vi algum decolar. Bastardo podia ter estado l. Podia ser uma da genialidade, longe como eu sei. Ou ele podia ter s derretido atrs. Era 
Um freaking parada em Quinta hoje. E algumas pessoas deslizadas, caram."

Sua cabea surgiu, lips pursed. "Antes de ou depois?"

"Antes, durante, depois. Pondo isto atrs, eu vejo este casaco de mulher vermelha, grande blonde 'faz. Ela desliza um pouco. O direito atrs de onde a Zana estava permanecendo. Isso seria a pancada inicial. Caf derramado. Eu posso ver o macho sub virada. Eu ouo ele perguntar a ela o que aconteceu. Ansioso. Ento ele relaxa quando ela disser que ela conseguiu caf em seu casaco. Ento faa I. Ento ele lana adiante. O caos resulta."

"Ento talvez ns somos ambos atacar ns mesmos porque o sujeito perdeu seu fundamento."

"Coincidncias so hooey."

"Hooey." Pelo menos ela conseguiu um risada pequeno fora disto. "Sim, eles so. Ento ns correremos o registro para trs e adiante. Ele  dobrado. Ningum est aproximando-se ele. Ento seja ela. Ns correremos isto quando a maldio lab pararmos de tocar Natal canta alegremente. Nenhum ponto slapping ns mesmos, ou mim slapping voc, at que ns saibamos se isto  o 
Um em um milho de que realmente  coincidncia."

"Se eu atarraxasse este, eu preciso conhecer."

Ela finamente sorriu. "Nisto, Baxter, eu posso prometer voc. Eu informarei."



16


ROARKE ASSISTIU SEU ENTRADO, SEU policial ALTO, desengonado no casaco de couro bastante espetacular preto. Seus olhos estavam cansados, a exibio de tenso neles at como ele notou o modo que ela scoped o quarto.

Cops era cops, ele soube, 24/7. Ela poderia dizer a ele, devia ele perguntar, quantos estava na barraca 
No canto oposto, o que eles estavam vestindo, possivelmente o que eles estavam comendo. E ela poderia  
Faa muito com suas costas para eles.

Fascinando.

Ela verificou seu casaco, rejeitou sumariamente o garom que deve ter oferecido para a escoltar para sua mesa. E cruzou o restaurante s, nto longo, solte anda a passos largos que ele amou.

"Tenente," ele disse, subindo a saudar, "voc faz um retrato."

"Um retrato do que?"

"Confiana e autoridade. Muito sensuais." Ele ligeiramente a beijou, ento gesticulou para o vinho que ele despejou 
Quando ele viu seu entrado. "No  uma acrobata, mas voc pode considerar isto um vidro sem fundo."

"Aprecie isto." Ela tomou uma boa bala. "Dia de Crappy."

"Ento eu juntei. Por que ns no ordenamos, ento voc pode dizer a mim sobre isto?"

Ela glanced no garom que materializou em seu lado. "Eu quero espaguete e almndegas, com o molho vermelho. Voc conseguiu isto aqui?"

"Claro, senhora. E comear?"

Ela ergueu seu vinho. "Eu comecei."

"Insalada mista," Roarke disse a ele. "Dois. E eu terei a galinha Parmesan." Ele imergiu algum po 
No herbed lubrifica j na mesa, deu isto para ela. "Ensope algum daquele vinho em cima, por que no faa voc?"

Ela encheu o po em sua boca.

"Descreva o garom para mim."

"O que? Por que?"

"Est entretendo. V em frente." E a povoaria abaixo, ele pensou.

Ela encolheu os ombros, tomou outra boa andorinha de vinho. "Macho caucasiano, anos trinta meios. Vestindo calas pretas, camisa branca, sapatos de negro do estilo de vadio. Cinco oito, cem e cinqenta. Marrom e marrom. Aparncia lisa. Lbio de parte inferior cheia, nariz longo com um bom-gancho de tamanho para isto. Entortou dente de olho na esquerda. Sobrancelhas diretamente, espessas. Bronx acentua, mas ele est trabalhando em perder isto. Cravo pequeno, lbulo da orelha certoalgum tipo de pedra azul. Faixa de prata espessa, dedo anular, mo esquerda. Homossexual. Ele provavelmente conseguiu um cnjuge."

"Homossexual?"

"Sim, ele verificou voc, no me. Ento?"

"Ento. Como eu disse, entretendo. O que foi errado hoje?"

"O que no fez Ela respondeu, e disse a ele.

As saladas chegaram antes dela terminar, ento ela apunhalou em sua.

"Ento, isto  onde eu estou em. No pode atacar Baxter ou Trueheart, porque at onde eu posso vereles fizeram 
O trabalho. No teria sido um trabalho se eu no trabalhasse isto."

"Que significa que voc ataque em voc mesmo. O que  o ponto, Vspera? De se ele fosse empurrado,  onde ele vem? Onde est o ganho?"

"Voc pode voltar para dinheiro. Trudy era bonito conjunto bem, e ele est fazendo certo. Ou voc volta para vingar. Ele estava l, vivendo na casa, sua relao de sangue, quando ela estava nutrindo."

"Ele trouxe voc comida," Roarke lembrou a ela. "Voc no teria sido o nico que ele fez aquele."

"Provavelmente no. Mas ele no levantou-se. Talvez algum figura que ele devia ter." No ?

Ela apunhalou mais salada, bebeu mais vinho. "No. Mais espesso do sangue, e ento  preservao prpria. Eu no fao 
Culpe ele por qualquer coisa. Mas ele era uma criana quando eu estava l, s outra criana. Ele era mais velho antes dela desistir de nutrir. Algum podia figurar ele devia pagar, tambm."

"Seu silncio o faz um acessrio?"

"Algo assim. E condene isto, seria mais fcil apagar eles em casa, no iria isto? Sim, voc 
Conseguiu uma cidade estranha, mais pessoas, de forma que  um. Mas voc poderia mbito suas rotinas mais atrs em 
Texas. Que aceita me em devoluo, pelo menos parte do modo, para impulso."

"Voc considerou bonito nova esposa do Bobby?"

"Sim, e ainda esteja. Talvez ela no era como tolerante de sua sogra  medida que ela reivindica. De meu lado, 
levaria um inferno de muita tolerncia. Ento ela v uma oportunidade, toma isto. Livre-se de Mame Tru, 
E ponha o dinheiro em bolso do Bobby. Ento, eh, por que no fosso o homem mediano? Ele est fora, eu estou em. 
Ela podia ser estpida suficiente para pensar que eu no olharia para ela para isto?"

"Quando voc parece, o que voc v?"

"Nada que aparece e grita que 'eu sou um assassino,' no em evidncia, no em seu registro. Mas ela  
Um pouco muito doce e sissy para mim."

Ele sorriu um pouco. "As meninas podem ser sissies?"

"Em meu mundo. Tudo aquele rosa e pastel e 'Mame Tru.'" A vspera encheu mais po em sua boca. 
"Gritos se voc olhar para ela."

"Bem agora, voc tem uma sogra morta, um rapto, e um marido no hospital. Parea alguns 
As lgrimas so justificadas."

Vspera justo drummed seus dedos. "No existe nada em seu registro que se debrua em direo a este. Eu no vejo ningum casando Bobby para dinheiro s no suficiente disto, ainda que ela soubesse sobre sujo pequeno ovo de ninho do Trudy."

"Um milho de ou ento faa uma vida confortvel em alguns crculos," ele lembrou a ela.

"Agora voc soa como Peabody. Eu no sou sobre dinheiro," ela muttered. "Mas casando algum para conseguir suas mos nisto, quando voc for ter que fora dele, e sua me.  uma grande extenso. E eu no vejo como ela podia ter conhecido, antecipadamente, que Trudy teve massa escondida aqui e l."

"Uma conexo para uma das mulheres quem foi chantageada?" Ele sugeriu.

Ela teve que dar a ele crdito. Ele pensou que gostar de um policial, algo que ele estremeceria acima de se ela mencionasse isto. "Sim, isso era um pensamento. Eu fiz alguns cavar, tentando ver se eu pudesse achar algo l. Nada, at agora de qualquer maneira. Eu leio os relatrios de testemunha, e duas dizem que ela agarrou para ele, tentado agarrar seu brao  medida que ele foi 
Na rua. S como ela disse."

"Mas voc maravilha quieta."

"Sim, voc tem maravilha. Ela  aquele, naquele mesmo lugar, para ambos os incidentes. Ela  o conectada a ambas as vtimas. E neste momento, ela  tribunas da pessoa que ganhar o mais se dinheiro  o motivo."

"Ento voc tem guardas nela, tanto manter caminho dela como para sua proteo."

"No pode fazer muito mais at o vinte-sexto. Lab no empurrar, metades meus homens esto fora ou seu se importa de so. No existe nenhum perigo imediato para o populaa, ento eu no posso conseguir o lab para empurrar. At os varredores no fizeram 
Volte para mim nos resultados do quarto prximo a minha cena. O Natal est me atravancando."

"Ora, farsante."

"Eu consigo isto," ela disse e apontou um dedo nele. "Eu diminu uma cana de doce hoje."

Ela disse a ele sobre Santa bbedo enquanto suas entradas eram servidas.

"Voc encontra o grupo mais interessante das pessoas em sua linha do trabalho."

"Sim,  o que voc chamaria adepto." Coloque no lugar isto, ela disse a se. Coloque no lugar o dia e lembre de que voc tem uma vida. "Ento, voc conseguiu coisas quadradas longe em seu mundo."

"Mais ou menos." Ele despejou eles ambos mais vinho. "Um pouco de negcios amanh, mas eu estou fechando o escritrio ao meio-dia. Existem alguns pequenos detalhes que eu quero ver para em casa."

"Detalhes." Ela de olhos ele como ela feriu macarro ao redor seu garfo. "O que mais pode existir? Voc importando rena?"

"Ah, se s eu pensei sobre isto mais cedo. No, s um pouco dnada de importante." nada de importante." Ele escovou um dar sua. "Nossa Vspera de Natal era interrompida no ano passado, se voc recordar."

"Eu recordo." Ela nunca esqueceria o passeio manaco para chegar a Peabody, e o terror de perguntar-se se eles iria 
Seja muito tarde. "Ela estar na Esccia este tempo. Tenha que cuidar se de."

"Ela contactou-me hoje, ela e McNab, agradecer-me. Ela ficava surpreendida, e tocou emambos  
Eles eramquando eu disse a eles que tinha sido sua idia."

"Voc no teve que fazer isto."

"Era sua idia."

" sua lanadeira." Ela torceu um pouco.

"Est interessando que voc tem como difcil um tempo dando presentes como voc recebe eles."

"Isto  porque voc sempre vai ao mar." Frowning nele, ela apunhalou uma almndega. "Voc foi ao mar, no ?"


"Voc est pescando para uma sugesto?"

"No. Talvez. No," ela decidiu. "Voc s ama me enganar, vendo como voc  um asno to esperto."

"Que coisa para dizer. Voc poderia acabar com um amontoar de carvo em sua meia-cala."

"Poucos mil anos, eu terei um diamante, ento ... O que ela iria fazer com o dinheiro?"

Ele se sentou de volta, sorriu. O policial voltava.

"Guarda isto? Para que? Ela teve capitais dobrados. No viveu alto porque ela no quis ningum conhecer. Mas ela teve suas bonitas bugigangas, bloqueadas em cima assim ela podia olhar para eles. Tido jewelry assegurado," ela
Disse a ele. "Eu consegui a papelada nisto. Acima de um quarto mil em clares. E ela teve sua melodia-ups. Mas isto  todo piddly. Porque o dinheiro estava entrando em que voc podia chamar babas. Mas isto a era 
Grande pontuao. Grande, gordura amontoa soma, ela est esperando. Deve ter tido um plano para algum disto."

"Propriedade, talvez. Ou uma viagem. Arte, jewelry."

"Conseguido jewelry, e no pode vestir isto demais fora de sua prpria casa. As pessoas conseguiriam idias. Mas se ela planejasse se mudar ... eu preciso verificar, veja se ela tivesse um passaporte vlido. Quando ela conseguiu isto, ou renovou isto. Ela pegou Bobby, mas ele  crescido agora, casou agora. No tanto em seu beck e telefonema. Isto  um pisser."

"Uma nova casa, um novo local. Em algum lugar ela pode viver na maneira que ela merece viver. Um pessoal de algum tipo."

"Necessidade algum para mandar ao redor, certo. Isto no  o tipo de estaca que voc s pe em um banco em algum lugar. Especialmente desde quevoc pode pr dinheiro que eleela planejou manter vazamento voc. No pode esperar Texas bom velho, onde as pessoas conhecem voc. Voc  freaking rico agora. Precise apreciar isto."

"O que isso diz a voc relativo  investigao? Se voc achar que ela fez investigaes sobre uma propriedade, 
Ou viaje, o que ele d a voc alm de busywork?"

"Menosprezado do Busywork. Talvez ela deixa algo deslize, para Bobby, para Zana, para outra pessoa. Talvez 
Ns usamos favorito do Peabodyexiste um amante jovem quente l fora, algum que ela teve pelos cabelos pequenos, 
Ou algum que ficou avaro. Pode circular de volta para vingar. Uma de suas antigas cargas est mantendo abas 
Nela, ou est sendo usada por ela, e consegue vento que ela pegou um grande negcio indo."

Ela cutucou seu prato de lado. "Eu quero tocar este ngulo. Voc terminou?"

"Quase. Nenhuma sobremesa?"

"Eu sou bom como ."

"Eles tm gelato." Seu sorriso era rpido, brilhante. "Chocolate."

"Bastarda." Ela lutou sua guerra interna, sua debilidade. "Voc pensa que ns podemos pegar ele para ir?"

*  *  *

Estava interessando, Vspera decidida, quando voc olhou em uma direo que no pareceu relevante. O pequeno 
Pedaos que embaralhados abaixo. Talvez no no quebra-cabea ainda, mas esperando por voc achar o ajuste.

"Atual do seu passaporte." Ela scooped em cima o encanto decadente de chocolate rico. "Tido por doze anos. E ela viajou. Engraado ningum mencionou isto. Espanha, Itlia, Frana. Ela gostou da Europa, mas existe Rio, e a Belize, e Bimini. Lugares exticos."

"Nada fora de planeta?" Ele perguntou.

"Nada que ela usou este passaporte. Eu estou apostando que ela gostou de pegar para terra firma. Fora de planeta toma muito 
De tempo, e muito dinheiro. E enquanto ela viajou, ela era dentro e foracom poucas exceesem umas 
Poucos dias. Mais longo eu acho aqui faz dez dias na Itlia. Entrou por Florena. E teve outra viagem l, um dia, a semana antes dela vir para Nova Iorque."

"Talvez uma debilidade para Tuscany," Roarke sugeriu.

"Viagens rpidas, entretanto." Ela drummed seus dedos, comeram mais gelato. "Podia ser ela fez eles no q.t. No disse seu filho. Eu preciso voltar, descubra se ela viajasse s ou com um companheiro."

Ela estudou os dados. "Teve uma razo para voltar para direito da Itlia antes dela vir aqui para a fazer 
Pontuao. Olhando ali, voc aposta seu asno. Pensando que ela poderia gostar de se achar uma vila."

"Levaria algum tempo, mas eu podia descobrir se ela fizesse investigaes sobre propriedade com um agente imobilirio ali."

"Ela saberia algo sobre o ins e fora, no iria ela, com um filho nos negcios."

Ela se sentou de volta, suspirou. "Ento aqui uma maneira. Ela est olhando mudar, se estatele se at viver o alto 
A vida depois dela esfolar voc."

"Eu objeto para o termo. Ningum me esfola."

"Sim, mas ela no consegue isto. Tempo para comear a a apreciar ganho com muito trabalho ovo de ninho. Enfeite se fora em todos aqueles resplendores que ela tem estado pagando prmios de seguro. Tempo para chutar em cima seus saltos de sapatos. Conseguiu se afinado
Para isto. Ela  batida fora um par de suas fontes de renda, mas eles so finitos de qualquer maneira. Ela bate o jackpot, e ela pode partir. Se aposente."

"O que ela diz sua famlia?"

Pense como seu, Vspera se ordenou. No era to duro de fazer. "Substitudo do seu filho ela com uma esposa. Ingrata bastarda. No tem que dizer a ele uma coisa de maldio. Se ela com inteno de dizer a ele, voc pode apostar ela pegou algo descoberto: Ela ganhou a loteria, conseguida alguma herana, algo inesperadamente. Mas 
Ela no precisa de Bobby mais porque ela pegou algum em sua srie, algum que pode fazer o grunhido trabalhar quando ela precisar disto. Eles deviam ser com ela em Nova Iorque, por via das dvidas."

Ela rolou seus ombros. "Ou ela vai escapar de seu minion, contrate algum fresco quando ela se mudar. Que faz que voc sabe naquela rea da Itlia que lida com bens imveis, podia dar a ns uma mo  
Este?"

"Uma ou duas pessoas. Porm,  depois de um de manh l."

"Oh, certo." Ela scowled no relgio. "Eu odeio a diferena de tempo inteiro defeca.  irritante. Certo, isso espera at a manh."

"Eu odeio lembrar a voc, amanh Vspera de Natal. Ns somos improvveis para achar escritrios abertos, particularmente na Europa onde eles acreditam em tomar feriados. Eu posso puxar cordas, mas a menos que isto  urgente, eu odeio empurrar este em feriado de algum."

"Veja, veja"ela acenou sua colher"Natal est me atravancando. Pode esperar, pode esperar," ela repetiu. "Mais importante descobrir se ela tivesse um companheiro de viagem. Podia s ser o pequeno 
Engano. Um pequeno detalhe que move isto junto."

"Ento eu ajudarei voc com isto."

"O que eu quero ser para ligar todos os seus vos."

"Todo?"

"Sim, todo. Ento ns vamos examinar o manifesto, cada um, veja se quaisquer nomes de crdulo estalarem. Ou 
Qualquer nome em minha lista de arquivo de caso." Ela lambeu sorvete fora de seu dedo. "E sim, eu estou ciente o transpo companhia escritrios so fechados. Preguioso bastards. E isso acessando informaes de passageiro geralmente exige autorizao."

Ele sorriu, facilmente. "Eu no disse uma coisa."

"Eu estou s olhar est tudo que eu estou fazendo. E se qualquer coisa estalar, ento eu regressarei, v por canais. Mas 
Eu estou doente para fucking morte de correr em lugar."

"Ainda no disse nada."

"Mas voc est achando isto."

"O que eu estou pensar est que voc precisa mover. Eu quero sua cadeira."

"Por que?"

"Se eu vou conseguir este dados, e ns dois sabem que eu possa acessar isto mais rpido que voc, eu quero a cadeira e a escrivaninha. Por que voc no lida com aqueles pratos?"

Ela murmurou, mas levantado. "Voc  sortudo que eu tenho um pouco de esprito de feriado e no registrei o tempo voc para o lidar com aquela rachadura dos pratos."

"Ho, ho, ho." Ele se sentou em seu lugar e fechou suas mangas. "O caf seria bom."

"Gelo magro, s. Rachando debaixo de seus sapatos caros."

"E um biscoito. Voc comeu a maior parte de meu gelato."

"No fez," ela chamou da cozinha. Bem, sim, ela teve, mas isso era fora de propsito.

Ainda, ela quis caf se, ento ela podia como facilmente consegue dois assalta. Para divertir se que ela saiu um 
nico minicookie, apenas o tamanho de seu dedo polegar. Ela pe isto e seu assaltar em um prato.

"Eu acho que o menos que eu posso ser conseguir voc caf e um biscoito quando voc estiver pondo o tempo em para mim." Ela surgiu atrs dele, debruada at plantar um wifely beijo no topo de sua cabea.

Ento ela anotar o prato. Ele glanced acima de nisto, ento nela. "Isto est frio, Vspera. At para voc."

"Eu sei. E diverso, tambm. O que voc tem?"

"Eu estou acessando sua conta, determinar o que companhia de transporte ela usou para suas viagens. Quando eu tiver isto, eu farei uma procura nas datas que coordenam para seu passaporte. Ento eu conseguirei seus manifestos, e corram uma procura l. Eu penso que mereo um biscoito de hemorragia."

"Como este aqui." Por detrs suas costas ela puxou um biscoito de acar decorado. Qualquer outra que ela podia dizer sobre Summerset, e existia bastante, o homem podia assar.

"Isto  mais como isto. Agora por que voc no vem e se senta em meu colo?"

"S consiga os dados, camarada. Eu sei que est insultando perguntar, mas voc vai ter alguma dificuldade com CompuGuard neste?"

"Eu estou ignorando aquele como voc forneceu o biscoito."

Ela o deixou para isto, instale seu auxiliar comp.

O que, ela perguntou-se, outro casou pares fazerem depois de jantar? Pendure e assista tela talvez, ou 
V para suas reas e violino separado com seus passatempos ou trabalhe. Converse no 'vnculo para camaradas ou famlia. 
Tenha pessoas.

Eles fizeram algum disto. s vezes. Roarke conseguiu seu enganchado em vids, especialmente o velho preto-e-brancos dos cedo e meio-vigsimo sculo. Existiam noites, aqui e l, eles whiled longe umas horas do par que modoo modo, ela imaginou, mais considerado normal.

Se ele fosse normal para enquanto longe umas horas do par em um teatro de casa maiorcertamente mais luxurianteque mais 
Do pblico.

Antes de Roarke entrar em sua vida, ela gastou a maioria das noites s, examinando cuidadosamente notas, roendo em um
Caso. A menos que Mavis a inquira fora por diverso e jogos. Ela no podia ter se imaginado como isto, socked em com algum. To afinadas com algum apesar de um pouco de suas diferenas elementares.

Agora ela no podia imaginar isto qualquer outro modo.

Com casamento em sua mente, ela moveu para Bobby e Zana. Eles no tinham sido casados longos, ento a suposio seria que eles gastariam bastante seu tempo junto. Eles trabalharam junto, vivido junto. Viajou, como menos nesta viagem fatal, junta.

Sua procura aumentou um passaporte para Bobby. O ltimos selo quatro anos mais cedo. Austrlia. Um par de outro, viagens antigas, cada espaado sobre um ano separadamente. Um para o Portugal, um para Londres.

Frias, ela decidiu. Anual jaunts. Mas nada que exigiu um passaporte desde a Austrlia.

Outra viagem, talvez. Comeando uns novos negciostalvez menores, viagens mais baratas.

Nenhum passaporte para Zana, nome de solteira ou casada. Bem, muitas pessoas nunca deixaram o pas. Ela no se teve, antes de Roarke.

Mas ela se sentou de volta, considerou. Bobby No quereria tomar sua nova noiva em alguma grande viagem? 
Lua de mel, qualquer. Mostre a ela um pouco de parte do mundo, especialmente um ele viajou para e apreciado.

Isso era um de negcios do Roarke, de qualquer maneira. Deixe-me mostrar a voc o mundo.

Claro, talvez eles no tiveram o tempo, ou quis gastar o dinheiro. No ainda. Talvez ele iria 
Decidiu comear com Nova Iorque uma vez que a idia eram estaladas por sua me. Fez sentido suficiente.

Mas ele era algo para perguntar-se sobre.

Ela cutucou no outro nutre novamente, procurando por um pouco de conexo, alguns clicam. Uma em uma gaiola, uma morta, ela pensou.

Mas e se

"Conseguidos seus manifestos aqui."

Distrado, ela glanced acima de. "J?"

"Um dia voc me dispor o temor que eu muito ricamente mereo."

"Voc  rico suficiente para dispor seu prprio temor. Que tal partidas?"

"Se voc estiver com pressa, voc leva metade." Ele bateu chaves. "L. Transferindo para voc. Lide com isto de l?"

"Eu sei como fazer uma procura e partida," ela muttered, e instalar ele para correr. Ela rodou ao redor para 
Olhe para ele. "Eu tenho estes dois tiros longos. S arrancando fora do ar. Um do nutrir est em uma gaiola. Assalte, principalmente. Nenhuma famlia, associado no conhecido em particular. Nada em sua jaqueta para indicar algum 
Real smarts, ou conexes. Mas talvez Trudy tentou a bater em cima ao longo da linha. Ento esta propenso de carreira violenta decide voltar um pouco de sua prpria. Um lidar de trabalhos com algum que  fechar, ou pode conseguir 
Perto da marca. Leve ela foraconseguiu sua vinganafazer algum dinheiro enquanto voc est nisto."

"Como iria esta pessoa sabe que Trudy estava indo para Nova Iorque agora, com a idia de nos agitar abaixo, 
E possa pr esta matana junta muito depressa?"

"A matana  do momento. Eu ainda digo isto. Podia ter tido o shill em lugar j. E sim, eu sei 
 um longo um. Mas eu vou ter outra conversa com o guardio depois do Natal. Talvez alcance 
Fora para seu ltimo oficial interessante."

"E a outra atirada na escurido?"

"Um do nutrir trabalhou como um danarino naquele clube que era bombardeado alguns anos atrs. Miami. 
Lembre, um bonzos conseguiu pela porta, protestando pecado ou algo. As coisas foram 
Errado e o boomers soprou. Tirou mais de cem e cinqenta pessoas."

"Eu no lembro, desculpe. Antes de voc, eu no posso dizer que eu paguei a tanta ateno para aquele tipo de coisa." Mas 
Ele parou o que ele estava fazendo, considerou isto. "Ento ela sobreviveu?"

"No. Pelo menos ela  listada no meio dos mortos. Mas ele era um clube subterrneo, e eles correm solto. Exploses, partes do corpo voando. Sangue, terror, confuso."

"Eu consigo o retrato, obrigado." Ele se sentou de volta, caminhando para sua mente ao longo do caminho ela esteve tomando. "Ento, ela de alguma maneira sobrevive,  misidentified, e vive de conspirar falecimento eventual do Trudy?"

" um ngulo," Vspera obstinadamente disse. "Existem outros. Algum perto dela volta em Trudy. Vingue novamente. Um amante ou um amigo de fim. Eu posso conversar com alguns dos sobreviventes de qualquer maneira, algum do 
As pessoas com que ela trabalhou. Talvez consiga um retrato claro dela pelo menos."

Ela levantou compassar. "E existe esta outra coisa que vai por minha cabea. Trudy j pegou comida de Bobby furtiva para uma das meninas? Nesse caso, o que ela fez sobre isto? Para ela, para ele. Ou mais tarde, quando ele 
Era mais velho, ele j entrou contactou com um deles? Ou um deles j o abordaram? Ele 
Nunca disse qualquer coisa sobre isto. O caminho mais fcil chegar a Trudy, parece mim, seria por ele."

"Voc volta para Zana."

"Sim."

"Tente isto. O que  sobre Zana Lombard que mantm voc circulando de volta?"

"Bem, como eu disse, ela chora muito."

"Vspera."

" irritante. Mas alm daquele aborrecimento pessoal, ela est naquele mesmo lugar, ambos os incidentes. Ela  a nica 
Um que viu seu raptor alegado."

"Por que componha uma histria assim? S a traz para o primeiro plano. Ela no preferiria ficar atrs?" 

Ela rosa para subjugar, estude sua tbua de assassinato. "Criminals esto sempre complicando coisas, dizendo ou 
Fazendo mais que eles should.  At o esperto. Adicione ego. Olhe o que eu tirei, mas ningum
Saiba. Ningum pode dizer, 'Uau, isso era bonita maldio inteligente de voc. Deixe-me comprar voc um bebida.'"

Ele ergueu suas sobrancelhas. "Voc pensa que ela fez isto."

Ela desenhou uma linha com seu dedo da fotografia de Trudy, para Bobby, para Zana. Um muito  mo 
Tringulo, ela decidiu. Limpo e limpo.

"Eu pensei que ela fez isto desde que eu abri a porta e achei morto de Trudy."

Ele girou na cadeira agora, estudando seu rosto. "Mantido aquele perto do colete, no ?"

"Nenhuma necessidade para conseguir pissy."

"Eu nunca consigo pissy." Ele rosa, decidindo estava na hora de para um conhaque. "Eu fao, ocasionalmente, fique cansado. 
Como agora. Por que voc no disse mais cedo?"

"Porque toda vez eu circulei ao redor ela, ela  surta limpa. Eu no tenho nenhum fato, nenhum dados, nenhuma evidncia, 
Nenhum motivo claro."

Ela andou mais ntimo para fotografia da Zana. Olhos azuis grandes, cabelo loiro ondulado. O sincero milkmaid, qualquer 
O inferno um milkmaid era.

"Eu corri probabilidades nela, e eles surgem para baixo. At minha cabea diz a mim que no sou ela.  meu intestino dizendo caso contrrio."

"Voc geralmente confia seu intestino."

"Isto  diferente, porque meu intestino j  envolvido por causa de minha conexo para a vtima." Ela foi embora da diretoria, atrs para sua estao auxiliar. "E o suspeito no topo de minha lista de intestino no deu a mim qualquer razo slida para a ter l. Suas aes e reaes, suas declaraes, seu comportamento so quase o que eles deviam estar dadas as circunstncias. Mas eu olho para ela, e eu penso: 
Devia ser voc."

"E Bobby?"

"Podia estar trabalhando com ela. Um ou eles dois souberam o que Trudy era at. Um ou eles dois seduz o outro, usa sexo, amor, dinheirotodo o o acima de."

Ela parou, puxou as fotografias da cena fresca de danos do Bobby fora de seu arquivo, e movido acima de tacha eles para sua tbua.

"Mas isto, o incidente que o aterrissou no hospital, no ajusta com isto. Eu tive certeza que eu o vi antes dela fazer. Ele no deu a nenhum sinal que ela puxou um enganar nele. Eles eram telegrafados em seu passeio em torno da cidade, oral do e Baxter indicou que eles conversaram sobre compras e almoo. Nada sobre Trudy, nada sobre qualquer enredo ou plano. S no sente como ele, no sente como trabalho de equipe. Mas"

"Voc tem medo sua memria dele cores seus instintos."

"Talvez. Eu preciso empurrar os pedaos ao redor um pouco mais."

Tarefa completada. No existe nenhuma partida no manifesto com arquivos atualmente em diante registro . . .

"Bem, isso era um busto," Vspera reclamada. "Ns podemos tentar combinaes de nome, procure por nomes alternativos."

"Eu instalar isto."

A vspera despejou mais caf, esperando at que suas costas era girada para evitar uma conferncia de cafena. "Voc  casado 
Para algume voc trabalham com eles, viva com eles, durma com elesque voc no figura que voc conseguiria um boato se eles estivessem amarrando com barbante voc? Eu quero dizer, dia aps dia, noite aps a noite. O stringer  precisa fazer um deslize algum dia e ponha o stringee em guarda."

"Voc ouviu o amor de expresso  cega.'"

"Eu penso que  bullshit. Deslumbramentos de luxria, certo, pelo menos para a curto prazo. Mas o amor passa sem tocar a vista. Voc v melhor, mais afiado, porque voc sente mais que voc fez antes."

Seu lips curved como ele andou para ela, tocado seu cabelo, seu rosto. "Isto, eu penso,  o mais romntico 
A coisa eu j ouvi termino de sua boca."

"No  romntico, "

"Silencie." Ele deitou seu lips em sua brevemente. "Deixe-me apreciar isto. Voc tem um ponto, mas o amor tambm pode causar voc 
Para ver coisas como voc prefere ver eles, como voc quer que eles sejam. E voc no fatorou emse ns 
Pegue com seu intestino, e ela  responsvelque ela pode o amar. A parte de seu motivo poderia ter sido 
Para livre ele de que ela viu como um destrutivo, at influncia perigosa."

"Agora quem est sendo romntico? Se eu a puser em como o assassino, ento ela empurrou seu marido na frente de um txi 
Algumas horas atrs. Nenhum modose ela fez Trudyque era um acidente, uma coincidncia."

"Voc me tem naquele."

"No, o que eu tenho no  nada. Eu tenho um material witness/suspect no hospital. Outro em um hotel 
Quarto, debaixo de relgio. Eu no tenho nenhuma evidncia que aponta para qualquer um deles, ou qualquer outro neste momento. Eu 
Precise escolher nisto, isto seja todo. As coisas de evasiva em cima e continuam escolhendo nisto."

Ela pensou sobre a gravao, habilidade do e Roarke, seu computador de fantasia lab. Ela podia o pedir para trabalhar
Ele para ela, ponha no tempo.

No direito, no feira. No comeando to tarde.

"Achemos que ns lotaremos isto no momento. Verifique os resultados daquela ltima corrida de manh."

"Aqueles ternos me. Que tal uma natao primeira? Descubra o torcer."

"Sim, isso seria bom." Ela comeou para o elevador com ele, ento estreitados seus olhos. " este algum 
Ploy me conseguir molhado e desnudo?"

"Ame certamente no cega voc, Tenente. Voc v direito por mim."



17


ELE WASN T NEVE PARA Vspera de Natal, MAS outro turno de srdido, congelando chova que fez alegre skittering sons contra as janelas. Iria, Vspera pensou em desgosto, cubra as ruas e caladas e d aos empregados da cidade que estavam em um turno outra desculpa para soprar o dia.

Ela era tentada, quase, juntar-se eles. Ela podia prolongar uma camisa de moletom e trabalhava de casa, evite 
O rinque de patinao das ruas. Fique morno e confortvel. Era empinado contrariness que a teve 
Preparando entrar.

Sabendo que no a aborreceu um pouco.

"Voc tem tudo que voc precisa aqui," Roarke lembrou a ela.

"No faa." Ela shouldered em seu equipamento de arma. "No tenha Feeney, para um. No tenha Mira. E 
Eu vou tentar impedir seu longo suficiente para conseguir um perfil em Zana e Bobby. No tenha quem m sorte tem eles no lab hoje. E eu quero ir pelo hotel, o hospital, faa manutenes de contato l."

"Talvez voc no ouviu." Ele esticou suas pernas para apreciar outra xcara de caf. "Existe uma inveno maravilhosa chamou o telelink. Algum, como ns temos aqui, tambm estamos equipados para holo-conferncias."

"No a mesma." Ela puxou uma jaqueta acima de sua arma. "Voc pegando para casa hoje?"

"Se eu dissesse que eu era "I'll stay if you do."

"Voc estaria deitando. Voc est entrando, mesmo como eu, terminando coisas em cima pessoalmente. Indo deixar seu pessoal ir cedo, voc softie, mas voc est encabeando em."

"Eu ficarei se voc fizer."

"Eu estou indo, e ento so voc." Mas ela subjugou, emoldurado seu rosto, e o beijou. "Veja voc em algumas horas."

"Bem, um ter se importe, no ? As estradas esto destinadas a ser traioeiras."

"Ento seja um chemi-cabea com um morcego principal, mas eu lidei com aqueles."

"Figurando tanto, eu tive um dos todos os-terrenos trazidos." Ele ergueu uma sobrancelha quando ela carranca. 
"Eu estarei usando um eu mesmo, ento voc no tem nenhum argumento l."

"Multa, certa." Ela glanced no momento. "Bem, enquanto voc tem seu worrywart, talvez voc podia conferir com a lanadeira, veja se Peabody saiu de de certo."

"J fez, eles so no ar e j fora do tempo. Vista suas luvas," ele gritou como ela foi pela porta.

"Tal cavalo," ela murmurou debaixo de sua respirao.

Mas ela era agradecida para eles, e o forro de pele magra, suave que de alguma maneira achou seu modo em seu casaco. Como ele administrou aquele material?

Qualquer estava cuspindo fora do cu sentiu como srdida pequena agulha pica to frio quanto Marte. Ela subiu no veculo muscular, achado seu aquecedor de eficiente j correndo. O homem no faltou nada. Era quase fantasmagrico.

At morno, e em um veculo com a trao e poder de um tanque de jato, ela teve uma briga feia em suas mos a distncia toda o centro da cidade. Onde antes dela amaldioar pessoas que ditched trabalha para um feriado estendido como preguioso wimps, agora ela amaldioou eles para no ficar o inferno casa. Ou para dirigir um veculo que no podia lidar com as estradas glaciais.

Duas vezes ela encontrou acidentalmente para proteo benders, sentido obrigou parar e sai, determine se existiam danos antes de chamar isto em traficar.

Quando trfico protelado, novamente, ela imaginou o que seria como s para rolar acima dos carros em seu caminho. O tanque ela estava em podia lidar com isto, ela pensou.

Quando ela chegou em Central, ela calculou que mais de vinte por cento das fendas em seu nvel estava vazio.

Um dos detetives a aclamaram quando ela caminhou em Homicdio.

"Slader, voc no est em cemitrio?"

"Sim, senhor. Pegas uma umas horas do par na frente de fim de excurso. Conseguiu o sujeito no refrigerador. Vic  seu irmo, 
Que estar visitando de em viagem para os feriados. Acaba com um pescoo quebrados na parte inferior dos degraus. O sujeito no refrigerador tem algum lugar de ostentao acima de em Parque. Vic  um perdedor, nenhum endereo fixo, nenhum meio visvel de emprego."

"Ele  ajudado passos abaixo?"

"Oh, sim." O sorriso do Slader era magro e torto. "O sujeito reivindica o irmo estava bbedoe ns conseguiremos o tox naquelemas ele teve algum Suco nele. O suspeito disse que ele estava na cama, ouviu o barulho da queda, e achou seu irmo na parte inferior dos passos. A coisa , ele no aparentemente pensou que ns notaramos as contuses faciais do vic, ou esperaram que ns adiemos eles na queda. Mas vendo como nosso sujeito pegou juntas desprezadas, e um lbio de diviso, ns estamos figurando caso contrrio."

A vspera arranhou o de volta de seu pescoo. Pessoas, ela pensou, podia ser incrivelmente estpida. "Voc o trabalha em direo  autodefesa ou ngulo acidental?"

"Sim, mas ele est pegando para sua histria. Ele  um exec para uma companhia de anncio. A figura ele no quer conseguir seu nome na tela. Ns vamos ir nele novamente depois de que ele suar um pouco mais. O sujeito quebrou e chorou duas vezes, mas ele no est movendo fora da histria. A coisa , Tenente, ns somos em sero."

"Mantenha nele, pega isto embrulhou. Eu passarei sem tocar o OT. Metade da esquadra de maldio est fora. Eu no estou desaparecendo por isto. Ele pede um advogado?"

"No ainda."

"Voc choca-se com uma parede, etiqueta me. Caso contrrio, s ponha isto para a cama."

Ela deixou seu casaco em seu escritrio depois de ler rapidamente a papelada de espera e o que acumulou 
Durante a noite. Criou, ela pensou como ela encabeou para EDD, como rabbits.

Por uma vez, as paredes de EDD no estavam saltando com vozes, msica, ou eletrnica tagarele. Existiam um punhado de detetives em cubos ou em escrivaninhas, e algumas das mquinas zumbiram longe, mas era, para esta diviso, eerily quieto.

"Crime podia correr excessivo com o nmero de cops em enforcamento de casa suas meia-calas de maldio Natal."

Feeney olhou em cima. "As coisas esto principalmente quietas."

" disso que acontea na frente de coisas explodirem," ela disse darkly. "As coisas conseguem principalmente quietas."

"Voc  alegre. Aqui  algo que vai pr um torcer em sua mangueira."

"Voc ainda no obrigou  conta."

"Eu no obriguei  conta, porque no existe nenhuma conta. No com aqueles nmeros, naquela ordem."

"Talvez ela misturada os nmeros. Se voc fizer uma procura fortuita, utilizando os nmeros em qualquer ordem, ento"

"Voc vai estar l, diga a mim como fazer e-trabalhe?"

Ela estourou uma respirao, solta em cadeira da sua visita. "No."

"Coisa , ns conseguimos muitos nmeros. Pelo menos um extras. Ento voc corre um fortuito, tirando qualquer nmero, 
Ou nmeros, o que voc tem, Dallas,  um inferno de muitas contas."

"Bem, cague" era o melhor que ela podia pensar sobre.

"Nenhum modo para alfinetar isto, eu posso alfinetar as contas fortuitas, mas vai levar tempo se voc quiser todos eles. 'Porque o que voc est fazendo deste modo, est puxando rabbits fora de chapus."

Ela drummed seus dedos em sua coxa. "Eu levarei eles quando voc conseguir eles. A cruz de comeo-provendo referncia."

Ele deu seu um de seu hangdog olha. "V ser uma enxaqueca de propores importantes. A coisa , Dallas, voc est conseguindo os dados de uma mulher que estava debaixo de compulso e tenso. No dizendo se ela conseguisse o 
Os nmeros ela deu a voc direito no primeiro lugar."

"Por que ele no fez seu registro eles? Anote eles. Um pouco de modo tem de estar certo que ela conseguiu eles direito? Ele pegou duas milhes na linha, e ele confia a memria de uma mulher apavorada?"

"Pessoas so estpidas mais que metade do tempo."

Era verdade do Deus, para sua mente, mas ele no estava a ajudando. "Ele  esperto suficiente, supostamente, matar, 
Lembre dos detalhes para cobrir ele mesmo para o assassinato, saia e longe undetected. Ele  esperto suficiente, supostamente, estar naquele mesmo lugar a fim de conseguir outra mulher em um estabelecimento fechado, sem ningum que eles passaram notando o rapto. Ele no deixa nenhum rastro l qualquer um. Mas ele flubs em cima o negcio principal? Ele atarraxa em cima em que ns seramos levados a acreditar eram o motivo para assassinato? Voc compra isto, Feeney?"

"Bem, voc pe isto aquele modo, eu salvarei meu dinheiro." Ele puxou em seu lbio de parte inferior. "Voc pensa que ela comps isto?"

"Eu penso que  uma possibilidade que precisa ser explorada. Sabe, no pe um torcer em minha mangueira tanta 
Como ele adiciona peso para uma teoria que eu tenho trabalhado em."

"Queira caminhar para isto por mim? Tempo conseguido, caf conseguido."

Ele a treinou, ela pensou. Ela podia lembrar de tempos incontveis que eles conversaram por um caso, escolhendo acima de, mesquinhos acima dos detalhes acima de comida ruim e caf pior.

Ele a ensinou como pensar, como ver, e acima de tudo como sentir uma investigao.

"No se importaria, mas eu no vejo por que eu devia ter que sofrer por aquele barro que voc chama caf. Figure talvez que voc podia compartilhar a ficha de feriado que eu trouxe voc."

Ela lanou um presente ensacar em sua escrivaninha, e assistiu seus olhos iluminar gostam do Natal de manh. "Aquele caf l? O negcio real?"

"Nenhum ponto em trazer voc o material de fraude se eu vou estar bebendo isto."

"Maldio quente! Obrigado. Eh, feche a porta, no ? No queira algum conseguindo vento enquanto eu instalar isto. Jesus, eu vou ter que pr uma fechadura em meu AC, ou meus meninos estaro fervilhando aqui gostar de gafanhotos."

Uma vez que a porta estava seguramente fechada, ele moveu para o AutoChef comear o homey tarefas de carregar e programao. "Sabe, a esposa est tentando pegar mim com decaf em casa. Poderia tambm gua de torneira de bebida, voc pergunta a mim. Mas isto ..."

Ele tomou um longo, fundo inale por seu nariz. "Isto  principal." Ele girou sua cabea, mandada ela um sorriso rpido. "Conseguido umas rosquinhas aqui. Anotados eles em como sopa de ervilha muito os meninos no ficam sbios."

"Esperto." Ela pensou sobre seu travails com o ladro de doce que continuamente revelou seu escritrio esconder. 
Ela poderia dar mtodo do Feeney um tiro.

"Ento o que voc precisa apontando para a genialidade?"

Ela examinou isto para ele enquanto ele lidou com o caf, compartilhadas suas rosquinhas.

Ele escutou, sipping seu caf, tomando uma mordida generosa ocasional fora da rosquinha vtrea. Miolos aucarados pontilhados sua camisa. "A probabilidade vai favorecer o filho, se ele for um trabalho de famlia. O sangue mata mais rpido. Podia ser ele trouxe a esposa nisto, pressionada ela. Eh, ache o que, mel? Eu acabei de matar Me. Ento 
Eu preciso de voc para dizer que eu estava aqui com voc, dormindo como um beb."

"Podia ter ido aquele modo."

"Mas mulher em mulher, isto  outro boto quente." Ele gesticulou com a ltima de sua rosquinha, ento estalou isto em sua boca. "Os sogros adicionam a isto. Doente e cansado de voc interferindo, voc morcego velho. Ento ela 
Lance se no filho. Oh, meu Deus, existia um acidente terrvel. Voc tem que me ajudar."

"No explica a fraude, o rapto suposto, ou Bobby no hospital."

"Sim, podia. Voc conseguiu um ou ambos seus suspeitos qualquer um no querendo que nada a ver com a fraude, ou querendo todo o cupcakes. O rapto  balangands. Balangands talvez justo. Isso estaria nela. Tentando pr um curvar isto. Talvez ele volta, Dallas, como voc pensa. Cague acontea quando voc for uma criana, ele varas com voc."

Ela no disse nada para aquele, e ele olhou fixamente em seu caf. Cada deixe o assunto de sua prpria infncia desliza longe.

"Voc precisa conseguir algo nelaou ele. Algo que voc pode costumar colocar a presso. Voc tem voc mesmo uma cebola." 

"Eu tenho um o que?"

"Uma cebola. Voc tem precisa comear descascando longe as camadas."

*  *  *

Uma cebola, Pensamento de vspera. Deixe isto para Feeney. Mas ele deu a ela uma idia fresca.

Ela encabeou para da Mira, admin da Mira pego em sua escrivaninha, lidando com busywork enquanto Natal canta alegremente tocou em baixo. "Como seu horrio  hoje?"

" muito luz. Ns estamos fechando o escritrio ao meio-dia at comeo de horas de negcios nos vinte-sextos. Ela  com outro oficial agora." O admin verificou seu relgio. "Quase feito. Ela tem outro compromisso
Em quinze minutos, ento ela est bastante bem clara."

"Eu podia usar um minuto com ela entre compromissos. Eu posso esperar."

"Certo, mas eu espero que voc no planeje adicionar a seu horrio. Ela e ela marido tem planos."

"Eu no a manterei," Vspera comeou, ento andado atrs como outro policial veio fora do escritrio.

"S um minuto." O admin levantou um dedo, levantou caminhar para porta da Mira se. "Doutor, Tenente Dallas est aqui. Ela gostaria de um momento."

"Claro." Mira levantou de sua escrivaninha como Vspera entrada. "Eu no esperei ver voc novamente at depois dos feriados."

"Precise de um favor. Eu estou procurando por um perfil, talvez at s uma impresso de um suspeito."

"No Lombard importa."

"Sim. Eu estou olhando para a nora."

"Oh?" Mira se sentou, debruado atrs enquanto Vspera correu depressa por seu ngulo.

"O que eu gostaria de  para voc ir comigo para seu hotel, ou o hospital. Eu no sei ainda onde ela estar 
Em uma hora. Eu vou tentar a encurralar no hotel primeiro. Eu sei que voc tem planos. Eu posso perseguir voc casa eu mesmo."

"Eu suponho que eu podia"

"Boa. Grande." A vspera voltada em direo  porta na frente de Mira mudar de idia. "Eu voltarei e consigo voc em uma hora. Eu vou instalar isto."

Ela se apressou fora, usando seu 'vnculo para conectar com quarto da Zana no hotel.

"Eu estou balanando por em aproximadamente uma hora," Vspera disse a ela.

"Oh. Eu estava pulando ir para o hospital. Eu acabei de chamar, e eles disseram que Bobby estava ainda dormente, mas"

"Eu terei certeza que voc chegue l." A vspera esperou uma batida. "Como da sua condio?"

"Estveis. Eles disseram que ele era estvel. Mas eles querem o manter outras vinte e quatro horas pelo menos. Observao. E ns precisamos fazer alguns acordos aqui antes deles o lanar. Eu preciso conseguir uma cadeira de rodas, e estes medicamentos, e"

"Por que voc no comea acordos para que voc precisa de l? Aquele modo que voc ser fixado para ele amanh. Eu terei um uniforme tomar voc para o hospital, consegue voc casa."

"Bem, certo, eu acho. Desde que ele est adormecido de qualquer maneira."

"Bom. Eu estarei l em uma hora."

Ela voltou para seu escritrio para escrever em cima uma atualizao para seu chefe. A meio caminho por, Slader pegou sua cabea na porta.

"Conseguiu ele embrulhado, Tenente."

"O irmo? Voc conseguiu uma confisso?"

"Irmo de Junkie volta para casa, veja, e o outro sujeito est esperando por ele. Ele  descoberto algum material est faltando do apartamento. Sua unidade de pulso caro, alguma eletrnica, aquele tipo de negcio. V confrontar 
Seu irmo, excluir ele. O irmo entra tarde, bbedos para os globos oculares."

"Voc conseguiu o tox para substanciar?"

"Sim. Vic teve suficiente cagou nele voar a distncia toda para Pluto e atrs. Parea com que ele penhorou o cagar 
Ele tirou de seu irmo para comprar o material. O sujeito diz que ele tome uma caminhada, e eles entram nisto. Agora nosso 
O sujeito diz que o irmo morto lanou o primeiro soco. Talvez sim, talvez no."

Slader encolheu os ombros. "Mas existem balanos em ambos os lados. O irmo de Asshole toma uns degraus abaixo de cabealho, 
Estale seu pescoo. Outros pnicos de sujeito, tenta instalar isto como ele tem estado na cama e o irmo morto acabou de tomar 
Um tombo. Ns podemos o apertar talvez em Homem Dois, mas o PA no gosta disto. Disposto do sujeito a policial para Homem Trs. De forma que seja como ns estamos fazendo isto."

"Bom o suficiente. Tenha certeza que a pessoa que do sujeito morto penhorou a mercadoria. Verifique aquele antes de voc terminar no negcio."

"Companheiro est fazendo isto agora. Verifique, ns estamos passando sem tocar isto. Estpido bastardoo irmo ao vivopodia ter 
Salvou ele mesmo muito tempo e dificuldade ele iria justo copped para a briga. As pessoas s gostam de mentirem para cops."

Palavras mais verdadeiras, Vspera meditou como outro pensamento acontecido. Camadas. Sim, ela poderia tentar descascar um.

*  *  *

Na garagem, Mira estudou o todo-terreno. "Isto no pode ser seu assunto da cidade."

"No. Roarke. Estradas glaciais." A vspera encolheu os ombros como ela subiu em. "Esta coisa iria provavelmente transversal o Crculo rtico, ento ele  satisfeito que eu posso navegar Nova Iorque nisto."

"Bem, eu me sinto melhor nisto." Mira adaptou-se. "Eu imagino existe to pequeno que ele pode controlar relativo a sua segurana, ele vai em frente as coisas que ele pode."

"Sim, eu consigo isto."

"Dennis fez barulhos sobre mim ficando para casa hoje." Mira ajustou o cachecol suavemente moldado ao redor seu pescoo. "Eu acabei tendo que organizar para um motorista o satisfazer.  agradvel ter algum que se preocupar."

"Voc pensa ?" Vspera glanced acima de  medida que ela inverteu. "Talvez," ela decidiu. "Talvez . Mas  duro de saber que voc estar sempre preocupando eles."

"Costumava me incomodar."

"Realmente?"

"Charlie, ele diria, por que faz que voc toma tais chances, lidando com as pessoas que se divertem naquele tipo de 
Escurido? Se voc for dentro deles, voc no v que eles podem conseguir dentro de voc?" Ela sorriu um pouco, estirando 
Fora suas pernas luxuosamente no calor. "Ns fomos ao redor aquele, e variaes no tema, bastante 
Um pouco quando eu tomei a posio com o departamento."

"Voc teve lutou? Voc e Sr. Mira?"

"Ns somos casados, claro que ns tivemos luta. Tenha eles. Ele pode parecer calmo, mas ele pegou uma raia de milha teimosa larga nele. Eu amo isto."

Ela escovou seu cabelo atrs como ela girou sua cabea para olhar para Vspera. "Eu imagino que ns tivemos alguns turnos que podiam competir com os crculos voc e Roarke tm. Mas eles compraram o pacote, no ? Seu e meu, da mesma maneira que ns compramos seus. Ento ns achamos modos de procedimento, de fazermos isto trabalho. Ento voc dirige esta grande mquina em um dia srdido. Que, a propsito,  um passeio muito sensual."

A vspera teve que sorriso. " no ? Ento, como logo o dois de voc bateu cabeas?"

"Oh, Deus, ns fomos em um ao outro acima de comprar nosso primeiro sof para nosso primeiro apartamento. Voc teria pensado que era a compra mais vital que ns j faramos. Ns acabamos no comprando nada por quase um ms porque nenhum de ns cederamos. Ento ns concordamos com algo completamente diferente, abriu uma garrafa de vinho, e fez amor muito entusistico nisto."

" tenso, certa? Principalmente tenso e figurando um ao outro. As pessoas que no foram enganchadas em cima longo, eles so admiradores, certo, e gaste muito tempo boinking como bunnies, mas eles atiram de lugar escondido em um ao outro 
Acima de pouco material. E voc adiciona tenso importante, e l acabar estando alguma tenso."

"Falando de modo geral. Especificamente falando sobre o Lombards, eu ficaria surpreendido se no existe algumas dificuldades ao longo dos ltimos vrios dias. Mas freqentemente, mais freqentemente, pessoas tendem a manter aqueles soldado das batalhas privado."

"Mas eles mostram, especialmente para um observador treinado. E estes dois parecem lisos como vidro. Ela  como a menina de cartaz para wifely comportamento. S me bate errado." Ela trocou em sua cadeira. "Eu sei que eu no seja muito 
No wifely departamento, mas ele faz-me querer tomar outro cheirar nela. Saindo para caf e bagels, a manh depois de sua sogra ter sido batida para a morte? Vamos."

"No  incomum para fazer algo bsico, algo todo dia, compensar por trauma."

"Bem, que tal servio de quarto de vazamento, ento? Certo, era um hotel de economia, mas ele correu para servio de quarto."

"Advogado do diabo," Mira disse, levantando uma mo. "Ela no est acostumada a aquele tipo de coisa, mais acostumado 
Fazendo as compras de comida e preparao. Eu concordo, teria sido mais simples e mais sensato dadas as circunstncias, mas  difcil de ver aquele como comportamento suspeito."

" mais a bola disto. Sua. Ela faz tudo s muito. Como ela pegou um pouco de lista de conferio. Certa, virada 
Nas lgrimas. Agora  valente, morda seu lbio, gire o sincero, encorajador assista seu marido. Mas no esquea sua maquilagem e cabelo. Existe uma certa vaidade l que no clica com o resto sua."

"Voc no gosta dela."

"Sabe, eu no fao." Parada em uma luz, Vspera bateu seus dedos na roda. Dedos desnudos, ela percebeu. Ela esqueceu suas luvas atrs em Centrais. "E no existe nenhuma razo de no gostar dela, na superfcie. Ento  meu intestino dizendo a mim que ela  fora de. Algo sobre ela  fora de, isto  todo. E talvez eu estou s cheio de cago, talvez eu estou alcanando. Ento sua impresso vai pesar."

"Mas nenhuma presso," Mira murmurou.

"Eu estou dizendo a ela que eu estou trazendo voc junto para aconselhar," Vspera continuou como ela estacionou. "S para oferecer uma mo desde que ela  tido um par de sopros duros de volta-para-atrs."

"E ela acreditar nisto?"

A vspera finamente sorriu. "Ela no  a nica que pode colocar um show. Voc quer ser cuidadoso saindo. Aquela calada vai ser lisa."

" bom," Mira disse facilmente, "ter algum preocupao."

Vagamente envergonhada, Vspera esperou at a rua era clara para subir fora. Do lado de dentro, ela movimentou a cabea em direo a segurana, ento Mira anotada em. "Algum movimento de cima?" Ela pediu  mulher a trabalho.

"Nenhum reportou."

"Ela ordena alguma comida?" Na sobrancelha levantada da mulher de segurana, Vspera casualmente falou. "S queira fazer 
Certo ela est cuidando se de. Tambm, se meus homens tm batido servio de quarto, eu preciso manter abas 
Para o oramento."

"Eu posso verificar naquele para voc."

"Obrigado." Ela moveu para o elevador, embarcada em com Mira. "S queira ver o quo bem ela est cuidando se de," ela disse responder pergunta no dita da Mira. "Estar interessando ver o que ela tem estado comendo."

Ela reconheceu seu homem na porta. "Eu quero transporte para a testemunha para l e para c o hospital, mas eu quero uma demora. Eu no quero que ela deixando para trinta minutos depois de eu fazer. Conseguido isto?" Sim, senhor.

Vspera batida, esperou. Zana abriu a porta com um sorriso rpido, trmulo. "Eu estou to contente que voc est aqui. 
Eu acabei de conversar com enfermeira do Bobby, e ela disse que ele  acordado, ento... Oh." Ela parou quando ela Mira manchada. "Eu sinto muito. Oi."

"Zana, isto  Dr. Mira. Ela  um amigo minha."

"Oh, bem,  bom para encontrar voc. Por favor entre. Eu posso uh, tenha algum caf?"

"Isso est certo, eu cuidarei daquele em um minuto. Dr. Mira  um conselheiro. Eu pensei, dadas as circunstncias, voc poderia querer conversar com algum. Talvez Bobby, tambm. Mira  a melhor," Vspera adicionada 
Com um sorriso, deitando uma mo em ombro da Mira fazer parecer mais amigvel que oficial. "Ela  me ajudada muito com ... assuntos."

"Eu no sei o que dizer. Obrigado tanto para pensar de mim, de ns."

"Voc tem sido por alguns golpes duros. Os sobreviventes de violncia sempre no entendem a extenso cheia 
Da tenso eles esto debaixo de. Conversando comigo, bem, embora Bobby e eu voltamos, voc est ainda conversando 
Para um policial. Mas se voc pensar que est fora da linha, ento"

"No, Deus.  to pensativo de voc. Eu s tenho vagado ao redor aqui, a maior parte da noite. Ningum 
Para conversar com. Eu nunca conversei com um conselheiro antes. Eu no sei onde comear."

"Por que ns no nos sentamos?" Mira sugeriu. "A condio do seu marido melhorou?"

"Sim. Eles disseram que ele precisar ficar no hospital outro dia, talvez dois, ento ns podemos ir para condio paciente externo. Eu realmente no entendo todas as condies mdicas."

"Eu posso ajudar voc com isto, tambm."

"Olhe, eu estarei na cozinha. Eu conseguirei o caf, saia do modo."

"Eu no me importo se voc ficar," Zana disse Vspera. "Voc sabe tudo."

"Eu conseguirei o caf de qualquer maneira, d a voc um minuto."

Vspera movida atravs do quarto, na alcova estreita. E nossa, ela pensou, se ela empurrasse os botes errados em uma unidade de AC pouco conhecido, quem podia discutir?

Ela podia ouvir voz da Zana, a espessura nele de lgrimas suprimidas. Oh, voc  bom, ela decidiu. Mas eu sou melhor.

Ela correu um rpido esquadrinha, jogando de novo ordens ao longo das ltimas vinte e quatro horas.

Queijo, framboesas, manteiga de pipoca extra. Aposte algum assistiu vids ontem  noite, Pensamento de vspera. E um caf da manh cordial esta manh: Presunto omelette, brinde, caf, e suco laranja.

Ela programada para caf, ento aliviado abre o minifriggie. Garrafa de vinho tinto, ela notou. Talvez dois remanescer de culos nisto. Refrigerantes. Congelada nondairy sobremesa, chocolate duplometade ido.

O trauma e tragdia no pareceram estar afetando apetite da Zana.

Quando ela voltou com o caf, Zana estava esfregando em seu rosto com um tecido. " s uma coisa depois da prxima," ela disse a Mira. "Eu no posso achar meu equilbrio, eu acho. Ns estvamos vindo aqui divertir-se. 
Bobby quis me tratar para uma viagem, para em algum lugar excitante eu nunca seria. A parte de meu Natal apresenta desde sua mame era to quente para vir, sabe. Para conversar com Vspera, afinal os anos. E ento, tudo tem sido to terrvel."

Ela comeou a cortar em tiras o tecido ento pedaos de caram gostaram de neve em seu colo. "Bobby pobre, ele tem estado tentar ser to forte, e agora ele  machucado. Eu s quero fazer isso mais fcil nele. De alguma maneira."

"Eu estou certo que voc , s estando l para ele. Ainda, seja importante que voc cuida de voc mesmo tambm, 
E deixe voc mesmo lamentar para uma mulher que voc foi perto de. Para ir por aquele processo, Zana. E conseguir 
Resto, mantenha sua sade."

"Eu no posso nem penso sobre eu mesmo agora mesmo. Como pode eu?"

"Eu entendo.  que humano ponha ns mesmos para um lado s vezes de crise. Especialmente para mulheres fazer isso," Mira adicionou e deu um bater levemente da mo da Zana. "Bobby precisar de voc, emocionalmente e fisicamente nos dias 
E semanas para vir.  difcilobrigado, Vspera difcil de perder um pai, qualquer membro de famlia. 
Mas perder um por violento significa adicionar outra camada, at mais tenso e pesar. Voc tem ambos 
Teve um choque, vrios de fato. Eu espero quando voc puder voltar para o Texas, voc achar algum l 
Para conversar com. Eu posso certamente dar a voc uma lista de recomendaes para conselheiros em sua rea."

"Eu iria muito apreciar isto. Eu at no saberia onde comear. Eu nunca conversei com um conselheiro antes."

"Voc no foi para pesar aconselhando quando sua me morreu?" Vspera perguntada.

"Oh, no. Eu at no pensei sobre isto. S no seja o tipo de coisa que eu era levantado para pensar sobre, eu acho.
Eu somente... Eu no sei, continuou, eu acho. Mas isto  diferente, eu posso ver isto. E eu quero fazer o que sou 
Melhor para Bobby."

"Ento voc ir."

"Se eu pudesse ter um minuto, Zana. Ns estamos tendo dificuldade com os nmeros voc deu a ns. Aqueles seu raptor fez que voc memoriza."

"Eu no entendo."

"Ns no estamos achando qualquer coisa com aqueles nmeros. Realmente, existem muitos nmeros. Faa que voc pensa 
Voc podia ter conseguido eles misturado, ou adicionaram algum?"

"Oh, eu no sei." Suas mos tremuladas em cima de seu colo. "Eu estava to certo. Eu continuei repetindo eles 
E acima de, como ele disse para. Eu at disse eles em minha cabea depois de . . . depois que ele partiu. Mas eu era to assustado. 
O que ns devamos fazer? O que eu posso fazer?"

"Ns podamos tentar hipnose." A vspera tomou um gole de caf, olhos da Mira encontrados acima da xcara. "Isto  outra razo 
Eu trouxe Dr. Mira por hoje, ento voc podia a encontrar, se sinta confortvel com ela se ns fssemos esta rota. 
Dr. Mira freqentemente ajuda o departamento com este tipo de coisa."

"Podia ser til." Mira levantou a bola. "Ns podamos, debaixo de hipnose, aceita em devoluo voc para o 
Rapto, toma voc por isto, enquanto certificando-se que voc se sente seguro e assegura."

"Oh, eu no sei. Eu s no conheo. Hipnose." Ela alcanou em cima, tangling seus dedos no trio de cadeias de ouro magras ela vestiu ao redor seu pescoo. "Eu no sei. A idia me assusta algum. Eu preciso pensar sobre isto.  duro agora mesmo de pensar sobre qualquer coisa exceto Bobby."

"Seria um caminho para ajudar ns achar quem mataram me do Bobby." A vspera apertou um pouco mais duro. "E conhecendo a pessoa responsvel foi identificada, temeu, e pagar por que era feita ajudas o processo curativo. Dr. Mira?"

"Sim, isto  muito verdade. Por que eu no mando a voc algumas informaes assim voc pode ver como isto  abordado? A ajuda voc entender o processo um pouco melhor."

"Isso seria certo, eu acho. Mas nossa, eu no sei. Apenas do pensamento de ir por que novamente, at 
Em minha mente. Realmente me assusta. Eu no sou forte como voc," ela disse para Vspera. "Eu sou s ordinrio."

"Pessoas ordinrias fazem coisas extraordinrias, todo dia." Mas Mira sorriu, rosa. "Eu conseguirei voc aquelas informaes, Zana, e eu teria muito prazer em conversar com voc novamente, se voc pensar que eu posso ajudar."

"Obrigado muito muito. Obrigado. Voc dois." Zana chegou a seus ps, resistidas ambas suas mos para Vspera. "Quer dizer muito para saber que voc estar trabalhando to duro para ns."

"Eu estarei em toque. Eu organizarei para transporte para o hospital. Algum telefonar quando estiver aqui. Eu vou tentar conseguir por ver Bobby, mas se eu no fizer isto, d a ele meu melhor."

"Eu irei."

A vspera esperou at que eles estavam no elevador. "O que seu  tomar?"

"Eu no sei o quo til eu vou estar para voc. Suas aes e reaes esto bem dentro do alcance esperados. Suas respostas plausveis. Eu direi aquelacom sua voz mesquinha em minha orelhaque eles eram um pouco muito livro de ensino. Mas o livro de ensino era escrito simplesmente por causa destas aes e reaes para trauma e violncia."

"Ela empacou em hipnose."

"Ento faa voc," Mira assinalou. " freqentemente a primeira reao para a sugesto."

"Mim descendo no ir ajudar achar um assassino. Se ela concordasse para isto, eu teria perdido uma milho de aposta comigo mesmo. Ela teve pipoca ontem  noite."

"Conforte comida."

"E uma garrafa de vinho est l, quase vazia."

"Eu ficaria surpreendido se ela no tivesse alguns bebidas."

"Voc  certo," Vspera disse irritably. "Voc no est sendo til. Ela se teve um grande, caf da manh gordo, e 
Eu estou apostando que ela bate servio de quarto para uma comida boa ontem  noite."

"No todo mundo sai comida com tenso. As pessoas freqentemente usam comida como conforto, comendo freqentemente demais, de fato, compensar. Pode balanar de qualquer modo, Vspera. Ns dois sabemos o que voc tem ser instinto, e nenhuma evidncia. Nem mesmo circunstancial neste momento."

"Cague. Veja se eu der a voc um passeio casa da prxima vez."

A vspera saiu de do elevador, encabeada diretamente para segurana. "Voc tem aquelas ordens de servio de quarto?"

"Eu fao. Nada de seus homens. Nosso convidado ordenou galinha de assado com novas batatas e cenouras. Ela 
Tambm teve um iniciador de salada de caranguejo, e concludo com torta de lima chave. Uma garrafa de merlot foi com isto, como 
Bem como uma garrafa da gua de fonte."

"Boa apetite," Vspera comentada.

"Sim. Soe como ela est trabalhando manter sua fora."

A vspera ouviu o cinismo, apreciou isto. "Eu vou querer que um registro de qualquer chama que ela fez no vnculo de quarto."

"Eu pensei que voc iria. Trs de partidas. Um para o hospital ltimo  noite, duas para o hospital esta manh. Nenhum entrante."

"Certo. Obrigado."

A vspera andou a passos largos fora. "Goddamn se algum se refestelar ao redor bebendo vinho e torta de comer quando racked do seu marido em cima no hospital. No ?"

"No. E nem iria voc. Mas torta de comer no  um crime, e eu no posso dizer a voc que est fora do normal 
mbito de reaes."

"Como vem para que ela no contactou camarada e companheiro do Bobby dizer a ele que Bobby era machucado?"

"Ela poderia muito bem fez isso, em seu vnculo pessoal."

"Sim, ns verificaremos isto. Eu estou apostando que ela no fez. No entrou tocou porque ela no o quis cabealho fora aqui, ou mantendo seu preso conversando fora os detalhes, zumbindo suas costas para atualizaes. Ela quis tempo um pouco s com seu fucking torta."

Mira riu fora alto antes dela poder tossir isto longe, e ganhou uma carranca. "Eu sinto muito. Eu sei que no  engraado, era s tal imagem. Voc quer um perfil, eu darei a voc um."

Ela voltou no carro, amarrado com correia em. "O assunto  uma mulher jovem, sem experincia, que parece costumar ae amena aser dita o que ela devia fazer. Ela conta com seu marido para fazer decises, enquanto ela lida com as reas mais domsticas. Isto  sua zona de conforto. Ela aprecia ateno enquanto tendo uma propenso para ser skittish e tmido. Ela tem um ordenadamente, limpa, e, eu diria, natureza submissa."

"Ou ela  deslizada aquele persona em gosta de um terno de pele."

"Sim, ou, se voc for certo, Vspera, isto  um muito inteligente, muito calculando mulher. Um que estaria disposto 
Para subverter sua prpria natureza para um comprimento considervel de tempo a fim de alcanar sua meta. Ela tem sido 
Casado com este homem para vrios meses, que traz eles em uma relao muito ntima todo dia. Ela soube e trabalhou para ele antes disto, era cortejado por ele. Mantendo um posar ao contrrio dela 
A natureza seria um feito muito impressionante."

"Eu sou preparado para ser impressionado. Eu no estou empurrando de lado outras possibilidades, outros suspeitos," ela adicionou. 
"Eu estou s a adicionando em."

E a mantendo no topo de minha lista, Pensamento de vspera.



18



BOBBY ESTAVA SE SENTAR EM CIMA NA CAMA QUANDO VSPERA andada em seu quarto. Seus olhos foram fechados, e 
A unidade de entretenimento era fixada, ela assumiu, para um livro em disco. Em todo caso, existiam vozes que derrama fora dele em que pareceu ser um argumento intenso e apaixonado.

Se ele estivesse dormindo, ele no precisou ouvir isto. Se ele no fosse, ela precisou de sua ateno. Ento ela andou 
Mais ntimo para a unidade. "Pause programa," ela ordenou.

No silncio sbito Bobby mexido, abertos seus olhos.

"Zana? Oh, Vspera. Eu devo ter tirado uma soneca. O tipo de escutar um livro. Crappy registra," ele adicionou com uma tentativa em um sorriso. "A enfermeira disse a mim que Zana estava entrando logo."

"Eu acabei a de deixar um pouco enquanto atrs. eu estou tendo uns uniformes a dirige para l e para c.  srdido 
Fora de."

"Sim." Ele olhou a janela, sua expresso chocando.

"Ento. Como voc est sentindo?"

"Eu no sei. Desajeitado, estpido, aborrecido estar aqui. Desculpe por eu mesmo."

"Voc  intitulado."

"Sim,  disso que eu mesmo s dizendo a mim. As flores, a rvore.  bom."

Ele gesticulou em direo  pequena fraude anseia decorado com miniatura Santas. Para mente da Vspera, pareceu que 
O duende velho jovial tinha sido pendurado, tempos mltiplos, em efgie.

"Zana disse a mim que voc ajudou escolher eles."

"Para falar a verdade no. Eu estava s l."

"Ela pensa sobre coisas do gnero. Pequenas coisas assim. Isto  um realmente, realmente shitty Natal para ela."

"Para voc, tambm. Extraia alto, Bobby, e eu vou adicionar a ele perguntando a voc se voc pensasse de qualquer outra coisa, lembrado qualquer coisa. Sobre que aconteceu para sua me, sobre que aconteceu para voc."

"Nada. Desculpe. E eu tive muito tempo para pensar, deitando aqui gosta de um idiota que no pode cruz a rua de maldio." Ele alarga um suspiro, ergueu a mo de seu bom brao, ento deixa isto queda. "Muito tempo para pensar, sobre que voc disse, sobre que voc disse que minha me fez. Quis fazer. Ela realmente pediu dinheiro?"

A vspera moveu mais ntimo para a cama assim ela podia permanecer em seu lado e assistia seu rosto. "Quanto caga pode 
Voc toma?"

Ele fechou seus olhos brevemente. Quando ele abriu eles novamente, ela esperou o que ela viu neles eram fora. 
"Eu poderia tambm conseguir isso tudo esvaziado em mim. Eu no tenho nada melhor para fazer."

"Sua me numerou contas, que eram alimentadas por capitais que ela extorquiu de mulheres 
Ela nutriu como crianas."

"Oh, Deus. Oh, meu Deus. L tem que ser um engano, algum tipo de confuso, entendendo mal."

"Eu tenho declaraes de duas destas mulheres que verificam que sua me contactou eles, ameaou 
Para expor seus registros juvenis a menos que eles paguem as quantias que ela exigiu."

Ela assistiu os sopros carem sobre seu rosto j danificado, at que ele estava olhando fixamente para ela, no com disbelief 
Ou choque, mas com a concentrao enfocada de um homem lutando dor.

"Declaraes," ele repetiu. "Dois deles."

"Vo existam mais, Bobby, quando ele fez. Ela tambm informada meu marido que ela teve cpias 
De meus arquivos e venderiam eles para fontes de mdia interessada a menos que ele pague a ela. Ela tem estado chantageando antiga cargas para vrios anos."

"Eles eram crianas justa," ele disse debaixo de sua respirao. "Ns ramos todas as crianas justa."

" possvel que ela usou um de seu antigo nutre a ajudar em que ela tenta me chantagear, por Roarke, e foi morto por este individual."

"Eu nunca teria deixado ela passar sem. Sempre que ela quis algo que eu fiz o que eu podia pegar isto para ela. Por que ela faria isto? Eu sei o que voc est pensando," ele disse, e olhou alm dela, em direo  janela novamente. "Eu entendo o que voc est pensando. Voc pensa que ela usou e maltratou voc quando voc estava em seu cuidado, quando voc era uma criana. Ento por que no use e maltrate voc agora?"

"Eu estou errado, Bobby? Algo est errado com minha memria?"

Sua respirao estremecida fora suavemente. "No. Ela costumava dizer, costumava dizer a mim que vocas crianas ela assistiuera sortuda para ter algum oferecer a eles uma decente casa. Se importe suficiente para levar eles, ensinar eles modos e disciplina e respeito.  disso que ela disse que era quando ela bloqueada voc em cima. Conseqncias para comportamento inaceitvel. As coisas seriam muito piores se voc estivesse nas ruas."

"Voc comprou isto, Bobby?"

"Eu no sei. Talvez algum. Ela nunca me machuca." Ele girou sua cabea agora, olhos da Vspera encontrada. "Ela nunca me tratou aquele modo. Ela disse que era porque eu fiz o que eu era informado. Mas eu no fiz, no sempre. Se ela 
Pegou-me, ela normalmente riria e diria, 'Meninos sero meninos.' Era as meninas que ela ... eu no sei por que. Algo dentro dela. Ela odiou sua me. Costumava dizer a mim que ns ramos sortudos para ser libertados da cadela velha. Talvezeu no conheo talvez sua me fez aquelas coisas para ela.  um ciclo, certo? No  aquele o que 
Eles dizem sobre abuso?  um ciclo."

"Sim, freqentemente ." Talvez que o confortou, ela pensou. "Que tal voc, Bobby? Voc fez ciclo ao redor, cuide de sua me? Ela deve ter sido um sofrimento em voc. Nova esposa, novos negcios, e
Aqui  esta mulher exigente, intrometendo-se em sua vida. Uma mulher exigente com uma grande pilha de dinheiro escondeu longe."

Seus olhos filmados acima de um momento. As lgrimas ele piscou longe. "Eu no culpo voc para dizer isto, pensando 
Isto. E voc pode colocar registro que eu tomarei um Teste de Verdade. Eu levarei um voluntariamente, assim que voc pode organizar isto. Eu quero que voc ache que a machuca."

Ele tomou uma respirao longa. "Eu amei minha me, Vspera. Eu no sei se voc pode entender, mas at sabendo o que ela era, o que ela fez, eu a amei. Se eu soubesse o que ela estava fazendo, eu teria achado um caminho  
Faa isto parada. Para fazer ela devolver o dinheiro, e pare.  disso que eu quero fazer. Devolva o dinheiro. Voc tem que ajudar-me conseguir o dinheiro de volta para as pessoas que ela tomou isto. Talvez ele no far isto direito, mas eu no sei o que mais fazer."

"Sim, eu posso ajudar voc com isto. Como voc teria feito ela parar, Bobby?"

"Eu no sei. Ela escutaria mim. Se ela soubesse que eu estava realmente chateado, ela escutaria mim." Agora ele suspirou um pouco. "Ou finja. Eu no sei mais. Eu no sei como dizer a Zana tudo isso. Eu no sei como dizer a ela isto  verdade. Ela j sido por tanta."

"Ela era apertada com sua me."

"Eles se deram bem. Zana entende-se com todo mundo. Ela fez um esforo real com minha meque leva um." Ele tentou outro sorriso.

"Sabe, mulheres ficam apertadas em um certo modo. Quando eles fizerem, eles tendem a dizer a um ao outro coisas que eles no poderiam dizer um homem. Podia ser sua me disse a Zana sobre que ela estava fazendo?"

"No possvel." Ele tentou se sentar em cima mais direto, como se enfatizar seu ponto, e amaldioou a restrio de seu brao quebrado. "Da Zana... Ela  escrupulosa. Eu no sei ningum como intrinsecamente honrado. Ela poderia no ter discutido com minha me sobre isto, mas ela teria sido horrorizada, e ela teria dito a mim. Ns no temos segredos."

Pessoas ditas isto, Vspera soube. Mas como eles souberam que a outra festa no teve segredos? Como eles souberam que existem revelao cheia?

"Zana o tipo para manter sua palavra?"

Seu rosto estava cheio de amor. "Provavelmente corte um dedo antes dela quebrar isto."

"Ento ela estaria em um lugar duro se ela desse a sua me sua palavra no dizer a voc, ou ningum."

Ele abriu sua boca, fechou isto, e Vspera podia ver ele lutando com esta nova possibilidade. "Eu no fao 
Saiba como ela teria lidado com isto. Mas ela teria dito a mim, pelo menos depois que minha me foi morta. Ela nunca teria mantido aquele para ela mesma. Eu pergunto-me onde ela est." Seus dedos comearam a arrastar na folha. "Eu pensei que ela estaria aqui at agora."

"Eu verificarei em um minuto, tenha certeza que ela esteja a caminho. Eles dizem quando eles esto pulando voc?"

"No antes de amanh, mas eu estou empurrando isto. Eu quero salvar algo do Natal.  nosso primeiro, provavelmente disse a voc isto. Pelo menos eu comprei umas coisas aqui, ento Zana ter algo para aberto. Homem, estecomo voc ps isto? Oh, sim, este extraia alto."

Alcanando no bolso de seu casaco, Vspera destacou um pouco bolsa. "Pensou que voc poderia como estes. Biscoitos," ela disse como ela pe a bolsa em sua boa mo. "Eu figuro que eles no poderiam correr para o Natal 
Biscoitos ao redor aqui."

"Aprecie isto." Ele espiou do lado de dentro, quase sorriu novamente. "Realmente. O bastante crappy da comida ao redor aqui."

Ele trouxe sua comida uma vez, e agora ela retornou o favor. Ela pensou que fez eles at, ou quiseram achar isto.

A vspera conferiu com seus uniformes, Bobby Seguro sua esposa estaria l brevemente.

Ento ela deixa isso tudo evasiva ao redor em sua mente durante o bairro residencial de passeio longo, feio.

Seu vnculo de bolso sinalizado, causando ela para apalpar um momento como ela interfaced ele com o sistema pouco conhecido no todas-terreno muito suas mos ficadas livres para lutar a briga. "Dallas, e este melhor ser bom porque eu sou preso em trfico piolhento."

"Eu no sou!" A voz do Peabody disparou excitaes e excitao completamente em contraste com a chuva glacial. Em 
A tela de coliso, seu rosto ardeu gosta de uma vela de maldio. "Eu estou na Esccia, e est nevando. Est nevando em grande, gordura, mag flocos."

"Yippee."

"Aw, no seja aquele modo. Eu acabei de ter que dizer a voc que ns estamos aqui, e  muito alm de gelado. O McNabs tem 
Esta casa surpreendente, kinda gosta de uma realmente grande cabana, e existe um rio e montanhas. O papai do McNab tem 
Um carrapicho."

"Bem, por que ele no puxa isto fora?"

"No, no, o acento.  total. E eles como eu, Dallas. Eu quero dizer, eles justo slathered, goste, por toda parte me."

"Novamente, eu repito: Yippee."

"Eu no sei por que eu estava to nervoso e freaky.  pilhas justa de diverso em cima de mais. O passeio de lanadeira 
Era muito bairro residencial, e ento, uau, a paisagem  muito completamente mag.  como um vid ou algo, e"

"Peabody, eu estou contente que voc est tendo um bom tempo. Seriamente. Mas eu estou tentando chegar em casa aqui, ento eu posso 
Agarre um pouco Natal alegra eu mesmo."

"Desculpe, desculpe. Espere, primeiro, voc conseguiu os presentes que eu parti em sua escrivaninha?"

"Sim, obrigado."

"Oh." O rosto do Peabody foi por vrias expresses, concluindo em um fazer beicinho. "Voc  bem-vindo."

"Ns no abrimos eles ainda."

"Oh! Oh, certo." O fazer beicinho se transformou em um sorriso nervoso. "Voc quer esperar at amanh. Eu somente 
Perguntou-se. Ento, bem... Qualquer coisa que eu devia saber no caso?"

"Nada que no pode esperar at que voc volte. V comer algumo que  istohaggis."

"Eu poderia. Eu j tive um realmente grande usque, e ele est danando em minha cabea. Mas eu no me importo!  Natal. E no ano passado voc e eu estvamos loucos em um ao outro, e agora ns no somos. Eu amo voc, Dallas, 
E Roarke, e toda polegada ssea de McNab. E seu primo Sheila. Feliz Natal, Dallas."

"Sim, voc aposta." Ela corta na frente de Peabody poder iniciar novamente. Mas ela estava sorrindo como ela rolou pelo Gates em direo a casa.

A casa era iluminada como se era noite, e uma nvoa glacial roladas acima do cho, faiscou s um pouco nas luzes. Ela podia ver rvores vislumbrando, velas ardendo, e ouviram o batedor dto frio, chuva dura 
No telhado de seu veculo.

Ela parou, s parado no meio do passeio. S para olhar, e pensar, e lembre. Do lado de dentro 
Era calor, despede queimando com o crepitar de madeira real. Tudo em sua vida de alguma maneira a navegou aqui. Qualquer que seja os horrores tinham sido, a dor e sangue, qualquer obstinados seus sonhos gostam de um co de caa, trouxe ela aqui. Ela acreditou nisto.

Ela teve isto porque ela sobreviveu ao outro. Ela teve isto porque ele serve  mesa o outro lado 
Da estrada. Navegando suas prprias trincheiras.

Ela teve para casa, onde as velas eram iluminadas e o despedir estavam queimando. Era bom, ela pensou, tomar 
Um momento para lembrar disto, e saber, qualquer outra que ela enfrentou, isto estava aqui.

E se ela s no pudesse apreciar isto por vinte e quatro horas, qual era o ponto?

Ela dashed na casa, agitou chove de seu cabelo. Por uma vez, Summerset no estava espreitando no foyer,
Mas at que ela arrastou fora de seu casaco, Roarke passeou fora da sala de estar.

"E voc est a."

"Mais tarde que eu pensei, desculpe."

"Eu s entrei alguns minutos atrs eu mesmo. Summerset e eu estamos tendo um bebida pelo fogo. Venha, sente-se."

"Oh, bem." Summerset. Eles teriam que ser civis para um ao outro. Era como uma lei de feriado. "Eu tenho que cuidar de algo primeiro." Ela escondeu uma bolsa pequena atrs dela atrs. "Precise de alguns minutos."

"Segredos." Ele vagou acima de a beijar. E espiar acima de seu ombro. Ela trocou, cutucou um dedo 
Em sua barriga.

"Corte isto. Eu descerei em um minuto."

Ele assistiu ela subir, ento caminhada atrs na sala de estar para se sentar pelo fogo com Summerset e aprecia seu caf irlands. "Ela est contrabandeando em algum presente de ltima hora."

"Ah. Eu lego garagem o veculo que ela nenhuma dvida omitiu neste tempo, em um momento."

"Claro. E tanto que eu acredito que o dois de voc aprecia seu mtuo atirando de lugar escondido, ns poderamos experimentar uma moratria aquele at Boxing Day."

Summerset ergueu um ombro. "Voc parece relaxado."

"E ento eu sou."

"Existia um tempo, no que h muito tempo, quando voc teria estado fora perseguir um pouco de direito de negcio at o 
ltimo momento. Em que tempo, voc teria sido fora com a mulher do momento. Natal em So Moritz ou a Fiji. Onde quer que seu capricho tomou voc. Mas no aqui."

"No, no aqui." Roarke levantou um dos pequenos biscoitos geados que Summerset organizou em um prato vermelho brilhante. "Porque, eu percebo agora, aqui teria feito isto impossvel para mim no entender que eu estava s. S. Apesar de todas as mulheres, os negcios, as pessoas, as festas, o que tm voc. Eu estava s porque existia ningum que importou suficiente para me manter aqui."

Ele sipped seu caf, assistiu as chamas. "Voc deu a mim minha vida. Voc fez," ele insistiu quando Summerset fez som de um protestar. "E eu trabalheiem minha moda paraconstruir este lugar. Eu perguntei a voc para tender isto 
Para mim. Voc nunca me desapontou. Mas eu a precisei. Aquela coisa, a nica coisa que podia fazer 
Esta lugar casa."

"Ela no  o que eu teria escolhido para voc."

"Oh." Com um metade-risada, Roarke mordeu no biscoito. "Que eu sei."

"Mas ela  direito para voc. O para voc." Seu sorriso era lento. "Apesar de, ou talvez devido a, suas muitas falhas."

"Eu imagino que ela pensa um pouco o mesmo sobre voc."

Quando ele ouviu ela vindo, Roarke glanced atrs. Ela tirou sua arma, mudadas suas botas para deslizou. Ela tomou um pacote para a rvore, colocou isto l com o outros.

Ele viu a expresso em seu rosto como ela esquadrinhou as pilhas que ele empilhou. Consternao, confuso, 
E uma espcie de resignao que o divertiu.

"Por que voc faz isto?" Ela exigiu com uma onda nos presentes.

" uma nusea."  eu direi.

"Ns estamos tendo irlandeses em nosso caf."

"Se isso significa usque, eu passarei. Eu no sei por que voc quer sujeira em cima perfeitamente bom caf 
Aquele modo."

"S outra nusea. Eu despejarei voc algum vinho."

"Eu pegarei isto eu mesmo. Peabody tagged mim a caminho casa. Ela no  s so e salvo na Esccia, ela era metade-urinar-enfrentado e louco com encanto. Ela ama voc, a propsito, e me, asno sseo do e McNabe at seu primo Sheila." Ela deu a Summerset um sorriso pequeno. "Ela no mencionou voc, mas eu estou certo que era uma omisso."

Ela se sentou, esticadas suas pernas. "Isto est um presente que bate a marca, grande tempo. Seu claro 
Tudo que voc precisou de claro?"

"Eu fiz," Roarke disse a ela. "Voc?"

"No, mas atarraxe isto. Eu tentei conseguir o lab e conseguiu uma gravao de 'Pedra de Sino de Tinido.' Por que no faa canes gostarem 
Que j morra? Agora  preso em minha cabea."

O gato deserted Summerset saltar em seu colo, reclame ruidosamente, e amasse suas garras em suas coxas.

"Ele est tentando voc." Roarke gesticulou com sua xcara. "Ele quer os biscoitos, e no chegaram nenhum lugar comigo ou Summerset naquela rea."

"Bem, voc pode esquecer isto, Fatso." Ela o ergueu, foi nariz-para-nariz. "Mas eu tenho algo para voc." 
Ela o esvaziou, ento foi para a rvore, pawed ao redor, e apresentou um presente ensacar.

Ela cavou fora um par de felinos-chifres de tamanhos, e um rato de brinquedo.

"Ele  muito muito digno para vestir aqueles, ou morcego sobre um pouco de ridiculous brinquedo," Summerset protestou.

A vspera acabou de bufar.

"Catnip." Ela segurou o rato em cima pelo rabo na frente de rosto do Galahad. "Sim, est certo," ela disse como Galahad empinou-se em seu hind pernas e agarrou o rato com suas garras dianteiras. "Zeus para gatos."

"E voc, um oficial propriamente designado da lei," Roarke disse, "negociando."

"Eu tenho minhas fontes." Enquanto o gato rolou deliriously com seu novo brinquedo, Vspera pegou os chifres em lugar. "Certo, voc parece realmente estpido, ento isto  s por hoje  noite. Ns humanos tm que conseguir nossos pontaps em algum lugar." 

"Ele est tentando comer isto," Roarke perguntou-se, "ou faa amor para isto?"

"Eu no quero pensar que aquele duro sobre isto. Mas ele no est pensando sobre biscoitos mais."

Ela se sentou novamente, escorados seus ps em colo do Roarke. E quando Roarke correu um ausente passar para cima seu bezerro, Summerset tomou isto como sua sugesto.

"Eu preparei algo simples para jantar, assumindo que voc apreciaria ter isto aqui. Eu estou tendo meu 
Com alguns amigos na cidade."

"Voc tem amigos?" Quase estalada fora de boca da Vspera, mas Roarke apertou seu tornozelo em antecipao.

"Tudo est na unidade da cozinha."

"Aprecie sua noite, ento."

"Eu irei, e voc, tambm."

Outro tornozelo aperta teve Vspera estremecendo. "Um, sim. Alegre."

Quando eles estavam s, ela empurrou em brao do Roarke. "Calma, no ? Eu iria dizer algo."

"Eu sei muito bem o que voc iria dizer. Ns estamos tendo paz em nossa praa particular da Terra 
At Boxing Day."

"Multa, eu posso fazer isto se ele pode. Alm disso, eu planejo conseguir realmente bebido."

"Por que eu no ajudo voc com isto?" Ele rosa, e despejou seu mais vinho.

"Que tal voc?"

"Eu terei algum, mas eu penso um de ns tem que manter sua genialidade. Aquele gato est bbedo," ele comentou, glancing abaixo no cho onde o Galahad esfregou ele mesmo lasciviously acima do rato.

"Bem, vendo como ele  fixo, ele no pode j fazer sexo. Eu acabei de figurar que ele devia ter um pouco excitao para o feriado. Eu estou contando com ter alguns excita eu mesmo."

Roarke ergueu uma sobrancelha. "Eu posso ajudar voc com isto, tambm."

"Talvez eu estava conversando sobre biscoitos."

Ele soltou sobre o sof, comprimento total ao lado dela. E firmou sua boca em sua.

"No bebida ainda," ela murmurou.

"No feito ainda, qualquer um."

"Voc precisa fechar aquelas portas se voc vai comear a divertir-se. Ele pode estar saindo, mas o esprito 
De Summerset assombra estes corredores."

"Eu estou simplesmente beijando minha esposa." Ele escorou eles ambos, longways, de forma que eles podiam assistir o fogo, 
Vinho de gole. E pescoo.

"Boa." Ela tomou uma respirao, respirou ele, e deixe toda cela em seu corpo relaxa. "Eu no posso deixar isto 
Quarto, inferno, este sof, at depois do Natal."

"Ns teremos que tomar viradas conseguindo mantimentos. Alimentando ns mesmos e o fogo."

"Certo. Voc primeiro."

Ele riu, escovado seu lips acima de seu cabelo. "Voc cheira delicioso." Ele cheirou at seu pescoo. 
"Voc ps algo."

"Eu posso tomar um minuto de vez em quando."

"E  apreciado."

"Voc conseguiu em contato com suas pessoas na Irlanda?"

"Eu fiz, sim. Pareceu ser um madhouse de assar e bebs, que adapta eles muito bem. Eles desejam voc um Natal feliz."

"Voc  certo, no estando ali?"

"Eu sou exatamente onde eu quero ser." Ele aumentou seu rosto para seu, encontrado seu lips. "Exatamente. E voc precisa 
Mais vinho."

"J conseguiu um zumbido indo."

"Provvel porque voc no almoou."

"Oh, sim, eu soube que eu esqueci algo." Ela tomou o vinho que ele despejou. "Depois de eu conseguir plowed, e faa 
Ame toda polegada de praa de voc, eu comerei uma tonelada."

Desde que ele estava em cima, ele examinou cuidadosamente, fechou as portas de sala de estar.

Do sof, Vspera grinned. "Venha aqui, e comece a mim desembrulhar."

Divertiu, despertou, ele se sentou em seus ps. "Por que eu no comeo abaixo aqui?" Ele sugeriu, e foi embora seus sapatos. Ento ele apertou seus dedos polegares para seu arco, feita ela ronrona.

"Bom lugar." Ela fechou seus olhos, bebeu um pouco mais de vinho. "Diga a voc o que, mais tarde, voc pode conseguir plowed 
E eu farei voc."

"Algum tem o esprito do Natal." Ele beijou uma pulseira ao redor seus tornozelos.

"Voc no pode evitar isto, est ganhando ao redor l fora remanescer e direito." Adorveis poucas sensaes vislumbradas em cima 
Suas pernas. "Voc pode evitar, mas eventualmente ele feijes voc."

Ela abriu um olho quando ele desenganchou sua cala comprida. "Trabalho rpido."

"Queira lento?"

"Inferno, no." Ela grinned, empinado-se e o agarrou, derramando vinho neles dois. "Uh-oh."

"Agora olhe o que voc fez. Ns teremos que sair destas roupas. Mos ao alto," ele disse, e arrastado 
Seu suter acima de sua cabea. "Aqui." Ele deu suas costas seu vinho, ponha ambas suas mos na tigela de 
O vidro. "Se importe isto agora."

"Prolly teve suficiente."

"Eu no tenho."

Ele a desnudou-se, ento ele mesmo. Ele tomou o vidro dela, upending ele to gotas dispersas acima dela 
Peitos, seu torso.

Ela olhou abaixo, olhada em cima. "Uh-oh," ela disse novamente e riu.

Ele lambeu vinho e carne, deixando a combinao vai para sua cabea enquanto ela moveu e gemeu debaixo de 
Ele. Ela arqueou em cima, uma ponte trmula, quando suas mos vagadas acima dela.

Ento ela bloqueada ao redor ele, braos, pernas. E rolou duro. Ela se estatelou em cima dele, dando uma risadinha. "Ai."

"Fcil para voc dizer." Ela roubou sua respirao em mais modos que um. Para pagar a suas costas que ele a rolou
Acima de. Com lips e dedos ele a conferiu em gritos agudos, despertada ela em boqueadas.

Ela estava montando em tolice e paixo, uma combinao de vertiginoso com o vinho a atravessar. 
Quando ele era dentro dela, ainda rindo breathlessly, ela encadeou seus braos ao redor seu pescoo.

"Feliz Natal," ela administrou. "Oh, Deus." Ela apareceu risada de um ofegar, ento o arrastou com ela.

"Feliz Natal," ele disse e a atirou, um ltimo vez.

Ela deita, tudo menos estrbico, olhando fixamente na rvore. "Jesus, converse sobre pr um curvar isto."

Mais tarde, em sua insistncia, ela abriu seu primeiro presente. Ento ela seria confortvel, ele disse. Era duro de estar caso contrrio na bata de casimira longa de floresta verde.

Eles comeram pelo fogo, lavando abaixo lagosta simples do Summerset com champanha. Quando ele perguntou sobre o caso, ela agitou sua cabea. Ela no traria isto neste. Ela era queeles eramintitulados para uma noite onde o sangue e morte ficaram bloqueado fora de seu mundo. Um mundo onde eles se sentaram gostam de crianas, cruz-provida de pernas debaixo de uma rvore, rasgando em jornal colorido.

"O Universo de acordo com o Roarke?" Ele l a etiqueta em um cased disco.

"Feeney ajudou que eu pusesse isto junto. Certo, Feeney principalmente pe isto junto, mas eu apresentei o conceito. Ir para holo ou comp."

Ela alcanou em cima para outro biscoito. Ela estava se fazendo meio doente com acar, mas que Natal era? "Jogo personalizado, e o que voc  comear na parte inferior. Quase genialidade somente. Ento voc pode ganhar dinheiro, braos, aterrisse. Construa material, lute guerras. Voc pode prender outras pessoasns somos todo l. 
E empreenda inimigos e material famoso. Voc pode enganar, roube, permuta, e sangrenta. Mas existem muito 
Armadilhas, ento voc pode acabar sem dinheiro, destituda, em uma gaiola ou torturada por seus inimigos. Ou voc pode acabar 
Governante o universo conhecido. Os grficos so muito frios."

"Voc est aqui?"

"Sim."

"Como eu posso perder?"

" duro. Tido do Feeney em cima e correndo para umas semanas do par e disse que ele no podia conseguir por nvel doze. Est o urinando fora de. De qualquer maneira, eu figurei desde que voc no chega a roubar em vida real mais, voc conseguiria um excluir de virtual."

"O melhor presente est tendo uma mulher quem me conhece." Ele se debruou acima de a beijar, vinho e biscoitos de acar saboreado. "Obrigado. Sua virada."

"Eu j abri um milho." Que, ela pensou, correu a srie do sparkly at o tolo, o suntuoso para o sensual.

"Quase feito. Este aqui."

Ela arrastou a tira da caixa que ele deu a ela, e entretanto ele estremeceu, drapejou isto ao redor seu pescoo. 
Dentro de era uma lupa com uma prata lidar.

" velho," ele disse a ela. "Eu pensei, 'Que detetive sem lupa de um ser?'"

" grande." Ela levantou sua mo, estudou isto pelo vidro, ento grinning, trocado mais ntimo para Roarke, perscrutado nele por isto. "Jeez. Voc  muito mais bonito." Ento ela girou isto no roncar gato. "Voc  
No. Obrigado."

Quando ele bateu um dedo para seu lips, ela fingiu suspirar antes dela se debruar acima de o beijar.

"Aqui, faa este aqui, ele tipo de monte." Ela empurrou uma caixa nele enquanto ela tocou com o vidro. "Se eu tivesse 
Um destes quando eu era uma criana, eu teria dirigido pessoas loucas."

"Bastante o ponto de brinquedos e ferramentas." Ele glanced em cima, achou ele mesmo sendo inspecionado novamente. Ele lanou 
Um arco nela. "Aqui, veja o que voc faz disto."

Ele abriu a caixa, tirou suavemente o bolso assistir do lado de dentro. "Vspera, isto  maravilhoso."

" velho, tambm. Eu sei como voc acelera em material velho. E eu figurei que voc podia pr isto em uma estante em algum lugar 
Com todo o outro material velho. J estava gravado," ela adicionou quando ele abriu isto. "Mas eu pensei..."

" 'Tempo pra.'" Ele disse isto quietamente, ento s olhada para ela com aqueles olhos azuis atordoantes.

"Eu pensei, sim, faz." Ela agarrou sua mo. "Faz."

Ele a juntou em, apertando seu lips para sua garganta, sua bochecha, s esperando. " um tesouro. Ento so voc."

"Isto  bom," ela murmurou. No as coisas, ela pensou, e soube ele compreendido. Mas o compartilhar deles. O ser. "Eu amo voc. Eu estou realmente conseguindo o declive disto."

Ele riu, beijada ela novamente, ento desenhou longe. "Voc tem mais um."

Teve que ser mais jewelry, ela notou do tamanho da caixa. O homem s amado a drapejar em 
Clares. Seu primeiro pensamento quando ela abriu a caixa era que eles no s faiscaram, eles podiam cego 
Voc gosta do sol.

Os brincos eram gotas de diamantetrs pedras redondas perfeitas em tamanhos graduados que gotejaram de um agrupamento de mais diamantes que formaram as ptalas de uma brilhante flor.

"Wowzer," ela disse. Quando ele s sorriu, a bate. "Diamantes do grande Jack, do Quarenta-stimo 
Rua heist. Aqueles que ns recuperamos."

"Depois que eles ficaram escondidos longe quase metade de um sculo."

"Estes eram encerrados."

"Eu no roubei eles." Ele riu, levantado seu disco de jogo. "Lembre? S virtualmente estes dias. Eu negociei, e adquiri eles por completamente legais querer dizer. Eles merecem a luz. Eles merecem 
Voc. Sem voc, eles poderiam ainda ser fechados em brinquedo da criana. Sem voc, Tenente, Chade Dix 
No estaria celebrando Natal agora mesmo."

"Voc teve eles me favorecido." Isso a tocou, acima de tudo. Ela levantou a lupa. 
"Vamos verificar eles," ela disse, e fingiu inspecionar os pedras preciosos. "Trabalho bom."

"Voc pode pensar deles como medalhas."

"Muito mais jazzsticas que quaisquer medalhas as mos de departamento fora." Ela coloca eles, sabendo que isto iria por favor 
Ele. Vendo o modo que fez.

"Eles adaptam voc."

"Resplendores como estes trabalhariam em qualquer um." Mas ela embrulhou seus braos ao redor ele, aconchegado em. "Sabendo onde eles vieram de, por que voc teve eles me favorecido, isso significa muito. Eu"

Ela empurrou de volta, olhos largos. "Voc comprou eles todos, no ?"

Ele armou sua cabea. "Bem, no so voc avaro."

"No, mas voc . Voc comprou eles todos. Eu sei isto."

Ele alisou um entalhe abaixo de dedo em seu queixo. "Eu penso que ns precisamos mais champanha. Voc completamente  
Muito sbrio."

Ela comeou a falar novamente, ento abotoou isto. O homem era intitulado para gastar seu dinheiro  medida que ele gostou. E 
Ele era direito mais ou menos uma coisa. Diamantes merecidos melhores do grande Jack que uma abbada departamental.

"Existe mais um debaixo de l," ele notou como ele comeou a subir. "O que voc trouxe para dentro hoje."

"Oh. Certa." A parte dela esperou que ele esqueceria aquele. "Sim, bem, no seja nada muito. Nenhum grande."

"Eu sou avaro, lembre? Mo isto acima de."

"Certa, certo." Ela esticou para isto, esvaziou isto em seu colo. "Eu conseguirei o champanha."

Ele agarrou seu brao antes dela poder levantar. "S espere um minuto, at que eu veja o que eu tenho aqui." 
Ele empurrou de lado papel de seda, tirou isto, e somente disse, "Oh."

Ela lutou para no torcer. "Voc disse que voc quis um retrato, sabe, como de antes."

"Oh," ele repetiu, e a expresso em seu rosto teve cor rebelando-se seu pescoo. "Olhe para voc." Seu 
Olhos movidos de imagem at mulher, to cheio de prazer, de surpresa, de amor, sua garganta foi apertada.

"Eu acabei de cavar isto, e levantou uma armao."

"Quando foi tomado?"

"Logo depois de eu entrei na Academia. Esta menina eu pendurei com um pouco, ela esteve sempre tomando retratos. 
Eu estava tentando estudar, e ela"

"Seu cabelo."

Ela trocou, um pouco desconfortvel. No retrato ela estava sentando em uma escrivaninha, discos piled ao redor ela. Ela vestiu uma camisa de moletom de Academia de Polcia cinza enfadonha. Seu cabelo era longo, puxado atrs em um rabo.

"Sim, eu costumava vestir isto longo ento. Figurou era menos dificuldade porque eu podia s amarrar isto atrs fora 
De meu modo. Ento na mo para-dar treinamento, meu oponente agarrou isto, arrancou, e me tirou. Eu 
Podou isto."

"Olhe para seus olhos. Olhos do policial at ento. Dificilmente mais que uma criana, e voc soube."

"Eu soube se ela no conseguisse aquela mquina fotogrfica fora de meu rosto assim eu podia estudar, eu iria a registrar o tempo."

Ele riu, tomou sua mo, mas permaneceu rebitado na fotografia. "O que aconteceu para ela?"

"Ela lavou, fez isto sobre um ms. Ela era certa. Ela no acabava de no ser"

"Um policial," ele terminou. "Obrigado por este.  muito exatamente o que eu procurado."

Ela se debruou sua cabea em seu ombro, deixe as luzes da rvore a deslumbra e pensado, Quem precisa de champanha?


19


ELA DESPERTOU, PENSOU que ELA DESPERTOU, NO quarto brilhantemente iluminado com a parede de vidro. Ela era 
Vestindo seus diamantes, e a bata de casimira. Existia um anseie no canto, rebelando-se para 
O teto. Os ornamentos drapejando seu arqueando ramos, ela viu, era cadveres. Centenas de corpos 
Pendurou, coberto com sangue vermelho como Natal.

Todas as mulheres, s mulheres, eram juntadas ao redor isto.

"No muito celebratrrio," Maxie, o advogado, disse, e deu Vspera um pouco cotovelo cutuca. "Mas voc precisa fazer fazer, certo? Quantos daqueles so seu?"

Ela no precisou da lupa que pesa abaixo seu bolso para identificar os rostos, os corpos, 
Os mortos. "Todos eles."

"Isto est um pouco avaro, voc no pensa?" Maxie girou, movimentou a cabea em direo ao corpo alargado no centro 
Do quarto. "Ela no foi posta em cima ainda."

"No, ela no pode subir ainda. Ela no est acabada."

"Olhares feitos para mim. Mas aqui." Ela lanou Vspera uma meia branca pesada com crditos. "V em frente."

"Isto no  a resposta."

"Talvez voc no acabou de no pedir a pergunta certa."

Ela se achou no quarto de vidro com as crianas. A criana ela se foi sentada no cho e olhou 
Nela com olhos cansados.

"Eu no tenho quaisquer presentes. Eu no me importo."

"Voc pode ter isto." Vspera abaixada abaixo, resistido seu distintivo. "Voc precisar disto."

"Ela tem todos os presentes."

A vspera examinou o vidro e viu aqueles presentes eram piled agora em torno do corpo. "O lote de bom eles iro 
Faa ela agora."

" um de ns, sabe."

Vspera glanced atrs, estudou o total de quarto de pequenas meninas. Ento examinados suas prprios olhos. "Sim, eu sei."

"O que voc far?"

"Tome a pessoa que fez isto longe.  disso que acontea quando voc matar algum. Voc tem que pagar. L 
Tem que ser o pagamento."

A menina ela levantou suas mos, e eles eram smeared com sangue. "Eu estou indo, tambm?"

"No." E ela sentiu isto, at no sonho ela soube era um sonho, ela sentiu a dor em sua barriga. "No," 
Ela disse novamente, " diferente para voc."

"Mas eu no posso sair."

"Voc lega um dia." Ela olhou de volta pelo vidro, carranca. "No estava l mais apresentava um 
Minuto atrs?"

"Pessoas roubam." A criana enganchada o distintivo sangrado em sua camisa. "As pessoas so s nenhum bem de maldio."

A vspera despertou com um duro sacudir, o sonho j desvanecimento. Era misterioso, ela pensou, ter sonhar onde voc conversou com voc mesmo.

E a rvore. Ela lembrou da rvore com os corpos drapejaram gostam de lantejoula mrbida. Para confortar se 
Ela girou, estudou a rvore na janela. Ela correu um dar a folha ao lado dela, achou isto fresco.

No surpreendeu sua que Roarke estava em cima antes de seu, ou que ele tem estado em cima longas suficiente para as folhas 
Para perder seu calor. Mas ele deu seu um choque para ver que era quase onze de manh.

Ela comeou a desenrolar de sua prprio lado, e viu o cubo de memorando maldito no nightstand. Ela trocou em, ouvida sua voz.

"Manh, bem Vspera. Eu estou no quarto de jogo. Venha para tocar comigo."

Fez seu sorriso. "Tal seiva," ela murmurou.

Ela choveu, vestiu, caf agarrado, ento encabeado abaixo. Provando, ela decidiu, ela era uma seiva, tambm.

Ele teve a tela principal comprometida, e deu seu ainda outro sacode se ver l em cima, em um lanado 
E batalha sangrenta. Por que ela estava esgrimindo uma espada em vez de um jateador, ela no podia dizer.

Ele lutou de volta-para-atrs com ela, como ele teve, ela lembrou, em realidade. E existia Peabody, ferido, mas jogo quieto. Mas que diabo seu companheiro estava vestindo?

Mais importante, qual era ela cansativa. Pareceu que algum que suave de couro negociar mais vestido de 
S e M que swordplay.

Gelou, ela decidiu, quando ela podou fora de cabea do seu oponente. Momentos mais tarde, Roarke despachou seu, 
E o comp anunciou que ele alcanou Nvel Oito.

"Eu sou bom," ela anunciou e cruzou para ele.

"Voc . E ento seja I."

Ela movimentou a cabea na tela pausada. "O que est em cima com os equipamentos?"

"Feeney adicionou opes de fantasia. Eu tive uma hora de divertido intil com guarda-roupa como tambm assumindo o comando da maior parte da Europa e Amrica do Norte. Como voc dormiria?"

"Certo. Sonho misterioso novamente. Eu posso provavelmente culpar isto em champanha, e o sopro de chocolate eu pigged 
Fora em s dois de manh."

"Por que voc no esticar aqui comigo? Este programado do jogo para jogadores mltiplos. Voc pode tentar invadir meus territrios."

"Talvez mais tarde." Ela correu um ausente dar seu cabelo. "Eu tenho este sonho em meu crebro. s vezes 
Eles so supostos material mdio, certo? Existe algo l. Eu no estou pedindo a pergunta certa," 
Ela murmurou. "O que  a pergunta certa?"

Playtime, ele decidiu, era acima de no momento.

"Por que ns no temos um pouco caf-da-manh e almoo? Voc pode conversar isto."

"No, v em frente e toque o jogo. Eu sou bom com caf."

"Eu dormi em eu mesmo, no levantei at mais ou menos nove."

"Algum olhou do lado de fora, verificado ver se o mundo est ainda tecedura em seu eixo?"

"Em que tempo," ele secamente continuou, "eu tive um treinamentoque eu tive sopro, tambm. Ento, antes de eu descer aqui para apreciar um de meus presentes, eu trabalhei sobre uma hora em meu escritrio."

Ela o estudou acima da beira de sua xcara. "Voc trabalhou."

"Eu fiz."

"No Natal de manh."

"Culpado."

Ela abaixou a xcara, grinned imensamente. "Ns estamos pessoas realmente doentes, no ?"

"Eu prefiro pensar que ns somos indivduos muito saudveis quem sabem o que nos adapto melhor." Ele rosa, flexvel como um gato em cala jeans e suter pretos. "E quais nos adaptariam, eu acredito,  algo luz, em cima no solrio onde ns podemos dominar a cidade enquanto voc conversa por seu sonho misterioso mais recente."

"Voc sabe o que eu disse ontem  noite?"

"Bebido ou sbrio?"

"Qualquer um. Eu disse que eu amei voc. Ainda faz."

Eles tiveram fruta fresca no topo da casa, examinando o vidro em um cu que decidiu dar a Nova Iorque uma fratura e costa acima de brilhante e azul.

Ela no discutiu com sua noo isto como era Natal que eles deviam ter mimosas.

"Voc deu seuvoc, isto seu distintivo."

"Eu no sei por que exatamente. Mira provavelmente teria interpretaes e tudo que encolhe material. Eu acho que era o que eu mais quis. Ou iria, eventualmente, queira mais."

"Os ornamentos de rvore so fceis suficiente."

"Sim, at eu posso conseguir isto. Eles esto mortos, ento eles so meus. Mas Trudy no estava l em cima."

"Porque voc no terminou com ela. Voc no pode a pr em cima com os outrosque eu no direi 'de lado ' 
Porque voc nunca pe de lado eles. Voc no a por at que voc fechou o caso."

"Este advogado mantm aparecer. Ela no est nisto. Eu sei que ela no seja, mas ela  o que eu conversei com. Ambas as vezes."

"Ela  o que voc entende melhor, eu diria. Ela estava em cima-frente com voc nela em direo a Trudy, no discutiu sobre eles. E ela lutou de volta, eventualmente."

Ele ofereceu a ela uma framboesa. "Ela levantou-se, como voc iria."

"Um de ns. Eu soube isto, ou a criana fez."

"Um policial at ento, em um pouco de parte de voc."

"Ela tambm conheceu que pessoas no principalmente so qualquer condenar bom." Ela disse isto ligeiramente, tentada outra framboesa. Ento 
Sentado em cima diretamente. "Espere um minuto, espere um minuto. Os presentes. Deixe-me pensar."

Ela empurrou fora da cadeira, vagou o solrio com suas rvores emas vaso, manancial musical.

"Presentes e cobia e Natal e compras. Ela comprou material. Eu sei que Trudy comprou material antes 
Ela bate em qualquer um de ns. Eu fui por seus crditos e dbitos. Ela fez um divertimento rpido, dura."

"E?"

"Bolsas em seu quarto, bolsas de compras. Eu tenho o material em inventrio, mas eu nunca verifiquei todo o contedo, 
Um por um, com as contas. Ela no comprou nada como, sabe, diamantes. Roupas, algum perfume, sapatos. Ela no foi morta para novos sapatos, ento eu no fui por isso tudo, faa uma lista de conferio. S um 
Rpido leia rapidamente. Algum de no estava l, mas ela teve alguns transportaram de lojas. Eu verifiquei isto. Mas eu 
No foi por isso tudo, todo pedao."

"Por que iria voc?"

"Cobia, inveje, desejando. As mulheres so o tempo todo, 'Oooh, eu amo seu equipamento, seus sapatos, aqueles brincos.' Qualquer." Ela circulou um entregar o ar quando ele riu. "Eles fizeram compras juntos, os trs deles, quando eles entraram. Zana soube o que ela comprou. Algum do material foi transportado. Por que ns aborreceramos ter certeza um pouco de camisa de maldio fez isto para o Texas? D a sua estao aberta, no faa isto?"

Ela girou de volta. "Ela  v, debaixo disto. Sempre se pe junto. Eu aposto Trudy comprou algum bom 
Coisas para ela mesma, e eles so fechar suficiente para o mesmo tamanho. Quem vai saber se seu assassino se ajudou a umas coisas que ela gostou de melhor? Bobby no vai notar. Os homens no fazem. Companhia presente excluda."

"E voc consegue aquele de sonhar com um cadver cercado por presentes."

"Eu consigo aquele porque eu estou procurando no escuro. E eu no sei, talvez meu subconsciente est trabalhando algo. A coisa , monta com minha sensao sua, de Zana. Oportunista. Se ela tomasse algo, se eu posso provar 
Ela teve algo do quarto ... que  evidncia ainda selvagem circunstancial qualquer PD em sua primeira semana 
Podia soprar buracos, mas ele est algo para agulha ela com."

Ela se sentou novamente. "Ela era um de ns," Vspera continuou. "E ns no conseguimos o bom material. Folhetos, mo-mim-abaixo. Os miolos da mesa quando todo mundo outro estiver tendo um grande, fatia grossa de bolo gorda."

"Beb."

"Eu no me importo com isto." Ela esfregou ela dar seu ombro. "Nunca realmente fez. Mas eu estou apostando que ela faz, e fez. Oportunidade." Ela fechou seus olhos, sipped o mimosa sem pensar. "Aqui na cidade de Nova Iorque grande, ruim onde qualquer coisa pode acontecer para qualquer um. Mark est correndo uma fraude que s faz isto mais fcil.  como ela est se pondo em uma lmina. A arma est a mesmo, facilmente usada, facilmente deu fim a. Precise sair a janela, mas isto no  nenhuma dificuldade. O quarto da casa ao lado est vazio. Ela teve que lavar-se em algum lugar, e no estava em sua prprio quarto ou do Trudy. Tido que estar l, no quarto vazio."

Ela empurrou em cima novamente. "Cague, cague. Ela alojou a arma l, suas roupas sangrentas, as toalhas.  oportunidade perfeita novamente. Aloje o material, volte para seu prprio quarto limpo, onde Bobby est dormindo. Ele nunca saberia a diferena. E quem o direito estar naquele mesmo lugar a prxima manh, batendo em porta da mulher morta?"

"Ento voc entra."

"Sim, ela no est esperando isto, mas ela ajusta. Ela  rpida e ela  esperto. Pacientes, tambm. Patos fora 
A prxima manh, consegue o material do quarto vazio. Ela podia ter ditched isto em qualquer lugar, qualquer recycler do hotel at o bar onde ela executou o rapto, deixada sua bolsa para adicionar um floreado. Ido agora. 
Filho de uma cadela. Ns no investigamos to longe, no para a arma ou roupas sangrentas."

"Mantenha ida," ele disse quando ela pausou. "Eu sou fascinado."

" especulao, isto  tudo que . Mas ele se parece certo." Pela primeira vez que desde o incio, exatamente sentiu 
Certa. "Agora ela tem o cops fora procurar por um pouco de sujeito, e perseguindo abaixo uma conta que no existe. D seu tempo. Agora ela  uma vtima. Ela pegou discos do Trudy. Os arquivos de caso, e o registro Trudy fez de seus danos."

Sim, ela podia ver isto, Pensamento de vspera. Junte material, tome o que voc precisa, o que voc quer, no parta 
Qualquer rastro de voc mesmo para trs.

"Ela mantm os discos? Duros de lanar longe aquele tipo de oportunidade para uma data futura. Voc podia tentar 
O apertar estrada abaixo."

"Ela no apertou agora, quando  pronto para isto," Roarke assinalou. "Entrega annima de uma cpia 
Da gravaose existirum nmero de conta e instrues."

" muito maduro. Sim, muito quente. Por que empurre sua sorte? Ela precisa de tempo para pensar que aquele ngulo. Vale a pena empreender um policial e um sujeito com seus recursos? Talvez no. Talvez mais tarde. Mas se ela for esperto, e ela , ela verifica, v se ns formos alibied apertado pelos tempos em perguntas. E ns ramos. Podia ter contratado algum para fazer isto, atrs para aquele, mas ela vai pensar se isso vai voar. Se ns vamos pagar grandes pilhas  
Dinheiro acima dele ou duro ele fora. Mais, siga ela com mpeto."

Ela pausou. "Mais esperto da espera. Aquilo no  o que voc faria?  o que eu faria."

"Eu teria destrudo a mquina fotogrfica e os discos. Qualquer coisa que me amarrou a aquele quarto. Se ele pudesse ser localizado 
Para mim, eu estou em uma gaiola." Roarke despejou caf para eles dois. "No no valor disto, especialmente no quando eu vou acumular dinheiro qualquer socked longe do Trudy."

"Existe isto. Claro, voc conseguiria isso tudo se Bobby foi. Mais importante, se ele tem um acidente, fatal ou caso contrrio, o cops vai investigar, procurando por aquele homem invisvel novamente. Enquanto isso, voc toca isto como era um acidente completamente. Nossa, teve que ser um acidente, e ele  toda minha culpa para fazer ele fazer compras. Eu derramei meu caf. Grite-hoo."

Ele teve que rir. "Voc realmente a repugna."

"Do conseguir. S uma daquelas coceiras entre as omoplatas." Ela moveu eles agora como se aliviar isto. "Agora voc tem Bobby no hospital, e todo mundoinclusive eleest todo l. Ento voc  centro, s onde voc merece ser. Tomado um backseat para aquela cadela longa suficiente, no ?"

Ela olhou de volta nele. Cala jeans e um suter hoje, ela pensou. Dia fora de, fcil faz isto. Bem, inferno. 
"Escute, eu vou perguntar, e ele  crappy para perguntar, mas eu estou indo. O registro do rabo. Eu serei sortudo 
Para conseguir eles nisto amanh. Se eu pudesse acabava de ouvir isto vozes limpas, individuais, afina, separe os sons."

"Computador lab."

"Olhe, eu comporei isto para voc."

"Como? E seja especfico."

"Eu tocarei aquele jogo com voc. Holo-modo."

"Existe um comeo."

"Eu vestirei o arranjo."

"Realmente?" Ele expandido a palavra, lasciviously. "E para o vencedor ir a pilhagem?"

"Que me seria."

" medieval no momento. Voc ter que me chamar Senhor Roarke."

"Oh, ande de volta."

Ele riu. "Isso pode estar indo muito longe. Ns veremos como vai." Ele empurrou para seus ps. "Onde est o disco?"

"Eu pegarei isto. Eu comearei no divertimento de compras. Obrigado. Realmente."

Ele a deu o caf assim ela podia suportar isso com ela. "Como outros que ns gastaramos nosso Natal  tarde?"
*  *  *

Ela foi trabalhar, feliz, ela percebeu, voltar nisto. Com uma panela quente de caf e resmas de dados. Qualquer que ela achou, ou no fez, este ngulo iria significar entrevistando balconistas de vendas. Que significou o horror de entrar em estabelecimentos de varejo no dia aps o Natal quando todo mundo e suas mes estariam neles trocando presentes, procurando por pechinchas, discutindo sobre crdito.

Trudy fez bonito bem para ela mesma, Vspera decidida. Seis par de sapatos em um lugar. Jesus, o que era com as pessoas e sapatos? Transportada tudo menos duas pares casa. Bem, ela nunca iria vestir eles.

Ela cruzou sua lista de inventrio, e apresentou seis pares.

E aqui era trs bolsas da mesma loja. Duas enviou para casa, um tomado com o cliente. Quando 
Ela verificou sua lista, ela sorriu.

"Sim, eu aposto era duro de resistir uma seis e cem-bolsa de dlar. Seis contas." Ela agitou sua cabea. "S para puxar material ao redor em, a maior parte de que nenhum ser humano racional tem uma necessidade para puxar em qualquer lugar. Vamos ver o que mais voc ajudou voc mesmo."

Antes dela poder continuar, Roarke buzinou no vnculo da casa.

"Eu tenho este para voc, Tenente."

"O que? J? Est s sido sobre uma metade hora."

"Eu acredito em que era mencionado antes: Eu sou bom."

"A caminho, e eu seriamente overpaid para este servio."

"Pague tocar," ele disse e clicou fora de.

Ela o achou no lab onde ele instalar um grupo das unidades para lidar com comandos individuais. "Deste modo," ele disse a ela, "voc pode pedir qualquer se misturar que voc quer, ou uma combinao. Eu tambm tenho seu voiceprint, no caso de 
Voc quer tentar combinar isto em um certo ponto."

"Poderia ser  mo. Deixe esteja s examinado ele como ele teve primeiro ano. Eu no tomei o tempo para escutar isso tudo o 
Passagem."

Agora ela fez, ouvindo o grasnar de vozes. Suas prprias, do Baxter, do Trueheart. Cheques e rechecks. 
Da Zana, Bobby est discutindo onde eles poderiam ir. O sussurrar como eles donned seu equipamento ao ar livre.

Eu estou to contente que ns estamos saindo. Nos far ambos bons. Zana.

No tem sido muita de uma viagem para voc. Bobby.

Oh, agora, mel, no se preocupe sobre mim. Eu s quero que voc tente pr de lado tudo isso negcios terrveis 
S umas horas do par. Ns temos um ao outro, lembre.  disso que contas.

Eles saram com Zana que tagarela por volta de rvores do Natal.

Ela ouviu Nova Iorque como eles foram do lado de fora. Chifres, vozes, zepelins areos, os inconfundveis arrotando de um maxibus. Era todo um fundo para mais tagarelava. O tempo, os edifcios, o trfico, as lojas. Entremeadas era Baxter e Trueheart, comentando em direo, fazendo conversa ftil.

Homem, voc v a prateleira naquele? Deus  um homem, e ele est a meu lado. Baxter.

Deus poderia ser uma mulher, senhor, deliberadamente tentador voc com que voc no pode ter. Trueheart.

"No ruim, criana," Vspera murmurada. "Deus, voc podia morrer de enfado que escuta este defeca. 'Oooh, olhe para isto, mel. Oh, meu Deus,' blah, blah, blah."

"Voc quer mover adiante?" Roarke perguntou a ela.

"No. Ns esticar isto."

Ela bebeu caf, e pego, pelas compras incessantes para e comprando de uma rvore de mesa, os ornamentos extras. As risadinhas quando Bobby a fez revira volta e fechou seus olhos enquanto ele a comprou um par de brincos. Ento o arrulhar sobre no abrindo eles at Natal.

"Isto pode me fazer doente."

Eles discutiram o almoo. Eles deviam fazer isto, faa isto?

"Jesus, faa algo! Turistas," ela disse. "Eles me matam."

Mais risadinhas, ela pensou, mais excitao acima de cachorros de soja. Acima de um tubo de carne de fraude, Vspera pensou em desgosto, ento endireitada em sua cadeira.

"Espere, pare. Corra isto atrs. O pedao ela acabou de dizer."

"Se ns devemos, mas falando com entusiasmo sobre o menu de um carro de deslizamento  um pouco muito, at para mim."

"No escute, escute o que ela diz. Como ela diz isto."

"O que faz um cachorro de soja saboreia to boa quando  cozinhado fora de em um carro em Nova Iorque? Eu juro voc
No pode conseguir um cachorro grelhado real em qualquer lugar no planeta fora de Nova Iorque-"

"Pare registro. Como ela sabe isto?" Vspera exigida. "Ela no diz, 'eu aposto no existe nenhum lugar.' Ou, 'eu nunca saboreei um cachorro de maldio que saboreia gosta ...' qualquer. Ela faz uma declarao: 'You no pode conseguir.'" Nostlgico, sabendo. No a declarao, no o tom de uma mulher tendo seu primeiro cachorro de canto em Manhattanque  o que ela disse que era, o que decidiu eles no carro. Oh, nossa, eu nunca tive 
Um antes, seria divertido. A cadela est deitando."

"Eu no discutirei, mas ele podia facilmente ter sido um deslize da lngua."

"Podia, mas no . Retome toque."

Ela escutou, conversa de chapus, cicatrizes, de s um pouco mais longas. Tenha que cruzar a rua. Caf derramado. 
Preocupao, s uma sugesto de medo em sua voz, o alvio.

Agora grita, gritos, chifres, freios. Soluando.

Jesus, Jesus, algum chama uma ambulncia. Senhora, no mova ele, no tente o mover.

Agora Baxter mudando, movendo rpido, identificando ele mesmo, lidando com a baguna.

"Certo, o que eu quero ser apenas do dois deles. Nenhum barulhos de fundo, do tempo eles conseguem os cachorros 
At Baxter esteja na cena."

Roarke instalar isto, golpe toca.

Conversao novamente, fcil, arejada. Indulgente em sua parte, Pensamento de vspera. Ento a pequena boqueada, sua resposta imediata. Irritao em sua voz. Ento os gritos.

"Seu," Vspera ordenada, do derramamento de caf em.

Ela assistiu o estgio de leitura grfico tambmrespirando, volume, tom. "L, l, voc ouviu isto?"

"Respirao chupada em. Esperado quando ele est caindo na rua."

"Um segundo antes. Um momento. Talvez um deslize, certo, mas talvez um empurro, tambm. Agora sua. Mesma seqncia."

Ela se debruou adiante, e ela viu isto, ouviu isto. "Respirao funda em. Rpida, rpida. S um segundo antes do 
O registro mostra a seu. Ento aquela pouca vacilao antes dela gritar seu nome, comeos gritando."

A vspera  olhar era plana e dura. "Ela o ajudou na rua. Eu apostei nisto. Oportunidade. Do momento novamente. Vamos ir pelo fundo verbaliza, os barulhos, individualmenteaquela mesma seqncia. Veja se qualquer outra coisa estalar fora."

Era tedioso, mas ela escutou toda variante antes dela ser satisfeita.

"Est construindo," ela declarou coldly. "Construindo para mim. No pode a carregar. O PA me riria fora de seu escritrio, se eu conseguisse este Whitney passado. Mas eu sei o que eu sei. Agora  como fazer isto vara para ela."

"Ele a ama."

"O que?"

"Ele a ama," Roarke repetiu. "Voc pode ouvir isto em sua voz. Vai o nivelar, Vspera. Isto em cima 
De sua me. Se voc for certo, e eu tenho que acreditar em que voc ser, vai o tirar nos joelhos."

"Eu sinto muito. Mas melhor ele tomar um tiro que ser enganado todo dia por um assassino."

Ela no podiano pensar como isto o machucaria. No agora, no ainda.

"Eu no fiquei longe em minha lista de conferio, mas eu j achei uma bolsa faltando. Eu conseguirei uma descrio cheia disto, e qualquer outra coisa que no verifica, amanh. Ns vamos achar eles em possesso da Zana. Eu estou a trazendo em Entrevista. Isto  onde eu a conseguirei neste. Entrevista. Eu no tenho nenhuma prova, pilhas dispersas 
De circunstancial. Ento ele vou ser eu contra ela na caixa, e isto  onde eu girarei isto."

Ele estava estudando seu rosto  medida que ela falou. "Voc tem, em ocasio, comentado que eu posso ser assustador. Ento, Tenente, pode voc."

Ela sorriu, dura e magra. "Voc  condenar direito."


20


ELA COMEOU A MANH CUTUCAR, PICAR, bitching, e berrando no lab. Ela pensou sobre subornar, e teve courtside Knicks ingressos como auxlio. Mas medo trouxe seus resultados mais rpidos.

O minuto comeou a sinalizar, Vspera saltada em direo a seu comp. "Computador, dados de exibio entrante na tela, e produzam cpia dura."

Reconheceu. Trabalhando ...

Ela leu rapidamente, ento esmurrou um punho em sua palma. "Conseguiu voc, cadela." 

"Eu tomarei aquele como boas notcias." Roarke apoiou-se no jamb da porta entre seus escritrios. "Deixe-me dizer primeiro que o desgraado lab tech vai precisar de terapia. Possivelmente anos de terapia."

"Iluminou." Ela teve que se segurar de volta de fazer uma dana de vitria.

"Sangue no tapete do quarto, cho de banheiro, chuveiro do quarto vazio no momento em questo. 
Eles no digitaram isto ainda, mas ele vai ser do Trudy."

"Parabns."

"No ensacou ela ainda, mas eu irei. Muito melhor que o sangue, tanta melhornenhuma Zana nem Administrao interna fez o que voc podia chamar um trabalho de limpeza completa. Eu tenho uma impresso no lado de dentro peitoril. E  sua. Outra na porta que leva ao corredor."

"Pagamentos para ser completos, ou em seu caso, no paga ser."

"Sim, voc conseguiu isto. No pensou que isto muito  frente. No pensou que ns olharamos l. Por que aborrea quando ela iria 
Deixada aquela trilha de sangue bom levando fuga de emergncia abaixo?"

"E agora?"

"Agora eu evito a srie de laser de discutir com balconistas de loja o dia aps o Natal." Agora ela fez 
Uma dana rpida. "As impresses vo ser suficiente me conseguir uma procura autorizar. Suficiente para mim trazer 
Ela em Entrevista. Eu s quero verificar em um par outras coisas primeiras, concorde com minha abordagem inicial."

"Dia ocupado para voc."

"Eu estou pronto para um. Eu vou comear aqui, onde est quieto. Peabody no  esperado em por algumas horas de qualquer maneira."

"Eu deixarei voc para isto. Eu preciso ir." Mas ele cruzou para seu primeiro, em forma de xcara seu queixo para a beijar. "Era bom tendo voc para eu mesmo para uns dias."

"Bom sendo tido."

"Lembre disto, porque eu vou lisonjear voc em alguns dias longe. Domingo, areia, mar."

"Isso no soa como um sofrimento."

"Por que voc no remarcar segundo de janeiro, ento. Ns faremos isto trabalho."

"Certo."

Ele comeou, parada na porta. "Vspera? Voc perguntar a ela por que? Importe?"

"Eu perguntarei. Sempre importa."

S, ela educou os dados e imagens em todo antigo nutre. Uma vez mais, ela procurou por qualquer conexo entre eles. Uma escola, um trabalho, um trabalhador de caso, um professor. Mas existia s Trudy no caroo disto.

"Uma morta," ela suavemente disse. "Todo mundo outro vivo e respondeu por."

Ento ela trabalhou com os mortos.

Ralston, Marnie, me falecida, desconhecido de pai. Somente, ela pensou, como registros listados da Zana ela 
Me falecida, com desconhecido de pai. Era esperto para manter dados perto da verdade quando comutao IDs.

Ela ordenou arquivos do Marnie na tela.

Registro juvenil diverso, Vspera notada. Roubando em loja, roubos insignificantes, vandalismo, dano malicioso, possesso. Levantadas aquelas estacas para auto de roubo principal na idade tenra de quinze.

Psiquitrico eval reivindicou mentiroso obstinado, patolgicas com sociopathic propenses. Forte QI.

Ela leu as notas do psiquiatra.

O assunto  extremamente brilhante, inteligente. Aprecie lanar sua genialidade contra autoridade. Ela est um pensador organizado que supera em se tornar o que ela acredita  a maioria de expediente para suas metas.

"Isto  minha menina," Vspera murmurada.

Enquanto ela pode e parece cooperativa para perodos de tempo, isto provou ser um ajuste deliberado e consciente de comportamento. Entretanto ela entende direito de errado, ela escolhe qualquer curso que ela acredita que ganhar seu o mais, isto , ateno, privilgios. Ela precisa enganar  dobro: 
Um, para ganho. Dois, ilustrar sua superioridade acima daquela em autoridade, que seria arraigada em sua histria de abuso e negligenciaria.

"Sim, talvez. Ou talvez ela s gosta de deitar." As pessoas gostam de mentirem para cops, ela lembrou. Para algum, era quase puxo de joelho.

A vspera educou a histria, inclusive a mdica.

Mo quebrada, nariz quebrado, contuses, dilaceraes. Olhos pretos, choques. Todos os quais, de acordo com os reportemdico, polcia, proteo de crianaera eventualmente agarrou-se a me. A me fez tempo, criana 
Era lanado no sistema. Aterrissado em colo do Trudy.

Mas aqueles danos tinham sido sofridos antes do relatrio psiquitrico. Antes das piores das ofensas criminosos. E Marnie Ralston gastou quase um ano com Trudy da idade de doze a treze.

Foi embora, citaes iludidos por quase dois anos antes do estalar em GTA. Sim, sim, menina inteligente. Uma menina jovem teve que ser plancie esperto, diligente, e justa sortuda para durar nas ruas to longas.

E quando eles a estalaram em cima, a menina inteligenteapesar do encolher  era colocado em outro nutre para casa. Imprimiu semanas mais tarde, e ficaram subterrneo at girando dezoito.

Ficada fora de dificuldadeou fora do radar, Vspera notada. Vrios empregos a curto prazo. Desnudando-se, danando, clube trabalha, bar trabalha.

Ento, de acordo com o registros, estrondo.

"Eu s no acho."

A vspera educou a ltima conhecida ID imagem de Marnie Ralston, diviso-screened ele com da Zana. Cabelo marrom em Marnie, vestido pequeno e diretamente, ela meditou. E existia um duro contar com, uma espcie de extremidade que disse que ela tem estado l e feita isto, e no se importaria de fazer isso tudo novamente.

Ela toyed com a idia de chamar em Yancy ou outro artista de polcia, mas decidido violino por algum tempo sozinha.

"Computador, aumente olhos somente, ambas as imagens."

Quando a tarefa era completa, ela se sentou de volta, estudou. A cor de olho era quase a mesmae qualquer variante podiam ser atribudas para flutuaes no processamento de imagens, ou os encarecimentos do assunto. A forma era diferente. Downturned em Marnie, largo, da Zana mais atacada.

Ela tentou as sobrancelhasmais de um arco em da Zana. O nariz mais estreito, leve uptilt.

Estava alcanando, ela pensou, ver aquelas mudanas como improvements?  O tipo uma mulher v poderia pagar por se ela acreditasse em que eles fariam her  mais atraente? Especialmente um que poderia querer a mudar 
Aparecimento por outras razes?

Mas quando ela tentou as bocas, ela revela curved. "Oh, agora, eu acho que voc gostou de seu lips. Computador, 
Comparao de corrida de imagens atuais. Eles so uma partida?"

Trabalhando . . . imagens Atuais so uma partida.

"Mudado seu cabelo, seus olhos, seu nariz. Bochechas abaixo planejadas, mas voc deixou sua boca s. Coloque algumas libras," ela disse em voz alta como ela verificou altura e peso. "Enfraquecido voc mesmo. Mas voc no podia fazer qualquer coisa sobre sua altura."

Ela escreveu isto, exatamente como ela viu isto, listado todos sustentando evidncia. Ela estava indo pessoalmente para o 
PA, para um juiz, e urgente para as autorizaes.

Seu 'vnculo sinalizados a caminho passos abaixo. "Dallas, converse rpido."

"Eh, eu volto, eu estou aqui. Voc no . Ns tivemos"

"Contacte o escritrio do PA," ela interrompeu saudao alegre do Peabody. "Consiga Reo se voc pode. Ela  sua menina dourada agora mesmo."

"O que"

"Eu preciso de um consultar O MAIS RPIDO POSSVEL, e sua recomendao para um juiz que ser mais hbil para assinar um par de autorizaes."

"Para quem? Para que?"

"Para Zana. Procura do quarto de hotel, seus pertences. Suspeita de assassinato, suspeita de assassinato tentado. Isso comear a bola."

"Zana? Mas"

"Faa isto, Peabody." Ela agarrou seu casaco do newel posta, balanou isto em como ela caminhou por Summerset. "Eu correrei o jogo para o PA. Voc quer pegar em cima, leia os relatrios que eu enviei para sua unidade de escrivaninha. Eu tenho 
Para correr isto pelo chefe. Eu estou em minha entrada."

"Jeez, toda vez eu tomo um dia, algo acontece."

"Consiga se mova. Eu a quero em Entrevista esta manh."

Ela desconectou. Seu carro era, como seu casaco, j esperando. No momento, ela decidiu que ela era justa juiced suficiente para ser agradecida para eficincia aborrecedor do Summerset.

Seu sangue estava em cima. Talvez ele estava correndo mais quente que devia, mas ela analisaria to mais tarde. Agora mesmo 
Ela soube que ela estava em caminho. Ela teria surpresa a seu lado; Algo que ela pensou com que ela podia usar
Um oponente gosta de Zana. Como Marie, ela corrigiu. Estava na hora de comear a pensar sobre ela por aquele nome.

Ela ir fechar isto, ento estaria terminado. Algo que ela economizar e esquecer. 
Trudy Lombard e todos aqueles meses terrveis, bloqueados longe novamente onde eles pertenceram.

E quando era feito, ela pensou, como ela deslizou em trfico, certo, ela tomaria alguns dias fora com Roarke. V para sua ilha, corra ao redor desnudo como macacos, atarraxem um ao outro desmiolado na areia. Agarre algum 
Sol e rebentao e equipamento em cima para o inverno longo, frio vir.

Seu vnculo sinalizado novamente. "Dallas, o que?"

"Eh, oi! Voc teve um magolicious Natal?"

"Mavis." A vspera teve que trocar sua mente, faa um mental. "Sim, sim. Escute, eu estou encabeando trabalhar. Por que eu no fao etiqueta voc mais tarde?"

"Certo, nenhum prob. S principalmente quis estar certo voc e Roarke lembram das classes de treinamento. Surgindo em umas semanas do par."

"No, eu lembro." O horror de era cauterizado nela se importa de gosta de arte de laser em vidro.

"Leonardo e eu podemos ir com voc, se voc quiser. Tenha um pouco de jantar ou qualquer depois."

"Um. Certo. Certo. Ah, isto no est um pouco cedo para voc ser acordado?"

"Beb me consegue em cima cedo. Eu acho que  bom prtica. Olhe, olhe o que minha torta de mel me fez com sua 
Possua duas mos!"

Ela levantou um pouco de tipo de pequeno, footed coisauma espcie de miniatura skinsuit, Vspera decidida, em 
Sangrento-assassinato vermelho com muitos coraes de prata e curvas pequenas nisto.

"Sim. Uau."

"Porque o beb estar aqui antes de Dia dos namorados. Ns estamos conseguindo muito fecharmos. O que voc pensa sobre Baga?"

"Que tipo de baga?"

"No, para um nome, porque o beb ser como nossa doce pequena baga, e ele podia ir para um menino ou uma menina."

"Multa, desde que ele no se importa de ser chamado Espcie de mirtilo ou Huckleberry ou Boysenberry uma vez que bate idade da escola."

"Oh, sim. Ick. Bem, ns continuaremos pensando. Captura voc mais tarde."

Idia um pedao enorme de fruta com olhos e pernas dentro de barriga do seu amigo, Vspera estremeceu. Para 
Livre-se disto, ela contactou escritrio do Whitney.

"Chefe," ela comeou quando ela era posta, "eu tive uma fratura no homicdio de Lombard."

*  *  *

Ela comeou a estudar o elevador diretamente da garagem, empreendendo o corpo emperra por causa de velocidade. Ela quis mover agora, mova rpido. Deve ter mostrado em seu rosto, como Peabody saltou em cima de sua escrivaninha 
A Vspera minuciosa entrou na caneta de touro.

"Senhor. Reo est a caminho. Eu a atirei os dados, at atuais, ento ela teria uma sensao antes de voc falar com ela. Aw, voc est vestindo o suter que eu fiz voc."

Confundida para um momento, Vspera olhada abaixo. Ela tem sido muito distrada aquela manh para prestar ateno algo como guarda-roupa. Mas viu agora que ela estava vestindo suter do Peabody.

"Ah ...  morno, mas luz. Eu gosto disto. ... Voc fez isto?"

"Sim. Eles doisdo Roarke, tambm. E eu fiz este realmente mag jaqueta para McNab. Trabalhado nisto 
Em do Mavis, ento ele no compreenderia. Sido por algum tempo desde que eu fiz qualquer tecelagem sria."

Ela alcanou para violino com manga da Vspera. "McNab pulou para o material, e ns trabalhamos nas cores juntas. Parece bom."

Momentaneamente confundiu, Vspera olhada abaixo no suter, suave e morno e em sombras de heathery azul. " grande." Ela no pensou ningum j fez seu um suter, ou muito de qualquer outra coisa no que diz respeito a esse assunto. Leonardo no contou, ela decidiu. Era seus negcios.

" realmente grande," ela adicionou. "Obrigado."

"Ns quisemos algo sem igual, sabe? Porque voc sujeitos so. E pessoal. Ento eu estou contente 
Voc gosta disto."

"Eu fao." Ou fez agora que ela soube que era prprio trabalho do Peabody. Antes disto, acabava de ter sido um suter.

"Baxter, Trueheart. Comigo." Ela encabeou em seu escritrio. Era muito pequeno para o quatro deles, mas 
Ela no quis levar tempo registrar um quarto de conferncia.

"Eu estou trabalhando em autorizaes. Zana Lombard."

"A dona de casa do Texas?" Baxter interrompeu.

"A dona de casa do Texas, que eu acredito em que eu possa provar estava uma vez nutrido por Trudy Lombard. Que mudou sua identidade para o propsitopelo menos em partede agradvel se com o filho da vtima em ordem para 
Vingana exata na me. Eu quero que este batendo, ento quando aquelas autorizaes vierem, eu estou tendo 
O assunto escoltado aqui. Ostensivamente para examinar cuidadosamente suas declaraes, atualize ela, blah, blah. Uma vez que claro de seu quarto de hotel, eu quero voc l. Aqui  o que eu estou procurando por."

Ela tirou um disco. "Descries aqui de uma bolsa, perfume, um suter, e alguns encarecimentos comprados pela vtima. Eu penso Zana, que est em realidade uma Marnie Ralston, ajudou se a eles 
Depois que ela matou Trudy Lombard. Ache eles, e deixem-me saber quando voc fizer.

"Peabody."

"Ns estamos rolando."

"Contacte os investigadores do bombardeio de Miami. Bata Zed, fonte de 2055. Os dados est no arquivo. Eu quero saber exatamente como corpo era ID iria. Exatamente. Envie Reo por quando ela chegar aqui."

"Ela o empurrou na rua," Baxter disse. " por isso que ns no vimos qualquer um tailing eles, no fez 
Veja ningum abordagem. Ela fez isto ela mesma."

" disso que eu consigo." Ela viu, tambm, ambos os alvio e raiva lavam acima de seu rosto. "E o que aconteceu existir em mim porque eu no vi aquele passo. Ache aqueles bens, e qualquer outra coisa que a pe com Trudy a noite do assassinato."

Ela empurrou eles, feche sua porta. Sentando em sua escrivaninha, ela tomou um momento para se alisar fora, ento Zana contactada no hotel.

"Eh, desculpe. Eu despertei voc."

" certo. Eu no estou dormindo muito bem. Nossa,  depois de nove." Ela esfregou seus olhos gostarem de uma criana. "Eu penso que Bobby vai sair do hospital esta tarde. No pode ser at amanh, mas eu estou pulando por hoje. Eles vo me chamar, ento eu posso ter tudo pronto para ele."

"Isto  boas notcias."

"Os melhores. Ns tivemos um Natal realmente bom." Ela disse isto, Vspera notada, com o tom de uma valente pequena esposa, fazendo o melhor do ruim. "Eu espero que voc fez, tambm."

"Sim, realmente bom. Escute, Zana, eu odeio apagar voc, mas eu preciso examinar cuidadosamente algumas coisas com voc para relatrios. Papelada, fita de rotina vermelha que foi atravancado com os feriados. Realmente me ajudaria 
Fora se voc pudesse descer aqui. Eu sou enterrado debaixo disto. Eu posso ter voc dirigido."

"Oh . . . bem,  s aquele se Bobby me precisa .. ."

"Voc tem algum tempo antes deles o lanar, ainda que  hoje. E voc ser o centro da cidade, mais prximo ao hospital. Diga a voc o que, se existe qualquer coisa que voc precisa levantar, eu terei os uniformes tomarem voc ao redor. Ento d a voc uma mo conseguindo Bobby casa."

"Realmente? Eu podia realmente usar a ajuda."

"Eu tentarei ficar claro aqui, d a voc uma mo eu mesmo."

"Eu no sei o que eu passaria sem voc os ltimos dias." Aqueles olhos azuis grandes foram premeditavelmente midos. "Me levar um pouco enquanto ser vestido e tudo."

"Nenhuma pressa. Eu tenho coisas que eu preciso sair do modo primeiro. Eu s terei os uniformes diminurem voc quando voc estiver pronto. Como  isto?"

"Certo."

No golpe em sua porta, Vspera suspirou. "Precise ir.  louco ao redor aqui esta manh."

"Eu no posso nem imagino isto. Eu descerei assim que eu posso."

"Sim, voc ir," Vspera muttered quando ela cortar transmisso. "Entre. Reo." Ela movimentou a cabea no curvy APA loiro. "Meu Natal era grande, seu era, tambm. Blah, blah, blah, vamos descer para isto."

"Suter bom, blah, blah, blah. Tudo que voc tem ser circunstancial e especulativo. Ns no podemos carregar, muito menos processa."

"Eu conseguirei mais. Eu preciso das autorizaes primeiras."

"Eu posso disputar a procura. Os artigos que faltam de quarto da vtima, nora da impresses da vtima, tambm 
Como o sangue e as impresses no quarto da casa ao lado. Conseguindo a partida na boca  boa, dar isto 
Um empurro bom, mas est ainda naquela rea especulativo. Um par de lips no so slidos ID."

"Eu conseguirei mais," Vspera repetida. "Eu estou conseguindo mais. Consiga-me a procura e ataque apoplctico. Eu tenho ela vindo 
Em para Entrevista. Eu sei como a trabalhar."

"Voc vai precisar de uma confisso para fechar este."

A vspera sorriu. "Eu vou conseguir um."

"Soe como algo que eu quererei assistir. Eu conseguirei a procura autorizar. Traga ela."

Quando era feito, ela reuniu Baxter e Trueheart. "Ela est em sua entrada. Entre, ache-me o que eu preciso. Quando voc voltar aqui com isto, d-me um buzinar em meu Communicator. Quando eu estou pronto, eu enviarei Peabody fora para isto."

"Ela pareceu to normal," Trueheart comentou. "Bom, tambm."

"Aposta ela pensa que ela . Mas isto  para Mira," que era outra pessoa Vspera quis trazer para dentro.

Ela chamou escritrio da Mira, plowed sua passagem o admin. "Eu preciso de voc em Observao, Entrevista 
Quarto A."

"Agora?"

"Em vinte. Eu estou trazendo para dentro Zana Lombard. Eu acredito em que ela seja realmente Marnie Ralston, que assumiu uma nova identidade a fim de conseguir dentro da casa de Lombard. Eu estou mandando a voc meu relatrio agora. Eu tenho a mudana de escritrio do PA comigo. Eu preciso de voc neste."

"Eu farei o que eu posso embaralhar coisas ao redor."

Isso teria que fazer, Vspera decidida. Ela fez alguns mais contacta, ento se sentaram de volta, passada sem tocar sua mente.

"Dallas?" Peabody andou para a porta de escritrio. "Eles esto a trazendo em cima."

"Certo.  showtime."
*  *  *

Ela saiu, Zana Encontrada e suas escoltas no corredor ocupado fora de sua diviso.

Vestido para isto, Pensamento de vspera. Se ela no fossee ela estava ficando boa em eyeing guarda-roupa do touroZana estava vestindo um pescoo de tripulao de casimira azul claro, com bordado floral nos punhos de manga. 
E isso combinou a descrio de uma de compras do Trudy.

Ballsy, Vspera decidida. Satisfeito consigo mesmo.

"Eu realmente aprecio voc descendo. As coisas so wonky com os feriados."

"Atrs de tudo que voc fez para mim e Bobby,  o menos que eu posso fazer. Eu conversei com ele direito antes 
Eu parti, disse a ele que voc iria tentar ajudar-me o devolver para o hotel do hospital."

"Ns tentaremos fazer que acontecemos. Escute, eu vou usar um dos quartos para terminar este. Ser mais confortvel que meu escritrio. Voc quer algo? Caf realmente ruim, vendendo bebida?"

Zana procurou os corredores ocupados gostarem de um turista em uma feira de rua. "Oh, eu no me importaria um efervescente, qualquer sabor mas limo."

"Peabody? Voc cuidaria disto? Eu vou tomar Zana em A."

"Certo, nenhum problema."

A vspera trocou o pasta de papis de arquivo  medida que ela caminhou. "A papelada  um assassino," ela casualmente disse. "E principalmente uma dor no asno, mas ns queremos ter todo o t  cruzado neste, ento voc e Bobby podem voltar para casa."

"Ns estamos ficando ansiosos. Realmente piled do trabalho em cima, e Bobby quer voltar para isto. Mais, eu acho que ns s no somos grandes-tipos da cidade."

Ela caminhou no quarto depois que Vspera abriu a porta, ento hesitou. "Oh,  este um quarto de entrevista, 
Como voc v no policial mostra a onscreen ? "

"Sim. A maioria de caminho de eficiente para ir pelas declaraes. Voc certo com isto?"

"Oh, eu acho. Realmente,  um tanto quanto excitante. Eu nunca tenho estado em uma delegacia de polcia antes."

"Ns terminar em declaraes do Bobby no hotel, vendo como ele  ferido. Mas ns podemos conseguir seu fora de
O modo, comeo recuar voc em direo ao Texas. Sente-se."

"Voc trouxe para dentro muitos criminals aqui?"

"Minha parte."

"Eu no sei como voc faz isto. Voc sempre quis ?"

"Desde que eu posso lembrar." Vspera sentada atravs da mesa dela, se acorcundou de volta. "Eu acho parte do Trudy 
Disto."

"Eu no entendo."

"Aquela falta de controle eu senti quando eu era com ela. Sendo indefeso. Era um tempo spero bonito para mim."

Zana abaixou seus olhos. "Bobby disse a mim que ela no era muito boa para voc. E agora, aqui voc , trabalhando
To duro de descobrir que a matou.  ..."

"Irnico? Isto  cruzada minha mente." Ela glanced acima de como Peabody entrou.

"Conseguiu voc uma cereja," ela disse a Zana. "Tubo de Pepsi para voc, Dallas."

"Eu amo cereja, obrigado." Zana aceitou o tubo, e uma palha. "O que ns fazemos agora?"

"Manter tudo oficiale parte da formalidade, Zana,  minha antiga relao com Trudy
Eu vou ler em voz alta o Miranda Revisado."

"Oh. Oh, bem, nossa."

" para sua proteo, e meu," Vspera explicada. "Se este caso acabar no arquivo frio"

"Arquivo frio?"

"No solucionada." A vspera agitou sua cabea. " duro para perceber que pode ser o que acontece. Mas se fizer,  
Melhores ao redor de se ns tivermos tudo muito oficial."

"Bem, certo."

"Eu vou fixar o registro." A vspera l o tempo, a data, os nomes daqueles no quarto, o arquivo de caso, ento recitou o Miranda Revisado. "Voc entende seu direitos e obrigaes neste assunto?"

"Sim. Menino, eu estou um pouco nervoso."

"Relaxe, no levar muito tempo. Voc  casado com Bobby Lombard, o filho da vtima, Trudy Lombard. Correto?"

"Sim. Ns fomos casados quase sete meses."

"Voc estava bem familiarizado com a vtima."

"Oh, sim. Eu trabalhei para Bobby e seu companheiro na frente de Bobby e eu me casei. Eu preciso conhecer Mame 
Tru.  disso que eu a chamei. Um, bem, depois de Bobby e eu me casamos,  disso que eu a chamei."

"E sua relao com ela era amigvel."

"Sim, era. Eu estou fazendo este direito?" Ela adicionou em um sussurro.

"Voc est fazendo multa. A vtima era, de acordo com suas declaraes e declaraes prvias em registro 
De outros, uma mulher difcil."

"Bem... Ela podia ser, eu acho que voc podia chamar exigindo, mas eu no me importei tanto. Eu perdi minha prpria me, ento Mame Tru e Bobby so minha s famlia." Ela olhou fixamente para a parede, piscados seus olhos. " 
S mim e Bobby agora."

"Voc declarou que voc moveu para Angra de Cobre, Texas, procurando por emprego, algum dia depois da morte 
De sua me."

"E depois que eu terminei a escola de negcios. Eu quis um comeo fresco." Seu lips curved. "E eu achei meu Bobby."

"Voc nunca encontrou a vtima ou seu filho antes daquele tempo."

"No. Eu acho que era destino. Voc conhece como voc v algum, e voc s conhece?"

Pensamento de vspera de Roarke, do modo seus olhos encontrou em um enterro. "Sim, eu fao."

"Era assim para mim e Bobby. D.K., Um, Densil K. Easton, Companheiro do Bobby, costumava dizer todo 
Tempo ns conversamos um com o outro, pequenos coraes voaram fora de nossas bocas."

"Doce. Cuja idia ele para vir para ser Nova Iorque neste momento?"

"Um, bem, do Mame Tru. Ela quis conversar com voc. Ela viu voc em relatrios de mdia, sobre que clonando negcios, e reconheceram voc."

"Quem selecionou o hotel onde voc estava ficando na hora de sua morte?"

"Ela fez. Eu acho isto  s terrvel quando voc pensar sobre isto. Ela escolheu o lugar onde ela morreu."

"Ns podamos chamar to irnico, tambm. Na hora do assassinato, voc e Bobby estavam no quarto atravs do corredor e trs portas abaixo da da vtima."

"Um, nossa. Eu sei que ns ramos atravs do corredor. Eu no lembro de quantas portas, mas aquele direito de sons."

"E na hora do assassinato, voc e Bobby estavam em seu quarto."

"Sim. Ns samos para jantar, Mame Tru disse que ela no estava em cima para isto. E ns conseguimos uma garrafa de vinho. Depois que ns voltamos, ns ..." Ela blushed lindamente. "Bem, ns ficamos no quarto na noite toda. Eu afundei de manh, para seu quarto, porque ela no estava respondendo o 'vnculo. Eu pensei talvez que ela estava doente, ou um pouco irritados conosco para sair na cidade. Ento voc veio, ee voc a achou."

Ela abaixou seus olhos novamente, trabalhadas algumas lgrimas, Vspera notada. "Era terrvel, s to terrvel. Ela estava deitando l, e o sangue ... Voc entrou. Eu no sei como voc pode fazer isto. Deve ser to duro, sendo 
Um policewoman."

"Tem seus momentos." A vspera abriu seu arquivo, foradas algumas cpias duras como se verificando fatos. "Eu tenho meu tempo enfileirar aqui. Eu s vou ler por isto, em registro, e veja se voc concordar."

Enquanto ela fez, Zana ficou ocupado seu lbio. "Aquele direito de sons."

"Bom, bom, agora vamos ver o que mais ns precisamos examinar cuidadosamente. Suter bom, a propsito."

Zana se enfeitou, olhado abaixo. "Obrigado. Eu acabei de gostar da cor tanta."

"V com seus olhos, no faa isto? Trudy  era verde. No teria olhado quase como boa nela."

Zana piscou. "Eu no acho."

Existia um golpe na porta. Feeney entrou. Direito em horrio, Pensamento de vspera. Ele segurou um vnculo de bolso, ensacada para evidncia, mantendo seu dar isto de forma que no podia ser claramente vista. "Dallas? Precise de um minuto."

"Certo. Peabody, v em frente e examine cuidadosamente os eventos e linha de tempo da segunda-feira depois do assassinato." Rosa de vspera, subjugado para Feeney enquanto Peabody tomou a bola.

"Quanto tempo voc quer que eu esteja aqui jawing?" Ele disse debaixo de sua respirao.

"Olhar justo acima de no suspeito." A vspera fez o mesmo, acima de seu ombro. Ento, tomando brao do Feeney, 
Tirou ele do quarto. "Vamos dar seu um minuto para pensar sobre isto. Voc est certo isto  o mesmo 
Indicador de tipo para a vtima."

"Yep, faa, modelo, cor."

"Boa. Ela teria conseguido s suficiente de um procurar por que registrar. Aprecie isto."

"Podia ter enviado um de meus meninos abaixo com isto, sabe."

"Voc parece mais oficial e assustador." Desde que ela quis que Zana suasse outro minuto, Vspera imergiu ela entrega seus bolsos. "Ento como iria ontem? Imagine jantar de vestido."

"Tido uma de meu grandsons ponta o gravy barco. Ele  uma boa criana, e ns conseguimos um lao bom." Ele sorriu 
Largo. "Mais eu paguei a ele vinte. No valor disto. Veja, a esposa no pode conseguir muito urinada na criana, e eu preciso perder 
O terno. Isso era um vencedor, Dallas. Aprecie isto."

"Feliz para ajudar." Seu Communicator buzinou. "Dallas."

"Baxter. No podia achar o suter, mas"

"Ela est vestindo isto."

"No cague? Convencida pequena cadela. Mas ns temos a bolsa, o perfume, e os encarecimentos. Tambm
E voc vai amar esta desde a autorizao incluiu comunicaes e eletrnica, eu tive Trueheart tomar um olhar para seu 'tronco de vnculo. Ns temos ela esquadrinhando sobre vos para Bali. Ela pegou uma ala 
Em uma reserva em uma, debaixo do nome Marnie Zane, no prximo ms. nico. Mo nica. Fora de Novo 
York, no Texas."

"Isto no est interessando? Eu estou enviando Peabody fora para a bolsa, e outros artigos. Trabalho bom, Baxter."

"Mim e a criana teve que compor para arruinar o rabo."

"Conseguida ela em um canto, Dallas," Feeney comentou quando ela clicou fora de.

"Sim, mas eu a quero em uma gaiola."

Ela andou de volta no quarto, sua expresso sbria. "Detetive Peabody, eu preciso de voc para recuperar 
Alguns artigos de Detetive Baxter."

"Sim, senhor. Ns completamos a linha de tempo da segunda-feira."

"Certa." A vspera se sentou como Peabody saiu. "Zana, fez voc comunicar, por 'vnculo, com a vtima em algum 
Tempo no dia de sua morte?"

"Com Mame Tru? Naquele sbado? Ela chamou nosso quarto, disse a ns que ela quis ficar em casa."

A vspera deitou o 'vnculo na mesa brevemente, ponha o arquivo acima disto. "Fez voc ter comunicao de vnculo adicional 
Com ela, mais tarde aquela noite?"

"Ah, eu no posso realmente lembrar." Ela mordiscou em seu unha do polegar. " todo tipo de confuso."

"Eu posso refrescar voc nisto. Existiam mais comunicaes de seu 'vnculo at seu. Voc teve uma conversao com ela, Zana. Um voc no disse a mim sobre durante suas declaraes prvias."

"Eu acho talvez que eu fiz." Ela olhou cautelosamente no pasta de papis. " duro de lembrar de todos os tempos que ns conversamos, especialmente atrs de tudo que foi em." Ela ofereceu Vspera um sorriso sincero. " importante?"

"Sim, um pouco importante."

"Nossa, eu sinto muito. Eu estava to chateado, e  duro de lembrar de tudo."

"No parece como devia ser to duro de lembrar de ir para seu quarto que noite, a noite de seu assassinato. Ela deve ter parecido bonito memorvel com seu rosto todo busted em cima."

"Eu no a vi. Eu"

"Sim, voc fez." A vspera cutucou o pasta de papis de lado muito no existia nada entre eles. "Voc afundou 
Seu quarto que noite enquanto Bobby estava adormecido. Isto  como voc conseguiu aquele suter que voc est vestindo, uma ela comprou na quinta-feira antes de sua morte."

"Ela deu a mim o suter." Lgrimas nadadas, mas Vspera jurou que ela viu uma luz de diverso atrs deles. 
"Ela comprou isto para mim, um incio do Natal apresenta."

"Isto  uma pilha de bullshit, e ns dois sabem isto. Ela no deu a voc qualquer coisa. No o suter..." Ela examinou em Peabody que trouxe para dentro outra bolsa de evidncia. "No aquela bolsa, o perfume, o lbio 
Tintura, e olho gunk. Mas voc teve que figurar eles no fariam seu qualquer bom, vendo como ela estava morta. Por que voc no devia apreciar eles? Por que voc no devia ter isso tudo?"

Vspera debruada adiante. "Ela era uma cadela de pedra, voc e eu ambas sabia isto. Voc acabou de ocupar uma oportunidade. Isto  algo que voc  bom em. Sempre  bom em, no ? Marnie."



21



ESTAVA EM SEUS OLHOS, S PARA UM MOMENTO.

Choque no justo, Pensamento de vspera, mas excitao. Ento eles arredondaram novamente, inocentes e saudveis como do beb.

"Eu no entendo o que voc est dizendo. Eu no quero estar aqui mais." O lips ela gostou de demais para mudar tremido. "Eu quero Bobby."

"Voc fez sempre?" A vspera perguntou-se. "Ou ele era s  mo? Mas ns chegaremos a isto. Voc vai querer soltar o ato agora, Marnie. Ns dois seremos mais felizes, como eu no posso imaginar voc achou algum to chato quanto 
Diverso de Zana para carro ao redor."

Marnie cheirou lamentosamente. "Voc est sendo muito querer dizer."

"Sim, eu consigo aquele modo quando algum mentir para mim. Voc tem tido alguma diverso com isto. Mas voc tambm conseguiu um pouco malfeito no do quarto prximo a Trudy, onde voc limpou. Deixado algum sangue. Melhor, deixadas suas impresses."

Rosa de vspera, caminhada em torno da mesa para se debruar acima de ombro do Marnie. Ela pegou o odor floral sutil e perguntou-se se Marnie tocou de leve em novo perfume do Trudy que manh. Como ela sentiu spritzing em escolha da mulher morta.

Multa provavelmente justa, Vspera decidida. Provavelmente dada uma risadinha enquanto ela pulverizou.

"Voc fez um bom trabalho no interruptor de identidade," ela quietamente disse. "Mas nunca  perfeito. Ento existe 
Vnculo do Trudy. Pequenas coisas, Marnie,  sempre as pequenas coisas que apanhar voc. Voc no acabava de no poder resistir levantamento algumas coisas dela. Voc tem dedos pegajosos, sempre fez."

Ela alcanou acima de, sacudido abre o arquivo na mesa, exps as fotografias de tela de diviso que ela gerou, junto com dados e antecedente penal do Marnie Ralston.

"Menina ocupada, ocupada.  disso que eu vi em voc, eu penso, o primeiro minuto, fora de quarto do Trudy. A menina ocupada, ocupada dentro da dona de casa."

"Voc no viu nada," Marnie disse debaixo de sua respirao.

"No ? Bem, em todo caso, voc no devia ter mantido o perfume, Marnie, no devia ter tomado aquele bonito suter, ou que bolsa realmente boa."

"Ela deu a mim aqueles. Mame Tru"

"Isto  defecar, e veja agora que voc est deitando estpido. Mais esperto, mais esperto se voc trabalhasse aquelas lgrimas novamente e disseram a mim que voc levou eles, no acabava de no poder ajudar voc mesmo. Voc est to envergonhado. Voc e eu ambos sabem que Trudy nunca deu a qualquer um uma coisa de maldio."

"Ela me amou." Marnie coberto seu rosto com suas mos e lamentou. "Ela me amou."

"Mais defeque," Vspera disse facilmente. "Mais deitando estpido. O problema  que voc chocou-se com um policial quem a conheceu, que a lembra. Voc no contou com que eu aparecesse aquela manh antes de voc terminar de instalar coisas, limpando coisas. Voc no contou comigo encabeando a investigao."

Ela deu um bater levemente de Marnie no ombro, ento aliviou um quadril na mesa. "O que eram as chances disto?" 
Vspera glanced acima de em Peabody. "Eu quero dizer, realmente."

"Ningum podia ter figurado aquele," Peabody concordou. "E ele  uma realmente grande bolsa. A vergonha deixar perder-se. Voc sabe o que eu penso, Tenente? Eu penso que ela sobrepujou isto com que falsificou rapto. Ela teria
Sido mais esperto para ficar no fundo. Mas ela no acabava de no poder resistir agarrando um pouco refletor."

"Eu penso que voc  certo. Voc gosta de estar no brilho, no , Marnie? Todos aqueles anos voc teve que tocar o jogo. Cops, Proteo de Criana, Trudy. Busted fora por algum tempo, conseguido seu tira a desforra. Nunca suficiente. Mas voc  esperto. A oportunidade planta uma bota em seu asno, voc sabe como revira volta e agarrar isto."

"Voc est s compondo coisas porque voc no sabe o que aconteceu."

"Mas eu sei. Eu admiro voc, Marnie, eu tenho que dizer. Todo o planejamento, todo o playacting. Voc realmente 
Saiba como tirar isto. Claro, ela caminhou para direito nisto. Vindo aqui, seguindo-me. Ento seguinte seu padro velho de messing se em cima assim ela podia culpar outra pessoa. Poderia ter tomado voc meses mais de ser a boa pequena esposa, a doce pequena nora, antes de voc poder embrulhar isto. Venha 
Em, Marnie." Ela se debruou adiante. "Voc sabe que voc queira dizer a mim. Quem entenderia melhor que algum que tem sido por isto? Ela faz que voc toma aqueles banhos frios toda noite? Esfregue em cima depois dela? Quantas vezes ela fechou voc na escurido, diz a voc que voc no era nada?"

"O que voc se importa o que aconteceu para ela?" Marnie suavemente disse.

"Quem digo eu "She never loved a soul on or off planet but herself. But maybe you can swing that with a jury. You think, Peabody?"

"Eu no penso que voc tem qualquer coisa. Aquelas coisas?" Ela gesticulou para a bolsa de evidncia. "A mame Tru deu 
Eles para mim. Ela me amou."

"Ela nunca amou uma alma em ou fora de planeta mas se. Mas talvez voc pode balanar que com um jri. Voc pensa, Peabody?"

Peabody pursed seu lips como se considerando. "Ela pegou um tiro, especialmente se ela ligar o sistema hidrulico. 
Mas quando voc puser eles com o resto, chances nitidamente soltam. Sabe, Tenente, existe o caso para prover esperao grande retrato. Assumindo uma identidade falsanem um grande golpe, mas adicionado em cima." Peabody ergueu um ombro. "Assumindo  para os propsitos de assassinato. Homem, voc d o jri isto, o fato que ela 
Casou-se com o filho da vtima s para entrar posio para matar seu antigo nutrir me. 'Porque isto  fricking 
Frio. Ento fator no dinheiro, assassine para ganho. Ela est olhando para vida, fora de-instalao de planeta. Tempo duro."

Peabody olhou para Marnie. "Talvez voc pode nos convencer que o assassinato real eram impremeditados. Talvez voc podia fazer um caso de autodefesa por voc mesmo. Enquanto voc tem nossa condolncia."

"Talvez eu devia chamar um advogado."

"Multa." A vspera partiu a mesa. "Nenhuma pele fora de minha, 'porque eu tenho voc. Voc pula o advogado, Marnie, isto  seu direito. Uma vez que voc faz, corta no fundo de minha condolncia e admirao. Voc conseguiu um nome?" Vspera perguntada facilmente. "Ou voc quer tribunal-designado?"

"Espere. S espere." Marnie levantou seu efervescente, sipped. Quando ela se sentou isto abaixo novamente, o guilelessness era substitudo por clculo. "E se eu digo a voc que ela iria ajuntar voc para o osso, voc e seu homem? 
Eu a parei. Isto  precisa valer a pena algo."

"Certo . Ns conversaremos sobre isto." Vspera sentada atrs abaixo. "Mas voc vai querer atingir isto para mim. 
Por que ns no comeamos no princpio?"

"Por que no? Deus sabe que eu esteja doente para a morte de Zana, voc bate naquele. Voc conseguiu minha folha, l. Juvie,
Os trabalhos?"

"Sim."

"No diz a histria inteira. Voc sabe como isso vai. Eu fui chutado ao redor, desde que eu era uma criana."

"Eu vi seu medicals. Voc teve isto spero."

"Eu aprendi a dar. Eu cuidei de eu mesmo, porque nenhum outro estava indo." Em desgosto, ela empurrou o remanescente do efervescente de lado. "Eu posso ter algum caf? Preto."

"Certo, eu cuidarei disto." Peabody caminhou para a porta, escapou.

"Os sopros de sistema," Marnie continuou. "As batidas mim para inferno e atrs como voc pode trabalhar para isto, depois de que 
fez para voc."

A vspera manteve ela olhar nvel. "Eu gosto de estar em carga."

"Sim, sim, eu consigo isto. Conseguido voc mesmo um distintivo, aquela arma gelada. Chute um pouco de asno regular. Eu posso ver como isso podia trabalhar para voc, como voc tem um pouco de seu tira a desforra."

"Deixe seja conversa sobre voc."

"Meu assunto favorito. Ento, eles finalmente me conseguem claros de minha cadela de uma me, e o que eles fazem? Esvazie-me com Trudy. Primeiro, eu figuro, Eh, eu posso trabalhar isto. Casa boa, coisas boas, faa-melhor e seu menino. Mas ela  pior que minha me. Sabe."

"Eu sei."

"Ela era forte. Eu era fraco ento, e ela era forte. Os banhos frios toda noitetoda fucking noitecomo era sua religio. Bloqueada em cima em meu quarto toda noite posteriormente. Eu no me importei com aquilo, estava quieto. Bastante tempo para pensar." 

Peabody entrou com o caf, deixa isto na mesa.

"Sabe, ela pe algo em minha comida uma vez para me fazer doente depois que eu tomei um par de seus brincos?" Marnie sipped o caf, fez um rosto. "Sido por algum tempo desde que eu tenho estado em uma loja de policial. Voc sujeitos ainda no podem apresentar caf decente."

"Ns sofremos em nossa briga contra crime," Peabody secamente disse, e fez Marnie rir.

"Bom. Atrs para mim. Ento, a segunda vez a cadela me pegou, ela corta meu cabelo. Eu tive cabelo bom. Vestiu isto menor ento, mas era bom."

Ela ergueu uma mo para isto, agitou isto atrs. "Ela corta isto fora para o escalpo gosta, eu no sei, eu era algum tipo 
De guerra criminoso ou algo. Ento ela disse o assistente social que eu fiz isto para eu mesmo. Ningum fez uma coisa de maldio sobre isto. Isto  quando eu soube que existiria retorno. Um dia, de alguma maneira. Ela corta meu cabelo de maldio fora de."

A vspera se permitiu uma gota de condolncia. "Voc foi embora."

"Sim. Pensou sobre fixar a casa queimando, com ela do lado de dentro, mas isso no teria sido esperto. Eles vieram depois de mim mais duro se eu fizesse isto."

E a gota foi seca. "Incndio premeditado, assassinato, sim, eles teriam vindo depois de seu duro."

"De qualquer maneira, eu era jovem. Bastante tempo para retorno. Mas eles vieram depois de mim de qualquer maneira. Voc cops j pensa sobre s deixando algum ser 

Ela agitou sua cabea, tomou outro gole de caf.

"Voc caiu fora dela quando voc tinha treze anos. Isto  metade toda vida atrs para voc, Marnie. Tempo longo 
Para segurar um rancor."

A voz do Mamie era to amargo quanto o caf. "Que bom do rancor se voc no segurar isto? Ela disse a mim que eu era 
Uma prostituta. Nascida uma prostituta, morra uma prostituta. Que eu era feio, intil. Que eu no era nada. Todo dia eu era com ela, ela disse a mim. Ela quis nova moblia de sala de estar, ento ela busted ele em cima, disse que eu fiz isto. O estado escreveu para ela um cheque e me ps em restrio. Ela fez meu inferno vitalcio para condenou prximo a um ano."

"Voc esperou muito tempo para pagar a suas costas para isto."

"Eu tive outras coisas para fazer. Mantido meu olho nela, entretanto, por via das dvidas oportunidade batida. Ento ele fez."

"A noite do bombardeio em Miami."

"s vezes destino justo o solta em seu colo, o que eu posso dizer? Eu estava doente aquela noite, conseguida algum para cobrir 
Para mim. Ningum deu um cagar, articulao assim. Tido que dar seu meu ID e passa por cdigo assim ela podia entrar o de volta, em meu locker para fantasias. Ento eu ouo sobre isto na tela. O lugar  explodir, quase morto de todo mundo, e em pedaos. Bem, Jesus, fratura sortuda para mim, no era? Eu entrei, eu estaria em pedaos. Agitou-me 
Em cima, deixe-me dizer a voc. Realmente fez-me pensar."

"E voc pensou, 'Por que no algum ser outro?'"

"Bem, aqui seja a coisa. Eu devia um pouco dinheiro aqui e l. No pode pagar se eu estiver morto. Eu tomei o amigo morto  ID, que dinheiro ns tivemos entre ns, e iluminados fora. Ela teve um bom esconder."

"Voc conseguiu um nome nela?"

"Quem? Oh, cague, qual era seu nome? Rosie, sim. Rosie O 'Hara. Por que?"

"Ela poderia ter prximo de famlia procurando a por."

"Duvide isto. Ela era uma rua LC com um hbito de medo." Ela despediu a mulher que morreu em seu lugar to insensivelmente quanto ela despediu o caf. "Ela ID no me iria segurar longo, ento eu soube que eu precisei para 
Fosso isto, fique fresco. Isto  quando eu apresentei a idia para Zana. No  to duro de ficar fresco ID e 
Os dados se voc souber onde ir, cuja palma para engraxar. Tido algum trabalho feito, rosto trabalha. Fora dos livros. Bom investimento, o modo que eu olhei para isto. Especialmente quando eu verifiquei Bobby."

"Agradvel-olhando sujeito, nico, ambicioso."

"Tudo aquilo, e ainda apertada com Mame. Eu no estava esperando matana ela, vamos conseguir isto diretamente." Ela ergueu ambas as mos, apontou os dedos de ndice atravs de em Vspera. "Vamos conseguir aquele real claro. Nenhum deste 'provendo espera ' defecar. 
Eu acabei de esperar roubar seu menino, ento fazendo sua vida uma misria, como ela fez para mim. Talvez conseguindo um ovo de ninho bom fora disto."

"S um trapaceiro longa," Vspera fornecida.

"Est certo. Bobby era fcil. Ele no  um sujeito ruim ao todo. Chato, mas ele  certo. Mais ele pegou alguns movimentos nas folhas. E Trudy?"

Marnie se sentou de volta, grinning orelha-para-orelha. "Ela era um prazer. Figurou que ela teve um novo escravo, submissa pequena Zana. Oh, Mame Tru, eu teria muito prazer em fazer aquele para voc. Voc ficou trabalho sujo precisa ser feito, eu sou sua menina. Ento eu 
Consiga a grande surpresa. Ela pegou dinheiro guardado. Bonito grande dinheiro, tambm, ento por que no devia eu ter algum 
Disto? Eu tenho a corrida de sua casa, vendo como eu sou seu pequeno ajudante. Ela pegou bom material l, material que custa. De agora onde isto est vindo? S toma um pouco pesquisa, um pouco detector. Chantagem. Eu posso girar as mesas nela com esta. Necessidade justa um pouco de tempo, precise figurar isso tudo."

Escorando um cotovelo na mesa, Marnie deixa seu queixo em seu punho. "Eu estava procurando pelo melhor caminho para sifo fora de algum do dinheiro, ento a expor. Eles a fechariam em cima, como ela tem bloqueado mim."

Apreciando isto, Pensamento de vspera, apreciando todo minuto deste.

"Ento ela v voc naquele relatrio de mdia, e consegue todo trabalhada sobre ir para Nova Iorque. Eu estava indo 
Para embrulhar este em jornal brilhante, solta ele direito em seu colo. Ento eu estaria olhos de volta, grandes largos, horrorizados que me girada do meu marido fora para estar um chantagista. Eu estaria rindo meu asno."

"Um plano de bem," Vspera reconhecida, "mas oportunidade saltada fora em voc novamente."

"Se voc casse em, teria girado fora diferentemente. Voc quer pensar sobre isto," Marnie disse, e gesticulado com seu bebida. "Eu figurei que voc pagaria a ela, ou pelo menos tome uns dias do par para considerar cuidadosamente isto. Ento eu vim para voc, todo orvalhoso-de olhos e chateado, diz a voc o que eu descobri sobre mame do meu bem marido."

Marnie cutucou o caf de lado. "Voc e eu, ns dois teramos conseguido algo fora disto. Toda criana sobre a qual ela j atarraxou com teria conseguido algo fora disto. Mas voc a urinou fora de bom. Roarke? Ele a atirou no oznio. Ela iria fazer que voc paga, e pague grande. Isto  tudo que ela podia pensar. Algum atarraxada com ela, ela faria qualquer coisa para atarraxar eles de volta, e grandes. Voc viu o que 
Ela fez para ela mesma."

"Sim. Sim, eu fiz."

"No a primeira vez, como voc disse. Voc pergunta a mim, aquela mulher teve alguns assuntos srios. Ela iria j 
Bunged se em cima bom quando ela me chamou. No Bobbyele no toleraria o que ela quis fazer. Ele teria a parado, ou tentou. Mas me? Sua nora doce, obediente? Ela soube que ela podia contar com me com, ela soube que ela podia me tiranizar. No era muita de uma extenso para agir atordoado quando eu entrei em seu quarto. Seu rosto era um freaking baguna. Voc sabe o que ela disse a mim? Voc quer conhecer?"

"Eu sou rebitado," Vspera respondida.

"Ela disse que voc fez isto."

A vspera se sentou de volta, como se atordoado. "Realmente?"

"Oh, sim, ela pe isto em espessa. Olhe o que ela fez para mim. Depois que eu a levei em, deu sua uma casa. E ela  um policewoman! Ento eu toquei o direito de parte de volta. Oh, meu, oh, nossa. Ns temos que conseguir voc para o hospital, 
Diga a Bobby, chame a polcia! Mas ela atinge isto. No, no, no. Um policial fez isto, e ela  casada com um homem poderoso. Ela tem medo para sua vida, veja? Ento ela consegue que eu faa a gravao. Para proteo, ela diz, e eu vejo s como ela  wheeling isto. Est todos l, como sutil. Se voc no fizer a coisa certa, ela enviar uma cpia da gravao para a mdia, para o prefeito, o chefe de polcia. Eles sabero tudo. Eu sou suposto 
Para fazer uma cpiaassim ela mantm o originale mo-levarem isto para voc em Policial Central. No dizendo Bobby. Ela faz-me jurar."

Rindo, Marnie bateu um dedo acima de seu corao. "Ento eu fao sua alguma sopa, e eu ponho um bom tranq nisto, adicione algum vinho. E ela est fora. Podia ter a morto ento, sabe. Voc quer pensar sobre isto, tambm."

"Eu estou pensando sobre isto."

"Eu procurei o quarto, achou a seiva que ela fez. Achou uma cpia do arquivo que ela esteve usando voc, tambm. Material interessante. Eu tomei todo. Ela me chamou mais tarde, mas eu disse que eu no podia conversar. Bobby estava a mesmo. Eu a chamaria quando ns conseguimos de volta de jantar, depois que ele estava adormecido. Ela no se importou muito isto, deixe-me dizer a voc. Bem, voc levou o 'vnculo a mesmo, ento voc ouviu."

"Ela empurrou voc," Vspera iniciada. "Trudy no gostou de ser informado para esperar."

"Nope. Mas eu sou, Oh, deixe-me dizer a Bobby. Ns no sairemos, ns desceremos e cuidaremos de voc. Eu sei que ela no ir isto, ento ela toma outra plula, e eu saio na cidade. Noite longa para mim, mas Deus! Era divertido. Morcego justo meus olhos, peam a Bobby se ns podemos ter champanha, e ele retira-se todas as paradas 
Em seu modo de classe-mdia. Eu sou to juiced, sabe?"

Ela desenhou respirao em seu nariz, deixando sua cabea retira-se, fechando seus olhos como ela reviveu isto. "A cano ele direito justo quando ns voltarmos, d a ele um pouco algo extra para fazer ele dormir. Ento eu continuo corredor abaixo para ter minha conversa com Trudy."

"Voc tomou a arma com voc?"

"Certo. No usar isto," ela adicionou depressa. "Consiga isto diretamente. Eu estou pondo aquele em registro. O que eu figurei 
Era que eu mostraria a isto para ela, fique em carter pelo menos por algum tempo. O que voc fez? Voc mentiu para mim! Eu vou dizer a Bobby. Eu estou indo para a polcia!"

Marnie deitou suas mos em sua barriga e riu. "Deus! Voc devia ter visto seu rosto. Ela nunca esperou isto. Ento, ela slapped me. Disse a mim que eu era histrico, e slapped me. Disse que eu iria fazer s o que ela disse a mim, e no atrs conversa. Se eu quisesse manter meu ninho confortvel, eu fechei minha boca e fiz o que ela disse. Caso contrrio eu estaria fora em meu asno, ela veria para isto."

Seu rosto era horrendo agora, e cheio de dio. "Ela disse que eu no era nada, s como ela fez quando eu era uma criana. 'You no so nada,' ela disse, 'e seria melhor voc lembrar de que est em carga.' Ento ela girou suas costas para mim. Eu ainda tive a seiva em minha mo. Eu no pensei sobre isto, at no pensou. Acabou de acontecer. Eu deixo ela ter isto bom. E ela afundou, completamente para seus joelhos, e eu deixo ela ter isto novamente. Nada em minha vida j sentiu melhor. Quem nada era agora?"

Ela levantou seu caf. "Eh, eu posso conseguir outro?  defecar, mas ele d a voc um zumbido."

"Certo." Vspera sinalizada para Peabody, ento rosa se para conseguir gua do jarro mantido no quarto.

"Eu no planejei isto," Marnie continuou. "Mas s vezes voc no pode pegar para o plano. Voc conseguiu qualquer um atrs do espelho?"

A vspera estudou sua prpria reflexo. "Importa?"

"S goste de saber se eu tiver um pblico. Eu no a assassinei. Eu acabei de perder meu dirigir-me a um minuto. Ela slapped me, direito atravs do rosto."

"Palma aberta," Vspera murmurada, lembrando. "Picadura rpida, no dura suficiente para deixar uma marca. Ela era bom nisto."

"Ela gostou de dor. Gostada de dar isto, gostado de pegar isto." Marnie fugiu ao redor na cadeira, enfrentando Vspera muito seus olhos encontrados no espelho em um gesto de intimidade.

Dentro de Vspera, algo tranado. Ela entendeu o que era para achar uma arma em sua mo, e usar isto. Cegamente, ferozmente.

"Ela era um daqueles S e M tipos, sem o pontap de sexo," Marnie continuou. " disso que eu penso. Ela estava uma cadela doente. Mas eu no partir a matar. Eu at no consegui uma chance de dizer a ela quem eu era. Assista seu rosto quando eu fiz. Muito condene ruim. Eu costumava sonhar com fazer isto."

"Isso deve ter sido uma decepo." A vspera voltou como Peabody entrou com caf fresco, mantido seu rosto neutro. "Voc teve que pensar rpido depois que era feito."

"Pensou sobre s correndo. Mas eu mantive minha cabea. Provavelmente no devia ter tomado o suter e material." Marnie glanced abaixo no suter, sorriu. "Mas eu no podia resistir. Devia ter esperado, conseguidos eles mais tarde. Mas ele era espora do momento."

"Voc soube que o quarto da casa ao lado estava vazio."

"Sim. A empregada mencionou isto. Pensou que ns poderamos querer tomar aquele quarto assim ns podamos ser ao lado para um ao outro. No, obrigado. A janela no era bloqueada nisto, caso contrrio eu teria tido que limpar na plataforma de fuga, mudana, e caminhe ao redor, entre a frente. Hotel de Crappy, crappy segurana. No figurou ningum pareceria ao lado. Eu deixei uma trilha levando fuga abaixo. Janela aberta, mulher morta, trilha de sangue. Eu fui cuidadoso."

"No metade ruim," Vspera concordou. "Voc no devia ter empurrado isto. Voc devia ter Bobby deixado a acha."

"Era mais diverso o modo que eu fiz isto. Voc precisa entrar alguns pontaps. Voc podia ter batido mim acima de com 
Uma pena quando voc e Roarke mostraram, entretanto. ltimas pessoas eu esperei ver venho para batendo no 
Porta da cadela velha. Tido que improvisar."

"Voc deve ter suado algum, tendo que deixar o 'vnculo, a arma, as toalhas sangrentas da casa ao lado enquanto 
Ns examinamos cuidadosamente a cena."

"Algum, sim. Mas eu figurei se voc achasse eles, voc ainda no teve razo para olhar para mim. Os negcios
O no dia seguinte estava um pouco seguro. Eu consigo o material, encabece fora, esvazie tudo no diferente recyclers enquanto 
Eu caminho ao redor, ache o direito localizar. Eu costumava viver em Nova Iorque. Eu soube aquele bar."

"Eu soube isto."

Marnie bufou. "Vamos."

"Voc cometeu um deslize com os cachorros, fez o comentrio errado. Eu tive um de mais casa em voc dois aquele dia. Um 
Pouco seguro para mim."

O rosto do Marnie foi em branco, ento existia um estalo de irritao antes dela encolher os ombros. "Bobby deslizou."

"Voc est nele este longe, Marnie, e voc vai conseguir pontos para cooperar. No comece bullshitting mim agora. Morto do Trudy, e ela pegou tudo aquele dinheiro. Bobby est sentando entre voc e isto. Bobby chato."

"Voc pensa que isto era sobre dinheiro? O dinheiro est um pouco gelando, mas ele no  o bolo.  retorno. Ela mereceu isto, voc sabe que maldio bem que ela mereceu isto. Bobby  um idiota, mas ele  certo. Se eu desse a ele um pouco cutuca, era impulso, isto  todo. S um pouco algo para manter voc procurando pelo homem invisvel. E eu tentei 
Puxe ele de volta. Eu consegui testemunhas."

Ela amuou acima de seu caf. "Contraparte isto em cima, por que no faa voc? Voc tem um chantagista morto. E ela me bate primeiro. Eu destru os discos da gravao que ela teve-me fazer. Todos eles: Eu destru as cpias de seu arquivocomo um favor. Se eu fosse depois de dinheiro, eu podia ter vindo depois de voc com eles. Mas eu no fiz, 'porque 
O modo que eu vi isto, ela nos pe no mesmo barco ento. Eu podia ter esperado, e atarraxado com Bobby 
Quando ns voltvamos no Texas. Eu tenho nada alm do tempo."

"Mas voc no est voltando para o Texas. Bali, no ?"

Um sorriso glimmered novamente. "Eu estou pensando sobre isto. Muitas pessoas ela atarraxou com vai estar contente 
Eu cuidei a de. Voc devia me agradecer. Ela messed conosco, Dallas. Vivido de e tocou conosco. 
Voc sabe isto. Voc sabe que ela conseguiu o que ela mereceu. Ns vamos do mesmo lugar, voc e eu. 
Voc teria feito a mesma coisa."

O pensamento de vspera do modo seus olhos encontrou no espelho. O que ela viu em do Marnie. O que ela viu 
Em sua prprio. "Isto  como voc figura isto."

"Isto  como . Eu no estou afundando para este. No quando terminar o que ela era, o que ela fez. Assalte, talvez. Eu fao uns anos do par para aquele e o ID gambito. Mas assassinato? Voc no pode fazer aquela vara."

"Assista-me." Vspera empurrada para seus ps. "Marnie Ralston, voc est debaixo de priso para o assassinato de Trudy Lombard. As cargas adicionais so o assassinato tentados de Bobby Lombard. Ns lanaremos na ID fraude, dando declaraes falsas para a polcia. Voc far mais que uns anos do par, Marnie. Voc tem minha palavra nisto."

"Oh, corte o defecar," Marnie insistiu. "Desligue o registro, empurre seu companheiro fora assim  s voc e eu. Ento diga a mim como voc realmente sente."

"Eu posso dizer a voc como eu sinto, Marnie, em ou fora de registro."

"Voc est contente que ela est morta."

"Voc est errado." O que embreou dentro de seu solto. Porque Marnie estava errado. Completamente. 
"Se ele fosse at mim, ela estaria em uma gaiola, o mesmo que voc ser. Ela estaria em uma gaiola para que ela fez para 
Me, para voc, todo brincar ela j abusou, para toda mulher ela j explorou. Isto  a justia."

"Isto  bullshit."

"No, isto  o trabalho," Vspera corrigida. "Mas voc no deixou isto at mim. Voc levantou aquela seiva, e voc rachou seu crnio aberto."

"Eu no planejei isto"

"Talvez voc no fez," Vspera interrompida. "Mas voc no parou l. Enquanto ela estava deitando l, sangrando, 
Voc roubou dela. Para chegar a aquele ponto, o ponto onde voc podia exata sua vingana, voc usou um homem inocente. Voc deixou a cama onde voc fez amor com ele, e matou sua me. Ento voc assistiu ele lamentar. Voc o pe no hospital, por prazer, para um pouco seguro. Voc fez para ele o que 
Ela tentou fazer para ns. Voc o fez nada. Se eu pudesse, eu mandaria a voc acima de que s."

Ela braceou suas mos na mesa, debruados acima de muito seus rostos foram fechar. "Eu no sou como voc, Marnie. Voc  pattico, tomando e arruinando vidas para algo que est terminado."

Existiam lgrimas agora, reais, bravas, glimmering em olhos do Mamie. "Nunca est terminado."

"Bem, voc ter muito tempo para pensar sobre isto. Vinte e cinco para vida, eu diria. Eu no sou nada como voc," 
Vspera repetida. "Eu sou o policial. E eu vou dar eu mesmo o prazer de tirar voc a pessoalmente registrar."

"Voc  um hipcrita. Voc  um mentiroso e um hipcrita."

"Voc pode pensar que isto, mas eu estarei dormindo em minha prpria cama hoje  noite. E eu vou dormir realmente bem."

Ela tomou brao do Marnie, puxada ela para seus ps. Retirando-se suas restries, ela estalou eles em pulsos do Marnie. "Peabody, acabe por aqui, no ?"

"Eu estarei fora em seis meses," Marnie disse quando Vspera a escoltou no corredor.

"Continue sonhando."

"E Bobby pagar por meus advogados. Ela mereceu isto. Diga isto! Ela mereceu isto. Voc a odiou, da mesma maneira que 
Muito como eu fiz."

"Voc s me urinar fora de," Vspera disse wearily. "Voc me roubou da chance de a enfrentar abaixo, fazer meu 
O trabalho e v que ela pagou por tudo que ela fez."

"Eu quero um advogado. Eu quero que um intimidar psicologicamente eval."

"Voc conseguir ambos." A vspera a cutucou em um elevador, encabeado at registro.

Quando ela voltava em seu escritrio, Mira entrou, fechou a porta. "Voc fez um bom trabalho em Entrevista." 

"Eu fiquei sortudo. Seu ego estava a meu lado." 

"E voc reconheceu isto. Ela no reconheceu voc." 

"Ela no era fora por muito. Eu matei, e eu sei que eu tenho a violncia em mim que me fao capaz disto. Ento. Agora. Mas assassinato pegou um rosto diferente. Eu no vejo aquele em meu espelho.

"Coisa ," ela adicionou, "ela no ver isto em sua, qualquer um."

"Mas voc ver a verdade. Ela no ir. Eu sei que no era fcil para voc, fazer o que voc fez. Para fazer isto  
O comeo deste. Como voc sente?" 

"Eu preciso ir para o hospital e dizer aquele filho pobre de uma cadela o que ela fez, e por que. Eu preciso ir 
L e quebre seu corao, deixe aquela cicatriz nele. Eu podia sentir um inferno de muito melhor." 

"Voc quer que eu v com voc?" 

"Ele vai precisar de algo, algum, depois. Ser at ele. Mas eu penso que eu tenho que fazer isto, somente 
Os dois de ns. Eu penso que eu o devo isto. O que faz que voc pensa se eu contactasse o companheiro, eles parecem ser 
Apertado. Diga a ele para conseguir seu asno em cima aqui."

"Eu penso sortudo do Bobby ter voc tomando o cuidado com."

"Amigos do a voc uma almofada para a queda, at quando voc pensar que voc no precisa ou quer um. Eu aprecio voc parando por aqui, ver se eu precisasse de um. Eu sou certo."

"Ento eu deixarei voc terminar."
*  *  *

Uma Vspera de hora mais velha estava sentando ao lado da cama do hospital do Bobby, impotente e miservel que lgrimas perseguir suas bochechas.

"L tem que ser um engano. Voc cometeu um engano."

"No existe. Eu no tenho. E eu sinto muito, mas eu no sei como outro para dizer a voc mas diretamente fora. Ela usou voc. Ela planejou isto. Partes de talvez desde que ela tinha treze anos. Ela reivindica que ela no planejou matar sua me, e isso pode ser verdade. Era do momento. Sempre olhou aquele modo, ento ele podia ser aquele modo. Mas alm disto, Bobby, e eu sei que  um soco no rosto, ela planejou, ela coberta em cima, ela usada. Ela no era a mulher que ela fingiu ser. Aquela mulher nunca existiu."

"Elaela s no  capaz . . ."

"Zana Kline Lombard no era capaz. Marnie Ralston era e . Ela confessou, Bobby, ela caminhou 
Mim por isto."

"Mas ns ramos casados, todos estes meses. Ns vivemos junto. Eu a sei."

"Voc sabe o que ela quis que voc soubesse. Ela  uma profissional, um manipulador com uma folha desde que meu brao. Bobby. Olhe para mim, Bobby. Voc era levantado por uma mulher manipulatria, inquirida ser tomado por outro."

"O que isso me faz?" Sua mo fisted, esmurrada ligeiramente na cama. "Que diabo faz tudo aquilo 
Faa-me?"

"Um objetivo. Mas voc no tem que manter ser um. Ela vai tentar tocar voc. Ela vai chorar e se desculpa e diz a voc coisas como ela comeou tudo isso antes dela realmente conheceu voc, que ela apaixonou-se por voc a caminho. Ela dir aquela parte nunca era uma mentira. Ela dir coisas como ela fez este para voc. Ela ter todas as palavras certas. No seja um objetivo para ela novamente."

"Eu a amo."

"Voc ama fumaa. Isto  tudo que ela ." Impaciente, uma cinza de raiva que queima em sua barriga, Vspera chegou a seus ps. "Voc far o que voc faz. Eu no posso parar voc. Mas eu estou dizendo que voc merece melhor. Eu figuro isto levou intestinos 
Uma criana de doze anos de idade para se mover me furtivamente comida, tentar fazer coisas um pouco mais fceis para mim. Vai levar intestinos para voc enfrentar o que voc vai ter que enfrentar. Eu fazer isso mais fcil para voc se eu posso."

"Morta da minha me. Minha esposa est na priso, carregado com seu assassinato. Com talvez tentando me matar. Pelo amor de Deus, como pode voc fazer isso mais fcil?"

Eu acho que eu no possa.

"Eu preciso conversar com Zana. Eu quero a ver."

Vspera movimentada a cabea. "Sim, multa. Voc est livre para afundar para visitao uma vez que eles pulam voc."

"Existir uma explicao. Voc ver."

Voc no ir, ela decidiu. Talvez voc no pode. "Boa sorte, Bobby."

*  *  *

Ela foi para casa, odiando que ela fechou um caso e ainda levou uma sensao de desnimo, de fracasso. 
O homem seria manipulado. Talvez o sistema iria tambm.

Ela fechou o caso, mas no estava terminado. s vezes, ela pensou, eles nunca eram.

Ela entrou, glanced em Summerset. "Deixe seja s mantenha esta moratria indo outras poucas horas. Eu sou 
Muito condene cansado para atarraxar ao redor com voc."

Ela foi diretamente para o quarto. E ele estava a, desnudada-se para a cintura, puxando uma Camiseta fora de uma gaveta.

"Tenente. Eu no tenho que perguntar a voc sobre seu dia.  por toda parte seu rosto. Ela deslizou por?"

"No, eu a consegui. Confisso cheia, para que vale a pena. PA est indo com Assassinato Dois em Trudy, despreocupado endangerment em Bobby. Ela examinar cuidadosamente, e por muito tempo."

Ele puxou na camisa como ele cruzou para ela. "O que  isto?"

"Eu acabei de deixar o hospital. Bobby dito."

"Voc faria isto voc mesmo," Roarke murmurou, e tocou em seu cabelo. "O quo horrvel era isto?"

"Tanto como consegue. Ele no acredita nisto, ou parte dele faz. Voc podia ver parte de que ele soube que eu estava dando isto para ele diretamente.  mais que ele no ver isto, no aceitar isto. Ele vai afundar l, converse com 
Ela. Ela reivindicou que ele acabasse pagando por seus advogados, e voc sabe, ela vai ser certa."

Roarke deslizou seus braos ao redor ela. "Amor. Quem pode discutir com isto?"

"Ele  uma vtima." Ela soltou sua fronte para seu. "E um eu no posso alcanar."

"Ele est um homem crescido, fazendo suas prprias decises. No impotentes, Vspera." Ele tipped seu rosto em cima. "Voc fez seu trabalho."

"Eu fiz meu trabalho. Ento o que eu sou bitching sobre? No prendeu o modo que eu procurado. Isto  as fraturas. Bom 
Que voc est aqui, entretanto. Bom que voc est aqui."

Ela girou, vagada acima de em direo  rvore.

"O que mais?"

"Ela disse que ns ramos semelhantes. Ns no somos, eu sei que ns no sejamos. Mas existe um pedao de mim como seu, e aquele pedao sabe como ela podia levantar aquela seiva e baleia longe. Existe um pedao de mim que entendo isto."

"Vspera, se voc no tivesse aquele pedao, no entendeu por que um pouco de usa isto e voc no fazer, voc no seria tal maldio bom policial."

O peso simplesmente deslizou fora de seus ombros como ela girou e olhou para ele. "Sim. Sim. Voc  certo. Eu soube que existia uma razo que eu mantive voc ao redor."

Ela caminhou de volta para ele, arrastada na manga de sua Camiseta. "O que isto , s?"

"Eu pensei que eu agarraria um treinamento, mas minha esposa chegou em casa mais cedo que esperado."

"Eu podia usar um eu mesmo. Queime fora de algum deste aborrecimento." Ela andou de volta para remover seu equipamento de arma, ento angulada sua cabea. "Se voc descobrisse que eu coloco um fingimento, que eu enganchei voc s para chegar a sua abbada sem fundo de moolah, o que voc faria sobre isto?"

Ele deu seu aquele sorriso mau, aquele parafuso de azuis dos olhos. "Por que agora, bem Vspera, eu chutaria seu asno arrependido, ento invista muito aquele moolah em fazer o resto de seu inferno de vida sangrento."

Mais peso erguido, e ela grinned nele. "Sim,  disso que eu pensei. Eu sou uma mulher muito sortuda."

Ela lanou sua arma na cadeira, solto seu distintivo ao lado disto. Ento ela agarrou sua mo, dedos ligados, e para um pouco enquanto, coloquem no lugar o trabalho.


